MERECIDA A DERRUBADA DO EX-LIDER SIONISTA TUNISIANO, COOPERAVA COM O SIONISMO INTERNACIONAL E TAMBÉM COM OS ESTADOS UNIDOS NA FARSA AO COMBATE DO TERRORISMO DA "AL QAEDA", ORGANIZAÇÃO TERRORISTA CRIADA POR HOLLYWOOD, PARA JUSTIFICAR, AÍ SIM, O VERDADEIRO TERRORISMO INTERNACIONAL CONTRA OS MUÇULMANOS.
EXEMPLO QUE DEVERIA SER SEGUIDO POR OUTROS POVOS, QUANDO CONSTATADA A COOPERAÇÃO AOS SIONISTAS.
OS SIONISTAS PROPAGAM A DOMINAÇÃO A TODOS OS POVOS LIVRES DO MUNDO, O PRIMEIRO PAÍS A SER DOMINADO FOI OS ESTADOS UNIDOS.
SARKOSÍ, O HITLER FRANCES, JÁ ESTÁ PREPARANDO A INTERVENÇÃO E SUBSTITUIÇÃO DO FUJÃO, PARA COLOCAR OUTRO ALIADO DO SIONISMO INTERNACIONAL NO PODER, A EXEMPLO DO QUE FIZERAM EM HONDURAS.
TALIBANS TUNISIANOS, QUE, QUER DIZER ESTUDANTES TUNISIANOS, USANDO O TWITTER E SIMILARES, FORAM A MOLA MESTRA NA DERRUBADA DO TÍTERE SIONISTA.
REPORTAGEM E HISTÓRICO DA DERRUBADA ABAIXO:
Revolta popular derruba governo da Tunísia e presidente foge do país
Onda de protestos. Após um mês de violentas manifestações contra corrupção, desemprego e falta de liberdade política, ditador tunisiano, que estava no poder havia 23 anos, não resiste; é a primeira vez que manifestações destituem o líder de um país árabe
NYT, REUTERS, AP e AFP - O Estado de S.Paulo
Violentos protestos derrubaram ontem o presidente da Tunísia, Zine el-Abidine Ben Ali, que há 23 anos comandava um regime repressivo. É a primeira vez que um movimento popular destitui um líder árabe. Funcionários do governo e diplomatas franceses informaram que Ben Ali fugiu do país, mas seu paradeiro é desconhecido. O premiê Mohamed Ghannouchi fez discurso em cadeia nacional para dizer que assumiu interinamente o país.
Os protestos que derrubaram Ben Ali começaram no dia 17 de dezembro, quando Mohamed Bouazizi, um vendedor ambulante - com diploma universitário -, teve sua mercadoria apreendida pela polícia. Desesperado, ele ateou fogo ao corpo e morreu. Imediatamente, Bouazizi virou um símbolo para os tunisianos cansados da corrupção de funcionários públicos, da inflação galopante, do desemprego e da repressão do governo.
As marchas começaram na capital Túnis, mas rapidamente se espalharam para as principais cidades do país. Desde o início, a polícia respondeu com violência. De acordo com cifras oficiais, 23 pessoas morreram nas últimas quatro semanas, mas organizações de defesa dos direitos humanos dizem que o número de vítimas é pelo menos três vezes maior.
Na quinta-feira, a população enfurecida ocupou as ruas de Túnis, incendiando carros, agências bancárias, e expulsou a polícia do balneário de Hammamet, no Mediterrâneo, refúgio da elite local e um dos pontos mais procurados por turistas que visitam o país.
Ben Ali sentiu o golpe e tentou conter os protestos com medidas de urgência. Na noite de quinta-feira, ele decretou estado de emergência, com toque de recolher entre 6 horas e 18 horas, proibiu reuniões em vias públicas e autorizou a polícia a disparar contra qualquer "suspeito" que resistisse à prisão.
Ontem pela manhã, o presidente destituiu o gabinete, convocou novas eleições legislativas em seis meses e prometeu não se candidatar à reeleição em 2014. Em seguida, em claro sinal de desespero, prometeu que os preços do açúcar, do leite e do pão seriam reduzidos.
No poder desde 1987, Ben Ali estava no quinto mandato de cinco anos. Em 2009, ele venceu as eleições com cerca de 90% dos votos. No Ocidente, a Tunísia era considerada um dos países mais estáveis do Norte da África e uma importante aliada dos EUA na luta contra o terrorismo.
Moderação. O país tem um perfil diferente de outros vizinhos árabes. A Tunísia tem uma classe média bastante representativa. As tunisianas não são obrigadas a usar véus e possuem uma série de liberdades civis, incluindo acesso a métodos anticoncepcionais, divórcio e direito a voto.
Ao longo dos anos, o governo de Ben Ali investiu bastante em educação, defendeu intransigentemente o secularismo e manteve afastado o extremismo islâmico. A política educacional, contudo, acabou se voltando contra o presidente.
Jovens universitários se tornaram os protagonistas dos distúrbios, utilizando redes sociais, como Facebook e Twitter, para organizar os protestos e fazer circular vídeos dos confrontos com a polícia. Para inflamar a multidão, alguns manifestantes citaram telegramas secretos da Embaixada dos Estados Unidos em Túnis, vazados pelo site WikiLeaks, que citavam casos de corrupção no governo.
Para acalmar os ânimos, o primeiro-ministro da Tunísia, Mohamed Ghannouchi, fez ontem um pronunciamento em cadeia nacional para dizer que estava assumindo interinamente o governo.
"Peço aos filhos e filhas da Tunísia que demonstrem espírito de patriotismo e unidade para ajudar o país a superar esta fase difícil e restaurar sua estabilidade", disse.
Protestos continuam na Tunísia após fuga do presidente Ben Ali
Depois de renunciar, o presidente foi recebido da Arábia Saudita; chefe do parlamento deverá assumir o cargo.
15 de janeiro de 2011 | 13h 09
Tanques e soldados guardam os prédios do governo em Túnis
A capital da Tunísia permanece sob tensão depois que o presidente Zine al-Abidine Ben Ali renunciou ao cargo e deixou o país. Tanques e soldados do exército mantém a guarda nos prédios do governo em meio às manifestações.
Na manhã deste sábado, a situação se agravou quando uma prisão na cidade de Monastir pegou fogo, matando mais de 40 pessoas, segundo testemunhas. Dezenas de prisioneiros escaparam.
Na última sexta-feira, o presidente Ben Ali renunciou após 23 anos no poder. Em comunicado, o primeiro-ministro Mohammed Ghannouchi disse que ele estava temporariamente incapaz de exercer o cargo.
A renúncia de Ben Ali, que foi o segundo presidente da Tunísia após a independência da França, ocorreu depois que o governo decretar estado de emergência e um toque de recolher enquanto milhares de manifestantes protestavam no centro da capital, Túnis.
Segundo correspondentes, soldados do exército estão patrulhando o centro da cidade, que foi fechado por causa do estado de emergência.
Confusão política
O primeiro-ministro Mohammed Ghannouchi, que assumiu a presidência interina na sexta-feira, disse que sua prioridade é restaurar a ordem no país, e pediu o apoio dos cidadãos.
Ghannouchi disse ainda que conversaria com os partidos de oposição para negociar a formação de um novo governo.
"Estamos a serviço do povo tunisiano. Nosso país não merece tudo o que está acontecendo. Precisamos recuperar a confiança no governo", disse o primeiro-ministro.
O correspondente da BBC em Túnis Wyre Davies diz que a população espera indicações de que a administração interina comandará mudanças políticas e econômicas.
No entanto o Conselho Constitucional declarou neste sábado que o chefe do parlamento Foued Mebazaa seria o novo presidente interino do país até as novas eleições, que devem acontecer em 60 dias.
Após o anúncio os protestos foram retomados nas ruas, com a destruição de lojas e supermercados. Segundo Davis, ainda não está claro quem está no comando do país.
O Aeroporto Internacional de Túnis, que foi fechado em meio às tensões na sexta-feira, reabriu neste sábado, liberando centenas de turistas e estrangeiros que estão deixando o país em voos especiais.
Fuga
Durante o último mês, a Tunísia foi tomada por protestos contra o desemprego, o aumento no preço dos alimentos e a corrupção. As forças de segurança, acionadas pelo presidente Ben Ali, abriram fogo contra os manifestantes.
Segundo organizações de direitos humanos, mais de 60 pessoas morreram nas últimas semanas, à medida que os enfrentamentos se tornavam mais violentos.
Ben Ali renunciou na sexta-feira após uma manifestação contra ele em Túnis e deixou o país com a família no mesmo dia.
O governo francês rejeitou o pedido para que o avião com do presidente pousasse na França. Ele reabasteceu em Sardenha, na Itália, e pousou em Jeddah, na Arábia Saudita.

Em comunicado oficial, o palácio saudita disse que "Preocupado com as circunstâncias excepcionais que enfrenta o povo-irmão da Tunísia e em apoio à segurança e estabilidade de seu país, o governo saudita recebeu o presidente Zine al-Abidine Ben Ali e sua família no reino."
Neste sábado, o ministro de Relações Exteriores do Egito disse que estava acompanhando de perto os eventos e que o Egito respeita as escolhas do povo da Tunísia.
A França pediu eleições livres no país assim que possível. Um comunicado do presidente Sarkozy pedia o fim dos protestos violentos.
A Grã-Bretanha, os Estados Unidos e a França pediram a seus cidadãos que não façam viagens ao país, a não ser em casos essenciais.
A onda de manifestações começou em dezembro quando um jovem ateou fogo a si mesmo após ter sido impedido pela polícia de vender vegetais por não ter uma licença. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.