Cientista político: até um adversário fraco pode vencer exército dos EUA
© AFP 2015/ AHMAD AL-RUBAYE
Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos venceram apenas uma de suas cinco grandes campanhas - no golfo Pérsico em 1991, escreve no Wall Street Jornal o cientista político Mark Moyar, membro do Instituto de Estudos de Política Externa (FPRI).
"A era de grandes vitórias militares terminou em 1945 porque o estabelecimento da América como potência mundial exigiu a sua participação nas várias guerras civis e não-convencionais, caracterizadas por novos métodos de guerra", escreve Moyar, citando Tierney. Nestas guerras, adversários mais fracos conseguiram obter vitória total sobre o exército americano.
Ele chamou a atenção para o livro do professor da ciência política da Universidade de Swarthmore (EUA), Dominic Tierney, "Como Perder a Guerra: A América numa Era de Conflitos Impossíveis de Ganhar" (The Right Way to Lose a War: America in an Age of Unwinnable Conflicts) em que o autor explica o fenômeno das derrotas do exército dos EUA no Vietnã, Iraque, Coreia e Afeganistão.
Moyar observou que os EUA foram bem sucedidos quando apoiaram o "lado vencedor" nas Filipinas, em Salvador e na Colômbia, mas quando a guerra exigiu a participação de tropas terrestres, os Estados Unidas perderam, como aconteceu no Iraque e no Vietnã.
"O fato de que a América não ganhou essas guerras não significa que elas não poderiam ser ganhas por definição. O resultado final dependeu de erros dos comandantes, da falta de vontade ou da ingenuidade do inimigo", diz o colunista.
No entanto, ele escreve, Washington não pode recusar envolver-se em uma guerra problemática e prolongada só porque ela parece "pouco atraente" para os militares e liderança política dos EUA. A história mostra que mesmo os mais cuidadosos dos presidentes norte-americanos tiveram que se envolver em tais campanhas. Por exemplo, Tierney acusa o atual presidente dos EUA, Barack Obama, de redução do contingente americano no Afeganistão de tal modo que os militares não foram capazes de levar a cabo operações de contrainsurgência. Esta fraqueza só abre para os guerrilheiros e rebeldes a possibilidade de desafiar os interesses dos EUA em pontos quentes em todo o mundo
Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150628/1419114.html#ixzz3fx7AHm88
Jorge Jose ·
O mundo atual já tem sobejamente conhecimentos, de como deverá ser as relações entre as Nações. A questão de uma exclusiva grande potência[g1=100%], não é mais aceitavel no planeta. As esperiências antigas dos impérios romanos e, consequentemente, o mais conhecido hodiernamente que seria o do Napoleão, esclarecem que, qualquer império por mais poderoso militarmente que seja, não tera condições demanter-se 'ad eternum'. No resumo da das historias imperiais, teremos: por mais poderoso e bem armado o exercito imperial, necessáriamente, precisará do apoio das populações em sua volta, ou seja, as relações, indeclinavelmente, precisarão, tão somente, do contexto politico[não militar], o que em linguagem moderna[com toda a gama de conhecimento que o mundo tem] é da DIPLOMACIA & DIALOGO. A guerra perene jamais será ganha por nenhum exército.
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3 · 29 de junho de 2015 08:20
3 · 29 de junho de 2015 08:20
Johnny Viana ·
esperiencias???
Anderson Soares
Poxa, profeçô de portugueis puraqui tá pió qui mato! Emoticon tongue
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1 · 29 de junho de 2015 19:21
1 · 29 de junho de 2015 19:21



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