
Advogado ligado a Renan Calheiros é alvo da PF em nova fase da Lava Jato
Divulgação PF
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (28) a Operação Satélites 2, uma nova fase da Operação Lava Jato, com foco em parlamentares investigados pelo Supremo Tribunal Federal. A ação cumpre dez mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Edson Fachin, do STF.
Os mandados estão sendo cumpridos no Distrito Federal, São Paulo, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte.
Segundo a Polícia Federal, a operação tem como objetivo coletar
provas de crimes contra a administração pública, lavagem de dinheiro,
corrupção e organização criminosa em investigações que dizem respeito a
desvio de recursos na Transpetro.
Um dos alvos da Operação Satélite 2 é o advogado Bruno Mendes, que seria ligado ao ex-presidente do Congresso, o Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), que está sendo investigado em 13 inquéritos no STF. Mendes foi assessor parlamentar do senador. Os agentes fizeram busca e apreensão no escritório de Mendes.
Nas investigações da Lava Jato, Bruno Mendes foi gravado em uma das conversas com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
A primeira fase da Operação Satélites aconteceu em março deste ano, quando cumpriu 14 mandados de buscas e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal. A operação leva esse nome, pelo fato de que os principais alvos da ação giram em torno de pessoas próximas a políticos, com prerrogativas de foro, investigados na Lava Jato pelo STF.
Um dos alvos da Operação Satélite 2 é o advogado Bruno Mendes, que seria ligado ao ex-presidente do Congresso, o Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), que está sendo investigado em 13 inquéritos no STF. Mendes foi assessor parlamentar do senador. Os agentes fizeram busca e apreensão no escritório de Mendes.
Nas investigações da Lava Jato, Bruno Mendes foi gravado em uma das conversas com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
A primeira fase da Operação Satélites aconteceu em março deste ano, quando cumpriu 14 mandados de buscas e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal. A operação leva esse nome, pelo fato de que os principais alvos da ação giram em torno de pessoas próximas a políticos, com prerrogativas de foro, investigados na Lava Jato pelo STF.

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