A mãe de todas as ironias será que países europeus enfrentarão o espectro de terroristas que chegarão às portas de suas cidades... os mesmos terroristas que a CIA treinou e armou! A ameaça de Brennan, de que balcanizará a Síria, não passa de teatro, porque qualquer ação tresloucada naquela direção enfrentará oposição decidida não só de Teerã, Damasco e Moscou, mas também de Ancara (Al-Arabiya).
Os comentários ácidos, amargos, em que John Brennan chefe da CIA pôs em dúvida o futuro da Síria como país soberano, no Fórum de Segurança de Aspen, Colorado, ontem, mostram o alto nível de frustração dos EUA ante as realidades que emergem dos combates em solo (Reuters). As forças do governo sírio, apoiadas por forças russas, iranianas e por combatentes do Hezbollah cercaram afinal a estratégica cidade de Aleppo, no norte do país. Dentro da cidade, presos na arapuca, estão os grupos extremistas que EUA e aliados apoiaram na guerra.
A Rússia anunciou a criação de 'corredores humanitários' para facilitar que os civis que lá estejam deixem a cidade e os terroristas rendam-se. O anúncio dos russos fez os EUA parecerem idiotas, regionalmente, tão amplamente cercados e derrotados. O secretário de Estado John Kerry imaginou que conseguiria enrolar Moscou em alguma 'via diplomática', discutindo algum cessar-fogo e a excitante possibilidade de a Rússia participar de operações conjuntas sob comando dos EUA, na Síria, enquanto, ao mesmo tempo, garantia tempo para os grupos da oposição se recuperarem em Aleppo. Como agora se sabe pelo recente anúncio da Frente al-Nusra, de que se separa da Al-Qaeda, o plano dos EUA sempre foi ganhar tempo para 'legitimar' o apoio dos EUA à Frente al-Nusra e blindá-la, protegendo-a dos ataques russos.
Os russos, por sua vez, deixaram a conversa em fogo baixo, enquanto davam sinal verde para que prosseguissem as operações militares conjuntas com Damasco e Teerã para retomar Aleppo. 'Corredor humanitário' é faca de dois gumes. A situação humanitária é realmente crítica e os suprimentos que os russos fazem chegar à população são, sim, mensagem de reconciliação. Mas, por outro lado, os refugiados que saem da cidade têm os olhos em destinos europeus; e pode haver terroristas entre eles.
Os seguintes excertos de um comentário da agência de notícias iraniana FARS (ligada ao Corpo de Guardas Revolucionários do Irã) mostram bem o triunfalismo que reina em Teerã, para quem EUA e Arábia Saudita foram os grandes derrotados na guerra síria:
A tentativa de golpe para mudança de regime apoiada por forças estrangeiras na Síria, para estabelecer um "Califato EUA" no Levante, fracassou e já é história. (...) Grande número de terroristas de Al-Nusra, Noureddin Al-Zinki, Exército Sírio Livre, Ahrar al-Sham e outros grupos já depuseram armas e renderam-se ao Exército Árabe Sírio na província de Aleppo, enquanto forças aliadas (soldados sírios apoiados pelo Hezbollah, conselheiros militares iranianos e ataques aéreos russos) avançam sobre Aleppo, depois de completado o cerco da cidade.
O presidente Bashar Assad ofereceu anistia aos rebeldes que se renderem ao longo dos próximos três meses. O Exército Árabe Sírio distribuiu milhares de folhetos, lançados de aviões sobre distritos onde ainda há militantes rebeldes, pedindo que os moradores cooperem com os militares e conclamando os militantes a se render.
Sim, a festa está claramente acabada, e a máquina de terror sustentada de fora do país parece ser projeto completamente derrotado. Eis o momento histórico que estamos vivendo (...). Aos que apoiaram o ISIL e muitos outros grupos de terroristas reunidos sob vários nomes, resta reconhecer o que são hoje Síria e Iraque (...) Por outro lado, as tendências relacionadas à Guerra ao Terror, à crise dos refugiados, à propaganda anti-Islã e anti-muçulmanos , o fracasso da democracia ocidental, da polícia e do sistema de segurança tão profundamente militarizados, tudo isso aponta para problemas graves também na Europa.
As questões de refugiados e a crise humanitária só se aprofundarão, e, ao que se pode prever, de modo dramático.
Recentes ataques de terroristas na França e na Alemanha sugerem que o ocidente está terrivelmente mal preparado para o que terá pela frente.
A mãe de todas as ironias será que países europeus enfrentarão o espectro de terroristas que chegarão às portas de suas cidades... os mesmos terroristas que a CIA treinou e armou! A ameaça de Brennan, de que balcanizará a Síria, não passa de teatro, porque qualquer ação tresloucada naquela direção enfrentará oposição decidida não só de Teerã, Damasco e Moscou, mas também de Ancara (Al-Arabiya).
Teerã anunciou que uma delegação chefiada pelo presidente da Comissão de Assuntos Externos e Segurança do Majlis (Parlamento) iraniano, figura chave do establishment das Relações Exteriores do Irã, visitará Damasco em missão de cinco dias, para discutir com o presidente Bashar Al-Assad a trajetória política e diplomática a ser trilhada daqui em diante, para colher 'os dividendos da paz' (Tehran Times). Lê-se comentário dos russos (ing.) sobre o mesmo assunto, em Four Reasons Why Liberation of Aleppo Would Mean an End to the Syrian War [Quatro razões pelas quais a libertação de Aleppo significa um fim possível para a Guerra Síria] .*****+
31/7/2016, MK Bhadrakumar, Indian Punchlinehttp://blogs.rediff.com/mkbhadrakumar/2016/07/31/faceing-defeat-us-threatens-to-balkanise-syria/
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Eliminam ervas matando pessoas: herbicida cancerígeno é aplicado na Argentina, Uruguai e Brasil - FABRICANTES DESTE VENENO SÃO OS JUDEUS SIONISTAS DA "MONSANTO"
Eliminamervasmatandopessoas:herbicidacancerígenoéaplicadonaArgentina, Uruguai e Brasil...
Os habitantes de Monte Maíz, uma cidade do interior argentino com 8500 habitantes, sofrem cinco vezes mais abortos espontâneos e câncer do que a média da população mundial. Também têm 25% mais de doenças respiratórias. Nessa cidade, 40% das mortes ocorrem por tumores pulmonares.
Especialistas apontam para o uso de glifosato (um herbicida sistêmico que mata qualquer tipo de planta e que foi criado para matar ervas daninhas principalmente perenes).
"Em todos os lugares onde se semeia soja de forma intensiva se fumiga da mesma forma com glifosato, os estudos geram resultados alarmantes. Isso se repete no Uruguai, Paraguai, Brasil e grandes extensões da Argentina. Em toda esta região se aplica o glifosato, um herbicida associado ao cultivo da soja transgênica", disse no programa de rádio GPS Internacional Calor Vicente, um farmacêutico argentino e coordenador de GRAIN, uma organização internacional que trabalha para alcançar sistemas alimentares baseados na biodiversidade.
Na América do Sul está autorizado o uso de herbicidas com glifosato, os mais utilizados a nível mundial. "Ano a ano vem se comprovando o seu nível de toxicidade. Em 2009, um pesquisador argentino, que foi presidente do CONICET, Andrés Carrasco, descobriu que essa substância em grandes quantidades produz toxicidades em embriões de anfíbios e, portanto, certamente em embriões humanos. [Carrasco] denunciou que existia a possibilidade de que isso gerasse malformações ou abortos. Isto é o que acontece em Monte Maíz e nas restantes povoações pulverizadas", afirmou Vicente no programa.
Há um ano e meio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o glifosato, como uma substância "provavelmente cancerígena", disse o farmacêutico e assegurou que "isso apoia as evidências de câncer em Monte Maíz, onde há quase um triplo de casos sobre a média nacional argentina".
A Faculdade de Medicina da Universidade Nacional de Rosário, onde para receber os médicos devem realizar uma avaliação de saúde em cidades de menos de 10 mil habitantes, "obtém permanentemente resultados de aumento de casos de câncer em áreas expostas a pulverização. Em geral, os governos viram as costas a essas evidências. Mas os médicos e os investigadores continuam realizando denúncias. O caso mais recente é o do rio Paraná, onde foram encontradas grandes quantidades de glifosato", disse Vicente.
No interior da zona urbana de Monte Maíz foram detectados 22 galpões e hangares com máquinas de pulverizar e altas concentrações de pesticidas. "Esse é o problema mais grave. Os mosquitos [as máquinas de fumigar] circulam pelas ruas da cidade e expõem os vizinhos a esses tóxicos. Exclusão das cidades seria o primeiro passo. Mas é necessário rever a questão da toxicidade destes agrotóxicos e começar a limitar e proibir o seu uso", acrescentou.
Em 30 de junho, a União Europeia deveria renovar a permissão para a utilização de glifosato. Mas houve mobilizações. "Se reuniram mais de 200 mil assinaturas para que isso não acontecesse. Por falta de consenso, a UE determinou que se renovasse por 18 meses e ordenou estudos em profundidade sobre a toxicidade, seus efeitos cancerígenos e embriológicos. É um exemplo concreto de um lugar onde se avançou na causa", acrescentou o ativista.
A mineradora canadense Gold Reserve anunciou nesta segunda-feira (8) um acordo com a Venezuela para formar uma joint venture de extração de ouro. Como parte da negociação, o país vai pagar 769 milhões de dólares de indenização por ter nacionalizado as operações da companhia.
VENEZUELA PRIVATIZA MINAS DE OURO AOS CANADENSES - 769 MILHÕES DE DÓLARES E MIDIA MENTIROSA DO BRASIL DIZ QUE A VENEZUELA ESTÁ QUEBRADA, MAS Q REALIDADE É OUTRA E O BOSA FAMÍLIA É DE 700 DÓLARES Caracas adiantou em fevereiro que havia chegado a um acordo para solucionar o prolongado conflito criado após o fim abrupto da concessão a empresa canadense manteve no país sul-americano até 2009, mas não se sabia ao certo se o saldo da arbitragem seria honrado.
A pequena mineradora cotada na Bolsa de Toronto disse hoje que o pagamento será feito em duas partes, a primeira de 600 milhões de dólares até 31 de outubro; a segunda até 31 de dezembro deste ano.
"O pagamento será feito com o financiamento que a Venezuela obterá para este fim", disse a Gold Reserve em um comunicado.
Cinquenta e cinco por cento da joint venture será detida pelo Estado venezuelano, e o restante pertencerá a uma subsidiária da companhia canadense. A associação irá desenvolver o projeto das enormes minas de ouro de Brisas Las Cristinas, que têm reservas estimadas em 30 milhões de onças.
A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias
químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência..
1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a "Monsanto Chemical Works",
com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante
a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros
mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em
humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir
comercializando-a.
2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua
produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos
refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a
Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe
citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais
indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs
serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres
grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda
utilizam os PCBs.
3.
Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno
sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O
poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera
os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar
nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa
depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste
material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um
equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem.
Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou
Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida
marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas
que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua
capacidade de mergulhar e morrem de fome.
4. Bomba Atômica e armas
nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt
Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação
Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de
produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da
América do Norte.
5. DDT.
Em
1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de
combater os mosquitos "transmissores da malária". Em 1972, o DDT foi
proibido nos EUA. - Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem
infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico,
morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua
vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a
anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio
(Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de
peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente
afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra,
gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os
sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o
DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.
6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na
agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente
laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos
quimicamente relacionados que se conhece como "Os doze condenados" -
São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar,
principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi
desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não
informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.
7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente
Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã.
A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente
Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi
a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados
Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que
mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças
nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram
deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo
que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes.
Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente
os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o
produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a
"Justiça" norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals
apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os
veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.
Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja,
começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para
as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que
continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui?
Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um
herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim
de lutar contra as "super ervas maléficas" desenvolvidas pelo
RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do
supermercado e mais tarde a seu estômago.
8. Fertilizante a base de
petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de
"fertilizantes" a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria
de petróleo. Os "fertilizantes" a base de petróleo matam
micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é
como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo
não parece uma opção muito econômica, nem próspera...
9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos
Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A
propaganda da Monsanto é que pode erradicar "as ervas daninhas" de um
dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização
deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes "RoundUp
Ready" (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o
campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma
corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar
uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente
tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja
amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente
erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea,
assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas
sobretudo nos alimentos.
É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade,
câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes
demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde
tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o
Agente Laranja com nome diferente.
10. O aspartame
(NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma
investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico
doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5
gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado
para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a
Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a
comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o
Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera
94 problemas de saúde causados pelo aspartame.
11. Hormônio de
Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente
modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras
e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As
vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas
tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite
que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de
mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.
No início da década de 1990, a
Monsanto começou a "junção" de genes de milho, algodão, soja e
canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características
principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida
RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos
insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do
Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu
processamento até chegar ao consumidor.
Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates,
alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.
Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente
modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência
a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM
não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não
alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a
seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção.
A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o
RoundUp, este desenho transforma aos "alimentos" em armas mortais
para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os
agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a
proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao
RoundUp.
A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico
era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer
e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a
germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto
para manter-se saudável e não a soja.
Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem
enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais
implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados
são benéficos e "seguros".
Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na
salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de
100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos
ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os
meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as
organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto
conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, "ciência
independente" falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos
meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões
de artigos de relações públicas "privadas" realizados por empresas
que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.
Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros
fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.
A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a
Monsanto mediante o fenômeno "Portas Giratórias". No seguinte gráfico
elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes
da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não
se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da
Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.
O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a
natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as
plantas serão transgênicas.
13. Um produto extra para
este informe: As sementes Terminator, ou seja, TRANSGÊNICAS.
No final de 1990, a
Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de
germinar. Estas "sementes Terminator" obrigariam aos agricultores a
cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar
as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente,
esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos
agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem
vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a
necessidade de um "gene terminator". O fracasso parcial das sementes
terminator é uma sorte para nós... já que também eram suscetíveis a
polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o
mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.
Como se traduz o legado da
Monsanto para a humanidade?
Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs,
agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão
desatualizados).
Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores
Orgânicos em um documento do ano de 2011, "Há uma correlação direta entre
o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000
de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer
dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um
vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.+
No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva
natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um
excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades
cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios
agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.
A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias
químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade
que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?
A Monsanto não está só. Outras empresas do "Big Six" (Seis grandes)
inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow
Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que
expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial
da Bayer).