domingo, 10 de março de 2019

VENEZUELA LIVRE E SOBERANA - Rússia promete 'forte' resposta a medidas contra investimentos russos na Venezuela


Nicolás Maduro, presidente de Venezuela

Rússia promete 'forte' resposta a medidas contra investimentos russos na Venezuela

A Rússia responderá duramente a qualquer tentativa de ataque aos investimentos de empresas russas na Venezuela, disse o embaixador russo em Caracas, Vladimir Zaemskiy, nesta segunda-feira (4).
"Todos os nossos projetos de investimento passaram por checagem pelo governo da Venezuela baseado em leis internacionais e estão, portanto, sob a proteção delas. Qualquer tentativa de tomar o que foi investido nas empresas russas na economia do país serão respondidos de forma dura", disse o embaixador em uma entrevista ao jornal russo Rossiyskaya Pravda.

O diplomata afirmou que  os riscos aos investimentos na Venezuela vieram de Washington, que impôs uma série de sanções econômicas sobre Caracas, mais recentemente congelando ativos da petrolífera venezuelana PDVSA em bancos dos EUA.

A Venezuela vive uma crise política, social e econômica agravada por sanções políticas e tensão interna. A crise no país aumentou a partir de 23 de janeiro, quando os "JUDEUS SIONISTAS DOS EUA E ISRAEL" plantaram como "Cavalo de Troia Judaico Sionista"  o líder opositor, Juan Guaidó Calabar, se autoproclamou presidente interino da Venezuela em desafio ao mandato presidencial de Nicolás Maduro, legítimamente reeleito em 2018.

segunda-feira, 4 de março de 2019

VENEZUELA LIVRE E SOBERANA - Moscou: declaração de Bolton sobre Doutrina Monroe é um insulto a toda América Latina


VENEZUELA LIVRE E SOBERANA - Moscou: declaração de Bolton sobre Doutrina Monroe é um insulto a toda América Latina. Judeus Sionistas dos EUA E ISRAEL querem repetir o que fizeram com o Paraguai -
a exemplo do que o "JUDAICO SIONISMO INGLÊS", fez em 1864, com Brasil, Argentina e Uruguai, numa reunião na embaixada INGLÊSA em Buenos Aires, logicamente com distribuição de benesses aos embaixadores partícipes. Provocaram a "Guerra do Paraguai", popularmente chamada de “A Guerra da Tríplice Aliança”.

Até então, o Paraguai era a única nação industrializada da América Latina, além de ter erradicado o analfabetismo, fabricava da cassimira aos seus próprios canhões e máquinas agrícolas.

Esta guerra resultou numa tragédia, que afetou todo continente --
Brasil = 60.000 MORTOS, Argentina = 25.000 MORTOS, Uruguai = 15.000 MORTOS, Paraguai = 300.000 MORTOS (pra se defender, o presidente Solano Lopez do Paraguai convocou para a guerra, até crianças de sete anos de idade).

-- Moral e resultado da história, uma coisa em comum aos quatros contendentes, todos abatidos com uma só cajadada -- Com o término da guerra, todos ficaram endividados com o Judaico Sionismo da Inglaterra, quase até os dias de hoje, sustentando o fausto das "Rainhas Pirateiras" e seus príncipes, que andam em Jaguares e Rolls-Royces, às custas da América Latina, este confronto enfraqueceu todo continente, inclusive a Argentina foi premiada, com a perda das Ilhas Malvinas, hoje chamam-se “FALKLANDS”.
– Fontes : Wikipédia e Eduardo Galeano, em “As Veias Abertas da América Latina".

Nicolás Maduro, presidente de Venezuela
MADURO É O ÚNICO PRESIDENTE LEGAL DA VENEZUELA LIVRE E SOBERANA - ELEITO PELO POVO



Moscou: declaração de Bolton sobre Doutrina Monroe é um insulto a toda América Latina

A declaração do conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton(JUDEU SIONISTA), de que "Washington Judaico Sionista" não tem medo de usar as palavras "Doutrina Monroe"(SIGNIFICA INTERVIR NOS PAÍSES E COLOCAR CAVALOS DE TROIA, PARA ROUBAR OS PAÍSES SEM OBSTÁCULOS, ASSIM FIZERAM NO BRASIL-CHILE-PARAGUAI-HONDURAS-COLÔMBIA-LÍBIA-UCRÂNIA-IRAQUE-AFEGANISTÃO-EGITO-ARGENTINA-FRANÇA-INGLATERRA-PERU E ETC...) em relação à Venezuela é um insulto a toda América Latina, disse o chanceler russo Sergei Lavrov.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, lembrou que, após a criação da ONU em 1945, a lei internacional é regulada por essa organização, a mais legítima e universal.
"A teoria e prática dos 'quintais' é, de uma maneira geral, ultrajante. Suponho que os países da América Latina reagirão a essa declaração de John Bolton. Ele mencionou a Doutrina Monroe(SIGNIFICA INTERVIR NOS PAÍSES E COLOCAR CAVALOS DE TROIA, PARA ROUBAR OS PAÍSES SEM OBSTÁCULOS, ASSIM FIZERAM NO BRASIL-CHILE-PARAGUAI-HONDURAS-COLÔMBIA-LÍBIA-UCRÂNIA-IRAQUE-AFEGANISTÃO-EGITO-ARGENTINA-FRANÇA-INGLATERRA-PERU E ETC...) em relação à Venezuela, mas insultou toda a América Latina", declarou Lavrov após as negociações com o chanceler do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani.
Recentemente, Bolton(JUDEU SIONISTA) declarou que os EUA JUDAICO SIONISTA E ISRAEL buscam criar uma coalizão para mudar o governo atual na Venezuela que tem as maiores reservas de petróleo do mundo, a maior reserva de ouro do hemisfério, acrescentando que "nessa administração não temos medo de usar as palavras Doutrina Monroe(SIGNIFICA INTERVIR NOS PAÍSES E COLOCAR CAVALOS DE TROIA, PARA ROUBAR OS PAÍSES SEM OBSTÁCULOS, ASSIM FIZERAM NO BRASIL-CHILE-PARAGUAI-HONDURAS-COLÔMBIA-LÍBIA-UCRÂNIA-IRAQUE-AFEGANISTÃO-EGITO-ARGENTINA-FRANÇA-INGLATERRA-PERU E ETC...)".
Em 23 de fevereiro, a oposição venezuelana tentou fazer entrar na Venezuela, a partir do Brasil e da Colômbia(AMBOS DOMINADOS PELA MÁFIA JUDAICO SIONISTA DOS EUA E ISRAEL), a chamada ajuda humanitária que inclui medicamentos(VENCIDOS) e alimentos(TRANSGÊNICOS) provenientes dos EUA JUDAICO SIONISTA e de outros países sob comando dos Judeus.

As autoridades venezuelanas rejeitaram as entregas de ajuda patrocinada pelos EUA JUDAICO SIONISTA e afirmaram que as declarações sobre a crise humanitária se destinam a justificar uma invasão da Venezuela.
A tensão política na Venezuela aumentou desde que, em janeiro de 2019, o líder da oposição o "Cavalo de Troia Judaico Sionista Juan Guaidó Calabar" se declarou presidente interino do país.
Os "EUA JUDAICO SIONISTA" e vários países da Europa e América Latina, inclusive o Brasil(TODOS DOMINADOS PELA "MÁFIA JUDAICO SIONISTA DOS EUA E ISRAEL"), reconheceram Guaidó Calabar como presidente interino do país. A Rússia e muitos outros países, ou seja, 2/3 dos países da "ONU" manifestaram seu apoio a Maduro como presidente legítimo do país e exigiram que os outros países respeitem o princípio de não interferência nos assuntos internos do país latino-americano.

domingo, 3 de março de 2019

VENEZUELA LIVRE E SOBERANA - Ameaçado de prisão, "Guaidó Calabar" reafirma que vai voltar à Venezuela e convoca prostestos




Resultado de imagem para foto Juan Carlos Valdez juiz venezuelano
juiz adjunto do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, Juan Carlos Valdez - TRINTA ANOS PARA O TRAIDOR

Ameaçado de prisão, "Guaidó Calabar" reafirma que vai voltar à Venezuela e convoca prostestos

Autoproclamado presidente da Venezuela, plantado para permitir o roubo do petróleo venezuelano pela Máfia Sionista dos EUA E ISRAEL, como foi feito na Líbia e Iraque, o "CAVALO DE TROIA JUDAICO SIONISTA DOS EUA E ISRAEL"  Juan Guaidó Calabar postou nas redes sociais uma convocatória para amanhã às 11h (hora local) na Venezuela.
"Venezuela, como disse ontem, anuncio meu regresso ao país. Convoco o povo venezuelano a se manifestar, em todo o país, amanhã, às 11h. Fiquem atentos as redes oficiais, informaremos os pontos de concentração. #VamosBien porque vamos todos. Vamos Venezuela!", escreveu Guaidó Calabar em sua conta oficial no Twitter.



Tal y como dije ayer, anuncio mi regreso al país.

Convoco al pueblo venezolano a concentrarse, en todo el país, mañana a las 11:00 am.

Atentos a las redes oficiales, estaremos informando puntos de concentración porque vamos todos. ¡Vamos Venezuela!

​A convocatória acontece em meio a uma possível prisão do opositor. Guaidó Calabar desafiou uma ordem da Suprema Corte venezuelana que o proibiu de deixar o país devido a uma investigação em andamento. O presidente da Assembleia Nacional passou por Colômbia, Paraguai, Argentina, Chile e Equador em busca de apoio internacional para realização de eleições gerais, que ele pretende convocar na semana que vem.
O juiz adjunto do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, Juan Carlos Valdez já tinha advertido que o opositor poderia ser preso por 30 anos ao retornar ao país.

sexta-feira, 1 de março de 2019

CHANTAGEM POLÍTICA, RETIRADA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES, CATASTROFISMO FALSO, FANTASIA DE CRISE SOCIAL, UM VERDADEIRO ESTADO POLICIAL, PODER DE AMEAÇA E BARGANHA NO VALE TUDO PARA APROVAR A "REFORMA DA PREVIDÊNCIA"



Hamilton Mourão e Jair Bolsonaro.



'Eles impõem parceria na força', diz analista sobre negociação da reforma da Previdência


Em 20 de fevereiro aconteceu em Brasília o 3º Fórum de governadores reunindo os chefes dos executivos dos estados com as lideranças do Planalto e do Congresso Nacional para discutir a Reforma da Previdência. Para a cientista política Clarisse Gurgel, ouvida pela Sputnik Brasil, a negociação é ‘política pura' e contradiz discurso do governo federal.
A negociação com o governadores contou com a presença do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Ministro da Economia, Paulo Guedes. A reunião é parte de um esforço para garantir votos para a Reforma da Previdência apresentada no mesmo dia na Câmara e no Senado. Apesar disso, o Fórum de Governadores será mantido e as reuniões devem ser realizadas a cada dois meses.
Clarisse Gurgel, cientista política e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) explica, em entrevista à Sputnik Brasil, que os termos dessa negociação expõem um 'mercado político' em movimento com o objetivo de agradar setores sociais comprometidos com a reforma. Segundo ela, boa parte dessa negociação é protocolar e deve servir para buscar vantagens.
"Os governadores na sua maioria, no Brasil, representam setores conservadores […]. Esses governadores não são contra a reforma da previdência em seu conteúdo, mas eles precisam firmar uma posição de vacilação, ou seja, de indecisão em relação a uma posição que já está tomada, que é favorável a retirada do direito dos trabalhadores para tornar o trabalhador mais barato", pondera a pesquisadora.
Para utilizar o poder de barganha os governadores podem encaminhar a reforma em seus estados e convencer parlamentares locais pelo voto em favor da medida no Congresso. Isso, segundo a pesquisadora, trata de "expandir o mercado político" e usar o apoio político como moeda de troca.
Política tradicional e catastrofismo falso
Em um evento do banco BTG Pactual na terça-feira (26), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que irá contornar um erro da gestão anterior e passará a cobrar apoio político como contrapartida à ajuda oferecida aos estados. Para a pesquisadora Clarisse Gurgel, essa postura aponta uma relação de ‘chantagem' política em relação aos estados, algo já presente na negociação atual.

Segundo ela, o discurso de alarme em torno da reforma da Previdência é também parte dessa postura do governo federal.
"O chefe da Casa Civil, o Onyx Lorenzoni, ele faz uma fala que é muito sintomática. Ele vai dizer: a questão da Previdência já não é mais uma questão ideológica nem partidária. E aí se imprime um caráter de urgência, de catastrofismo e de inevitabilidade, na necessidade de reforma da previdência, ao mesmo tempo que diz que é uma escolha. Não é uma questão ideológica, não é uma questão mais partidária, é uma escolha. 'Mas, se nós não escolhermos isso o Brasil está fadado ao insucesso'", explica.
Clarrise Gurgel entende que esse discurso sobre a reforma da Previdência é falacioso, pois a seguridade social está assegurada na Constituição federal e dos estados.
"O que está em questão aí, antes de tudo, é o que eles estão chamando de sucesso, o que eles entendem por sucesso no Brasil. Porque se vocês forem atentar, se nós todos formos atentar, a Previdência ela está no rol de seguridade social, prevista nas constituições — constituição federal e constituições estaduais", questiona Gurgel.

Ela remonta ao uso da Desvinculação da Receita da União (DRU), criada em 1994 e prorrogada em 2016, para o uso de recursos da seguridade social em outras áreas do orçamento. Segundo ela, é aí que se origina a ideia de crise previdenciária, quando na verdade haveria recursos para saná-la.
"Por desvincular essa receita é que você tem uma retirada de recursos que são obrigatórios para a seguridade social e que sai da previdência para isso. Então não é que falta dinheiro para a seguridade social, o que não pode ser feito é desvincular a receita da União da seguridade social e é o que o governo está fazendo", aponta.
Clarisse também cobra que haja uma auditoria nos estados em relação às crises financeiras citando que recursos públicos destinados aos megaeventos como as Olimpíadas de 2016 e a Copa do Mundo de 2014 ainda não foram explicados. E ao mesmo tempo, os estados sustentam não ter recursos para saldar compromissos sociais.
"Mas uma auditoria pública necessária a ser feita ainda não foi feita para se explica para onde foi esse dinheiro e porque que um rol que diz respeito a direitos sociais como o da seguridade social, que está previsto na constituição estadual não tem sua verba garantida quando deveria ter verba garantida", explicita a pesquisadora.
"Então existe uma fantasia de crise fiscal que serve ao projeto de tornar os trabalhadores mais baratos para garantir taxas de lucro que estão sob ameaça por conta da desigualdade crescente no país e no mundo", arremata.
"Não é só um Estado policial, mas é um Estado fortemente político"
O uso de peças publicitárias e a postura de uso de força política para a aprovação da reforma da Previdência é uma forma de chantagem política, segundo Clarisse Gurgel.
"O governo federal, ele não só faz uma chantagem com espectadores que assistem as suas campanhas publicitárias — que se não tiver reforma da previdência o Brasil caminha para o insucesso — mas também faz uma chantagem com os governo, que se não aderirem a um projeto de flexibilização do estado e retirada de direitos vai ter seus recursos cortados também e vai ter uma espécie de austeridade por parte do governo federal, uma ausência de parceria", explica.
Gurgel entende que essa relação "nada mais é do que política, política pura, porque a política é força. E eles impõem uma parceria na força". E segundo a pesquisadora, é provável que esse tipo de relação deva continuar ao longo do governo Bolsonaro, com ‘chantagens' políticas, mesmo que ‘protocolares' tendo em vista o apoio dos governo à linha política do governo federal. Durante as eleições de 2018, 14 dos governadores eleitos apoiaram Bolsonaro.
"O que a gente tem é um agravamento da condição de mercado político. Uma coisa que vai na contramão do que o governo dizia né, que ia ser um governo técnico, sem partidos, sem politização, o que a gente tem é um aumento da politização do Estado no sentido que ele condiciona os governos dos estados a uma adesão inquestionável à sua política para então conseguir o apoio que o governo federal, qualquer governo federal, pode dar às suas entidades federativas, aos seus entes federativos", pontua.
Clarisse Gurgel ainda aponta que o uso da ameaça durante a barganha política é uma característica do atual governo.
"A gente pode dizer que a gente testemunha, a despeito de não parecer isso, a gente testemunha o Estado ainda mais político. Não é só um Estado policial, mas é um Estado fortemente político que usa de poder de ameaça, de poder de barganha, de seu poder de chantagem para conquistar suas parcerias pelo Brasil afora", conclui.