quarta-feira, 16 de março de 2011

SARKOZI É PALHAÇO, COMEU NA MÃO DE KADHAFI

Mais corrupção a manchar a terra de “De Gaulle”, Sarkosí recebeu dinheiro de Kadafi para financiar sua desastrada campanha à presidente da França, Miterrand deve estar se contorcendo em seu túmulo, a outrora orgulhosa França, hoje dirigida e comandada por Sionistas, tornou-se “Satélite Capacho” dos americanos e judeus, franceses estão indignados, primeiro – dinheiro da L’oreal Paris e agora dinheiro até de Kadafi. Quem diria?... Boris Casoy diria – É uma Vergonha!...

Confira entrevistas exclusivas com filho de Kadafi:

EXCLUSIVA – Saif Al-Islam Khadafi: “Dentro de 48 horas tudo estará terminado”

Esta quarta-feira: Saif Al-Islam Khadfi em entrevista exclusiva à Euronews.
A euronews encontrou-se em Tripoli com Saif Al-Islam Khadafi para uma entrevista exclusiva. Num tom de desafio, o filho do líder líbio diz que os opositores estão a fugir para o Egito e que o conflito acabará em breve.
Riad Muasses, euronews:
“O que pensa fazer contra aqueles que enfrentam com armas o regime?”
Saif Al-Islam Khadafi:
“Primeiro, é preciso dizer que eles fugiram. Há multidões que tentam passar as fronteiras para o Egito e dissemos, no seio do Exército, para deixarem uma passagem livre para esses traidores, essas milícias. Aqueles que contactaram os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a França e pediram o regresso das tropas britânicas e a intervenção das tropas norte-americanas e da NATO, estão a partir acompanhados das famílias para o Egito. Não queremos matar, nem vingar-nos. Mas os traidores e mercenários, que cometeram crimes contra o povo líbio, que partam e vão em paz para o Egito.”
euronews:
“A ONU está a estudar uma resolução que impõe uma zona de exclusão aérea. Que pensa da sua eventual adoção?”
Saif Al-Islam Khadafi:
“As operações militares terminaram. Dentro de 48 horas, tudo estará terminado. As nossas forças estão quase em Benghazi. Qualquer que seja a decisão, chegará demasiado tarde.”
euronews:
“A França foi o primeiro país a reconhecer o Conselho Nacional da revolução. O que pensa disso e qual é a sua opinião do presidente francês Nicolas Sarkozy?”
Saif Al-Islam Khadafi:
“Sarkozy deve devolver à Líbia o dinheiro que recebeu para financiar a campanha eleitoral. Fomos nós que a financiámos e estamos dispostos a revelar os detalhes. A primeira coisa que pedimos a esse ‘palhaço’ é que devolva o dinheiro do povo líbio, pois nós demos uma ajuda para que ele ajude também o povo líbio. Mas ele desiludiu-nos. Temos todos os detalhes, as contas bancárias, os documentos e as operações de transferência e vamos revelar tudo em breve.”
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Filho de Khadafi diz que campanha de Sarkozy foi financiada pela Líbia
16.03.2011 - 18:10 Por Luísa Teixeira da Mota
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Em entrevista ao canal televisivo Euronews, Saif al-Islam Khadafi, o filho do líder líbio Muammar Khadafi, afirmou que a Líbia financiou a campanha eleitoral do Presidente francês, Nicolas Sarkozy, em 2007 e que quer o seu dinheiro de volta.

Saif al-Islam Khadafi chama a Sarkozy palhaço e exige dinheiro de volta (Chris Helgren/Reuters)

Quando questionado sobre a sua posição em relação à França e ao Presidente Sarkozy, que no dia 10 de Março reconheceu o Conselho Nacional de Transição líbio como representante legítimo da Líbia, Saif al-Islam disse que, em primeiro lugar, Sarkozy deveria devolver à Líbia o dinheiro que recebeu para a sua campanha eleitoral.

O membro do clã Khadafi adianta que o seu país financiou a campanha do Presidente francês e que tem todas as informações sobre o financiamento e que está “pronto para as publicar”.

“A primeira coisa que pedimos a este palhaço do Sarkozy é que devolva o dinheiro ao povo líbio”, acusa Saif al-Islam. “Ajudá-mo-lo a tornar-se Presidente para que ele ajudasse o povo líbio, mas ele desapontou-nos”, diz o filho do contestado líder líbio, adiantando que muito brevemente publicará “todos os detalhes, documentos e comprovativos de transferência bancária”.

A acusação acontece dias depois de a França ter reconhecido o Conselho Nacional de Transição, que reúne opositores ao regime de Muammar Khadafi e está sediada em Bengasi, ainda em poder dos rebeldes.

Depois de muito criticada por ter dado pouca atenção às revoltas na Tunísia e no Egipto, a França tem seguido atentamente a contestação ao regime líbio e foi o primeiro país a reconhecer o Conselho criado pela oposição para liderar uma eventual transição política na Líbia.

Logo após o anúncio, as autoridades de Trípoli avançaram que iriam cortar relações com Paris e revelar um “grave segredo” sobre o Governo de Sarkozy que iria anteceder a queda do Presidente francês.

Nicolas Sarkozy, contactado pela AFP, negou as acusações de Saif al-Islam e um porta-voz do Palácio Eliseu também desmentiu ao jornal “Le Monde” as afirmações do filho Khadafi.

A lei francesa impõe limites rígidos ao financiamento partidário e, no ano passado, Sarkozy esteve envolvido num escândalo relacionado com alegadas doações ilegais ao seu partido pela mulher mais rica de França, Liliane Bettencourt.

Muammar Khadafi tem acusado os países ocidentais de “conspirarem contra ele” e afirmou, na terça-feira, que o futuro da Líbia não será mais discutido com esses países.

Sobre as operações militares na líbia, o membro do clã Khadafi, cujas forças ganham vantagem no terreno depois de um mês de contestação, assegurou que elas iriam terminar e tudo acabaria “dentro de 48 horas”.

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