sábado, 21 de junho de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NO IRAQUE - MERCENÁRIOS SIONISTAS ATACAM TAMBÉM NA UCRÂNIA, NIGÉRIA, SÍRIA E LlÍBIA


MAS, A BEM DA VERDADE E DA REALIDADE, QUEM PLANEJOU A INVASÃO DO IRAQUE FOI O JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, E TAMBÉM HOJE, QUEM ESTÁ COMANDANDO OS TERRORISTAS MERCENÁRIOS SIONISTAS É O "MOSSAD" ISRAELENSE

O RESTO É CONVERSA PRA BOI DORMIR E DESVIAR A ATENÇÃO DO ÚNICO CULPADO NESTA ESTÓRIA : O SIONISMO DE ISRAEL, POIS O SIONISMO CONTROLA TANTO OS EUA QUANTO A INGLATERRA, BLAIR, BUSH E OBAMA, NADA MAIS SÃO DO QUE "CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS", SÃO APENAS PAUS MANDADOS E LACAIOS DO SIONISMO DE ISRAEL.
Hoje, 09:45

"Mercenários do Judaico Sionismo de Israel é que atacam o povo  iraquiano, e o mesmo fazem na Ucrânia, Síria, Líbia, Egito, Venezuela, Nigéria, Honduras e República Centro Africana - usam falsos nomes (AL QAEDA - LEVANTE - BOCO HARAM - NAZISTAS - FASCISTAS E OUTROS ) para o exército de terroristas treinados nos Estadodos Unidos e Israel"

Iraque, terrorismo, políitca, confrontos, islamismo, Síria

“Nós não merecemos viver numa pátria que não protegemos”. Panfletos e cartazes com esta frase são agora distribuídos entre a população das regiões controladas pelo governo sírio na província de Deir al Zor, no leste do país.

A Síria precisa de voluntários. O Iraque também. A formação Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) iniciou sua ofensiva rápida e simultânea nos dois países. O objetivo declarado é a criação de um califado islâmico com esse nome nos territórios conquistados. Será possível defender dessa praga as terras do Iraque e do Levante?
Alguns pensam que não. Se na Síria a ofensiva do EIIL fracassou, já no Iraque, depois da tomada de Mossul, essa formação conquistou material de guerra pesado, incluindo helicópteros e blindados, e enormes fundos em dinheiro. No “triângulo sunita” do Iraque ela ainda tem o apoio de uma parte considerável da população e dos chefes tribais. O perito em assuntos de terrorismo Charles Lister declarou que, nos planos militar, territorial e financeiro, a ideia da criação de um califado islâmico está muito próxima da sua realização.
Contudo, não devemos esquecer que não se trata da conquista de países inteiros. Tanto na Síria, como no Iraque, as autoridades falaram desde o início apenas na ameaça da criação de um enclave terrorista em parte dos seus territórios. O fato de a ofensiva dos combatentes no Iraque já ter sido, provavelmente, detida não é surpreendente, porque segundo os números mais otimistas, o exército do “califado” não conta com mais de 10 mil homens. Essas forças não serão suficientes, não só para conquistar novos territórios, mas sequer para manter os já conquistados, já para não falar na defesa de grandes cidades.
Mais do que isso. Tendo recuperado do choque das primeiras derrotas, a direção e o exército do Iraque recrutaram com sucesso tanto voluntários motivados, como uma reserva humana praticamente inesgotável (mais de dois milhões de iraquianos, nas palavras do ministro da Energia do Iraque, Hussein al-Shahristani). Quanto ao material militar pesado, se os EUA se decidirem a ajudar o Iraque com ataques aéreos, os tanques e os helicópteros do califado serão destruídos em poucos dias. Sem ajuda externa, o exército iraquiano irá necessitar de um pouco mais de tempo.
Talvez os islamitas do EIIL apenas queiram morrer como heróis num rápido combate por uma certa ideia e se transformarem em exemplo para as gerações vindouras? Provavelmente não. Apesar da quantidade considerável de suicidas nas suas fileiras, a análise das operações dessa formação na Síria demonstra que ela nunca ansiou pelos campos de batalha. Em vez de conquistar território ao exército sírio, o EIIL preferia geralmente organizar a retaguarda e conquistar terras aos aliados. Não é por acaso que na Síria ele é apelidado de “estrutura parasita”. Nesse país ele combatido tanto pelo exército, como pela oposição e mesmo por uma filial da Al-Qaeda – a Frente Al-Nusra.
Relativamente ao EIIL não se pode falar de pureza idealista. No Iraque os seus militantes cortam publicamente a cabeça a todos os que discordam da sua ideologia. Mas simultaneamente aqui eles têm como aliados os apoiantes do partido secular Baas de Saddam Hussein e os destacamentos da irmandade sufi Naqshbandi. Na sua essência, os êxitos militares do EIIL têm sido agora assegurados pelas tribos e empresas sunitas descontentes com o poder e pela preparação militar dos correligionários vingativos do antigo ditador.
Essa aliança não é eterna – os aliados, tal como na Síria, vão perceber que o EIIL nunca irá cumprir as suas aspirações. Então para que iniciou ele uma guerra em duas frentes simultâneas? Isso ainda é difícil de explicar.
Alguns peritos afirmam que o EIIL atua defendendo os interesses da Arábia Saudita, que se opõe à aliança “xiita” entre o Irã, o Iraque e a Síria. Mas as ações do EIIL já provocaram um efeito contrário, o reforço das posições do presidente Assad entre a população. No Iraque tudo se repete crescentemente: o avanço do EIIL pode obrigar os EUA a reforçar de forma involuntária as posições do Irã na região. O presidente Barack Obama já anunciou a possibilidade de realizar, em caso de necessidade, ataques aéreos contra as posições dos combatentes do EIIL. Jonathan Eyal, do centro de análise britânico Royal United Services Institute, já avaliou as consequências desse passo em uma entrevista ao Telegraph: “O pior cenário para a Arábia Saudita no Iraque será se o Ocidente realizar ataques aéreos contra o EIIL e acabar estabelecendo uma causa comum com o Irã no Iraque”.
Que o país em que o moderno Frankenstein criou o monstro chamado EIIL permaneça em segredo, só que ele está longe de ser o primeiro. Será que os criadores desse tipo de monstros ainda não veem que, começando pela Al-Qaeda, todas as vezes suas criaturas com o tempo se tornam inevitavelmente incontroláveis e letais, inclusive para os seus criadores?
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_21/Estado-Isl-mico-do-Iraque-e-do-Levante-um-monstro-iraquiano-9737/

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