
Brasil tem a maior taxa de desemprego da história e bate vários outros recordes amargos
Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas
Cobertura completa da TVT, sobre a GREVE e manifestação em defesa da classe trabalhadora
Funeral de um lavrador - Chico Buarque - Com a reforma previdenciária, este protesto do Chico passa a valer pra todos os trabalhadores brasileiros sem distinção. VIDE VÍDEOS.
Construção - Música Protesto de Chico Buarque
MÚSICA PROTESTO DE Chico Buarque - Roda Viva
Explicação de Chico Buarque sobre Roda Viva
Funeral de um lavrador - Chico Buarque - Com a reforma previdenciária, este protesto do Chico passa a valer pra todos os trabalhadores brasileiros sem distinção. VIDE VÍDEOS.
Construção - Música Protesto de Chico Buarque
MÚSICA PROTESTO DE Chico Buarque - Roda Viva
Explicação de Chico Buarque sobre Roda Viva
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) na manhã desta sexta. Os números mostraram queda na taxa de ocupação e registra inéditos 14 milhões de desempregados em todo o Brasil.
De acordo com o IBGE, o primeiro trimestre do ano registrou uma taxa de desocupação (desemprego)
de 13,7%, uma alta de 1,7 ponto percentual frente ao último trimestre
de 2016 (12,0%) e de 2,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período
do ano passado.
Essa foi a maior taxa de desemprego desde que o IBGE começou a divulgar os números, no primeiro trimestre de em 2012. O Brasil também alcançou a marca inédita de 14,2 milhões e bateu o recorde da série histórica. Entre o trimestre anterior e o atual fechado em março, foram 1,8 milhões de pessoas a perderem seus empregos. A alta foi de 14,9%.
O número de empregados com carteira de trabalho assinada recuou tanto em relação ao último trimestre de 2016 (-1,8% ou menos 599 mil pessoas) quanto na comparação no mesmo período do ano passado (-3,5% ou menos 1,2 milhão de pessoas). É também o menor contingente de trabalhadores com carteira assinada já observado na série histórica da pesquisa.

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REUTERS/ Ueslei Marcelino
Essa foi a maior taxa de desemprego desde que o IBGE começou a divulgar os números, no primeiro trimestre de em 2012. O Brasil também alcançou a marca inédita de 14,2 milhões e bateu o recorde da série histórica. Entre o trimestre anterior e o atual fechado em março, foram 1,8 milhões de pessoas a perderem seus empregos. A alta foi de 14,9%.
O número de empregados com carteira de trabalho assinada recuou tanto em relação ao último trimestre de 2016 (-1,8% ou menos 599 mil pessoas) quanto na comparação no mesmo período do ano passado (-3,5% ou menos 1,2 milhão de pessoas). É também o menor contingente de trabalhadores com carteira assinada já observado na série histórica da pesquisa.
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