segunda-feira, 1 de maio de 2017

IRÃ REPONDE À ALTURA PROVOCAÇÃO ARROGANTE JUDAICO SIONISTA AMERICANA E DESTRÓIER É OBRIGADO A DESVIAR SEU CURSO


Destróier norte-americano Mahan no Egito, março de 2009

Especialista russo: Irã respondeu à arrogância dos EUA

© AFP 2017/ Stringer
Defesa
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Uma lancha iraniana obrigou um destróier da Marinha dos EUA a desviar seu rumo no Golfo Pérsico, informa a mídia. O cientista político Araik Stepanyan revelou no ar do serviço russo da Rádio Sputnik sua opinião que são os próprios americanos que provocam o Irã a ações deste tipo.

O destróier USS Mahan dos EUA teve que alterar seu rumo para evitar a colisão com uma lancha iraniana, informou a emissora Fox News, citando fontes da administração estadunidense.
De acordo com o canal, o navio norte-americano entrou em rota de colisão de uma lancha do Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica. Para evitar um acidente, o navio americano alterou a rota, emitiu sinais de alerta e lançou para o ar foguetes de sinalização. A tripulação ocupou suas posições de combate. Os militares norte-americanos têm reclamado, em diversas ocasiões, de manobras perigosas realizadas por navios iranianos no Golfo Pérsico.
O secretário responsável da Academia de Problemas Geopolíticos e cientista político Araik Stepanyan opina que são os próprios EUA que provocam o Irã a esse tipo de ações.
"Os iranianos consideram o Golfo Pérsico como seu e claro que se querem sentir neste golfo como em sua casa, não constrangidos, e atuar como consideram adequado. Entretanto, o comportamento correto dos iranianos no Golfo Pérsico provoca ações mais insolentes e agressivas dos americanos. Ou seja, se os iranianos se comportam corretamente – os americanos se comportam de forma mais insolente. Os EUA consideram isso como cobardia e começam pressionando. Por esta razão, os iranianos não podem atuar de forma contida, as ações deles dependem da reação dos EUA, eles são obrigados a se comportarem assim”, destacou Araik Stepanyan no ar do serviço russo da Rádio Sputnik.

Rússia está pronta a entregar todos os dados sobre a Ucrânia aos EUA


Militares ucranianos perto dos tanques na cidade de Avdeevka, no Leste do país, 2 de fevereiro de 2017

Rússia está pronta a entregar todos os dados sobre a Ucrânia aos EUA

© AP Photo/ Evgeniy Maloletka
Europa
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O vice-presidente da Comissão de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Franz Klintsevich, assegurou que a cooperação entre Moscou e Washington neste assunto já começou.

Mais cedo, o presidente Donald Trump disse, na entrevista ao canal Fox News, que os EUA não têm dados exatos sobre a situação atual em Donbass.
"Acho que a Rússia está pronta a entregar aos EUA todas as informações necessárias de que dispõe, e, aparentemente, a interação entre nossos países já começou", disse Klintsevich citado pelo seu serviço de imprensa.
De acordo com senador russo, é de louvar o fato de que Trump tenciona compreender pessoalmente a situação na Ucrânia. "Esperamos que ele use fontes fidedignas. Acreditamos que um olhar independente e imparcial dos EUA em relação à situação em Donbass pode se tornar um sinal positivo que ajudará a relançar a implementação dos Acordos de Minsk", declarou Franz Klintsevich.

Ativistas pedem que Kiev não mate milhares de animais de rua antes de evento musical




A cidade da paz. Kiev.

Ativistas pedem que Kiev não mate milhares de animais de rua antes de evento musical

© Sputnik/ Stringer
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Sede do Eurovision Song Contest - uma competição musical entre países europeus - neste ano, a capital ucraniana têm um histórico de abatimento de animais. Em 2012, quando sediou a Eurocopa, foram reportadas mortes de quase 20 mil cães e gatos na Ucrânia.

À época, a brutalidade contra os animais de rua foi destaque na mídia internacional. Com o objetivo de "limpar" as ruas da capital antes do evento começar, cães e gatos foram envenenados, baleados e até queimados vivos, enquanto o governo oferecia £35 (o equivalente a R$136 em valores atuais) a quem matava os animais.
De acordo com ativistas da causa animal, neste ano Kiev estaria planejando usar a mesma técnica de envenenamento para esconder dos turistas e da imprensa internacional que chegará ao país em maio para o Eurovision, a quantidade de cachorros abandonados.  Procurando evitar que tal atrocidade aconteça, uma fã alemã do concurso criou uma petição na internet direcionada ao presidente Petro Poroshenko. Com o nome de "Ucrânia, não mate os cachorros de rua para o Eurovision Song Contest", o documento já passa das 12 mil assinaturas. Na justificativa, a idealizadora Justine Schindler escreve:
"Em 2017, a maior competição e show de música da Europa, o Eurovision Song Contest, acontece na Ucrânia. É possível e provavelmente se tornará realidade, que a Ucrânia fará o mesmo: cães desamparados da rua serão dolorosamente assassinados apenas por ruas "limpas" e assim outros países terão uma boa impressão. Um show de música, que representa a coesão, o amor e a paz para a Europa (e, na verdade, para o mundo), não pode ser compatível com a massacre de animais desamparados, que não faziam nada além de viver nas ruas".
Nem autoridades ucranianas nem a União Europeia de Radiodifusão, dona da competição, se manifestaram sobre o documento. A Ucrânia ganhou o direito de sediar o Eurovision depois de vencer com a cantora Jamala no ano passado na Suécia. À época, o resultado foi muito contestado porque a competidora ucraniana levou uma música que falava sobre a intervenção russa à Crimeia em 1944.

Cantor Robbie Williams quer participar de competição europeia... representando a Rússia


Robbie Williams durante show na Alemanha (foto de Arquivo)

Cantor Robbie Williams quer participar de competição europeia... representando a Rússia

© AP Photo/ Michael Kappeler
 

Um dos mais bem sucedidos cantores da atualidade, Robbie Williams concedeu uma entrevista que vem causando polêmica na terra da Rainha. Com a Rússia prestes a ser banida do Eurovision Song Contest, festival anual de música que reúne várias nações europeias, o britânico se ofereceu para representar os russos.

Realizada desde 1956, competição este ano será sediada em Kiev, capital da Ucrânia. A Rússia escolheu Yulia Samoilova para ser a representante nacional este ano, o que causou problemas de ordem legal. Samoilova tem distrofia muscular e só se movimenta com ajuda. Em 2013, ela se tornou a sensação do país após emocionar no Faktor A (The X Factor russo), alcançando a vice-colocação. Porém, como já se apresentou na Crimeia em 2015, Yulia faz parte de uma lista negra das autoridades ucranianas, que já se prepararam para banir a participação da cantora na edição deste ano.
Com a possibilidade às rondas, Williams se ofereceu para representar o país de Putin.
"Eu adoro o Eurovision. Lá tudo é tão colorido, um show grandioso. Gostaria de representar a Rússia no Eurovision Song Contest. Vamos lá Rússia, podemos vencer!", disse o cantor, logo após elogiar a apresentação de Serguey Lazarev, representante russo no ano passado.
Em setembro, Williams já tinha demonstrado aproximação com a música "Party like a Russian" (Celebre como um russo), com uma letra que fazia referências a Vladimir Putin. Ele nega.
Contudo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, já afirmou que a Rússia não vai declinar da candidatura e nem enviar outro cantor para enviar o país.

Ucrânia proíbe cantora russa de participar do Eurovisão


Cantora Yulia Samoilova, representante da Rússia no festival Eurovisão 2017 (arquivo)

Ucrânia proíbe cantora russa de participar do Eurovisão

© Sputnik/ Alexey Filippov
 

As autoridades ucranianas anunciaram que não farão concessões para que a cantora russa Yulia Samoilova possa participar da próxima edição do festival de música Eurovisão, mesmo sob forte pressão de outros países da Europa.

O concurso em questão será realizado no início de maio, na Ucrânia, que proibiu a entrada da artista por considerar que ela teria violado a legislação nacional. Isso porque, em 2015, Samoilova se apresentou na península da Crimeia, território russo reivindicado pela Ucrânia, sem obter a permissão prévia de Kiev, como determina a lei ucraniana.  Nesta sexta-feira, a União Europeia de Radiodifusão publicou uma carta enviada pela sua diretora, Ingrid Deltenre, ao primeiro-ministro ucraniano, Vladimir Groisman, informando que vários Estados europeus estariam considerando a possibilidade de boicotar o evento por conta da punição imposta à cantora russa.
Mais tarde, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Pavel Klimkin, disse que o país não iria fazer concessões formais ou informais para Yulia Samoilova. "Se a lei é violada, nós não podemos conversar sobre nenhuma medida", disse o chanceler ucraniano ao ser questionado por jornalistas.

Radicais em Kiev declaram guerra contra a cultura


Manifestante jogando pedra na praça Maidan em Kiev, Ucrânia, 19 de fevereiro de 2014

Radicais em Kiev declaram guerra contra a cultura

© Sputnik/ Andrei Stenin
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Os radicais do partido ucraniano Corpo Nacional que foi criado com base no Batalhão Azov da Guarda Nacional da Ucrânia, no sábado (8) bloquearam a representação da agência russa Rossotrudnichestvo em Kiev.

"Cerca de 20 membros do Corpo Nacional bloquearam a representação da Rossotrudnichestvo em Kiev e impedem o acesso do pessoal [da agência] e dos visitantes ao edifício", disse à Sputnik o secretário de imprensa da embaixada russa na Ucrânia, Oleg Grishin.
No escritório da Rossotrudnichestvo em Kiev deveria ser realizada este sábado a iniciativa cultural anual "Ditado Total", na qual todos podem verificar os seus conhecimentos da língua russa. Os textos do ditado são especialmente preparados por conhecidos escritores russos. A Rossotrudnichestvo é a denominação em russo para a Agência Federal de Assuntos da Comunidade dos Estados Independentes, de Compatriotas no Exterior e Cooperação Internacional Humanitária da Rússia.

Radicais ucranianos atacam participantes de manifestação de 1º de maio


Radicais ucranianos durante protestos em Kiev, 22 de fevereiro, 2017

Radicais ucranianos atacam participantes de manifestação de de maio

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Na cidade ucraniana de Vinnytsia jovens com máscaras da organização nacionalista de extrema-direita C14 tentaram dispersar uma manifestação alusiva ao 1º de maio.

De acordo com o portal ucraniano Ukrinform, os nacionalistas atacaram pessoas idosas que participaram da manifestação e começaram a tirar delas as bandeiras vermelhas com inscrições "socialistas" e "união das forças de esquerda". Como resultado, ocorreram confrontos, que foram contidos pela polícia. 
Os jovens nacionalistas foram forçados de deixar o lugar da manifestação. Segundo informação da agência, ninguém ficou ferido.
A manifestação em questão na cidade de Vinnytsia foi organizada pela organização pública "Pelo Futuro da Ucrânia".

Dia do Trabalhador em Paris: polícia usa gás lacrimogêneo durante manifestação (VÍDEO)


Marcha civil contra racismo e violência por parte da polícia que se deu na capital francesa, Paris

Dia do Trabalhador em Paris: polícia usa gás lacrimogêneo durante manifestação (VÍDEO)

© Sputnik/ Irina Kalashnikova

A polícia de Paris foi forçada a usar gás lacrimogêneo para acalmar os hooligans que invadiram as fileiras da manifestação de 1º de maio na capital francesa.

Milhares de manifestantes, respondendo à chamada dos principais sindicatos franceses — CGT, FO e outros — marcharam da Praça da República à Place de la Nation.
De acordo com um cenário que se tornou habitual recentemente, hooligans com rostos cobertos começaram a atirar coquetéis Molotov e lixo contra os policiais. Como resposta, a polícia usou gás lacrimogéneo. Por algum tempo, a marcha esteve parada enquanto a polícia lidava com os hooligans. Em seguida, o movimento continuou.
De acordo com o canal BFMTV, pelo menos três membros das forças especiais ficaram feridos. A farda de um dos policiais se inflamou por causa da mistura incendiária, mas as chamas foram rapidamente apagadas. A rua onde a manifestação decorre está envolta em gás lacrimogéneo.
Vários manifestantes incendiaram um carrinho de em supermercado com um dragão de papelão e lançaram-no contra os policiais.
​A manifestação em Paris decorre com medidas de segurança reforçadas nas vésperas do segundo turno das eleições presidenciais. Como foi relatado anteriormente, mais de 9 mil policiais mantêm a segurança.

 
🎥 Pétards, cocktails Molotov: la tension monte d'un cran à la manif «Ni Le Pen ni Macron»https://sptnkne.ws/eqfm 

Mídia: Maduro envia tropas para as ruas na véspera dos protestos


Manifestantes fogem da polícia durante os protestos contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro em Caracas

Mídia: Maduro envia tropas para as ruas na véspera dos protestos

© REUTERS/ Christian Veron
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Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, colocou o exército nas ruas do país na véspera dos protestos, que, de acordo com a oposição, serão os maiores de sempre.

Como informa a RTE, Maduro deu ordem ao exército "de defender a Revolução Bolivariana" começada pelo seu predecessor, Hugo Chávez, em 1999.
"Desde o primeiro toque de alvorada, a partir do primeiro cantar do galo, as Forças Armadas estarão nas ruas… dizendo: 'Viva a Revolução Bolivariana'" cita a RTE o presidente venezuelano.
Anteriormente, as autoridades da Venezuela detiveram 470 pessoas no decurso dos protestos antigovernamentais de 4 a 14 de abril de 2017.
Uma série de manifestações tem sido realizada nos últimos dias, depois que o Supremo Tribunal do país ter tentado assumir as funções da Assembléia Nacional do país, controlada pela oposição. Apesar da decisão do tribunal ter sido cancelada, as tensões permanecem.

Venezuela: cansaço político augura possível golpe militar


Protestos na Venezuela, arquivo

Venezuela: cansaço político augura possível golpe militar

© AP Photo/ Ariana Cubillos
Américas
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Os Estados Unidos aumentam a pressão sobre a Venezuela. De acordo com especialistas, a Casa Branca ultimamente tem prestado bastante apoio à oposição venezuelana.

Foi dado início a campanhas para "liberar os prisioneiros políticos" e realizar eleições antecipadas. Para além disso, no relatório do Departamento de Estado dos EUA, Nicolás Maduro é destacado como governante autoritário.
O próprio líder venezuelano está decepcionado com a nova administração dos EUA. Depois da vitória de Donald Trump, Nicolás Maduro teve grandes esperanças em relação à normalização das relações bilaterais. Mas as esperanças não se justificaram. Lembramos que a Venezuela está mergulhada em uma grave crise, com regulares ações de protestos. Os manifestantes se opõem ao presidente do país e exigem realização de eleições antecipadas e a reposição dos poderes do parlamento do país.
O professor Viktor Jeifets, da Faculdade de Relações Internacionais da Universidade Estatal de São Petersburgo e especialista em assuntos latino-americanos, comenta para o serviço russo da Rádio Sputnik a situação atual na Venezuela.
Desmentindo a opinião comum de que todos os problemas na Venezuela são provocados pela Casa Branca, Jeifets sublinha:
"Os problemas da Venezuela são internos, eles são usados como pretexto, pois apareceu tal possibilidade, mas os problemas em si apareceram antes da intervenção dos EUA".
O professor destaca que a Venezuela e o Departamento de Estado são membros de uma organização, Organização dos Estados Americanos, nela há suas próprias regras, mas, no entanto, se os EUA realmente financiam a oposição venezuelana, isto seria uma violação da lei.
"No meu ponto de vista, o governo venezuelano cometeu um grande erro e criou um obstáculo enorme para si mesmo e para oposição bloqueando a possibilidade de um referendo, que podia dar a possibilidade da saída pacífica da crise", afirma.
A oposição se aproveitou disso e agora não quer o diálogo, desejando ou a destituição de Maduro ou a realização de eleições antecipadas, sem esperar por 2018.
Falando do apoio popular à oposição venezuelana, o especialista aponta que o povo venezuelano está decepcionado tanto com o governo, quanto com a oposição, pois ninguém hoje em dia consegue tirar a Venezuela da crise econômica. "O cansaço de ambas as partes está aumentando impetuosamente, nesta situação eu não excluiria a possibilidade de um golpe militar", frisa Jeifets.
Na opinião de Jeifets, a única opção que a Venezuela tem são negociações com a participação de mediadores internacionais. O problema é que não há mediadores que tenham suficiente autoridade e o fato de as duas partes não estarem prontas para negociar, conclui o professor.