SÍRIA – SATÉLITE CONFIRMA,
ARMAS QUÍMICAS FORAM LANÇADAS PELOS MERCENÁRIOS SIONISTAS(REBELDES)
Robert Kelly: peritos da
ONU estão sob rigoroso controle dos rebeldes
EPA
A situação em torno do emprego de armas
químicas na Síria continua um destaque a preocupar o mundo inteiro. O assunto
foi discutido por peritos internacionais que participaram da ponte radiofônica,
"Síria: não seria Obama um clone de Bush Junior?", transmitida em
direto pela Voz da Rússia.
Nas palavras de Robert Kelly, antigo
analista do Laboratório Nacional em Los Alamos, especialista em programas de
armamentos nucleares, o grupo de peritos da ONU, encarregado de esclarecer
detalhes do recente emprego de armas químicas na Síria, continua trabalhando
sob um rigoroso controle dos rebeldes:
"Quando os inspetores estão postos
do outro lado da verdade, já não sabem explicar o que vêem, pelo que a sua
visão fica limitada pelo cenário muito bem preparado antes. Quando eles efetuam
suas inspeções, passam logo a ser controlados por rebeldes que lhes indicam
aonde ir, com quem falar e que provas recolher."
Outro participante da "ponte
radiofônica", o antigo diplomata russo e presidente da Sociedade de
Amizade e Colaboração com os Países Árabes, Vyacheslav Matuzov, qualificou de
estranha e dúbia a situação com o emprego de armas químicas:
"A
situação se mantém muito ambígua e peculiar. O grupo de peritos russos veio
comprovar, por meio de imagens transmitidas do espaço, que os projéteis tinham
sido lançados do território controlado por rebeldes. Daí a pergunta: por que é
que peritos russos e norte-americanos não podem vir participar na reunião do
Conselho de Segurança da ONU e comparar as imagens de Damasco feitas a partir
do espaço?"
"
"Causa ainda muita surpresa a hora
escolhida para o ataque", completou Chuck Cashman, do Instituto de
Problemas Estatais junto da Universidade de Georgetown:
"Washington afirma não ter provas
suficientes. Vão surgindo apelos para um ato de retaliação contra os culpados e
responsáveis pelo ataque com gás. Mas tal não pode ser um golpe a desferir às
cegas."
Traçando paralelos na política externa,
seguida por dois últimos presidentes dos EUA, Vyacheslav Mutuzov salientou:
"Obama e Bush têm estado unânimes
no intuito de mudar os regimes políticos no Iraque e na Síria. Bush se esforçava
por encontrar armas de extermínio em massa no Iraque. Agora soubemos do ataque
com o emprego de armas químicas na Síria."
Robert Kelly defende opinião diferente.
No seu entender, Obam e Bush Junior têm pouca coisa em comum:
"Obama tem estado mais prudente.
Basta ver a sua atitude para com a situação na Líbia."
Comentários 3
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Marcos André
Santos, Ontem, 21:17#
Pobre Russia se deixar se humilhar deste jeito...
se for perpetrado os ataques americano o mundo saberá de uma vez por todas que
a Russia não é nunca será um agente importante e sério neste globo. Os
americanos estão batendo na cara dos russos.
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Jorge Falcao, Hoje, 0:26#
Creio que um ataque dos EUA não tem como objetivo
final a Síria. Esta seria apenas o vetor de suas pretensões. Precisam de um
conflito, não apenas para desviar a atenção para seus problemas domésticos mas
também para equacioná-los. Parecem acreditar que podem fazer sua monstruosa
dívida se desintegrar ao provocar destruição e necessidade de reconstrução em
diversos países do mundo e pecam por achar que podem limitar os danos que
certamente sofrerão em seu próprio solo. Não há como iniciar o conflito de
forma moderada e deixar aberta as portas para uma retaliação desproporcional de
Russia e China e dessa forma devem preferir arriscar e apostar no tudo ou nada.
Sempre lhes foi mais fácil justificar a destruição alheia de que seus próprios
fracassos. Nos cenários de confronto entre Israel e Síria, Israel e Irã, EUA e
Síria a partir do primeiro tiro não há volta, e certamente para os instantes
posteriores ao ataque, existem planos e mais planos para criar rápidas
situações que exigiram respostas sem reflexão. São os interessados na guerra
jogando gasolina para ajudar apagar o fogo.Muitos testemunharão o início,
poucos o final.
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central, Hoje, 0:56#
Marcos André Santos, faço de suas palavras as
minhas. nada a acrescentar.
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