Chávez abate Capriles o "JUDEU SIONISTA", e, é reeleito mais uma vez presidente da
Venezuela
Não foi desta vez que o JUDAICO SIONISMO pegou a VENEZUELA, o que eles queriam era ROUBAR O PETRÓLEO venezuelano a exemplo do que fizeram na LÍBIA, e quebrar os venezuelanos a exemplo do que fizeram com gregos(ONDE JÁ GRASSA A FOME NA CLASSE MÉDIA), portugueses(O DESEMPREGO JÁ PASSOU DOS 30%), espanhóis(ONDE TOMARAM 1 MILHÃO DE CASAS, E OS DESALOJADOS SÃO OBRIGADOS A CONTINUAR PAGANDO), irlandeses, romenos, italianos e americanos(A CADA 7,5 SEGUNDOS UM AMERICANO PERDE SUA CASA).
Presidente celebrou no Twitter vitória após campanha disputada.
Reeleito prometeu, na campanha, 'radicalizar' o socialismo no país.
Presidente celebrou no Twitter vitória após campanha disputada.
Reeleito prometeu, na campanha, 'radicalizar' o socialismo no país.
Do G1, com agências internacionais
O presidente da Venezuela, Hugo
Chávez, venceu as eleições presidenciais deste domingo (7),
informou a Comissão Nacional Eleitoral.
Chávez superou o opositor Henrique Capriles, representante
do JUDAICO SIONISMO INTERNACIONAL, seus patrões, que também são os patrões de “SERRA”
E “FHC” em uma disputada campanha eleitora e garantiu novo mandato até 2019, no
qual prometeu "radicalizar" o programa socialista que vem implantando
há 14 anos em seu país, dono das maiores reservas mundiais de petróleo.
O atual presidente teve 54,42% dos votos
(7.444.082), contra 44,97% (6.151.544) do oponente, com mais de 90% dos votos
apurados, segundo Tibisay Lucena, presidente do conselho eleitoral. O
comparecimento às urnas foi de 80.94%.
"Obrigado ao meu amado povo! Viva a Venezuela!
Viva Bolívar!", disse o presidente em sua conta no Twitter após o anúncio
oficial. Ele deve discursar em breve de uma das sacadas do palácio de
Miraflores, sede do governo.
Partidários de Chávez já comemoravam nas ruas, em
frente ao palácio, em Caracas, antes mesmo do anúncio oficial.
Testemunhas da agência Reuters afirmaram que, no
comitê de Capriles, partidários do oposicionista se lamentavam.
"Vitória perfeita! A pátria-mãe ganhou",
disse o ministro do Interior de Chávez antes do anúncio oficial.
Pouco antes, Chávez e Capriles haviam pedido
"paciência" na espera dos resultados oficiais e respeito ao resultado
das urnas.
Os postos de votação da Venezuela continuaram
abertos após a hora prevista para o fechamento, 18h locais (19h30 de Brasília),
por conta das filas. O atraso no fim da votação era previsto pelo conselho
eleitoral e aumentou a expectativa sobre o resultado.
Nas eleições presidenciais de 2006, o
comparecimento havia ficado em 75%.
Contraditórias, as pesquisas de bocas de urna
-proibidas pela legislação eleitoral - indicavam vitória tanto para o presidente Chávez como
para Capriles, o que aumentou a expectativa pelo resultado.
Quase 19 milhões de venezuelanos estavam
habilitados para votar neste domingo.
Chávez votou em Caracas por volta das 12h locais,
acompanhado por personalidades da esquerda e prometendo "reconhecer os resultados" da eleição.
No mesmo tom, Capriles, também prometeu respeitar o resultado das urnas.
Expectativa
internacional
As eleições na Venezuela geraram grande expectativa na América Latina e no Caribe, onde Chávez exerce uma forte liderança regional graças ao petróleo barato que vende e às oportunidades de negócio que oferece.
Também era grande a expectativa nos EUA, país ao
qual Chávez tem feito oposição na região, apesar da manutenção da venda de
petróleo.
Chávez, de 58 anos, vinha se esforçando, nos
últimos meses, em se mostrar revitalizado após tratar um câncer, detectado no
ano anterior, e sobre o qual jamais deu muitos detalhes. A doença o obrigou a
passar longos períodos longe da cena pública, tratando-se em Cuba.
Na última eleição, em 2006, a oposição, com Manuel
Rosales, havia perdido feio para Chávez, que obteve 62% dos votos então.
Fiscalização
Os partidos políticos colocaram cerca de 200 mil fiscais para controlar o processo.
Os partidos políticos colocaram cerca de 200 mil fiscais para controlar o processo.
O sistema eleitoral está quase 100% informatizado,
a não ser no exterior, onde os votos são manuais. Cerca de 100 mil pessoas
podiam votar fora do país.
Especialistas do Centro Carter, dos EUA, afiançaram
nesta semana que não havia chance de fraude e asseguraram que o sigilo do voto
era garantido pelo processo.
Mais de 200 observadores internacionais, entre eles
uma delegação da Unasul, acompanharam o processo de votação.
Parabens pela estrutura e conteudo de seu blog, Forte abraço Renato Artesanato em MDF
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