segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

"HPV" EM "IJUÍ" VACINAS DA MORTE 17 - Número de Reações à Vacina Contra HPV Assusta em Ijuí



reacao_a_vacina_IJUIOs casos de reação à vacina contra HPV continuam a aumentar no Brasil enquanto o governo insiste em continuar a vacinação, tentando sem sucesso convencer a população de que a vacina é segura. Desta vez os casos de reação foram em Ijuí, no Rio Grande do Sul, onde várias meninas foram conduzidas ao posto de saúde da cidade com náuseas, tontura, dor de cabeça e alguns casos mais graves foram relatados com baixa da pressão arterial, sensação de desmaio e palidez. Como é de se esperar, os funcionários da rede de saúde(TODOS COMPRADOS PELOS JUDEUS DONOS DO LABORATÓRIO CRIMINOSO, FABRICANTE DA "VACINA DA MORTE") dizem, que os sintomas seriam “pelo medo”, usando a mesma tática de desinformação utilizada na Colômbia, (PELOS FÚNCIONÁLOCAIS TAMBÉM COMPRADOS PELOS "JUDEUS SIONISTAS"), onde 240 meninas sofreram sintomas semelhantes após a aplicação da vacina.

Abaixo a matéria publicada no site ijui.com: 
O número de meninas que foram conduzidas até o Posto de Saúde Municipal na manhã de segunda-feira, 1º, depois de receberem a segunda dose da vacina contra o HPV (Vírus do Papiloma Humano) foi considerado assustador pela equipe de enfermagem do Posto Central junto a Secretaria Municipal de Saúde de Ijuí.


Não foi precisado o número de adolescentes que receberem atendimento, mas os corredores contavam com muitas meninas todas com os mesmos sintomas: náuseas, tontura, dor de cabeça e alguns casos mais graves foram relatados com baixa da pressão arterial, sensação de desmaio e palidez.

A enfermeira que atendia algumas meninas relatou que acreditava que a maioria dos sintomas poderia ser medo da vacina. “Trabalhei anos em sala de vacina e não tinha visto nada parecido com isso, então devo imaginar que seja medo das meninas”, acredita a enfermeira.
 

Quando foi aplicada a primeira dose da vacina, em 27 de março, no Estado haviam sido registrados seis casos de reação, a maioria na capital e um caso na serra gaúcha em que foi registrada uma convulsão.

Uma das mãe,s que foi chamada as pressas no SUS depois que sua filha foi levada com tontura e queda brusca de pressão, duvidou do prognóstico de medo.

Minha filha nunca teve medo de agulha, nem de vacina, sempre foi muito tranquilo, como ela quase desmaiou e foi levada de ambulância até o posto duvido que foi apenas medo”, declarou.

O Ministério da Saúde enfatiza que a imunização é segura para a população. “É uma vacina que tem quase dez anos de uso no mundo inteiro.
 

É uma vacina nova aqui no Brasil, mas há 50 países no mundo que utilizam quase 175 milhões de doses da vacina aplicadas”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa(CAVALO DE TROIA JUDAICO SIONISTA - COMPRADO PELOS JUDEUS SIONISTAS DONOS DOS LABORATÓRIOS FABRICANTES DA VACINA DA MORTE).

Na Colômbia o governo investiga se os desmaios de mais de 240 jovens possa ter relação com a aplicação da vacina contra HPV

O Ministro da Saúde,Alejandro Gaviria(CAVALO DE TROIA JUDAICO SIONISTA - COMPRADO PELOS JUDEUS SIONISTAS DONOS DOS LABORATÓRIOS FABRICANTES DA VACINA DA MORTE), classificou o episódio como uma ‘resposta psicogênica em massa’.


Fonte:
Ijuí.com: Número de reações à vacina contra HPV assusta em Ijuí

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/09/numero-de-reacoes-a-vacina-contra-hpv-assusta-em-ijui/#ixzz55bs8RkF0

"HPV" VACINAS DA MORTE 16 - Vacina Contra o HPV e Vidas Destruídas – Britânica de 13 anos Fica Com Síndrome da Fadiga Crônica




reino_unido_vacina_hpv_efeitos_adversos 

Abaixo você acompanha o relato de um pai que viu sua filha, Lucy Hinks, passar de uma saudável jovem de 13 anos a uma menina doente, com diversos problemas de saúde e dormindo 23 horas por dia,  logo após a terceira dose de sua vacina contra HPV. Com tratamentos alternativos a jovem teve uma certa melhora, mas mesmo 3 anos após os primeiros sintomas ela ainda sofre as duras consequências de uma decisão baseada em poucas informações. Logo abaixo você pode ver a matéria publicada em 2011 do G1, intitulada “Britânica dorme 23 horas por dia depois de tomar vacina contra HPV“. O relato abaixo é datado de fevereiro de 2013. Nos ajude a compartilhar o relato abaixo, isto é essencial para que outros pais e meninas não precisem passar pelos mesmos horrores que esta família.

Por Steve Hinks

Nossa filha, Lucy, contraiu sarampo na semana depois de sua vacinação tríplice viral. No fim de semana seguinte, ela foi internada em um ala de isolamento do hospital com suspeita de meningite, Algumas semanas depois, ela desenvolveu um gânglio linfático, aumentado no pescoço que persistiu até que foi removido cirurgicamente. Então, quando ela trouxe um termo de consentimento da escola para a vacinação contra o HPV, sua mãe e eu estávamos relutantes em conceder permissão para que ela tomasse a série de três doses da vacina Cervarix.


No entanto, a enfermeira da escola garantiu à minha esposa que a Cervarix era bastante segura – nada como a tríplice viral que a Lucy teve uma má experiência anteriormente. Ela ressaltou que esta vacina protegeria nossa filha de 13 anos de idade contra o câncer cervical. Que pai poderia resistir a uma oportunidade de fornecer tal rede de segurança para a sua filha?

Deixando de lado a nossa experiência negativa anterior, decidimos dar consentimento para a Lucy receber as vacinas contra o HPV. Não tínhamos ideia do quanto essa decisão afetaria nossas vidas.
 
Antes de receber a vacina Cervarix, Lucy era uma jovem normal, saudável, como mostra a foto à esquerda. Ela teve um excelente registro de freqüência na escola e foi uma das melhores alunas de sua turma.

Tivemos que levá-la ao médico algumas vezes depois de sua primeira e segunda injeção de Cervarix. Ela estava se sentindo cansada e apresentando sintomas semelhantes aos da gripe. Era incomum para Lucy, mas ninguém achava que seria algo para se preocupar muito.

No dia 4 de maio de 2011, Lucy recebeu sua terceira e última injeção de Cervarix. Pouco depois, ela ligou para a mãe buscá-la na escola e trazê-la para casa. Lucy disse que se sentia como se tivesse uma gripe e estava exausta. No entanto, ela se forçou para ir à escola no dia seguinte, uma vez que era época de provas. Sua mãe e eu não tínhamos ideia naquele momento que este seria o começo do fim da nossas vidas normais.

A saúde de Lucy começou a deteriorar-se rapidamente. Ela começou a ter enxaquecas persistentes, fadiga inexplicável, dores nas articulações e músculos, contusões anormais, dor abdominal, perda de memória e má circulação. Ela perdeu o apetite e começou a perder peso. Ela constantemente sentia frio. Nós a levamos para o hospital várias vezes, incluindo duas internações.

Ninguém poderia identificar a causa dos sintomas misteriosos da nossa filha. A única pista que tínhamos era do primeiro consultor pediátrico de Lucy que escreveu uma nota para seu GP afirmando:
É bem provável que isso seja uma reação à vacina contra o HPV.

No dia 4 de julho, Lucy entrou em colapso com a exaustão e teve que ser levada ao médico novamente. A esta altura, ela já havia perdido 6.3 quilos. Sua fadiga crônica tornou-se incontrolável. Lucy começou a dormir 23 horas todos os dias. 

Poderíamos despertá-la o suficiente para ela comer algum alimento leve ou um pouco de água, mas isso era tudo. Eu não posso contar o número de vezes que sua mãe acordou no meio da noite só para ter certeza que Lucy ainda estava respirando.

Em setembro, Lucy caiu em um sono de coma. Pelas próximas 13 semanas, ela não podia falar e nunca abriu os olhos. 

Encontramo-nos a viver o pior pesadelo de um pai.

O novo consultor pediátrico de Lucy acreditava que ela tinha CFS/ME (Síndrome da fadiga crônica/Encefalomielite Miálgica) extrema-grave. O tratamento padrão do NHS (o SUS britânico) para esta condição é graduada terapia de exercício (GET) e terapia de comportamento cognitivo, nenhum dos quais poderia ser feito enquanto Lucy estava dormindo,

Pouco antes do Natal de 2011, Lucy recebeu a visita do vice-diretor do maior colégio de homeopatia no Reino Unido, que prometeu tentar fazê-la melhorar. Lucy acordou no dia seguinte. Parecia um milagre – um Príncipe Encantado da vida real acordando nossa Bela Adormecida.

Sob cuidados deste homeopata, Lucy melhorou incrivelmente. 

Ela tornou-se capaz de alimentar-se pela primeira vez em meses. Ela pode assistir televisão ou navegar na web por curtos períodos de tempo. Depois de tantos meses de vê-la viver em outro mundo, este parece ser um milagre para sua mãe e para mim.
 
Sabemos que não estamos fora de perigo, mas pelo menos agora há esperança que ela vai continuar a melhorar. A perda de peso de Lucy ainda é uma grande preocupação. Ela se esforça para recuperar o que perdeu. Vimos nossa filha de 13 anos de idade mudar da garota na foto no início deste artigo, para o que você vê na foto à direita.

Ela continuou a dormir muito mais do que o normal – pelo menos quatro sonecas por dia. O consultor pediátrico de Lucy lhe contou ao nosso GP (general practicioner, ou clínico geral) que sua condição “não é ME (Encefalomielite Miálgica), mas uma reação à injeção.

Acredite ou não, esta não é a extensão das alterações a todas as nossas vidas após vacinação contra o HPV.

Durante os primeiros meses de 2012, Lucy foi obrigada a visitar um consultor psiquiátrico a cada semana. Quando vimos que isto não estava sendo útil, seus conselheiros queriam internar Lucy em uma unidade psiquiátrica segura para uma avaliação de 3-6 meses. Quando todos nós visitamos a instalação proposta, o consultor psiquiátrico sênior nos disse que este não era o lugar apropriado para Lucy. Não é preciso dizer que todos nós concordamos de coração.

 Lucy continuou a melhorar tanto que começamos a planejar férias em família em junho (verão britânico). Checamos com a enfermeira, o clínico geral e o consultor médico privado de Lucy, sendo que todos concordaram que ela estava em condições de viajar e que provavelmente lhe faria algum bem. 

Todos concordaram, com exceção de seu consultor psiquiátrico. Poucas horas antes da partida, eles reportaram a nossa família para os serviços sociais e à polícia. Felizmente, conseguimos obter a permissão para tirar nossas férias tão necessárias, apesar da nossa partida ser adiada por várias horas, causando a todos nós estresse considerável.

Em nosso retorno, não menos que três diferentes assistentes sociais investigaram, fizeram suas avaliações e nos informaram por escrito que não havia necessidade dos serviços sociais serem envolvidos. A carta chegou em setembro.

Apesar disso, pouco antes do Natal, nós soubemos que o inquérito inicial, que começou em maio ainda estava em andamento e havia sido incluído uma série de reuniões para considerar a possibilidade de doença induzida ou fabricada. 

Ninguém pode imaginar a quantidade de estresse desnecessário isto criou para a nossa família. Como pode fabricação ser mesmo considerado como uma possibilidade?

Nossa filha continuar a melhorar. Ela está lentamente ganhando de volta um pouco do peso que perdeu. Em setembro, os cochilos diurnos pararam. Lucy foi até mesmo capaz de voltar à escola em regime de tempo parcial, pela primeira vez em 18 meses.

Como alguém pode pensar que possivelmente fabricamos a doença quando estamos lutando arduamente para ajudá-la a ficar melhor – com resultados obviamente bem-sucedidos?

A questão final é: nós daríamos qualquer coisa para sermos capazes de voltar atrás e mudar nossas mentes sobre a concessão de autorização para vacinação contra o HPV para nossa filha.

O HPV é um vírus sexualmente transmissível e é a principal causa de câncer de colo do útero. Por isso, garotas jovens são prioridade na imunização. Lucy recebeu a vacina na escola em que estuda, em Wigton, na Inglaterra.

Depois que recebeu as duas primeiras doses, em outubro e novembro no ano passado, ela se queixou de sintomas parecidos com os da gripe, cansaço, dores nas articulações e chegou a ser atendida por médicos várias vezes.

Mas foi só a partir de maio, quando a terceira e última dose da vacina foi aplicada, que o quadro evoluiu para a situação atual. “Inicialmente, não demos muita atenção. Foi só em julho que tivemos consciência de que algo estava muito errado”, conta a mãe, Pauline.

Ela tinha conseguido ir mancando do sofá até o banheiro. Mas, de repente, já não conseguia mais dar nenhum passo. Ela perdeu o equilíbrio, seus braços e pernas estavam falhando”, lembra a mãe.

Recebemos uma carta do consultor no hospital. Dizia que é bem possível que seja uma reação à vacina contra o HPV”, prossegue Pauline. Na infância, a menina já tinha tido reações à vacina tríplice viral.

Diariamente, Lucy acorda por volta de 9h30 para tomar café da manhã: um bolinho e frutas secas. Depois, volta para a cama. A mãe é quem faz a higiene, na cama mesmo, com uma tigela de água. Almoço e jantar são sempre comidas bem macias, que os pais servem com colheradas, porque mastigar gasta energia demais para ela.

“Eu aceito que entre todas as garotas da província da idade de Lucy, ela seja a única [a ter a reação contra a vacina]. Mas quando uma pessoa perde qualidade de vida como ela perdeu, um é um número muito alto”, lamenta a mãe.

“Não queremos lançar uma campanha. Nossa única preocupação é manter nossa filha viva”, garante Pauline.

O laboratório "JUDAICO SIONISTA" - GlaxoSmithKline, responsável pela vacina, (PERTENCE A "JUDEUS SIONISTAS")Cervarix –, disse que leva a sério qualquer relato sobre efeitos colaterais e que, de acordo com pesquisas do governo britânico(INGLATERRA É GOVERNADA POR "JUDEUS SIONISTAS", POR ISSO NÃO SUSPENDEU A VACINAÇÃO NO PAÍS), o saldo da vacinação é positivo.

Fontes:Sane Vax: Post-Cervarix Syndrome: Lucy from the UK
– G1:  Britânica dorme 23 horas por dia depois de tomar vacina contra HPV

"HPV COLOMBIA" VACINAS DA MORTE 15 - Colômbia: Vacina contra HPV Responsabilizada por Doença Misteriosa



Colômbia Vacina contra HPV Responsabilizada por Doença MisteriosaOs benefícios versus riscos das vacinas é um tema quente no momento, especialmente em Los Angeles, onde a coqueluche está fazendo um ressurgimento, alegadamente devido a pais ricos que recusam vacinar os seus filhos. Isso não quer dizer que todas as vacinas são boas ou más; considere os acontecimentos na Colômbia, onde a cidade tem sido assolada por uma doença misteriosa que tem sido diretamente atribuída à vacina contra o papilomavírus humano (HPV), informou via AFP/Yahoo News:

El Carmen de Bolívar (Colômbia) – Uma doença misteriosa está assolando as meninas desta cidade no norte da Colômbia, e os moradores locais dizem que a vacina contra o sexualmente transmissível vírus do papiloma humano, ou HPV, é a causa.

Primeiro suas as mãos e pés ficam frios. Então elas se tornam pálidas e não podem se mover. Algumas convulsionam e caem no chão.

Em El Carmen de Bolívar, perto do porto de Cartagena, dezenas de adolescentes apresentaram sintomas semelhantes. Algumas até já perderam a consciência.

Eles me vacinaram em maio e eu comecei a desmaiar em agosto. Minhas pernas se tornaram pesadas e eu não conseguia mais sentir minhas mãos. Quando eu acordei, eu estava no hospital“, lembra Eva Mercado, de 15 anos de idade.

Ela desmaiou sete vezes em um mês.

Para a maioria das famílias afetadas nesta cidade de 67.000 habitantes, não há nenhuma dúvida sobre o que está causando o problema.

Eles colocam a culpa sobre a campanha de vacinação contra o HPV, uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns, que podem desencadear o câncer cervical.

O modesto hospital da cidade de Nuestra Senora del Carmen  foi tomado por uma onda de adolescentes inconscientes sendo levadas através das suas portas.

Pais em pânico levam suas filhas para a instalação a bordo de suas motocicletas, utilizando estradas de terra da cidade…

Médicos procuram em vão, por possíveis casos de hipoglicemia ou abuso de drogas.

De acordo com o funcionário do hospital Augusto Agamez, cerca de 370 menores foram examinadas na instalação. Havia também um menino no meio deles.

Não há nenhum diagnóstico ou tratamento específico“, disse Agamez à AFP, ressaltando que o hospital também estava ajudando as famílias a lidarem com a doença desconhecida.

Quando elas vêm, as jovens pacientes aprendem técnicas de respiração com os enfermeiros.

Elas também recebem soro fisiológico e oxigênio. Uma vez recuperadas, as meninas vão para casa – até o próximo momento.

– “Nenhuma histeria coletiva“-
Eles me trouxeram para o hospital 16 vezes no mês passado“, disse Beatriz Martinez.

Para a garota de 15 anos de idade, tudo começou com dores de cabeça e dores nas costas. Em seguida, as pernas e as mãos se enfraquecem, forçando sua mãe a ajudá-la a tomar banho.

As adolescentes afetadas pelo misterioso mal-estar não saem mais. Algumas nem sequer saem de suas casas.

Minha filha não é mais a mesma“, disse o vendedor de rua Jhon Jairo Mercaco, acrescentando que, até agora, sua filha não tinha sido hospitalizada desde o nascimento.

Estou desesperado“, disse William Montes, um agricultor que viajou por uma montanha com suas duas filhas em uma maca para conseguir tratá-las na cidade.

A epidemia já ganhou as manchetes nacionais, e o presidente Juan Manuel Santos(O PRESIDENTE É UM CAVALO DE TROIA SIONISTA - COMPRADO PELOS JUDEUS) foi forçado a apoiar.

Insistindo que a campanha de vacinação contra o HPV era segura, Santos sugeriu que a epidemia não era mais do que uma “indicação de fenômeno coletivo(INCLUSIVE INVENTANDO UMA NOVA DESCULPA - "FENÔMENO COLETIVO").”

Esses comentários foram recebidos com uma tremenda ira em El Carmen de Bolívar, já abalada por décadas de luta de Bogotá contra os esquerdistas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Na década de 1980, confrontos entre forças do governo contra os rebeldes esquerdistas mataram cerca de 100 pessoas neste lugar

A gigante(EMPRESA JUDAICO SIONISTA DE ISRAEL) farmacêutica Merck dos EUA, a qual fabrica a vacina Gardasil, disse que estava “confiante no perfil de segurança” do seu produto.

Nós continuamos a monitorar os eventos adversos, reportando e acompanhando de perto esta situação“, disse em um comunicado à AFP.

A Merck / MSD continuará a apoiar os esforços de imunização e de monitoramento do ministério na Colômbia.”

O ministro da saúde Alejandro Gaviria(CAVALO DE TROIA JUDAICO SIONISTA - COMPRADO PELOS JUDEUS DONOS DO LABORATÓRIO CRIMINOSO QUE FABRICA O VENENO "GARDASIL") foi recebido com vaias e queimaram pneus durante uma recente visita.

Enquanto prometem uma série de medidas – recolhendo dados sobre as pacientes, criando novos testes, proporcionando aconselhamento psicológico – o ministro não chegou a suspender as vacinações.

Nós não temos nenhuma razão para parar neste momento“, disse Gaviria.

Essas palavras falharam em tranquilizar os pais cuja vida familiar e profissional têm sido abalada por uma doença cujas origens ainda são desconhecidas.

Isso não é histeria ou manipulação coletiva. Se você vê a sua filha tendo esses sintomas após a vacinação, o que mais você culpa?” perguntou Maria Veronica Romera, a mãe de uma debilitada adolescente de 13 anos de idade.



Fontes:


– Disinformation: HPV Vaccine Blamed For Mystery Illness
– Disinformation: Wealthy L.A. Schools’ Vaccination Rates Are as Low as South Sudan’s 
Yahoo News: Doença misteriosa assola meninas na Colômbia
– Mystery illness plagues girls in Colombia

domingo, 28 de janeiro de 2018

Bill Gates - VACINAS DA MORTE 14 - A Falsa Filantropia de Bill Gates: 30.000 Meninas Indianas Usadas Como Cobaias em Teste de Vacina contra o Câncer


A Falsa Filantropia de Bill Gates: 30.000 Meninas Indianas Usadas Como Cobaias em Teste de Vacina contra o Câncer


a-falsa-filantropia-de-bill-gates-30000-meninas-indianas-usadas-como-cobaias-em-teste-de-vacina-contA Fundação Bill e Melinda Gates é elogiada por sua filantropia em todo o mundo, mas muito das boas ações da fundação são experimentos de vacinas sem consentimento realizados sobre os pobres. Sob o pretexto de prestar cuidados de saúde em países do terceiro mundo, a Fundação Gates em vez disso, coage dezenas de milhares de crianças para testar várias vacinas para as empresas farmacêuticas.


A enorme riqueza de Bill Gates com a venda de computadores está sendo redistribuída para a pesquisa farmacêutica, conforme os direitos humanos fraudam as corporações tais como a Merck e a GlaxoSmithKline testando novas vacinas em várias milhares de vítimas inocentes.
Na Índia, a campanha de propaganda está em pleno vigor, conforme os nativos são instruídos  a receberem suas injeções de “bem-estar”. Os problemas de saúde resultantes têm sido notáveis e devastadores, levantando questões sobre os motivos sinistros por trás da Fundação Gates e seu impulso extraordinário da vacina.

A saúde das jovens se deterioraram rapidamente após o impulso da vacina de Gates

Em 2009, as crianças tribais do Khammam em Andhra Pradesh foram reunidas e disseram que elas estariam recebendo injeções. Mesmo que a fundação Gates tenha a riqueza para dar a essas tribos acesso à água potável, serviços de saneamento, nutrição e condições de vida de baixo estresse, eles ao invés disso, empurram vacinas contra o HPV e as chamam de injeções do “bem-estar”. As injeções que estas jovens receberam foi uma vacina contra o HPV fabricada pela Merck e administrada pelo departamento de saúde do estado. 

As jovens, com idades entre 9 e 15, foram instruídas a fazer fila por três doses da vacina. Conforme os meses passaram, a saúde das 16.000 meninas se deteriorou rapidamente. Cinco das meninas morreram pouco depois.

Em Vadodara, Gujarat, mais 14.000 ou mais crianças tribais foram postas em teste. Desta vez, a Fundação Gates realizou a sua missão de saúde humanitária, fornecendo a vacina contra o HPV chamada Cervarix, fabricada  pela GlaxoSmithKline.

Sem dar nenhum consentimento informado, a Fundação Gates coagiu os povos tribais na crença de que as vacinas eram benéficas e necessárias. No entanto, quando o material com vírus, metais pesados e outros conservantes estranhos ao organismo são injetados em mulheres jovens em desenvolvimento, as alterações drásticas são obrigadas a ocorrer nos respectivos órgãos. Sem ter ideia de que elas estavam se inscrevendo para testes de vacinas, milhares de jovens meninas foram injetadas com essas vacinas experimentais supostamente para prevenir o câncer cervical.

Em vez de ver melhorar sua saúde, as tribos relataram numerosos eventos adversos bizarros nos dias, semanas e meses após a vacinação. As jovens na Índia perderam peso, o apetite e a resistência. Aman Dhawan de 16 anos de idade não tinha ideia de que ele estava se inscrevendo para o teste da vacina. 

Logo depois ele começou a perder peso e energia, como se a vida fosse sugada para fora dele. O mesmo problema eclodiu entre as meninas na Colômbia, onde a mesma vacina foi distribuída entre as jovens meninas de lá.

Quando os repórteres de saúde e ativistas visitaram Andhra Pradesh, eles encontraram mais de 100 jovens que estavam tendo convulsões epilépticas, mudanças bruscas de humor e enxaqueca. As toxinas que tinham sido deliberadamente injetadas lhes causaram problemas de saúde adicionais como a menstruação precoce, hemorragia intensa e cólicas menstruais – problemas que as tribos não tinham experimentado antes em tal gravidade ou magnitude.

O impulso foi iniciado pela ONG Program for Appropriate Technology in Health (PATH). O grupo coordenou a Fundação Bill e Melinda Gates para testar as vacinas contra o câncer do colo do útero em milhares de jovens do sexo feminino em toda a Índia e África. A Fundação Gates também tem coordenado com a ONG para estudar os efeitos da vacinas contra o rotavírus e pneumocócicas na África e Ásia.

Os denunciantes de outra ONG, a Sama, testemunharam o horror e falaram sobre o que realmente estava acontecendo, revelando como as meninas estavam sendo usadas como cobaias para testes de vacinas contra tudo sob o pretexto de receber cuidados de saúde. A Sama informou que os administradores da vacina estavam dando nenhum consentimento informado; na verdade, as autoridades fizeram as pessoas darem impressões do polegar, tratando-as como cobaias, e não seres humanos inteligentes com direitos humanos.

Quando bilhões de dólares estão por trás de uma missão, as autoridades terão prazer em acompanhar e fazer o que lhes é dito. Testar produtos químicos e vírus em seres humanos é fácil em países do terceiro mundo onde a vida humana parece ser dispensável


Fontes:

Natural News: Bill Gates’ Philanthropy: 30,000 Indian girls used as guinea pigs to test cancer vaccine
– WRC: Bill Gates’ Philanthropy: 30,000 Indian girls used as guinea pigs to test cancer vaccine
– Health Impact News: Bill & Melinda Gates Foundation Vaccine Empire on Trial in India




Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2017/07/a-falsa-filantropia-de-bill-gates-30-000-meninas-indianas-usadas-como-cobaias-em-teste-de-vacina-contra-o-cancer/#ixzz55XotylSH

"HPV" VACINAS DA MORTE 13 - Estudo Descobre que Adolescentes Estão Recebendo Doses Desnecessárias da Vacina contra o HPV que Nada Fazem para Prevenir as Verrugas Genitais





Nova pesquisa mostrou que dar três doses da vacina contra o HPV é essencialmente inútil e não oferece nenhum benefício para as pacientes. É a primeira evidência publicada para apoiar a última recomendação do CDC de que duas doses da vacina são mais do que suficientes para proteger contra as verrugas genitais para crianças entre 11 e 12 anos.

É importante notar que a série de três doses de Gardasil foram disponibilizadas pela primeira vez em 2006 – há mais de dez anos. A Cervarix chegou ao mercado em 2009. Pelo menos 32.000 famílias relataram eventos adversos após a administração de uma vacina contra o HPV e pelo menos 144 mortes foram documentadas. Muitos desses eventos ocorrem após a segunda ou terceira dose da vacina. E agora, depois de mais de uma década, os pesquisadores estão dizendo “Oops, estávamos errados, três é demais.” Levou realmente dez anos para descobrir isso, ou é a evidência de dano que está crescendo excessivamente?

Rebecca Perkins, MD, uma obstetra do Boston Medical Center e a principal autora do estudo comentou: “O CDC e a OMS basearam o novo esquema de duas doses principalmente em resultados de imunogenicidade, mas houve poucas pesquisas sobre a eficácia dessa recomendação. Este estudo valida as novas recomendações e nos permite avançar de forma confiável com o cronograma de 2 doses para a prevenção de verrugas genitais“. Contudo, os fabricantes ainda recomendam o cronograma de 3 doses para algumas crianças menores de 15 anos. Além disso, esta recente descoberta levanta questões sobre as recomendações de vacinas para pessoas com mais de 15 anos, que ainda estão sob a categoria de recomendação de 3 doses.
Como você pode saber, a vacina contra o HPV também é promovida como sendo capaz de prevenir o câncer causado por certas cepas de HPV. Apesar do grande impulso para essas vacinas, há razões para acreditar que elas não são tão “protetoras” como são proclamadas.

Como Celeste McGovern, do Instituto de Pesquisa em Segurança Médica Infantil (CMSRI) explica, os ensaios clínicos da Merck para sua vacina contra o HPV, Gardasil, tinham apenas três anos de duração. No entanto, pode levar de 20 a 40 anos para o câncer cervical se manifestar como resultado da infecção por HPV. Os benefícios “a longo prazo” desta vacina são inegavelmente pouco claros – e na melhor das hipóteses, são um exagero. Na pior das hipóteses, o benefício percebido da chamada “prevenção do câncer” é um exagero grosseiro.
Segundo a Dra. Diane Harper, que conduziu os ensaios clínicos da vacina contra o HPV, explica que, para que a vacina seja eficaz na prevenção do câncer, ela precisa manter a sua eficácia por pelo menos 15 anos após a administração. No entanto, estima-se que a Gardasil da Merck seja “eficaz” contra o HPV por um miseráveis 4,5 anos. A inoculação de Cervarix da GlaxoSmithKline não é muito melhor, e estima-se que dure apenas 8,4 anos. Em outras palavras, nenhuma das vacinas satisfaz os requisitos de 15 anos para a prevenção real do câncer.

McGovern explica ainda mais: “Apenas 8 em 100.000 pessoas desenvolvem câncer cervical anualmente nos Estados Unidos, graças à triagem do câncer cervical. No entanto, a modelagem de simulação que opera sob pressupostos de cobertura de vacinação a 100% e imunidade de vida prevê que a taxa de incidência seria de 9,5 por 100 000 na ausência de triagem com a Cervarix e 14 por 100,000 com Gardasil. Portanto, mesmo nesses cenários de melhores hipóteses, a vacinação provavelmente não seria mais eficaz do que a triagem na prevenção do câncer cervical.

Em outras palavras, essas vacinas não fazem nada para realmente prevenir o câncer na vida real – apesar do exagero esmagador sobre seus benefícios. Existe uma enorme quantidade de excesso de confiança no sucesso das vacinas contra o HPV, quando há pouca evidência disponível para demonstrar os seus supostos benefícios. Um ensaio clínico de três anos para uma doença que levaria um mínimo de 20 anos para se manifestar é nada menos que insuficiente, e não é preciso um especialista para entender o porquê. Como uma vacina pode proteger contra algo que na verdade não foi totalmente testado? E, principalmente, eles não estão testando essas vacinas sobre aquelas que as recebem?

Fontes:

– Vaccines News: Shocking Vaccine Study Finds That Teens Are Being Wildly Overdosed With Multiple HPV Injections That Do NOTHING To Prevent Genital Warts
– CDC: HPV Vaccine Information For Young Women
– Age of Austism: Too Much Too Soon Too Little Too Late: HPV Vaccine Safety Lessons
– Vaccine Holocaust: Vaccine Holocaust website exclusive: The undeniable evidence of harm
– Science Daily: Two dose HPV vaccine effective in preventing genital warts, study finds
– Gardasil: HOW IS GARDASIL 9 GIVEN?
– CMSRI: Is There Objective Evidence that the Current HPV Vaccination Programs are not Justified?

sábado, 27 de janeiro de 2018

"TERRORISTAS SÍRIOS" SÃO EUROPEUS E AMERICANOS - E esse rastro europeu nas coisas dos terroristas?

E esse rastro "europeu" nas coisas dos terroristas?

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E esse rastro europeu nas coisas dos terroristas?
Na sexta-feira (26), o Ministério da Defesa russo relatou que o exército sírio tinha encontrado moderno equipamento radioeletrônico de produção europeia pertencente aos "terroristas".

Anteriormente, forças governamentais sírias eliminaram cinco terroristas. Em seus veículos foram encontradas várias bandeiras e insígnias das Forças do Mártir Ahmad Abdo cujos combatentes estão sendo treinados próximo à zona de Al-Tanf por instrutores militares dos EUA.

Segundo algumas fontes, os "terroristas" planejam realizar atentados nas províncias de Damasco, Deir ez-Zor e Homs para distrair a atenção das forças governamentais que cercaram os combatentes da "Frente al-Nusra" (organização de mercenários terroristas a serviço do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", dirigidos, treinados e armados pela ""CIA" e o "MOSSAS") em Idlib.

Moro(COM AS BARBAS DE MOLHO E CARA ASSUSTADA) questiona MPF sobre morte de empresário que ajudou Lava Jato


Moro(COM AS BARBAS DE MOLHO E CARA ASSUSTADA) questiona MPF sobre morte de empresário que ajudou Lava Jato


Evento Amarelas Ao Vivo: Juiz Sergio Moro, durante o evento de VEJA Amarelas ao Vivo, em novembro de 2017© VEJA.com 
 
Juiz Sergio Moro, durante o evento de VEJA Amarelas ao Vivo, em novembro de 2017
O juiz federal Sergio Moro pediu uma manifestação do Ministério Público Federal (MPF), em até cinco dias, sobre o assassinato do empresário José Roberto Soares Vieira, que ajudou a força-tarefa da Lava Jato a rastrear pagamentos ao ex-gerente da Transpetro José Antonio de Jesus, principal alvo da 47ª fase da operação.

O empresário foi executado misteriosamente com nove tiros na cidade de Candeias (BA). “Infelizmente, há notícia muito grave do assassinato do acusado José Roberto Soares Vieira em 17 de janeiro no curso da ação penal, o que ainda está em apuração”, afirmou Moro.

“Não se pode excluir a possibilidade de que o homicídio esteja relacionado a esta ação penal, já que, na fase de investigação, o referido acusado aparentemente confessou seus crimes e revelou crimes de outros. Intime-se o Ministério Público Federal para manifestação em cinco dias.”

José Antonio de Jesus é réu em ação penal sobre corrupção e lavagem de dinheiro. Atualmente, o processo está aguardando a apresentação de resposta preliminar pela defesa do ex-gerente da Transpetro, preso no dia 21 de novembro de 2017, data da Operação Sothis, a 47ª fase da Lava Jato. No mesmo dia, Soares Vieira, alvo de mandado de busca e apreensão, prestou depoimento à Polícia Federal.

O empresário afirmou que Antonio de Jesus, seu ex-sócio na JRA Transportes, recebia pagamentos de empresas contratadas por subsidiárias da Petrobras sem ter prestado serviço algum. O Ministério Público Federal chegou a pedir que ele também fosse preso temporariamente, o que foi negado por Moro, que se limitou a bloquear os bens de Vieira.

A Procuradoria suspeita que o ex-gerente e seus familiares tenham operacionalizado o recebimento de 7 milhões de reais em propinas pagas pela empresa NM Engenharia, entre setembro de 2009 e março de 2014, para a transportadora. Graças ao depoimento de José Roberto Soares Vieira,  o MPF pôde rastrear pagamentos de 2,3 milhões de reais para José Antonio de Jesus.

Além da NM Engenharia, José Roberto Vieira revelou à Polícia Federal que outras prestadoras de serviços de subsidiárias da Petrobras faziam pagamentos à JRA, como foi o caso da Meta Manutenção. De acordo com Vieira, os pagamentos da Meta eram ainda maiores do que os da NM Engenharia, alvo da Lava Jato 47, e nunca houve prestação de serviços.

O QUE O AFEGANISTÃO TEM A VER COM A EPIDEMIA OPIOIDE DOS ESTADOS UNIDOS? - Epidemia de heroína nos EUA: 'Quando não eram brancos a morrer, não era assunto de Estado'


O QUE O AFEGANISTÃO TEM A VER COM A EPIDEMIA OPIOIDE DOS ESTADOS UNIDOS? - Epidemia de heroína nos EUA:

UMA FALSA GUERRA - UM FALSO PROBLEMA - UM FALSO OBJETIVO, que os "Judeus Sionistas de Israel", ludibriam os EUA e o mundo todo. Nunca houve terroristas no Afeganistão e nem Bin Laden derrubou as "Torres Gêmeas" em 11 de setembro, eles mesmos implodiram as torres, quando "STEVEN SPIELBERG" fez um roteiro espetacular para justificar o ataque ao Afeganistão e ao Iraque, do Iraque roubam o "Petróleo" e do Afeganistão roubam a "Heroína" que o país produz, algo em torno de 150 bilhões de doses anuais que rendem aos Judeus no tráfico internacional, nada menos que 15 trilhões de dólares anuais, e usam os aviões militares como "MULA" para carregar e distribuir a droga, segurança absoluta, eis aí o motivo real da invasão do Afeganistão, e ainda danificam e explodem seus próprios armamentos, para que os EUA comprem novas armas que eles mesmos fabricam, levando os americanos a gastos extratosféricos e impagáveis, no frigir dos ovos, os EUA ficam com as despesas e os prejuízos e os Judeus ficam com os lucros.
Heroína em uma colher, seringa e acendedor

Epidemia de heroína nos EUA: 'Quando não eram brancos a morrer, não era assunto de Estado'


CC0 / Pixabay


Nova York processou judicialmente sete companhias farmacêuticas e três distribuidores de medicamentos. A cidade exige uma compensação de ao menos 500 milhões de dólares (1,5 bilhão de reais) de despesas causadas pela dependência.
De acordo com as estatísticas divulgadas pelo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, na cidade morrem mais pessoas por causa de sobredosagem do que na sequência de acidentes de trânsito. Mais de 27 milhões de cidadãos abusam de opiáceos por todo o país.


Na entrevista à Sputnik Mundo, o jornalista argentino Nicolás Ayala, que investigou a epidemia de heroína no país, explicou que, como qualquer fenômeno social, esse problema não pode ser examinado de um só lado. Mesmo assim, segundo ele, o papel da indústria farmacêutica nos anos 90 foi enorme no aparecimento desse problema. 

"Durante esse período nos EUA a indústria farmacêutica quase não estava regulada. Propuseram uma 'revolução na questão da dor'. Se alguém tinha uma entorse de um pé e ia ao médico, este receitava uma grande quantidade de opioides da classe farmacêutica que eram muito aditivos. A maior parte do consumo atual de heroína surge desse modo, através da medicina", disse Nicolás Ayala.

O jornalista adicionou que, uma vez que o Estado se deu conta do seu erro e quis regular as vendas desses remédios, isso somente complicou as coisas. "Havia uma geração inteira que ganhou dependência de comprimidos e um dia os tiraram, o que provocou o aparecimento de um mercado paralelo nas ruas da cidade, e lá era possível encontrar alguma coisa mais barata, por exemplo, heroína", explicou ele.

Em outubro do ano passado, o presidente norte-americano Donald Trump decidiu declarar a situação de emergência na área de saúde pública. Ayala precisou que o que ele declarou não foi o estado de emergência para lutar contra a crise de opioides, o que lhe daria acesso a 23 bilhões de dólares (72 bilhões de reais). Em vez disso, ele declarou a emergência na saúde pública, que lhe deu acesso a somente 53 mil dólares (167 mil reais). "Ele assinou o documento perante as câmaras e nada mais", acrescentou o jornalista.
A indústria farmacêutica nos EUA é aquela que gasta mais dinheiro em ações de lobby no Congresso. Por exemplo, em 2016 gastou quase 250 milhões de dólares (788 milhões de reais) para promover seus interesses.


Nicolás Ayala indica o que ele chama de "fórmula de catástrofe": enquanto as corporações impõem as leis, os casos mortais vão continuar e os partidos políticos vão permanecer no poder porque são financiados pelas corporações.

Se nos anos 80 se tratava da dependência de drogas entre a população afro-americana e latina, hoje em dia a situação mudou – as vítimas desta epidemia são as classes rurais brancas, diz o jornalista.

"Quando não eram brancos a morrer, não era um tema de Estado", disse Nicolás Ayala. Ele também esclareceu que a epidemia é mais típica das regiões onde as pessoas estão envolvidas em difíceis atividades físicas, como minas ou trabalhos agrícolas.

Em um país como os EUA, as questões raciais impactam muito as relações sociais. Por exemplo, o Centro para a Prevenção e Controle de Enfermidades (CDC, na sigla em inglês), relatou que os médicos são mais propensos a prescrever opioides aos brancos do que aos latinos ou afro-americanos.

Isto tem a ver com os preconceitos raciais, segundo os quais as pessoas acham que os brancos vão usar os medicamentos para se tratar, enquanto os outros os vão vender no mercado paralelo. "Isto é como um racismo ao contrário, os brancos sofrem por as outras raças serem discriminadas", concluiu o jornalista.

SAFADEZAS, HIPOCRISIA E DROGAS - Por que a maconha, menos prejudicial que o álcool, é proibida?


NÃO LEGALIZAM PORQUE MUITA GENTE VAI PERDER SEU GANHA-PÃO, OU SEJA, OS SENADORES "ZEZÉ PERRELA E AÉCIO NEVES" PERDERIAM MUITO, E SEUS HELICÓPTEROS FICARIAM NOS HANGARES SEM TER O QUE FAZER, ALGUNS CHEFES E COMANDANTES DE POLICIAS DIMINUIRIAM SUAS RECEITAS, ASSIM COMO ADVOGADOS, PROMOTORES E JUÍZES FICARIAM "COÇANDO O SACO", INCLUSIVE MÉDICOS, HOSPITAIS, ENFERMEIROS E PERITOS REDUZIRIAM SEUS AFAZERES EM 60%, PORQUE É ESTE O PERCENTUAL DAS MORTES VIOLENTAS NO BRASIL RELACIONADAS ÀS DROGAS. E, EM ESPECIAL A SITUAÇÃO DE BRASÍLIA ESTE PERCENTUAL É ACIMA DA MÉDIA NACIONAL, ATINGINDO 63%... E ATÉ O PARAGUAI SERIA ATINGIDO, NÃO TERIA MAIS PRA QUEM VENDER ARMAS CLANDESTINAS, E MUITOS POLÍTICOS FICARIAM SEM RECEBER CONTRIBUIÇÕES, COMO SE VÊ, A LEGALIZAÇÃO GERARIA UM PREJUÍZO ENORME PRA MUITA GENTE, MAS A POPULAÇÃO SERIA BENEFICIADA, E QUEM LIGA PRA POPULAÇÃO? -- NINGUÉM...
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O interlúdio político e a distância da Paulicéia descontrolada – encontro-me em visita a Teresina, Piauí, no momento em que escrevo – oferecem possibilidade de uma reflexão curiosa sobre a cultura brasileira. De onde vêm essas correntes de opinião tão estridentes e poderosas que conseguem impor seus menores caprichos ao conjunto da sociedade?

Caso fosse vital para a esta sociedade que o poder do indivíduo de tomar determinada decisão de caráter pessoal fosse retirada dessa esfera privada e transferida para a comunidade, poder-se-ia entender esse contingente amplamente majoritário dos brasileiros que se opõe à legalização da maconha. Contudo, a decisão individual de usá-la não afeta a ninguém mais do que àquele que a toma. Então por que maioria dos brasileiros não aceita que a maconha seja liberada no país, assim como o álcool?

A liberação da maconha é defendida abertamente por políticos tão diferentes quanto Fernando Henrique Cardoso e Lula. O uso recreativo é liberado em algumas partes dos Estados Unidos e até aqui ao lado, no Uruguai. Os efeitos da erva são infinitamente mais leves que os do álcool.

Há mais argumentos pró-liberalização. A tomada de controle por empresas privadas do comércio da substância geraria impostos e inviabilizaria fabricação paralela por piratas. Assim como as pessoas preferem determinadas marcas de cerveja, vinho ou uísque, acabariam preferindo determinadas marcas de maconha.

Não duvidem da capacidade criativa dos publicitários. Logo, logo a erva seria apenas mais um produto, com nicho de mercado e níveis optativos de qualidade – que seriam todos superiores aos atuais, pois traficantes não têm regras de higiene, pureza e tantas outras que passariam a proteger o consumidor em caso de a maconha vir a ser fabricada em escala industrial.

Não existe um argumento lógico para ser contra a liberação da maconha. Talvez não afetasse muito os “negócios” dos traficantes no médio e longo prazos, pois eles substituiriam a maconha por outra coisa. Mas, no curto prazo, iria produzir um forte prejuízo, pois há toda uma “indústria” do tráfico voltada para o comércio ilegal de maconha e ela estaria em funcionamento sem ter onde colocar sua “produção.

Aliás, o “proibicionismo” em relação à maconha vai adquirindo um caráter tão arcaico que em país socialmente mais desenvolvidos o apoio à liberação da substância vem crescendo, como na Alemanha. Há cerca de uma semana, o Partido Liberal Democrata (FDP) alemão votou, com ampla maioria, a legalização da maconha.

Mais uma vez, então, a pergunta se torna obrigatória: por que, cargas d´água, essa maioria tão sólida dos brasileiros não aceita, de jeito nenhum, a liberação da substância?

No sábado 23, em São Paulo, segundo o noticiário, cerca de 4 mil pessoas marcharam da avenida Paulista até o Centro Velho da cidade em apoio à legalização da maconha. Essas “marchas da maconha” são quase sempre protagonizadas por jovens, mas todos sabem que o uso recreativo da substância é disseminado por todas as classes sociais, regiões do país e faixas etárias.

Os mais velhos e mais empregados acabam resistindo mais a defender uma prática que, no Brasil, “queima o filme”. Uma pessoa que participe de marcha da maconha e poste fotos de sua participação no Facebook corre o risco de não conseguir emprego ou até perdê-lo. Isso sem falar em reflexos com seu círculo de relações sociais, caso não seja tão “liberal”.

Mas se você bebe até ficar falando “mole” e andando em ziguezague, mesmo o mais conservador dos conservadores dará um sorrisinho cúmplice e comentará que você passou “um pouco” da conta – muitas vezes, mesmo que entre em um veículo e saia dirigindo. Por que? Porque “todo mundo” bebe; uns mais, outros menos.

Uma pesquisa de opinião recente, porém, explica, com razoável margem de sucesso, por que a sociedade brasileira prefere manter o uso da maconha quase que como evidência de que o usuário é alguma espécie de pervertido, irresponsável, capaz de fazer, do nada, as maiores barbaridades. As pessoas estão desinformadas sobre a maconha. Acalentam conceitos ultrapassados e distorcidos, fortalecidos por chavões que repetem pavlovianamente.

Em setembro do ano passado, em plena campanha eleitoral, pesquisa Ibope revelou que 79% dos eleitores brasileiros eram contra a descriminalização da maconha e apenas 17% eram favoráveis. Um placar semelhante envolveu a questão do aborto: 79% eram contrários à legalização e 16%, a favor. A maioria — ainda que por margem não tão larga — também rejeitava o casamento gay: 53% a 40%.

Como se vê, uma maioria avassaladora dos brasileiros faz questão de manter controle sobre questões da esfera privada de decisão do indivíduo. As pessoas poderem fumar maconha, fazer aborto ou oficializarem relação amorosa com pessoas do mesmo sexo é uma decisão pessoal que a maioria do nosso povo quer manter como decisão coletiva sobre a vida íntima de cada um.

O Senado Federal divulgou dados mais aprofundados sobre a opinião dos brasileiros relativa à maconha. Esse estudo mostra de onde vem essa posição equivocada da maioria: da desinformação. As pessoas pensam, por exemplo, que maconha faz mais mal do que o álcool. E a maioria esmagadora não conhece ninguém que usa maconha – ou pensa que não conhece, pois quem usa não revela.

Confira, abaixo, os gráficos

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Alguns dirão que a questão da maconha é lateral. O Brasil pode muito bem conviver com isso. Liberar a maconha não vai acabar com o tráfico. Só que é bem diferente.

Enquanto a maconha não for liberada, as pessoas continuarão procurando bocas-de-fumo, onde outras drogas acabarão lhes sendo empurradas. E ainda correrão risco ao se relacionarem com criminosos.

Mas se mesmo assim você achar que a discussão sobre a liberação da maconha não é tão importante, entendamos que essa postura sobre o uso da substância se insere em um contexto bem maior.

A mesma forma de ver as coisas que leva as pessoas a quererem manter a maconha ilegal as leva a rejeitar, por exemplo, que uma mulher que não tem condições físicas, mentais, financeiras ou todas juntas para ter um filho possa interromper uma gravidez que agravará os problemas sociais do país não só para quem terá o filho, mas para este, pois nascerá sem ninguém que cuide responsavelmente de si e acabará jogado pelas ruas, onde a chance para pular para o crime ou para a mendicância será imensa.

A ignorância tem um alto custo para o país. Sobrecarrega o sistema público de saúde, cria barreiras sociais injustas e fornece ambiente para o cometimento de crimes (tráfico e execuções de aborto malfeitas). O atraso cultural é tão ou mais danoso que o tecnológico.


O ideal seria que os poderes constituídos empregassem o sistema educacional para dar às próximas gerações uma visão mais atualizada do mundo, mas, olhando para as forças políticas que hoje controlam o Legislativo e boa parte do Judiciário, as esperanças escasseiam. O Brasil terá que trabalhar muito para trazer essa maioria de seu povo para o século XXI.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

ISRAEL SENTA EM CIMA DO PRÓPRIO RABO E APONTA O RABO DOS OUTROS - Embaixador israelense na ONU: Irã financia 82 mil combatentes na Síria


ENQUANTO ISSO ISRAEL FINANCIA O TERRORISMO NO MUNDO INTEIRO


A MAIORIA DOS COMPONENTES TERRORISTAS SÃO EUROPEUS E AMERICANOS

Refugiados sírios observam fumaça decorrente de ataque dos terroristas do Estado Islâmico contra a cidade de Kobani(Ali Sahin TPX/Reuters)
QUEM OU O QUE É O "ESTADO ISLÂMICO"?  -- São grupos de mercenários terroristas, sob o comando da "CIA" e do "MOSSAD", patrocinados pelo "Judaico Sionismo de Israel". De Islâmico só tem o nome, pois eles só atacam a população civil muçulmana, e de preferêmcia - mulheres e crianças do Iraque e da Síria, e contam com a mídia dos Judeus Sionistas para driblar a opinião pública mundial!



JUDEUS SIONISTAS DOS EUA são responsáveis pela  criação do grupo de mercenários terroristas denominado "Estado Islâmico", assim como criaram também o "Taliban". Além da grave situação humanitária no país, a produção de drogas no Afeganistão aumentou 50 vezes e continua aumentando como resultado da operação dos EUA, já tinha declarado o Serviço Federal de Controle de Drogas da Rússia.
Leia mais:http://br.sputniknews.com/mundo/20150617/1321281.html#ixzz3eEtsGoIo, o "Taliban" que atua no Afeganistão acobertando o narcotráfico de "Heroína"(150 BILHÕES DE DOSES ANUAIS), a guerra ao terror é só pra inglês ver, criaram também o "Boko Haram na África para tentar tomar o petróleo dos nigerianos e as minas de diamantes na "República Centro Africana"

Enquanto isso, ultimamente surgiram documentos que provam que a inteligência americana previu a criação de um califado islâmico nos territórios do Iraque e Síria mas continuou na mesma a apoiar os grupos islamistas violentos na Síria com o objetivo de derrubar o regime do presidente Bashar Assad. Ele próprio(OBAMA), por sua vez,
 
declarou que o grupo foi criado no Iraque “sob a supervisão dos norte-americanos 'CIA" E "MOSSAD"”. Ainda de acordo com ele, o grupo “veio do Iraque para a Síria porque o caos é contagioso”. Além disso, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas do Irã, general Hassan Firuzabadi, acusou por sua vez os Estados Unidos de fornecerem armas ao Estado Islâmico.
Iran's President Hassan Rouhani, top center, reviews army troops marching during the 37th anniversary of Iraq's 1980 invasion of Iran, in front of the shrine of the late revolutionary founder, Ayatollah Khomeini, just outside Tehran, Iran, Friday, Sept. 22, 2017

Embaixador israelense na ONU: Irã financia 82 mil combatentes na Síria

© AP Photo/ Ebrahim Noroozi

O enviado de Israel à ONU Danny Danon disse que o Irã controla uma força de 82 mil combatentes na Síria: 60 mil soldados sírios; 10 000 milicianos xiitas do Afeganistão, do Iraque e do Paquistão; 9.000 membros da milícia libanesa alinhada pelo Hezbollah e 3.000 homens da Guarda Revolucionária Iraniana.

Danon disse que o Irã gastou US $ 35 bilhões para treinar e equipar essa força. Ele afirmou que a República Islâmica estava construindo bases de mísseis na Síria, com o objetivo final de transformar o vizinho destruído pela guerra de Israel "na maior base militar do mundo".


Segundo a autoridade, a inteligência israelense obteve essa informação secreta e agora estava compartilhando com o mundo. "Estamos divulgando esta informação secreta porque é vital para o mundo entender que, se fecharmos os olhos na Síria, a ameaça iraniana só crescerá. O Irã está pronto para atacar em um momento", disse ele.

O embaixador acrescentou que a intenção do Irã era desestabilizar a região e ameaçar Israel e o Ocidente. 

"Por que o Irã continua recrutando esses extremistas para serem mortos nos campos de batalha da Síria?", perguntou. 

"Por que o Irã está construindo bases para abrigar esses soldados a longo prazo? A resposta é clara: desestabilizar ainda mais a Síria e a nossa região. Para ameaçar ainda mais Israel e aterrorizar ainda mais todo o mundo livre".

O Irã não faz segredo de sua presença na Síria: o presidente sírio, Bashar Assad pediu a ajuda de Teerã em 2011. Assad é apoiado por membros da Guarda Revolucionária do Irã e por milicianos xiitas desde pelo menos 2013. Cerca de 2.000 membros da Guarda morreram na Síria desde a guerra 


Acordo nuclear

Danon também aumentou a oposição contínua de seu país ao Plano de Ação Conjunta Global (JCPOA), o acordo de armas nucleares entre o Irã, os membros do Conselho de Segurança da ONU e a Alemanha. Enquanto a maioria das Nações Unidas apoia o plano, Israel se opõe fortemente.

"Desde a assinatura da JCPOA em 2015, o Irã só fez aumentar os gastos militares", disse Danon, culpando o abrandamento de sanções, que, na visão do israelense, trouxe folga econômica ao orçamento do país. "Em 2014, 17% dos gastos do governo do Irã foram para as despesas militares. No ano passado, em 2017, esse número aumentou para 22%. Isso resulta em US $ 23 bilhões gastos em mísseis, armas e outras armas de guerra".

Ele também exortou a comunidade internacional a não "permitir que o Irã continue a financiar o terror mundial, prosseguir o seu acúmulo perigoso de armas internas e aumentar sua presença militar no exterior".