segunda-feira, 31 de março de 2025

podres do clã Bolsonaro = Grok, IA de Elon Musk, entrega os podres do clã Bolsonaro

 

Grok, IA de Elon Musk, entrega os podres do clã Bolsonaro

Internautas utilizam a IA Grok para investigar suspeitas envolvendo Flávio Bolsonaro, com destaque para compra de mansão e uso de dinheiro vivo

247 - Internautas brasileiros estão recorrendo à Grok, a inteligência artificial do X, de Elon Musk, para expor e questionar o possível enriquecimento ilícito de membros da família Bolsonaro. O foco principal das investigações virtuais recai sobre o senador Flávio Bolsonaro, que, de acordo com levantamentos feitos na plataforma, teria adquirido bens de alto valor, incluindo uma mansão de R$ 5,97 milhões em Brasília, pagas com uma quantia significativa em dinheiro vivo.

A IA Grok, utilizada por diversos internautas para analisar e comentar os desdobramentos da política e dos negócios no Brasil, tem sido ferramenta crucial para disseminar as suspeitas envolvendo a família Bolsonaro. A questão gira em torno da discrepância entre o salário de Flávio Bolsonaro, que é de R$ 33,7 mil por mês, e o montante pago na compra da mansão, sendo R$ 2,87 milhões em dinheiro vivo. De acordo com as investigações realizadas por internautas, o valor pago à vista seria incompatível com a renda do senador, que, ao longo de seis anos, teria acumulado aproximadamente R$ 2,43 milhões, levando a uma série de questionamentos sobre a origem do dinheiro.

Em resposta a essas indagações, a Grok tem fornecido reações e resumos das informações que indicam que o pagamento à vista pode ter sido proveniente de economias, negócios familiares ou até de esquemas de "rachadinha", um termo popularmente utilizado para descrever desvios de salários de servidores públicos. Embora ainda não haja uma conclusão definitiva sobre as investigações, a IA afirma que, até março de 2025, as fontes do enriquecimento seguem em aberto, sem provas concretas que comprovem as acusações.

A Grok, no entanto, também destaca que, como o senador Flávio Bolsonaro é inocente até que se prove o contrário, as suposições e teorias não devem ser tratadas como fatos até que a justiça se pronuncie. A plataforma enfatiza a importância de transparência para garantir a confiança da população nas autoridades públicas, deixando claro que a IA foi projetada para buscar a verdade e corrigir possíveis falácias.

A influência de Elon Musk na IA Grok

Com o crescente uso da Grok para levantar questões sobre figuras públicas, muitos se perguntam se Elon Musk, sendo o proprietário da xAI, teria alguma influência sobre os dados manipulados pela plataforma, podendo, eventualmente, alterar o banco de dados para favorecer narrativas que alinham com seus interesses pessoais ou políticos. No entanto, a IA foi desenvolvida com o compromisso de buscar precisão e reduzir vieses, e, apesar do histórico controverso de Musk com desinformação, evidências apontam que a xAI mantém a fidelidade à missão de correção e análise imparcial.

Confira algumas reações:

 


 


sexta-feira, 28 de março de 2025

Colgate = Anvisa suspende venda de creme dental da Colgate após relatos de reações adversas

 

Anvisa suspende venda de creme dental da Colgate após relatos de reações adversas

Haviam sido registradas oito notificações que envolvem 13 incidentes relacionados ao uso do produto

247 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização da pasta de dente Colgate Clean Mint em todo o território nacional, após o recebimento de relatos sobre reações adversas do produto em consumidores. A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (27).

Segundo a Anvisa, foram registradas oito notificações que envolvem 13 incidentes relacionados ao uso do produto. Os principais sintomas relatados incluem inchaço nas amígdalas, lábios e mucosa oral, além de ardência e dormência nos lábios e boca, boca seca, gengiva irritada e vermelhidão.

O creme dental suspenso é uma nova versão de uma das pastas mais populares da marca, a Colgate Total 12. A empresa havia realizado alterações na fórmula e também no nome do produto.





segunda-feira, 24 de março de 2025

Com ataques a Moraes, Eduardo Bolsonaro irrita investigados por tentativa de golpe

 

Com ataques a Moraes, Eduardo Bolsonaro irrita investigados por tentativa de golpe

Postura beligerante do deputado licenciado nos EUA acirra tensões com o Supremo e compromete tentativas de distensão antes do julgamento de denúncia da PGR

247 - A ofensiva do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aumentou a tensão entre os próprios aliados de Jair Bolsonaro (PL) investigados pela tentativa de golpe de Estado, segundo Malu Gaspar, do jornal O Globo

Eduardo, que está temporariamente afastado do mandato e viajou aos Estados Unidos, declarou que passaria a “focar em buscar as justas punições a Alexandre de Moraes e a sua gestapo da Polícia Federal”, em referência à polícia secreta nazista. A declaração veio a público a menos de uma semana do julgamento em que a Primeira Turma do STF deve decidir sobre o recebimento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra 34 acusados, entre eles Jair Bolsonaro, o general da reserva Walter Braga Netto e outros nomes ligados ao núcleo duro do bolsonarismo.

A denúncia da PGR inclui acusações gravíssimas, como tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado contra patrimônio da União e deterioração de bem tombado.

Nos bastidores, o discurso agressivo de Eduardo é visto com crescente desconforto por advogados dos demais investigados. Segundo três defensores ouvidos pela reportagem de Malu Gaspar sob condição de anonimato, as falas inflamadas do parlamentar pioram o clima entre o Supremo e os réus.

“Se o Moraes acolher o pedido da defesa dos investigados agora, após as ameaças do Eduardo, fica parecendo um covarde”, afirmou um dos advogados, ressaltando o impasse gerado por um ambiente hostil. Outro defensor complementa: “isso cria um clima de animosidade com o STF e o relator. O ex-presidente Jair Bolsonaro também não tem uma postura muito conciliadora e isso nos causa prejuízos. É, na verdade, uma novela mexicana, e a gente não sabe qual será o próximo capítulo”.

A avaliação entre os advogados é que, ao atacar o relator do inquérito e compará-lo a agentes de regimes autoritários, Eduardo Bolsonaro não só amplia o desgaste institucional como também compromete estratégias de negociação e distensão que vinham sendo conduzidas nos bastidores.

Além disso, o próprio Eduardo já enfrenta investigações no âmbito do Supremo. Ele é citado no inquérito das fake news e também se tornou alvo de um procedimento após xingar o delegado da Polícia Federal Fábio Shor, responsável por parte das investigações que culminaram no indiciamento de Jair Bolsonaro. Nesse caso, o relator é o ministro Flávio Dino, aliado de Alexandre de Moraes.

A previsão é de que o julgamento na Primeira Turma do STF, marcado para terça-feira (25), aceite sem dificuldades a denúncia da PGR contra os 34 acusados. Com isso, os acusados passarão formalmente a responder ação penal pelos crimes apontados na investigação.





Dilma é eleita para novo mandato à frente do Novo Banco de Desenvolvimento e critica Folha: “parem de fazer ficha falsa”

 

Dilma é eleita para novo mandato à frente do Novo Banco de Desenvolvimento e critica Folha: “parem de fazer ficha falsa”

Presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento recuperou as finanças e a classificação de risco da instituição

247 – A presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, foi reconduzida ao cargo neste domingo (23), durante o Fórum de Desenvolvimento da China, realizado em Pequim. Ao confirmar à Folha de S.Paulo sua indicação para um segundo mandato, a presidenta do banco também criticou o jornal por uma reportagem caluniosa publicada recentemente pelo veículo de comunicação a respeito de sua gestão. "Agora, vocês têm que parar de fazer ficha falsa, tá? Conhece a ficha falsa? Lembra dela?", disparou, relembrando o episódio de 2009 em que a Folha publicou como autêntico um documento sem origem comprovada. O objetivo da Folha, em 2009, era tentar evitar que ela derrotasse o tucano José Serra nas eleições de 2010, que Dilma venceu, a despeito da notícia falsa da Folha.

A reeleição de Dilma à frente do banco, sediado em Xangai, se deu por indicação da Rússia, após articulação política do presidente Lula. A confirmação acontece em um momento de recuperação sólida da instituição financeira, criada pelo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Em seus dois primeiros anos de mandato, Dilma reestruturou o banco após um período de inoperância e instabilidade herdado da gestão anterior, sob o diplomata brasileiro Marcos Troyjo.

Durante sua participação no Fórum, Dilma também defendeu sua gestão e criticou a administração anterior, embora sem citar nomes. “Uma das coisas mais graves que aconteceram no banco foi quando não tomaram empréstimos por 16 meses”, afirmou. “Quando você não tem liquidez, você não investe. Ou seja, também não tinha empréstimo.”

A reportagem da Folha havia apontado metas atrasadas e relatos de assédio moral no NDB. Questionada sobre isso, Dilma respondeu: “Não vi. Não quero [comentar]”. E emendou com sua crítica ao histórico da publicação: “Vocês têm que parar de fazer ficha falsa”.

Nos dois anos à frente do NDB, Dilma promoveu mudanças significativas. Quando assumiu em março de 2023, encontrou um banco sem liquidez e com dificuldades de captação internacional. O NDB havia passado 15 meses sem acessar o mercado de capitais em dólar, perdendo oportunidades valiosas em tempos de juros baixos. Ainda enfrentava dificuldades no programa de emissão de títulos na China, os Panda Bonds, e operava sem um comitê executivo de governança.

Tudo isso foi revertido: em abril de 2023, criou-se o comitê executivo; o programa de Panda Bonds foi reativado; e, desde então, o banco já voltou ao mercado 40 vezes, captando aproximadamente US$ 14 bilhões em diversas moedas. Entre os destaques estão emissões de US$ 1,25 bilhão e US$ 1,2 bilhão em dólares, além de US$ 4 bilhões em yuanes por meio dos Panda Bonds.

A credibilidade restaurada resultou na reafirmação do rating "AA" pela Fitch em 2023, com perspectiva estável, e, mais recentemente, na elevação da nota para "AAA" pela agência japonesa JCR, que destacou os avanços em governança e segurança financeira.

Em entrevista ao editor-chefe do Brasil 247, Leonardo Attuch, Dilma destacou o novo papel estratégico do banco: “O BRICS é um fator de estabilidade em tempos de incerteza”, disse. Para ela, o grupo de países emergentes deve continuar a desempenhar papel central na construção de um mundo multipolar. “O parâmetro das relações internacionais não pode ser a força. Tem que ser o respeito entre os países”, concluiu.

No Brasil, o NDB expandiu seus desembolsos de 12% para 18% do total — alinhando-se à participação acionária do país. Os investimentos incluem o Hospital Inteligente (em parceria com a USP e os Ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia), um programa de infraestrutura hídrica na Paraíba e financiamento para a CPFL Energia, entre outros.

Sob a liderança de Dilma, o banco também segue ampliando sua presença internacional. A Argélia aderiu ao NDB em 2024 e o Uruguai está prestes a se tornar membro. Outros 17 países manifestaram interesse em integrar a instituição.

Ao lado de figuras como o primeiro-ministro chinês Li Qiang, o CEO da Apple, Tim Cook, e o brasileiro Cristiano Amon (CEO da Qualcomm), Dilma esteve na abertura do Fórum de Desenvolvimento da China, reforçando o protagonismo do banco dos BRICS na arena internacional.

A recondução de Dilma Rousseff ao cargo, após um início desafiador, marca não apenas sua resiliência pessoal — superando inclusive um quadro de neurite vestibular no fim de fevereiro —, mas também a solidez de sua gestão à frente do NDB. Com governança aprimorada, finanças recuperadas e expansão de projetos estratégicos, a instituição se consolida como um dos principais vetores de financiamento para o desenvolvimento sustentável entre os países emergentes. Assista, abaixo, sua entrevista exclusiva concedida à TV 247:


domingo, 23 de março de 2025

Suspeita no bolsonarismo: o coma político de Jair nem se consumou, mas Tarcísio já está desligando os aparelhos

 

Suspeita no bolsonarismo: o coma político de Jair nem se consumou, mas Tarcísio já está desligando os aparelhos

"Apesar dos gestos públicos de Bolsonaro, Tarcísio é visto como oportunista: ambicioso que antecipa o fim e já calcula como herdar tudo", diz Mario Vitor

Cresce no bolsonarismo mais fiel, em declarações dadas nas manifestações, a avaliação de que o governador Tarcísio de Freitas se revela como indigno de crédito como herdeiro político de Bolsonaro.

O setor mais orgânico não sente sinceridade e compromisso desinteressado com a causa. Em palavras e atos, o governador paulista é visto como um pretendente de Penélope no Palácio de Ítaca, aproveitando-se das agruras de Ulisses para tomar sua esposa e de seu reino.

Apesar dos esforços públicos do próprio Bolsonaro, Tarcísio é visto como um oportunista, aquela pessoa ambiciosa que, diante de um parente em coma, ainda antes do desfecho, já está dizendo aos médicos que desliguem os aparelhos enquanto faz as contas para pegar tudo para si.

Agora foi o próprio marqueteiro de Tarcísio, Pablo Nobel, quem veio a público para lançar o nome do governador como candidato a presidente. Veja bem: o estrategista político do governador o está lançando para presidente.

Obviamente, essas coisas são precedidas de profissão de fé inabalável na candidatura de Jair Bolsonaro, inelegível.

E aí a trama engrossa. O estrategista (ou o governador?) já tem até calendário e chapa!

Em setembro deste ano, diz Nobel, Bolsonaro vai preso. Tarcisio então espera (ou faz o "luto" (até 31 de março de 2026, afirma Nobel. Espera o quê? Espera para lançar a candidatura de Tarcísio, que na verdade ele, Nobel-Tarcisio está lançando agora, de forma pública, em extensa e detalhada, portanto planejada, entrevista ao jornal carioca O Globo.

Mais ainda, o Nobel do marketing político já tem até a chapa, com seu chefe Tarcísio na cabeça e Michele Bolsonaro (a própria "Penélope") na vice e mais Guilherme Derrite para governador de São Paulo.

O que falta então para a própria cria política de Bolsonaro transformá-lo num morto em vida? Se isso não é suficiente para indignar a quem arriscou a pele diante dos quartéis, o que será? Para o toque final, revelador do que está a vista de todos, Nobel diz que Tarcísio "tem diálogo com Alexandre de Moraes" (a própria nêmese de Bolsonaro) para logo enfeixar a traição com um lema digno de uma lápide: "Isso é habilidade política".

Ou seja, no comício Tarcísio espanca o Supremo. Nos bastidores, tem trânsito com o inimigo. Não espanta que o bolsonarismo desanime diante da provável condenação de seu líder. Mais difícil será vencer a apatia num quadro em que a perspectiva de um golpe, da tomada do poder, seja substituída por mais uma campanha presidencial, agora sob o signo da suspeita aos olhos do bolsonarismo mais fiel.




Advogado preso pela PF e que atacava Lula recebia quase R$ 23 mil de salário

 

Advogado preso pela PF e que atacava Lula recebia quase R$ 23 mil de salário

A Polícia Federal investiga uma rede clandestina de repasse de informações sigilosas sobre investigações supervisionadas pelo STJ

247 - O advogado Thiago Marcos Barbosa de Carvalho, preso durante operação da Polícia Federal em Palmas, tinha um salário bruto de quase R$ 23 mil como assessor jurídico, mostrou o portal da transparência do Ministério Público do Tocantins (MPTO). 

Agentes da PF prenderam o advogado nesta semana durante uma operação contra uma rede clandestina de monitoramento, comércio e repasse de informações sigilosas sobre o andamento de investigações sensíveis supervisionadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

Thiago Marcos é sobrinho do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), que não é investigado. De acordo com o Portal G1, o advogado recebia R$ 19.699,66 como remuneração pela função de confiança e mais R$ 3.160 de verba indenizatória. Somando, o total bruto chega a R$ 22.859,66. 

Em nota, o MPTO afirmou que as medidas para cumprir determinações do Supremo Tribunal Federal foram adotadas e "o servidor citado nas investigações que resultaram na operação da Polícia Federal foi exonerado do cargo nesta data". O Superior Tribunal de Justiça informou que não vai comentar sobre a operação realizada pela Polícia Federal.


Esse Thiago vive chamando o presidente Lula de corrupto aqui no Twitter. Veja quem é o bandido. Não falha um! t.co/7w21WlJ5BN No Tocantins, a Polícia Federal fez uma operação para investigar o vazamento de processos e decisões judiciais sob sigilo. Os agentes prenderam Thiago Marcos Barbosa, advogado e sobrinho do governador do estado. Ele é alvo de uma nova fase da operação que investiga um esquema de vazamento de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça. O pai de Thiago, Goianir Barbosa, também foi preso depois que a PF encontrou uma mochila com R$ 22 mil na casa dele. Além disso, o procurador de justiça Ricardo Vicente da Silva também foi alvo de buscas.