OBAMA – ENTRE A CRUZ E A ESPADA
Sionistas americanos levam à quebra a maior economa do mundo, induzem o EUA a gastos de guerra astronômicos com retorno pífio ao país, vendem armas ao governo, recebem a vista, e o governo fica com os prejuízos e o desgaste destas guerras sem futuro, mas gerando distúrbios internos, falta dinheiro para tudo, inclusive para pagar aposentadorias.
A cada 7,5 segundos um americano perde sua casa aos Bancos Sionistas.
Enquanto isso, em Israel que é a pátria do Sionismo, vai tudo bem, obrigado! Cada judeu que quiser construir sua casa nos territórios roubados aos palestinos, recebe de presente 500 mil dólares, e não precisa pagar nada. A penúria do povo americano, sustenta o fausto dos judeus.
Veja reportagem abaixo:
Obama contraria chineses e se reúne com Dalai Lama
A China é o maior país credor dos EUA. Para não falhar com os compromissos financeiros, os Estados Unidos têm até o dia 2 de agosto para elevar o limite do endividamento
O presidente dos Estados Unidos tentou, neste sábado (16), novamente convencer a oposição a chegar a um acordo para evitar que o país seja obrigado a dar um calote. Mas um encontro em Washington desagradou ao principal credor da dívida americana.
Sábado de reflexão em Washington. Na Casa Branca, Barack Obama, se encontrou, a portas fechadas, com o líder espiritual Dalai Lama, que defende a autonomia do Tibete. O presidente americano manifestou preocupação com os direitos humanos e a liberdade religiosa dos tibetanos, mas não apoiou a separação do Tibet da China.
Barack Obama quer evitar desconforto com os chineses. Já basta a questão econômica. A China é o maior país credor dos Estados Unidos. E já avisou que o encontro deste sábado feriu as relações entre os dois países.
Para não falhar com os compromissos financeiros, os Estados Unidos têm até o dia 2 de agosto para elevar o limite do endividamento. Quem pode fazer isso é o Congresso. Só que ninguém quer apenas elevar o limite. Quer fazer outras mudanças na economia também. E aí que a coisa pega.
A oposição quer corte de gastos, sobretudo dos programas sociais. Barack Obama, que deu prazo para os republicanos refletirem e apresentarem um plano que leve a um acordo, reforçou que será necessário um esforço de todos para salvar a economia, mas tentou poupar os mais pobres.
"Se vamos pedir sacrifícios a idosos, estudantes, americanos de classe média, então temos que fazer as corporações e os americanos mais ricos partilharem desse sacrifício”, afirmou Obama.
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