O novo míssil russo Avangard é uma arma hipersônica intercontinental 20 vezes mais rápida do que a velocidade do som, o que torna o sistema de defesa antimíssil dos EUA absolutamente inútil, declarou à Sputnik na quinta-feira (1) o especialista em assuntos militares Aleksei Leonkov.
Mais cedo, o presidente da Rússia Vladimir Putin anunciou que o novo míssil Avangard é capaz de voar nas camadas densas da atmosfera com alcance intercontinental a uma velocidade hipersônica. "Considero isso uma resposta ao sistema de defesa antimíssil que os EUA implantaram na Europa. Os antimísseis norte-americanos, inclusive o Aegis, voam a uma velocidade 5 vezes maior que a do som. Para alcançar um míssil que voa com a velocidade de pelo menos Mach 10 é necessário possuir um antimíssil com velocidade de Mach 15, mas os EUA não têm essa arma, neste caso eles se tornam simplesmente inúteis", disse Leonkov.
"Nenhum sistema de defesa antimíssil poderá interceptá-lo", concluiu.
O especialista explicou que o míssil hipersônico russo tem uma velocidade compatível com a velocidade de satelização, 6 km/s, e também atinge o alvo com extrema precisão.
MADURO DRIBLA TRUMP E AMEAÇA O DOLLAR, CRIANDO SUA PRÓPRIA MOEDA LASTREADA NO PETRÓLEO E NO OURO, POIS A MAIOR RESERVA DE OURO DA AMÉRICA LATINA É DOS VENEZUELANOS - Petro venezuelano: xeque-mate ao dólar?
Receber financiamento sem deixar nenhum dos seus investidores exposto perante os EUA. Parece ser esta a fórmula implementada pela Venezuela através do petro, a primeira criptomoeda lastreada em ativo físico e que torna o país sul-americano o primeiro a romper o cerco das sanções impostas pelos EUA.
O xadrez não é o forte dos EUA, algo que fica descoberto mais uma vez. Nesta ocasião, é Caracas que derruba todas as peças de Washington e se dirige diretamente ao rei. O petro pode ser a primeira de uma série de notícias terríveis para a economia e a geopolítica norte-americanas.
Se tudo correr de acordo com as previsões do governo bolivariano, muitos países que sofrem as consequências das sanções impostas unilateralmente pelos EUA – em muitos casos injustificadamente – e que os privam de obter financiamento ou realizar transações, poderão seguir o caminho marcado por Caracas e desterrar os EUA do cenário dominante da economia global para sempre.
Neste sentido, o especialista em geopolítica petrolífera, Miguel A. Jaimes, explicou à Sputnik Mundo que "os EUA seguem uma política destinada a destruir a via política venezuelana […]
Então, eles sofrem agora um grande revés, a Venezuela reagiu e o mundo deve se preparar e enfrentar o que será a nossa política econômica, que tem uma projeção futura permanente".
Graças ao lançamento do petro, pela primeira vez um país sancionado pelos EUA conseguiu obter financiamento, quebrando todas as barreiras da economia.
"Alguns vão sofrer muitos choques, muitos vão pagar por todos os abusos econômicos, o colapso da nossa economia e de muitas outras economias em todo o mundo. Muitos poderão sofrer os efeitos que eles mesmos geraram. E serão os EUA os principais a sofrer essas grandes consequências", concluiu Miguel A. Jaimes. Em 20 de fevereiro de 2018, Caracas começou a pré-venda da nova criptomoeda, o petro. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou que seu governo se prepara para lançar um novo token de criptografia lastreado em ouro na próxima semana(A VENEZUELA TEM A MAIOR RESERVA DA AMÉRICA LATINA DE OURO EM ESPÉCIE). Vários economistas opinam que o petro representa um golpe duro para os domínios econômico e financeiro dos EUA. Com a nova criptomoeda venezuelana é possível realizar transações diretas sem passar pelas instituições financeiras controladas pelos EUA.
"O dólar está cercado", informam os jornalistas da agência Bloomberg. Segundo eles, o mundo financeiro começou a entender a real dimensão dos problemas económicos dos EUA: o défice público, o aumento da dívida federal e o défice da balança comercial. O analista Ivan Danilov fala sobre o futuro do sistema financeiro dos EUA.
Depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, e seus rivais dos Partidos Republicano e Democrata começarem a discutir o orçamento e o aumento da dívida pública, se tornou evidente que o establishment dos EUA chegou a acordo sobre esse assunto. Em vez da redução das despesas e do défice orçamental, prometida por Trump durante sua campanha eleitoral, foi aprovado um orçamento que prevê um aumento recorde do défice, mais gastos orçamentais e dívida pública.
Os analistas financeiros entendem que a impressão de dinheiro não controlada para amortizar a dívida levará a graves problemas. Entretanto, para as autoridades, os problemas econômicos a longo prazo são secundários frente à possibilidade de resolver seus próprios problemas financeiros e políticos, sublinhou Danilov.
Segundo Mark McCormick, chefe de estratégia de divisas para a América do Norte do Toronto Dominion Bank, as perspectivas do dólar são sombrias. "Se somarmos os défices, veremos um grande número de vulnerabilidades externas para a taxa de câmbio. Estamos em uma situação quando é difícil lidar com esses défices do ponto de vista de fluxos de capitais", disse ele. A agência de classificação de riscos Moody's avisou, por sua vez, que os EUA poderiam perder seu alto perfil de crédito.
"O défice é um verdadeiro risco para o governo, para a situação em Wall Street e para a saúde de toda a economia norte-americana", escreve o jornal Boston Globe.
Um dos problemas mais sérios a curto prazo é o nervosismo da China, principal credor estrangeiro dos EUA, relativamente às ações de Washington na sua política externa, especialmente no campo económico.
Recentemente, a agência de notícias chinesa Xinhua publicou um artigo sob o título "O défice irresponsável de um trilhão de dólares [R$ 3,3 bilhões] dos EUA merece especial atenção".
"Tendo em consideração que a dívida pública já superou 20 trilhões de dólares [R$ 66 trilhões], os EUA quase atingiram a maior dívida em tempo de paz", lê-se no artigo.
O total de títulos norte-americanos em poder de Pequim supera um trilhão de dólares (R$ 3,3 trilhões). Recentemente, os mercados financeiros entraram em sobressalto após ter surgido o rumor de que Pequim planeja reduzir ou até deixar de comprar títulos do Tesouro dos EUA. O mundo financeiro conseguiu lidar com o choque depois da negação oficial das autoridades chinesas. Os senadores e congressistas não param de declarar que, se for necessário, eles podem imprimir mais dinheiro. Entretanto, essa medida apenas aumentaria a pressão sobre a moeda norte-americana.
A Xinhua sublinha que um dia os EUA deveriam pagar suas dívidas. "A varinha mágica não existe. Há apenas uma escolha entre o aumento dos impostos e a redução da dívida pública, ou um equilíbrio entre esses dois métodos. Os investidores ainda têm títulos dos EUA como ativos financeiros seguros, mas o Tio Sam não conseguirá adiar esse problema para sempre", avisou a agência chinesa.
Os problemas econômicos têm um aspecto geopolítico sublinhou Danilov. "Há duas formas tradicionais de anulação das dívidas públicas incomportáveis – a hiperinflação e a guerra. Quanto mais perto os EUA estiverem da hiperinflação, mais atraente para os políticos será a solução militar dos problemas económicos", sublinhou ele. É por isso que os investimentos russos na modernização do exército são um fator chave que permitirá não apenas à Rússia, mas a todo o mundo sobreviver a inevitável crise do sistema financeiro baseado no dólar, concluiu o analista.
O
presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou na segunda-feira (2)
ter descoberto mais uma conspiração da oposição alegadamente destinada a
desestabilizar a situação no país.
"Desvendamos
um plano de um grupo de direita fascista que queria sabotar o sistema
de eletricidade. Tem [no grupo] os mais altos dirigentes da oposição.
Esse grupo será levado à justiça", declarou Maduro falando na televisão
estatal.
O líder venezuelano prometeu que todos os
detalhes da operação contra os conspiradores serão apresentados ao
público pelo vice-presidente, Tareck El Aissami, na terça-feira (3). Ao
mesmo tempo, ele sublinhou que os EUA e a sua embaixada em Caracas estão
por detrás dos conspiradores.
Esta
não foi a primeira conspiração contra as autoridades da Venezuela.
Neste verão, 14 militares foram detidos por organizarem uma rebelião e
por atos de traição no início de abril.
Anteriormente, as autoridades venezuelanas também tinham anunciado
ter descoberto vários complôs contra o presidente do país. Em abril de
2016, o próprio Maduro afirmou que as forças de direita teriam planos de
assassiná-lo pois realizavam treinamentos em campos militares no estado
de Miranda.
Além disso, de acordo com Nicolás Maduro, houve
preparativos e tentativas de assassinato em 2014, durante a sua visita
ao Equador para a cúpula da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL).
Anteriormente, o governo da Venezuela tinha informado que a oposição,
apoiada pelos EUA, estava preparando um plano para eliminar o
presidente. Duas das figuras centrais dessa conspiração eram a
ex-deputada María Corina Machado e outro oposicionista, Diego Arria.
Entretanto, Nicolás Maduro também anunciou ter detido três generais
da Força Aérea do país que alegadamente tentaram organizar um golpe de
Estado militar.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que a Venezuela já recebe ajuda militar russa há 15 anos, agradecendo, nessa conexão, ao líder "do novo mundo" russo, Vladimir Putin.
Nicolás Maduro está em Moscou para participar do Fórum Internacional Semana da Energia da Rússia.
"Não temos que pedir ajuda [militar] da Rússia, já a temos faz 15 anos", declarou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante seu discurso no fórum em Moscou.
O líder venezuelano destacou as "relações de respeito e admiração mútua", estabelecidas entre ambos os países pelos presidentes Hugo Chávez e Vladimir Putin. "Fui testemunha da amizade, da admiração mútua, da sintonia no pensamento, da química entre os dois, e essa amizade continua", afirmou.
Ao mesmo tempo, o presidente recordou que antes "todo o armamento da Venezuela vinha dos EUA.". No entanto, Caracas recebeu "um bloqueio" no campo militar por parte de Washington, que "nunca foi declarado, mas sim aplicado".
"Desde esse momento, o comandante Chávez abriu o caminho de cooperação com a indústria militar russa", destacou Maduro e agradeceu a Putin "por apoiar a Venezuela, a América Latina e o Caribe".
"O verdadeiro líder do novo mundo em formação e do mundo em que queremos viver, é Vladimir Putin", confirmou o presidente da Venezuela.
Além disso, o presidente venezuelano sublinhou que graças às "extraordinárias" equipes militares terrestre, aérea e naval da Rússia, a força do país "é muito sólida".
Vale destacar que Maduro revelou que um dos temas principais das reuniões bilaterais durante este fórum será "o fortalecimento [da cooperação] no campo técnico-militar com a Rússia, que tem sido muito benéfico para nosso país".
'O Vaticano está nos vendendo': por que a aproximação entre o papa e Pequim desagrada os católicos da China
Guillermo D. OlmoBBC Mundo
De um lado, o menor
Estado do mundo, que diz estar baseado no poder de Deus. De outro, a
superpotência mais populosa do mundo e um Estado oficialmente ateu. O
Vaticano e a República Popular da China têm uma relação difícil há muito
tempo.
O vínculo entre os países se rompeu em 1951, após a
vitória da Revolução Cultural de Mao Tsé Tung, que não reconheceu a
autoridade do papa.
A China de Mao, desconfiada da presença de poderes estrangeiros,
dediciu nomear seus próprios bispos e expulsar missionários
forasteiros, vistos como agentes "do imperialismo ocidental".
Desde
então, convivem no país duas igrejas: a Associação Católica Patriótica,
controlada pelo governo, e vertente leal ao Vaticano – que funciona na
clandestinidade, porque o governo não a reconhece. O conflito faz com que o Vaticano e Pequim disputem
há anos a prerrogativa de nomear os bispos do país. Agora, no entanto,
as coisas parecem estar a ponto de mudar.
Uma fonte do Vaticano
disse recentemente à agência de notícias Reuters que um acordo sobre a
designação dos bispos deve ser assinado nos próximos meses.
Será um passo no caminho do reestabelecimento das relações
diplomáticas nas quais o Vaticano vem apostando há anos. Mas não é o fim
da polêmica.
Alguns católicos estão protestando, porque, com sua
nova política, o papa "corre o risco de trair a memória de quem sofreu e
morreu por lealdade a Roma", segundo análise da jornalista Carrie
Gracie, que atuou como editora da BBC na China até o início deste ano. Yang Fenggang, diretor do Centro para Religião e
Sociedade Chinesas da Universidade Perdue de Indiana, nos Estados
Unidos, diz que "há alguns sacerdotes e bispos leais ao Vaticano que
estão em prisão domiciliar".
Organizações como a Anistia
Internacional acusam as autoridades chinesas de "intimidar e até
aprisionar" os católicos e classifica como "perseguição" a atitude das
autoridades.
Um dos que se sentem traídos é o cardeal Joseph Zen,
de 86 anos, arcebispo de Hong Kong. "Se acredito que o Vaticano está
vendendo a comunidade católica na China? Definitivamente sim", escreveu
em seu perfil do Facebook. Não é a primeira vez de Zen levanta a voz contra a
política da Santa Sé – e ele não é o único a fazer isso. O padre Dong
Guanhua, diretor espiritual de uma comunidade de fiéis em Hebei, se nega
a ir aos templos tolerados pelo Estado.
"Não apoio o acordo. O
governo não vai mudar sua política de controle das igrejas, porque essas
negociações não significam nada", disse à BBC.
Questionado sobre o que diria ao papa se pudesse encontrá-lo pessoalmente, respondeu: "Que tenha cuidado."
O
arcebispo Guo Xijin, a quem o Vaticano pediu que se submeta à
autoridade do Estado chinês, afirma que respeitará o acordo, mas alerta
que Pequim não deverá respeitar a liberdade dos católicos.
Em um comunicado, o Vaticano lamenta que haja vozes dentro da Igreja "fomentando a confusão e a controvérsia".
Segundo
Gracie, o papa está fazendo todo o possível para que o diálogo tenha
êxito. "Também está tendo muito cuidado para evitar criticar a China
sobre a questão de liberdade religiosa e dos direitos humanos", diz ela.
O governo chinês diz que promove e respeita a liberdade de culto.
Negociação
Os acenos do papado à China recentemente começaram a gerar um eco cordial de Pequim
Um
editorial do jornal Global Post, de propriedade do Partido Comunista
Chinês, elogiou a sabedoria do papa Francisco como uma qualidade que
ajudaria a superar os diferenças entre os países.
Depois disso,
Peter Shao Zhumin, arcebispo nomeado pelo papa, foi libertado pelas
autoridades chinesas após ter ficado sete meses preso.
Outro
sinal da aproximação são as duas exposições simultâneas que estão
planejadas na Cidade Proibida de Pequim e no Museu do Vaticano – os dois
países trocaram obras para esse projeto.
A televisão estatal chinesa destacou o papel da "diplomacia da arte". Ficaram para trás os tempos em que o governo chinês
impedia o avião do pontífice de atravessar seu espaço aéreo em suas
viagens, como aconteceu com João Paulo 2º em 1995.
Mas os entraves
ainda são muitos. Segundo Yang, "o Partido Comunista está
particularmente preocupado com o catolicismo, porque ele tem uma
estrutura hierárquica e é percebido como uma organização forte que
poderia ter um impacto na China".
"Outro grande obstáculo é Taiwan", diz Yang Fenggang.
Depois
do triunfo do comunismo maoísta, muitos dos católicos chineses
partidários do exército nacionalista derrotado de Chiang Kai-Shek se
refugiaram em Taiwan. Image caption
As relações do Vaticano com Taiwan são motivo do mal estar entre o Estado e Pequim
O Vaticano é o único Estado europeu que mantém
relações diplomáticas oficiais com Taiwan, que Pequim reivindica como
parte da China.
Fiel ao lema da "China Unida", Pequim não aceita ter relações diplomáticas com países que as mantenham com Taiwan.
É
um limite que o papa terá dificuldade de ultrapassar. O Sumo Pontífice
tem o desafio de explicar um acordo com a China comunista à comunidade
católica taiwanesa.
Desde Bento 16
As
atitudes da Igreja para se reaproximar da China começaram na época do
papa Bento 16, mas Francisco acelerou o processo. Por que ele faz isso
diante de tantos problemas?
"A China é muito importante na visão
do papa sobre a Ásia", destaca Francesco Sisci, pesquisador da
Universidade de Renmin, na China.
"A Igreja Católica é uma exígua
minoria em quase todos os países asiáticos, menos de 1% da população na
China. Mas a Ásia concentra cerca de 60% da população global e é também a
parte do mundo que cresce mais rápido economicamente."
Segundo
Sisci, a Igreja está diante de um desafio crucial. "Ou conquista uma
presença na Ásia ou estará falhando em sua missão de ser uma igreja
universal."
As várias viagens do Papa à região atendem a esse interesse.
O
conteúdo do acordo para a designação dos arcebispos não foi divulgado,
mas é certo de que se trata de um ponto importante na tentativa de
aproximação.
Segundo a Reuters, o Vaticano estaria disposto a
reconhecer a autoridade da Igreja oficial chinesa em troca de ter a voz
ouvida no processo de nomeação de novos bispos no país. O cardeal Zen afirma que o que o Vaticano está fazendo com os católicos da China é "empurrá-los para uma gaiola de pássaros".
A
alta fonte do Vaticano citada pela Reuters vê de outra forma:
"Continuaremos sendo um pássaro em uma gaiola, mas ela será maior."
O exército russo está se preparando para adotar uma nova modificação do avião Su-25SM3 que se tornou invulnerável para os ataques com mísseis terra-ar, noticiou a edição Rossiyskaya Gazeta.
De acordo com ojornalrusso, a eficácia de combate da nova modificação, em comparação com o Su-25, triplicou. Os novos caças, além de serem capazes de atingir todos os tipos de alvos terrestres, poderão participar de combates aéreos. Os aviões possuem uma ampla gama de velocidades — desde 100 a quase 1.000 km/hora. No regime autônomo, a aeronave é capaz de percorrer 1.850 quilômetros. Vale destacar que os caças russos serão especialmente eficazes na luta contra drones.
O Su-25SM3 é dotado do sistema de navegação por satélite GLONASS. De acordo com especialistas, tal permitirá definir o destino final do voo com a precisão de até 10 metros. Isto é, mesmo nas condições de baixa visibilidade, o caça atingirá o alvo necessário com precisão.
A edição enfatizou que a característica mais importante do novo caça russo é a proteção quase total contra mísseis terra-ar. Ou seja, a Rússia conseguiu criar um sistema capaz de repelir ataques de mísseis guiados por infravermelhos, tais como Stinger ou Igla.
O sistema Vitebsk já foi instalado em todos os helicópteros Ka-52, bem como nos Mi-8 que operam na Síria, onde o sistema comprovou sua alta eficácia em ação quando, em 8 de outubro de 2016, um helicóptero saiu ileso após o ataque com um sistema de defesa aérea portátil.
Ademais, o Su-25 modernizado é capaz de utilizar mísseis mais modernos, incluindo bombas aéreas guiadas e ajustáveis.
O Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo dos testes do novo míssil interceptor do sistema de defesa aérea russo, realizados no polígono de Sary-Shagan, no Cazaquistão.
No vídeo, de 52 segundos, é registrado o momento do lançamento do novo míssil. O coronel Andrei Prikhodko assinala que durante os testes o míssil cumpriu a sua missão com êxito e atingiu o alvo estipulado, comunicou a edição Krasnaya Zvezda. De acordo com Prikhodko, o alcance, a precisão e a vida útil do novíssimo míssil superam significativamente seus antecessores. O míssil foi elaborado completamente por fabricantes nacionais e não contém quaisquer componentes estrangeiros.
Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Viktor Baranets comentou o lançamento do míssil. "Existe o sistema de defesa aérea A-135 que protege a nossa capital. Contudo, já que a OTAN vem constantemente modernizando os sistemas de ataque, há tempo que nossas construtoras procuravam elaborar um 'antídoto' [capaz de neutralizar os ataques inimigos]. Então foi decidido modernizar o A-135 ou desenvolver um novo míssil interceptor para este sistema de defesa. Inicialmente o novo míssil foi testado em Plesetsk. Após o lançamento bem-sucedido, para continuar com os testes, o míssil precisou do polígono no Cazaquistão, já que o de Plesetsk é muito pequeno para ele; o míssil precisou de um espaço de grande amplitude", explicou.
"Imaginem um quadro: em pleno verão seu teto está cheio de mosquitos. Você pega um aspirador de pó e esse monte de mosquitos desaparece dentro do aspirador. Agora imagine que você não os suga, mas dispersa com um fluxo de ar fortíssimo.
É isso que a nova ogiva vai fazer. Basta soprar, todo esse enxame desaparecerá. Nenhum míssil atingirá Moscou jamais", ressaltou Viktor Baranets.
Os militares israelenses começaram a construir um muro de concreto de dez metros de altura na fronteira com o Líbano.
Destaca-se que, em primeiro lugar, o muro será erguido nas áreas onde o relevo permite aos militantes xiitas do Hezbollah entrar no território israelense em caso de conflito.
Hisham Jaber, general do exército libanês e estrategista militar, destacou, falando com Sputnik Árabe, que "caso seja necessário, o Líbano pode se opor à construção tanto militarmente, quanto por meios diplomáticos. Não se trata de confrontos com Israel, mas de proteção da nossa terra".
O general frisou que Israel entende que o Líbano pode dar resposta e é exatamente por isso que os israelenses ainda não instalaram suas plataformas nos territórios costeiros disputados, ricos em petróleo e gás. "Israel receia os mísseis do Hezbollah, que podem destruir tais estruturas israelenses, se for necessário", declarou Jaber. Ele acrescentou que o Líbano "poderia aumentar sua cooperação militar com a Rússia, que há muito oferece sua ajuda nesta esfera".
"O Líbano pode abrir seus aeroportos e portos para aviões e navios russos. Na Rússia trabalha um adido militar libanês, oficiais libaneses recebem lá instrução militar. É natural desenvolver uma cooperação militar entre países que se materialize um apoio real", disse o general Jaber.
Mais cedo as autoridades israelenses declararam ao Comando da Força Interina das Nações Unidas no Líbano que o muro em questão está sendo construído exclusivamente no território de Israel e não viola as fronteiras libanesas, escreve Yedioth Ahronoth. Por sua parte, o Conselho Supremo de Defesa do Líbano ordenou às tropas fazer frente às tentativas de Israel de realizar a construção do muro na parte libanesa da fronteira.
O presidente dos EUA JUDAICO SIONISTA, Donald Trump(CAVALO DE TROIA DOS JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL), impôs tarifas de importação contra painéis solares e máquinas de lavar. A iniciativa afeta, principalmente, os interesses da China e da Coreia do Sul, que já criticaram a mudança.
O Global Times, jornal oficial do Partido Comunista da China, advertiu que Pequim não teme uma guerra comercial com Washington Judaico Sionista e pode retaliar. Como poderia responder China e que empresas e indústrias seriam mais afetadas? Boeing Aviões comerciais são os produtos mais exportados dos EUA JUDAICO SIONISTA à China por isso a empresa Boeing poderia ser a primeira na linha de fogo. Pequim poderia responder os EUA JUDAICO SIONISTA comprando menos aviões da Boeing e mais da Airbus, explicou ao CNN Scott Kennedy, especialista do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos.
Na verdade, isso é exatamente o que o Global Times propôs em um artigo publicado em 2016, quando sugeriu que a China não tem medo de adotar um enfoque de olho por olho no comércio e que o país pode começar a importar aviões da Airbus, ao invés dos da Boeing. Essa seria uma grande perda de negócios para Boeing, que nos últimos anos anunciou acordos de dezenas bilhões de dólares quanto à venda de aeronaves para a China. Apple Cerca de 7% das vendas da Apple são realizadas na China continental, porcentagem que aumenta para 19% quando incluídas Taiwan e Hong Kong, segundo dados da empresa Factset. Além disso, a China possui empresas que "competem cara a cara com a Apple", por isso a empresa norte-americana "certamente estaria preocupada com fogo cruzado [em disputa comercial]", sublinhou Kennedy. Carne Em maio passado, os EUA JUDAICO SIONISTA e a China assinaram acordo para retomar as exportações de carne norte-americana para a China depois de 14 anos. Entretanto, há requisitos específicos que as empresas judaico sionistas norte-americanas devem cumprir. Neste sentido, a BBC estima que Pequim possa vir a elevar esses padrões de segurança e saúde para dificultar o processo de exportação da carne dos EUA JUDAICO SIONISTA à China.
Outra exportação-chave dos EUA JUDAICO SIONISTA à China é a soja. Segundo dados da Panjiva, empresa de investigação sobre o comércio mundial, entre dezembro de 2016 e novembro de 2017 os EUA exportaram soja no valor de 22,5 bilhões de dólares (cerca de R$ 70 bilhões), dos quais 13 bilhões de dólares (R$ 41 bilhões) correspondem à China. Se Pequim decidir optar por outras fontes de fornecimento, isso prejudicaria consideravelmente a agricultura dos EUA JUDAICO SIONISTA e seria "um golpe muito grande", advertiu Nicholas Lardy, do Instituto Peterson de Economia Internacional. Carros norte-americanos A China é dona do maior mercado de carros do mundo e também se encontra entre os cinco principais mercados de importação de carros e autopeças dos EUA JUDAICO SIONISTA. Uma eventual diretiva do governo chinês de deixar de comprar carros norte-americanos prejudicaria os fabricantes dos EUA JUDAICO SIONISTA. Qualcomm e Intel Pequim também é a maior consumidora mundial de semicondutores, que são instalados em uma grande quantidade de produtos eletrônicos no país; potenciais tarifas de importação para esses elementos seriam desastrosas para gigantes como Qualcomm (QCOM) e Intel (INTC).
Finalmente, a China é líder a nível mundial na hora de enviar seus habitantes a outros países, com mais de 130 milhões de cidadãos que viajam pelo mundo anualmente. Os EUA JUDAICO SIONISTA são os mais beneficiados com turismo internacional: 75,6 milhões de turistas visitaram o país em 2016 e gastaram 290 bilhões de dólares (R$ 912 bilhões). Esta é uma lista incompleta das medidas de retaliação que poderia tomar a China depois da decisão de Trump. Pequim pode apresentar queixas à Organização Mundial do Comércio ou vender alguns títulos de tesouro dos EUA JUDAICO SIONISTA, entre outras medidas. "Vão contra-atacar e vão contra-atacar duramente", avisou Scott Kennedy.