domingo, 26 de agosto de 2018

VACINAS DA MORTE - UMA COMPARAÇÃO ENTRE VACINADOS E NÃO VACINADOS, CRIANÇAS VACINADAS DESENVOLVEM 700% MAIS DOENÇAS DO QUE AS NÃO VACINADAS


CRIANÇAS SÃO AS MAIORES VÍTIMAS DAS VACINAS - PAIS IGNORANTES, DIRIGIDOS PELA MÍDIA JUDAICO SIONISTA E MÉDICOS AGNOTOLÓGICOS FORMADOS NAS ESCOLAS DE MEDICINA COMANDADAS POR JUDEUS SIONISTAS, E GOVERNOS CORRUPTOS QUE SE DEIXAM ENGANAR E CORROMPER PELOS JUDEUS SIONISTAS, SÃO A PONTA DE LANÇA DE UMA VERDADEIRA "GUERRA BIOLÓGICA" CONTRA A "HUMANIDADE", ENCETADA PELOS "JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL", EXCLUSIVOS FABRICANTES E DISTRIBUIDORES DAS "VACINAS DA MORTE"

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Estudo Mostra que as Crianças Vacinadas têm 700% Mais Chance de Desenvolver Distúrbios de Neurodesenvolvimento









No dia de São Valentim, um estudo de 34 páginas que ilustrou alguns dos efeitos nocivos da vacinação foi disponibilizado para visualização online. Seis horas mais tarde, a URL tinha desaparecido, e o estudo foi aparentemente apagado das profundezas da Internet – provavelmente com a esperança de que a informação “controversa” que ele continha seria esquecida.
Resultados da vacinação e saúde: uma pesquisa com crianças vacinadas e não vacinadas de 6 a 12 anos com base em relatórios de mães, por Anthony R. Mawson, e outros, parecia como qualquer outro relatório padrão sobre a vacinação à primeira vista, de acordo com o autor James Grundvig. O artigo foi vinculado a Grundvig, e ele publicou recentemente um artigo sobre o estudo, e descreveu como o editorial do jornal reagiu em relação à censura da informação.
Grundvig escreve que depois de ler as conclusões de Mawson no estudo, parece que talvez o CDC deliberadamente tenha evitado conduzir tal pesquisa, porque “teria sido contrário à mensagem do CDC que todas as ‘vacinas são seguras'”.

Pesquisa: As vacinas e os distúrbios do desenvolvimento neurológico


Para realizar suas pesquisas, Mawson e sua equipe participaram de uma pesquisa transversal de mães de crianças que foram educadas em casa. Organizações de Ensino Doméstico da Flórida, Louisiana, Mississippi e Oregon foram convidadas a encaminhar um e-mail para os seus membros, pedindo às mães para preencher um questionário on-line anônimo. O questionário reuniu informações sobre o estado de vacinação e os resultados de saúde de seus filhos biológicos que estavam entre as idades de 6 e 12. No total, 415 mães forneceram informações sobre 666 crianças. Destas, apenas 261 (ou 39 por cento) não foram vacinadas. Também foram incluídas na coleta de dados informações sobre as experiências de gravidez, histórico de partos, condições agudas e crônicas e uso de medicamentos e serviços de saúde.
No geral, os resultados do estudo mostraram que, embora as crianças vacinadas fossem menos propensas a ter catapora ou coqueluche, elas eram significativamente mais propensas a desenvolver outros tipos de infecções, alergias, e eram mais propensas a ser diagnosticadas com um distúrbio neurológico (referido no estudo como um NDD). NDDs foram definidos como distúrbios do espectro do autismo, transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dificuldade de aprendizagem, ou qualquer combinação dos três. Será que as crianças não vacinadas são, em muitos aspectos, mais saudáveis? Certamente parece assim.

Dados revelam disparidades chocantes


Os detalhes específicos desses incidentes são ainda mais chocantes. Por exemplo, o estudo constatou que as crianças vacinadas tinham uma chance 7 vezes maior de ser diagnosticadas com qualquer tipo de NDD – ou, em outras palavras, um aumento de risco de 700 por cento. Houve um aumento de 2 vezes no diagnóstico de distúrbio do espectro autista, um aumento de 2 vezes no diagnóstico de TDAH e um aumento de 2 vezes em dificuldades de aprendizagem.
As crianças vacinadas também exibiram um aumento de 900 por cento em outras alergias, além de rinite alérgica. Houve também um aumento de 9 vezes em eczema e dermatite atópica. Também pareceu haver um aumento de 400 por cento nas doenças crônicas entre as crianças vacinadas. Não houve diferenças notáveis ​​em condições menos comuns como síndrome de Tourette, câncer, doença de Crohn, depressão, diabetes (tipo 1 ou tipo 2), artrite reumatoide juvenil, encefalopatia e outros. No entanto, os pesquisadores observam que um maior tamanho da amostra seria necessária para detectar diferenças nas taxas de incidência dessas condições mais raras.
Em relação às condições agudas, embora as crianças vacinadas eram significativamente menos propensas a ter varíola ou tosse convulsa, elas também foram mais propensas a desenvolver infecções do ouvido médio – com um aumento de 3,8 vezes na ocorrência. As crianças vacinadas também tiveram uma chance de 5,9 vezes maior de ter pneumonia em comparação com crianças não vacinadas.
Quando se tratava de hepatite A ou B, febre alta nos últimos 6 meses, sarampo, caxumba, meningite (viral ou bacteriana), gripe ou rotavírus, não houve diferenças substanciais entre vacinados e não vacinados.
Depois de controlar outros fatores, Mawson e sua equipe determinaram, em análises de regressão, que havia um aumento de 3,1 vezes na NDD entre os vacinados. Além disso, uma possível sinergia entre a vacinação e o parto prematuro foi descoberto durante a pesquisa. A equipe descobriu que a interação de parto prematuro e vacinação estava associada a um aumento de 6,6 vezes na NDD.
A indústria farmacêutica Judaico Sionista de Israel e seus figurantes serão rápidos para tentar desacreditar este estudo dizendo que eles “não podem verificar os resultados” por causa do anonimato dos dados de pesquisa – no entanto, como lembra Grundvig, o CDC usou o mesmo método de pesquisa em 2015 para produzir a taxa 1-em-45 de ocorrência de autismo em recém-nascidos. Vai ser interessante vê-los tentar contornar a situação sobre isso.

domingo, 19 de agosto de 2018

EXÉRCITO DE ISRAEL É UM GRUPO DE COVARDES - 'Tornamo-nos um grupo de covardes': é revelada grave crise nas Forças de Defesa de Israel


EXÉRCITO DE ISRAEL É UM GRUPO DE COVARDES - 'Tornamo-nos um grupo de covardes': é revelada grave crise nas Forças de Defesa de Israel
Soldados israelenses caminham em direção ao norte da Faixa de Gaza

'Tornamo-nos um grupo de covardes': é revelada grave crise nas Forças de Defesa de Israel

© AP Photo / Neil Cohen

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O relatório preparado pelo major-general da reserva, Yitzhak Brik, comissário para os direitos dos soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), está sendo discutido em Israel.
O relatório apresentado ao Parlamento do país, o Knesset, revela uma grave crise nas IDF, relata a edição hebraica Haaretz.
Brik conduziu uma crítica excepcionalmente contundente da política de pessoal das Forças de Defesa de Israel. Em uma carta oficial, o militar fundamentou suas críticas em uma longa lista de conversas com dezenas de oficiais do Exército.
O relatório descreve uma organização medíocre que sofre de exaustão por sobrecarga. Também são reprovados o desleixo dos comandantes e a grave crise de motivação entre os jovens oficiais que geralmente abandonam a carreira militar.
Brik adverte que a crise prejudica a prontidão das Forças de Defesa de Israel para a guerra e cita oficiais em campo que alertam que as principais autoridades do país vendem uma imagem falsa que não corresponde à realidade.
Em sua carta, o mediador militar cita um comandante da brigada do Exército: "Nós [oficias em campo] nos tornamos um grupo de covardes. Tenho vergonha também de ter parado de mencionar problemas em conferências. Infelizmente, isso só me prejudicaria. Em todo caso, tudo cai em ouvidos surdos".
O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Gadi Eizenkot, referiu-se às queixas do mediador durante uma sessão fechada do Comitê de Assuntos Exteriores e de Defesa. Eizenkot aceitou parte das críticas sobre o conhecimento e a disciplina organizacional das IDF.
Por outro lado, ele rejeitou a advertência de Brik sobre a deficiência dos preparativos das IDF para a guerra e acrescentou que ele não tinha autoridade e ferramentas para examinar sistematicamente esses aspectos. 
 Exército israelense continua tendo a imagem de ser a força mais capaz no Oriente Médio, invencível diante de seus vizinhos árabes. Mas na classificação internacional da Global Firepower, a posição das IDF está em constante queda.
Se em 2014 o Exército de Israel ocupou o 11º lugar, este ano caiu para 16º. O Exército russo, em comparação, está em segundo lugar, reportou o jornal Vzglyad.
O ex-chefe do serviço especial israelense Nativ, Yaakov Kedmi, justifica a situação devido ao desaparecimento de ameaças contundentes contra a existência de Israel. Agora a sociedade não está disposta a conceder privilégios ao Exército e os recursos utilizados para sua manutenção já são elevados. 
"Isso é visto em tudo: tanto no que diz respeito a pensões e salários como a todos os tipos de privilégios financeiros para o pessoal militar regular. Além disso, a motivação para servir nas forças armadas, que costumava ser baseada no sentimento de perigo e exigia a dar tudo para a defesa do Estado, foi reduzida", ressaltou Kedmi.

IRÃ TORPEDEIA INTENÇÕES MAQUIAVÉLICAS DOS JUDEUS SIONISTAS DOS EUA - Irã não é 'presa fácil' e nunca será vassalo dos EUA, diz analista


IRÃ TORPEDEIA INTENÇÕES MAQUIAVÉLICAS DOS JUDEUS SIONISTAS DOS EUA - Irã não é 'presa fácil' e nunca será vassalo dos EUA JUDAICO SIONISTA, diz analista
Parada militar anual em Teerã

Irã não é 'presa fácil' e nunca será vassalo dos EUA, diz analista

© AFP 2018 / ATTA KENARE

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Os Estados Unidos anunciaram recentemente a criação do Grupo de Ação para o Irã, destinado a coordenar a política do país em relação a Teerã. O analista iraniano Mahan Abedin partilhou com a Sputnik a sua opinião sobre o assunto.
O Conselho Nacional Iraniano-Americano criticou duramente a criação do Grupo de Ação para o Irã, qualificando a medida como uma tentativa de implementar a visão perigosa do secretário de Estado Mike Pompeo quanto ao Irã.
Mahan Abedin, analista do portal de notícias MiddleEast Eye e diretor da Dysart Consulting, comentou a medida em entrevista à Sputnik Internacional.
Para ele, a criação do grupo não deve ser considerada um passo extraordinário dos EUA em relação ao Irã.
"Estes grupos especializados são muitas vezes estabelecidos para coordenar políticas quanto a certos países, considerados de especial importância para os EUA, ou quanto a certas regiões, consideradas importantes", disse.
O especialista lembrou que os Estados Unidos têm monitorado de perto os assuntos internos iranianos há quatro décadas, aplicando sua "política mal disfarçada de mudança de regime". Então, acredita, a criação do grupo em questão não é uma medida radicalmente nova.
"Qualquer pessoa bem informada sabe que a política não declarada em relação ao Irã visa mudar o sistema político no país a fim de criar condições políticas que permitam fazer novamente de Teerã um aliado de Washington, basicamente estabelecendo o que existia antes da Revolução de 1979. Não vejo o estabelecimento deste grupo como uma mudança particularmente radical da política americana relativamente ao Irã", opinou.
Comentando a afirmação do Conselho Nacional Iraniano-Americano, que disse que a criação do grupo tenta implementar a visão perigosa de Pompeo relativamente ao Irã, Abedin concordou, sublinhando que a atual administração americana é mais hostil relativamente a Teerã, talvez até mais hostil do que era a de George W. Bush.
O analista lembrou que, após a retirada dos EUA do acordo nuclear de 2015, anunciada por Donald Trump, Mike Pompeo apresentou ao Irã 12 exigências que considera "bastante ridículas".
"Estas exigências são francamente bastante ridículas, pois no fundo equivaliam a um apelo para que o Irã se rendesse; para que o irã aceitasse se tornar um Estado vassalo dos Estados Unidos, mas isso nunca irá acontecer. O Irã não abandonará sua política regional de apoiar o governo sírio […] o Irã não desistirá de seu programa de mísseis balísticos simplesmente porque é o ponto essencial de sua estratégia de defesa dissuasiva", explicou o interlocutor da Sputnik.
Para Abedin, o Irã continuará tentando estabelecer e consolidar sua influência no Oriente Médio, enquanto a visão perigosa de Pompeo quanto ao Irã é apenas "uma fantasia", que nunca se tornará realidade.
"O Irã não é a Líbia ou o Iraque, não é uma presa fácil", ressaltou.
Apesar de ter no momento alguns problemas econômicos, o Irã é uma "entidade bem estabelecida" com 80 milhões de habitantes e os norte-americanos não poderão atingir o seu objetivo, conclui o analista.