sexta-feira, 29 de novembro de 2013

IRÃ - RADAR VISA 100 ALVOS SIMULTÂNEOS E NEUTRALIZA INTERFERÊNCIAS

Nova estação de radar iraniana pode acompanhar 100 alvos simultaneamente

irã

O Irã apresentou uma nova estação radar de fabrico nacional, capaz de acompanhar cerca de 100 alvos simultaneamente e de bloquear as interferências que se utilizam para neutralizar os radares.

O novo radar, de nome Asr, é capaz de detetar alvos a 200 km de distância, tanto aéreos (inclusive mísseis de cruzeiro), como terrestres, cujas dimensões atinjam 4 metros.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A I D S - CIENTISTAS IRANIANOS DESCOBREM CURA DO H I V

Confirmado: Irã descobre cura para a A.I.D.S. 

13.09.2006


O Ministro de Saúde e Educação Médica da Republica Islâmica do Irã confirmou ontem que uma equipa de cientistas deste país descobriram uma cura para a A.I.D.S. revelado na semana passada pelo jornal PRAVDA.Ru, baseado em informações do Ministério.
O Ministro, Kamran Baqeri Lankarani, declarou em Isfahan numa conferência de imprensa à margem da 53ª Comissão Regional da OMS para o Mediterrânea Oriental, que a descoberta tem um efeito que dura durante pelo menos dois anos em doentes que a utilizam durante um período de tratamento de três meses.
O anúncio foi feito depois da confirmação pelo Ministério de testes clínicos em doentes com HIV/AIDS ao longo de dois anos. A vantagem desta terapêutica é que outros medicamentos, por exemplo os conhecidos ART, são efectivos somente durante o período em que estão a ser administrados.
Kamran Baqeri Lankarani declarou que pode garantir a eficácia dos testes feitos nos doentes no estudo, que dois anos depois do tratamento, continuaram sem sinais da progressão da doença. “Por agora não podemos confirmar que a duração dos efeitos deste medicamento seja para a vida inteira mas podemos garantir uma eficácia de dois anos,” disse o Ministro.
Timothy BANCROFT-HINCHEY
PRAVDA.Ru
COMENTÁRIOS

  • Nando_avlis 




     O problema agora é financeiro. Qual laboratório farmacêutico vai aceitar parar de faturar seus bilhões com os medicamentos eletivos para vender um remédio que cura a doença que os sustentam?


      Imagem
    • Professor Jesus 




      O receio é de que essa nação venha, também, a ser destruida pelos interesses econômicos das grandes potências (como se ameaça), como o foi a Líbia, o país mais desenvolvido da África. Isto não é novo. Temos exemplos antigos, o Paraguai destruido pela Tríplice Aliança a serviço do judaico sionismo inglês, as reduções jesuíticas do Prata, maravilha de desenvolvimento humano que mereceu elogios do insuspeito Voltaire  e de quantos as visitaram e deixaram livros sobre isto (século XVIII)... o Haiti reduzido ao que é hoje... É crime tomar caminho próprio.


      IRÃ - ACORDO FAZ EMERGIR UMA POTÊNCIA REGIONAL OU SERIA A GUERRA

      Por que o acordo com o Irã é bom

      26.11.2013 | Fonte de informações:

      Pravda.ru

      Por que o acordo com o Irã é bom. 19286.jpeg

      O ministro do Exterior do Irã, Mohammad Javad Zarif (à esq.), cumprimenta o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, durante as negociações em Genebra.

      Teerã emergiu como potência regional e, se um novo status quo não for definido na mesa de negociações, será obtido pela guerra


      por José Antonio CartaCapital online

      Um dia depois do anúncio de que as potências mundiais chegaram a um acordo preliminar com Teerã a respeito do programa nuclear iraniano, a diplomacia dos Estados Unidos tem gastado boa parte de seu tempo para defender o resultado das negociações.
      De Israel, dos países do Golfo e de dentro do Congresso norte-americano surgiram diversas críticas pesadas, entre as quais a de que o acordo é um "erro histórico" e transpareceu a "fraqueza" de Washington diante dos aiatolás. Barack Obama, seu secretário de Estado, John Kerry, e outros integrantes do governo insistem que o acordo é interessante não só para os EUA mas também para seus aliados no Oriente Médio, e, desta vez, estão certos.

      Todas as críticas feitas ao acordo eram previstas. Em Israel, a impressão é a de que os interesses do país foram deixados de lado nas negociações de Genebra. O compromisso firmado na Suíça é retratado como uma vitória do Irã e uma derrota dos israelenses, em particular do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o líder mais vocal na condenação ao Irã. Reforça esse sentimento de traição o fato, revelado pelo site Al-Monitor, de que Washington e Teerã vinham negociando um acerto secretamente, antes mesmo de Rossam Rouhani ser eleito presidente do Irã, o que ampliou as possibilidades de acordo. Israel, ao que parece, não tinha conhecimento dessas conversas.

      A indignação israelense deve ser ponderada, entretanto, pois a retórica bélica de Netanyahu tem objetivos claros: internamente, ela é usada para reforçar o poder do premiê na política local; externamente, é uma forma de pressão para forçar os Estados Unidos a cessarem o projeto atômico iraniano. Não há dúvidas de que Netanyahu prefere viver ao lado dos EUA o pesadelo de um confronto com o Irã a fazê-lo sozinho.

      Nos países árabes, o sentimento de traição também está presente. O governo da Arábia Saudita permanece em silêncio até agora. Bahrein e Emirados Árabes Unidos elogiaram moderadamente o acordo. Nos bastidores, entretanto, é certo o temor. Os países do Golfo, em especial a Arábia Saudita, temem o expansionismo iraniano, de forma mais intensa até do que Israel. A presença de minorias xiitas nesses países, e o temor de que elas sejam manipuladas pelo Irã e provoquem instabilidade, assusta as famílias reais locais. A sensação de terem sido deixados para trás pelos Estados Unidos na disputa contra o Irã é grande nos países do Golfo: ela se tornou clara desde setembro, quando Washington desistiu da intervenção na Síria, campo de batalha principal para a disputa por influência entre a Arábia Saudita, sunita, e o Irã, xiita, que vem se intensificando nos últimos anos.

      As acusações de fraqueza contra Obama feitas pelos congressistas norte-americanos, republicanos e democratas, também eram esperadas. O ceticismo tem diversas explicações, mas duas se destacam. Não há dúvidas de que o acordo com o Irã é uma aposta arriscada. Para um deputado ou um senador que em breve vai disputar uma eleição é muito mais interessante deixar o fardo com a Casa Branca do que colocar seu peso político sobre uma negociação cujo desfecho é incerto. Em segundo lugar, o Congresso é muito mais suscetível ao lobby de Israel e da Arábia Saudita do que o Executivo. Obama e seus auxiliares precisam pesar não apenas o que é mais interessante para seus aliados, mas também para os EUA. O acordo preliminar feito em Genebra indica a direção correta.

      Na relação entre os Estados Unidos e o Irã, a alternativa para a diplomacia é a confrontação. Sem diálogo, Washington precisaria impor mais sanções e bloqueios ao Irã e, em último caso, atacar o país dos aiatolás até destruir todas suas instalações nucleares, um desfecho que talvez não seja possível sem uma ocupação. Um ataque não seria simples, mas exigiria um esforço colossal por parte dos Estados Unidos e de seus aliados e intensificaria ainda mais o conflito entre Arábia Saudita e países do Golfo (com o inusitado apoio de Israel) contra o Irã, o grupo libanês Hezbollah e o regime de Bashar al-Assad na Síria. Não há dúvidas de que esse cálculo foi feito pela Casa Branca quando Obama decidiu recuar na Síria.

      Ao se engajar num diálogo com o Irã, a administração Obama dá uma chance para a diplomacia. É uma oportunidade que, se não for aproveitada agora, provavelmente não vai surgir em muitos anos. Rouhani é um líder conservador, mas parece disposto a chegar a um acordo razoável com Washington e seus aliados. Por enquanto, o presidente iraniano conta com o apoio do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, mas a linha-dura do regime está à espreita, aguardando um fracasso do diálogo para retomar o poder, o que inviabilizaria a continuidade das negociações.

      Nos próximos seis meses, período em que as potências e o Irã devem tornar o acordo nuclear preliminar em definitivo, todas as forças contrárias ao diálogo vão agir contra ele. Ocorre que a mesa de negociações é o melhor lugar para o mundo compreender um fato irremediável, que não se manifesta apenas com o programa nuclear iraniano. Com o fim da União Soviética na década de 1990 e a derrubada de Saddam Hussein (no Iraque) e do Taleban (no Afeganistão) na década de 2000, o Irã se tornou uma potência regional e não vai aceitar ser menos do que isso. Ou os Estados Unidos e seus aliados buscam um entendimento aceitável com Teerã agora ou precisarão deflagrar uma guerra regional para obter um novo status quo. Para a economia mundial e para os milhares de soldados e civis que inevitavelmente perderiam suas vidas nesse conflito, é melhor que isso ocorra pela via pacífica.

      http://www.iranews.com.br/noticia/11208/por-que-o-acordo-com-o-ira-e-bom

      terça-feira, 26 de novembro de 2013

      TELECOMUNICAÇÕES - CUBA FAZ O QUE O BRASIL DEVERIA TER FEITO

      O SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL FOI RECEPTADO POR 12 BILHÕES DE DÓLARES E VALE MAIS DE 1 TRILHÃO DE DÓLARES, DAS DUAS UMA, OU "FHC" É BURRO OU DESONESTO, E BURRO ELE NÃO É!

      Monopólio estatal de telecomunicações de Cuba permitirá venda de serviçosSegundo a empresa estatal, os agentes poderão ofertar "serviços de chamadas telefônicas locais e de longa distância nacional e internacional do telefone da casa do agente"

      Publicação: 25/11/2013 18:53 Atualização:

      O monopólio estatal das telecomunicações de Cuba, Etecsa, permitirá que trabalhadores privados comercializem serviços à população, anunciou a empresa nesta segunda-feira (25/11).

      Trata-se da figura de agente de comunicações, aprovada pelo governo, entre as pouco mais de 200 profissões que podem ser exercidas por conta própria.

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      Segundo a empresa estatal, os agentes poderão ofertar "serviços de chamadas telefônicas locais e de longa distância nacional e internacional do telefone da casa do agente".

      Também serão responsáveis por "venda e recarga de cartões pré-pagos de telefonia fixa, telefonia móvel e acesso à internet", assim como "cobrança da conta telefônica".

      A medida ajudará a descongestionar as abarrotadas oficinas comerciais da Etecsa.

      Os agentes, que deverão ter licença e pagar impostos, ganharão "uma comissão pelos serviços prestados", que a empresa pagará.

      Mais de 436.000 cubanos são trabalhadores autônomos com licença estatal em Cuba, após reformas lançadas pelo presidente Raúl Castro para atualizar o esgotado modelo econômico de viés soviético da ilha.

      segunda-feira, 25 de novembro de 2013

      IRÃ X EUA - DIRIGENTES COMBATEM A GUERRA COM A PAZ - SIONISMO DERROTADO


      ISRAEL FICOU DE FORA DAS NEGOCIAÇÕES SECRETAS, JUDEUS SENTEM-SE TRAÍDOS. 

      Acordo nuclear: primeiro grande êxito da nova diplomacia iraniana
      As relações foram retomadas em novembro com a nomeação de encarregados de negócios não residentes


      Publicação: 25/11/2013 18:58 Atualização:

      A ofensiva diplomática lançada pelo presidente iraniano, Hassan Rohani, alcançou em apenas cem dias de governo resultados espetaculares, com a assinatura de um acordo nuclear com as grandes potências, que abriu perspectivas inesperadas no Oriente Médio.

      O acordo, válido por seis meses, limita as capacidades de enriquecimento de urânio e o desenvolvimento do programa nuclear iraniano, em troca de um levantamento "limitado e reversível" das sanções e a libertação de uma parte dos recursos iranianos congelados no sistema financeiro internacional.

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      Segundo Afshon Ostovar, especialista do Irã no Centro Americano de Pesquisas (CNA), o texto reflete o esperado por Rohani de forma "realista" nas três rodadas de negociações desde meados de outubro com o grupo 5+1 (Estados Unidos, China, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha).

      O presidente iraniano, considerado um moderado, e seu ministro de Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, um diplomata aguerrido, "sabiam o que podiam obter ao negociar com os ocidentais, e o que não obteriam", afirmou Ostovar, reforçando a importância do apoio do guia supremo, aiatolá Khamenei, para a política de Rohani.

      Hassan Rohani assumiu funções no começo de agosto depois de ter vencido no primeiro turno as eleições de meados de junho. Apoiado por moderados e reformistas, prometeu reativar o diálogo com o Ocidente para por um fim à crise nuclear e também com as monarquias sunitas do Golfo.

      No fim de setembro, na Assembleia Geral da ONU, sua primeira grande viagem internacional, prometeu "fornecer a garantia" de que o programa nuclear de Teerã, do qual os ocidentais suspeitam que busque fabricar a bomba atômica, era puramente pacífico.

      Rohani também condenou o Holocausto, enquanto seu antecessor, Mahmud Ahmadinejad, o tinha qualificado de "mito".

      Por último, rompeu um tabu ao telefonar para o colega americano, Barack Obama, algo inédito desde a Revolução Islâmica de 1979. Chegou até a mencionar a possibilidade de uma abertura entre Teerã e Washington, que romperam relações diplomáticas há 34 anos.

      Em Nova York, Zarif também quebrou um paradigma ao se reunir com o secretário de Estado dos EUA, John Kerry.

      A aproximação do "Grande Satã" americano despertou a ira dos intransigentes do regime e o guia supremo o repreendeu, mesmo ao reiterar sua confiança no presidente, qualificando uma parte da viagem como "deslocada".

      No entanto, um alto funcionário americano revelou neste domingo a existência de várias reuniões diplomáticas secretas entre os dois países inimigos desde setembro.

      "Tivemos tantas conversações com os iranianos desde a eleição do presidente (Hassan) Rohani", em junho, disse este encarregado que pediu para ter sua identidade preservada. Estas reuniões "limitadas" eram destinadas a "reforçar as negociações no âmbito do grupo 5+1", acrescentou.

      Segundo o analista Mustafá Alani, do Centro de Pesquisas do Golfo, com sede em Genebra, os contatos começaram em 2010 e eram celebrados no sultanato de Omã, considerado um mediador de confiança.

      As monarquias sunitas do Golfo, inquietas com a vontade do Irã xiita de se tornar novamente um ator regional maior, "estavam a par das negociações, mas não de seu conteúdo".

      Hassan Rohani buscou também renovar os laços com os países europeus, reunindo-se em particular com seu colega francês, François Hollande, em Nova York. A última entrevista neste nível ocorreu em 2005.

      Ele também falou por telefone com o premier britânico, David Cameron. As relações entre os dois países estavam congeladas desde o final de 2011. Londres tinha fechado a embaixada iraniana depois do saque dos locais diplomáticos britânicos em Teerã.

      As relações foram retomadas em novembro com a nomeação de encarregados de negócios não residentes.

      A diplomacia iraniana tenta também melhorar suas relações com as outras potências regionais, como Turquia e Arábia Saudita.

      IRÃ - OBAMA DEFENDE A PAZ, PARA DESESPERO DE ISRAEL QUE QUER A GUERRA


      ISRAEL QUER A GUERRA PORQUE NÃO SÃO ELES QUE BANCAM, FICA FÁCIL FAZER GUERRA E O CONTRIBUINTE AMERICANO PAGAR A CONTA. OBAMA ESTÁ AGINDO CORRETAMENTE, POIS O DÉFICIT DOS EUA, JÁ PASSOU DOS 17 TRILHÕES DE DÓLARES, QUASE 4 X O PIB YANQUE, SE OS JUDEUS QUEREM GUERRA, QUE ARQUEM COM AS DESPESAS.
      Barack Obama, presidente, euaObama defende via diplomática para negociações com Irã

      Publicação: 25/11/2013 20:59 Atualização:

      São Francisco - O presidente americano, Barack Obama, defendeu nesta segunda-feira (25/11) o desempenho de seu governo nas negociações com o Irã sobre o tema nuclear, afirmando que dar um soco na mesa seria "fácil", mas não garantiria a segurança do país.

      "Não podemos fechar a porta para a diplomacia, e não podemos descartar de antemão soluções pacíficas para os problemas do mundo", defendeu o presidente americano, em discurso proferido em São Francisco (oeste do país), ao se referir ao acordo alcançado com a República Islâmica sábado em Genebra.

      O acordo foi criticado por muitos adversários republicanos.Junto com as grandes potências do 5+1 (grupo formado por Estados Unidos, Rússia, China, França, Grã-Bretanha e Alemanha), o Irã concordou em limitar suas ambições nucleares, em troca do alívio nas sanções econômicas.

      "Quando fui candidato à presidência pela primeira vez, eu disse que haviam chegado os tempos de uma nova liderança e de se deixar para trás uma década de guerras", lembrou Obama, no início de um discurso sobre a reforma migratória, uma de suas principais bandeiras.

      "Acredito no que um dia disse o presidente (John F.) Kennedy: 'não negociemos porque temos medo, mas nunca tenhamos medo de negociar'", afirmou."Essa diplomacia, apoiada por sanções sem precedentes impostas ao Irã, desembocaram nos avanços que pudemos observar neste fim de semana", completou Obama.

      "Nos próximos meses, continuaremos nossos esforços diplomáticos para chegar a uma solução que trate da ameaça do programa nuclear iraniano de forma definitiva", prometeu."Se o Irã aproveitar essa oportunidade e decidir se unir à comunidade internacional, então poderá reduzir a desconfiança que existe há tantos anos entre nossos dois países", manifestou o presidente.

      "Falar com dureza e alardear talvez seja fácil do ponto de vista político, mas não é o que temos de fazer para nossa segurança", esclareceu Obama, rebatendo as críticas de congressistas americanos conservadores, que consideram o acordo muito condescendente com o Irã. "Esses avanços e as possibilidades que se abrem nos lembram o que é possível quando os Estados Unidos têm a coragem de estar na ponta, não apenas recorrendo à força, mas graças à nossa diplomacia e ao nosso compromisso com a paz", disse.

      HAITI - UE ENVIARÁ AJUDA QUE IRÁ PARAR NA MÃO DAS ONG`S, AOS HAITIANOS NADA

        

      União Europeia dedica 18 milhões de euros em ajuda ao Haiti

      haiti

      A União Europeia, através do seu departamento de ajuda humanitária, apresentou, na segunda-feira, em Port-au-Prince a sua estratégia de resposta às necessidades humanitárias do Haiti para 2014, a qual inclui um orçamento provisório de 18 milhões de euros.

      A apresentação foi realizada na presença das agências das Nações Unidas, organizações não-governamentais e a Cruz Vermelha e o gabinete de Proteção Civil do Haiti.
      A União Europeia estabeleceu que o montante do orçamento disponibilizado seria destinado a aspetos de desenvolvimento do país, explicou Raphael Brigandi, encarregado dos assuntos políticos do bloco europeu no Haiti.

      AIDS(CÂNCER GAY) / ADOLESCENTES / HOMOSSEXUALISMO - TRIPLICA A MORTALIDADE E CONTÁGIO EM 50%

      JUDEUS SIONISTAS NA "ONU" E "OMS" - MASCARAM A REALIDADE SOBRE O AUMENTO DE INFECTADOS, RELATÓRIOS CONTRADITÓRIOS E CONFUSOS, SOBRE A "AIDS"(CÂNCER GAY).




      OS JUDEUS SIONISTAS QUEREM NOS TRANSFORMAR NUM MUNDO DE AIDÉTICOS E ESCRAVOS DOS LABORATÓRIOS PERTENCENTES A ELES.

      A AIDS (CÂNCER GAY), HIV, SOROPOSITIVO - NÃO TEM CURA, É UMA DOENÇA CRÔNICA E LETAL.

      Mais de 2 milhões de adolescentes têm HIV, AIDS OU (CÂNCER GAY). e mortalidade aumenta entre eles



      Mais de 2 milhões de adolescentes em todo o mundo vivem com o vírus do HIV-AIDS(CÂNCER GAY) e a maioria deles não recebe tratamento adequado, o que levou a mortalidade nesse grupo de população aumentar 50% entre 2005 e 2012.



      O dado alarmante chama ainda mais atenção quando se compara com a queda generalizada da mortalidade pelo vírus de imunodeficiência humana (HIV), ou seja, AIDS(CÂNCER GAY), em 30% em todos os grupos de idade desde 2005, segundo dados divulgados hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

      Às vésperas do Dia Mundial de Luta contra a aids(CÂNCER GAY), em 1º de dezembro, a OMS lançou pela primeira vez um guia com recomendações para prevenir o HIV(AIDS-CÂNCER GAY). entre adolescentes e evitar assim novas transmissões do vírus, já que milhões de adolescentes correm o risco de se contagiar.

      O número de adolescentes infectados pelo virus(AIDS)(CÂNCER GAY) cresceu 40% de 2001 a 2012, período em que se passou de 1,5 milhão de infectados de 10 a 19 anos a 2,1 milhões, e o número de mortes por HIV entre eles quase triplicou, ao passar de 38 mil em 2001 para 107 mil ano passado.
      Nesse mesmo período, no entanto, o número de soropositivos entre jovens adultos (de 20 e 24 anos) diminuiu 25%, ao passar de 4,4 milhões de 2001 para 3,3 milhões em 2012; enquanto a mortandade caiu 34%, das 73 mil mortes de 2001 para as 48 mil de 2012.

      Segundo a OMS, um sétimo das novas infecções por HIV -AIDS(CÂNCER GAY) no mundo acontecem durante a adolescência e, frequentemente, as pessoas infectadas não conhecem seu problema.
      Por exemplo, na África Subsaariana, estima-se que apenas 15% dos adolecentes de 15 a 25 anos, são conscientes sua condição de infectados.

      Nessa região, uma das mais afetadas do mundo pela epidemia de aids(CÂNCER GAY), muitos dos bebês que nasceram na década passada infectados agora são adolescentes, "que vivem as mudanças associadas a esta fase com o desafio adicional de uma doença crônica", segundo o diretor do departamento da aids/HIV(CÂNCER GAY) da OMS, Gottfried Hirnschall.

      "Os adolescentes enfrentam pressões sociais e emocionais difíceis, e frequentemente confusas, enquanto passam para a fase, por isso precisam de serviços médicos de prevenção de HIV-AIDS(CÂNCER GAY) adaptados a sua situação", precisou.

      Segundo explicou, os adolescentes têm menos possibilidades de ser submetidos às provas do HIV-AIDS(CÂNCER GAY) que os adultos e necessitam mais ajuda para vigiar sua saúde e seguir com compromisso um tratamento antirretroviral.

      Entre os adolescentes que têm relações homossexuais; os usuários de drogas injetáveis e as vítimas de exploração sexual são os grupos com maior risco de contágio por HIV-AIDS(CÂNCER GAY).

      "Eles enfrentam muitas barreiras, como leis discriminatórias, desigualdade e estigmatização que os impedem de acessar os serviços médicos básicos para detectar, prevenir e tratar o HIV-AIDS(CÂNCER GAY)", denunciou, por sua vez, o chefe dos programas de HIV-AIDS do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Craig McClure.

      "A menos que retiremos essas barreiras, o sonho de uma geração livre de aids será inalcançável", ressaltou.

      Por isso, a OMS e outras agências das Nações Unidas recomendaram aos governos que revisassem suas leis para facilitar aos adolescentes o acesso aos testes do HIV-AIDS(CÂNCER GAY) sem necessidade de consentimento paterno, além de sugerir maneiras para melhorar a qualidade desses serviços de prevenção e apoio ao coletivo.

      Também propõem que os adolescentes sejam incluídos na tomada de decisões a respeito, para conseguir uma nova aproximação à prevenção do HIV-AIDS(CÂNCER GAY) que se adeque às necessidades das pessoas dessa idade; aspecto em que destacaram o caso do Zimbábue como "bom exemplo".