segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

CHINA E RÚSSIA DESTACAM-SE PELA DEFESA FÉRREA DE SUAS SOBERANIAS - 'Suposições absurdas': China critica nova doutrina nuclear belicista dos "JUDEUS SIONISTAS" DOS EUA




A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).

'Suposições absurdas': China critica nova doutrina nuclear dos EUA

 
© REUTERS/ Hyungwon Kang


É absurdo considerar a China como ameaça nuclear, declarou o Ministério da Defesa da China, comentando a nova doutrina nuclear dos EUA.

"O Departamento de Defesa dos EUA publicou a doutrina nuclear do país em que foram feitas suposições absurdas sobre os planos de desenvolvimento da China e exagerou a ameaça das forças nucleares chinesas. Nos opomos a isso resolutamente", diz o comunicado.

A nota sublinha que "a China defende com firmeza o caminho do desenvolvimento pacífico, a política estatal de caráter defensivo e cumpre seu compromisso de não ser o primeiro a usar armas nucleares e nunca usar ou ameaçar usar armas nucleares contra países que não têm potencial nuclear".
 
O Pentágono tornou pública, em 2 de fevereiro, a nova doutrina nuclear dos Estados Unidos em que considera a China, o Irã e a Coreia do Norte como potenciais ameaças, sublinhando o desenvolvimento do potencial nuclear russo.
Washington aposta em modernizar o seu arsenal nuclear e melhorar seus mísseis intercontinentais, submarinos e bombardeiros.

O Ministério do Exterior russo expressou sua decepção com a nova doutrina nuclear dos EUA, alegando o seu caráter de "confrontação", e afirmou que o documento "não tem nada que ver com a realidade".

VENEZUELA E CHINA: NEGÓCIOS COM BASE NO PRINCÍPIO DA VANTAGEM MÚTUA - "JUDEUS SIONISTAS" DOS EUA CRITICAM, China destaca seu papel na assistência à Venezuela




Presidente chinês Xi Jinping com o presidente venezuelano Nicolás Maduro durante a sua visita a Caracas, Venezuela, julho de 2014 (foto de arquivo)

Após crítica dos EUA, China destaca seu papel na assistência à Venezuela

 
© AFP 2018/ FEDERICO PARRA
 

Um funcionário do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos condenou recentemente um acordo de "petróleo por crédito" entre China e Venezuela, por este ser alegadamente opaco, e alertou que os acordos deste tipo só podem prejudicar o país.
 
O Ministério das Relações Exteriores chinês refutou críticas por parte do funcionário do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, David Malpass, sobre o mecanismo de "petróleo por crédito" que existe entre China e Venezuela. Em meio às dificuldades econômicas, o país sul-americano está tentando encontrar métodos de gerenciar suas dívidas. De acordo com o anúncio do ministério chinês feito nesta segunda-feira (5), cidadãos comuns da Venezuela lucram com o acordo amplamente apoiado pelo país sul-americano.

O diplomata chinês Geng Shuang, afirmou que a cooperação financeira entre os dois países baseia-se no princípio da vantagem mútua, e os créditos são concedidos conforme padrões internacionais. "Aquilo que os EUA afirmaram é infundado e extremamente irresponsável", acrescentou ele.
 
Durante seu discurso nesta sexta-feira (5), Malpass declarou que a China na verdade está se prejudicando ao concordar com tais negócios opacos. 
Os EUA introduziram sanções contra vários oficiais venezuelanos no fim de agosto de 2017, com base em supostos abusos e corrupção por parte da administração de Nicolás Maduro. No momento, o país sul-americano está enfrentando uma crise econômica severa, que causou fome, falta de produtos para a saúde e emigração em massa. 

China e Venezuela vêm reforçando sua colaboração na área do negócio, especialmente no que se refere à energia. Desde 2007, a China cedeu ao país sul-americano mais de US$ 50 bilhões no âmbito do programa "petróleo por crédito" que ajudou a Venezuela a diminuir sua dependência no mercado energético dos EUA.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

O CANTO DO CISNE DO IMPÉRO JUDAICO SIONISTA AMERICANO - EUA perdem para a Rússia em potencial militar, segundo este analista norte-americano


Blindado BTR-82A, sistemas de mísseis antiaéreos Tor-M2DT e complexos Pantsir-SA desfilam na Praça Vermelha no âmbito da Parada da Vitória

EUA perdem para a Rússia em potencial militar, segundo este analista norte-americano


© Sputnik/ Mikhail Klimentyev


As Forças Armadas dos EUA não estão preparadas para repelir os desafios existentes por parte da Rússia e da China, afirmou o funcionário do Novo Centro de Segurança Estadunidense, Paul Scharre.

De acordo com o analista, Pequim representa uma ameaça devido às suas "centenas de mísseis de cruzeiro e 1.000 mísseis balísticos", enquanto Moscou, por sua vez, ultrapassa o exército estadunidense em vários campos ao mesmo tempo.


"Os Estados Unidos perdem para a Rússia que, investe muito mais no aumento do seu potencial de ataques de alta precisão e com grande alcance, bem como na modernização dos sistemas da defesa antiaérea, além de medidas e métodos de guerra eletrônica", assegurou Scharre, conforme citado pelo RT.

O especialista frisou que os EUA perdem por não terem "flexibilidade estratégica" e prognósticos oportunos. ademais, ele acredita que a burocratização do sistema estadunidense pode atrasar em décadas a entrada em serviço dos novos armamentos.

Scharre sublinhou que para responder aos desafios existentes o Pentágono precisa recusar os "projetos ambiciosos" e mudar o esquema de financiamento de construção militar.

Em particular, o analista enfatizou que é necessário alocar fundos adicionais para a criação e a compra de bombardeiros estratégicos, projeção de drones furtivos e tecnologias de guerra eletrônica.

Ultimamente, as autoridade estadunidenses têm várias vezes falado sobre a ameaça proveniente da Rússia e da China. Deste modo, a nova doutrina de segurança nacional e nuclear, indicam Moscou e Pequim como as principais ameaças à segurança do país. Ademais, no final de janeiro o presidente dos EUA, Donald Trump, chamou estes dois Estados de rivais norte-americanos.

O vice-chefe do Estado-Maior dos EUA, general Paul Selva assinalou que o Pentágono está elaborando "um plano global" das operações militares no caso de um possível conflito com a Rússia e a China.

Moscou, por sua vez, afirmou que lamenta tal retórica por parte de Washington e prometeu empreender medidas para "assegurar sua segurança". Enquanto isso, a chancelaria russa tem várias vezes reiterado que a Rússia está preparada para travar um diálogo com os EUA em diferentes áreas.

"JUDEU SIONISTA" TILLERSON QUER DERRUBAR COM GOLPE MILITAR OU MESMO PROVOCAR A INVASÃO DA VENEZUELA INSUFLANDO SEUS VIZINHOS - EUA consideram restrições sobre o petróleo venezuelano


Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson

EUA consideram restrições sobre o petróleo venezuelano


© REUTERS/ Kevin Lamarque


Em declaração, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirmou que o país consideram criar restrições sobre o comércio de petróleo com a Venezuela.

Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirmou neste domingo (4) que seu país está avaliando o impacto de possíveis sanções nas vendas de petróleo da Venezuela, dado o efeito que a medida teria sobre a empresas americanas e outras nações.


Durante uma visita a Buenos Aires, o chefe da diplomacia dos Estados Unidos argumentou que não é possível ficar de braços cruzados enquanto a democracia venezuelana está sendo destruída(E DESDE QUANDO OS JUDEUS ESTÃO PREOCUPADOS COM DEMOCRACIA? APÓS DERRUBAREM A "DILMA E LULA" NO BRASIL - "ZELAYA DE HONDURAS - "LUGO" DO PARAGUAI E "MORSI" DO EGITO, E NOS 4 FORAM USADAS AS MESMAS TÉCNICAS - "COMPRARAM SEUS "SUPREMOS" RESPECTIVOS, E NO BRASIL DOMINAM O "STF" E A TOTALIDADE DO JUDICIÁRIO , NO IRAQUE E LÍBIA PRA DERRUBAR "KADAFI E "SADAM" PROVOCARAM GUERRAS, NA ARGENTINA E UCRÂNIA - COMPRARAM SEUS POLÍTICOS E EM TODOS ELES DOMINAM E GOVERNAM ATRAVÉS DE SEUS "CAVALOS DE TROIA", POR EXEMPLO: "TEMER É UM CAVALO DE TROIA SIONISTA", O MESMO QUEREM FAZER NA VENEZUELA, EQUADOR E BOLÍVIA).


Em 2017, as vendas de petróleo bruto da Venezuela para os Estados Unidos foram as menores desde 1991, de acordo com dados da Thomson Reuters, devido às sanções financeiras de Washington contra o país sul-americano.

RÚSSIA AVISA: "ESTAMOS PRONTOS PARA O DER E VIER' - 'Rússia está pronta para quaisquer manobras a fim de defender interesses nacionais'


Caças multiuso Su-27 da esquadrilha acrobática Russkiye Vityazi durante o concurso Aviadarts 2016

'Rússia está pronta para quaisquer manobras a fim de defender interesses nacionais'


© Sputnik/ Marina Lystseva


Reconhecimento aéreo dos aviões da Força Aérea dos EUA perto da Crimeia visa determinar a rapidez de reação dos sistemas de defesa antiaérea e transferir estes dados para a Ucrânia, disse à Sputnik o deputado da Duma de Estado da Rússia, Dmitry Belik.


Na segunda-feira (29), o Ministério da Defesa da Rússia comunicou que o avião de reconhecimento radioeletrônico ЕР-3Е Aries II da Marinha dos EUA foi interceptado pelo Su-27 sobre as águas neutras do mar Negro. A tripulação do caça russo comunicou a identificação do avião norte-americano e o acompanhou para que ele não chegasse a violar a fronteira do espaço aéreo da Rússia e para cumprimento de todas as medidas de segurança necessárias. A Marinha dos EUA se referiu à intercepção como insegura.

De acordo com Belik, a façanha dos EUA visa nada mais nada menos do que criar mapas operativos para o exército ucraniano. "Eles detectam o tempo da reação da nossa defesa antiaérea, tempo de voo do interceptor, tentam saber onde estão estações de detecção distante, bem como apanhar suas frequências. Tudo isso é de interesse de apenas um cliente – Kiev oficial", declarou ele.

"Podem voar a dois metros de distância da nossa fronteira e de acordo com todos os documentos internacionais é um espaço aéreo internacional, o que significa que não violam nada, e então o nosso piloto tem que manobrar para empurrar o violador à verdadeira zona aérea internacional. […] Estamos prontos para quaisquer manobras a fim de defender os interesses nacionais e segurança da nação", adicionou Belik.

Caça russo Su-57
© Sputnik/ Yevgeny Biyatov

Conforme ele, não se tratou de "intercepções inseguras ou perigosas". "O nosso caça de forma brusca e correta mostrou ao avião de reconhecimento da Força Aérea dos EUA seu devido lugar no ar, nada mais que isso. Os insultos do Pentágono são inoportunos."

Uma intercepção "insegura" aconteceu no dia 1º de maio de 1960, quando as forças da defesa antiaérea da União Soviética derrubaram um avião de reconhecimento norte-americano U-2 sobre Sverdlovsk. "Hoje, o avião de reconhecimento dos EUA regressou à base, e todas as regras internacionais foram cumpridas pelos os dois lados", concluiu.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

"JUDEU SIONISTA" VEM PESSOALMENTE DERRUBAR MADURO, PARA ROUBAR O PETRÓLEO VENEZUELANO - 'Viagem de Tillerson à América Latina tem como objetivo minar governo de Nicolás Maduro'




Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, fala com jornalistas em 18 de maio de 2017

'Viagem de Tillerson à América Latina tem como objetivo minar governo de Nicolás Maduro'

 
© AP Photo/ Jacquelyn Martin


Ex-embaixadora da Argentina na Venezuela e Reino Unido, Alicia Castro, comentou a turnê do secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, pela América Latina.

Segundo Castro, os documentos revelam que os EUA têm um plano para derrubar o governo venezuelano e a viagem de CTillerson tem como objetivo coordenar este plano, (Como foi feito na Brasil na derrubada da Dilma, e na tomada do poder na Argentina, e em tempos mais distantes, a derrubada e o assassinato de Allende no Chile, e ainda é recente a derrubada de Lugo no Paraguai e Zelaya em Honduras, e na perseguição ao ptróleo brasileiro, o início foi com o assassinato de Getúlio Vargas e hoje o "Turco Ladrão Temer está entregando de mão beijada). Um dos objetivos é a tomada do petróleo venezuelano.

"O comunicado oficial descreve as prioridades dos EUA na região e fica claro que é um plano imperialista puro e duro", afirmou Alicia Castro para a Sputnik Mundo.

"Esta viagem é empreendida para coordenar a erosão do governo de Nicolás Maduro", declarou Castro, sublinhando que Venezuela entra na lista das prioridades da política externa dos EUA, o que é confirmado por documentos oficias.
 
Ela lembrou que em 2017 os EUA "tentaram um golpe por duas etapas: por um lado, sufocaram pessoas com a falta de alimentos e medicamentos e, por outro, aumentaram a tensão na sociedade para realizar o cenário clássico de revolta popular. 
 
Mas não conseguiram realizar a segunda etapa". Além disso, lembrou, tudo foi acompanhado por ataques da mídia contra o governo.
Rex Tillerson visitará México, Argentina, Peru, Colômbia e Jamaica. Ele terá encontros com embaixadores latino-americanos na Venezuela para unir os descontentes com Venezuela e tentar persuadi-los a intervir nos assuntos internos do país. Alicia Castro também lembrou que todos países mencionados fazem parte do chamado Grupo Lima.

O Grupo Lima consiste da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. O grupo surgiu em agosto de 2017, quando os membros assinaram a Declaração de Lima em que não reconhecem Venezuela como país democrático e consideraram de ilegais as ações que são aprovados pela sua Assembleia Constituinte.

"São países como Brasil, onde Michel Temer subiu ao poder em resultado de um golpe. O presidente Horacio Cartes também subiu ao poder no Paraguai derrubando Fernando Lugo. Lá também estão Juan Manuel Santos e Enrique Peña Nieto, que estão mais preocupados com Venezuela do que com seus países", frisou.
 
Além disso, Castro ironizou sobre o representante de um país que não assinou nem o Acordo de Paris nem o de Tóquio estar indo para América Latina para dar "aulas de preservação do meio ambiente".
A ex-embaixadora também se surpreendeu com o fato de, segundo declarações de Tillerson, ele pretender se encarregar de promoção da segurança no continente sul-americano, porque é difícil imaginar que alguém possa escolher os EUA como parceiro para promoção da segurança.

Castro sublinha que não é segredo para ninguém que os EUA participaram absolutamente de todos os golpes de Estado realizados na América Latina, tanto civis quanto militares, e ensinaram os militares a torturar e a fazer espionagem.

Ela lembrou que foram os EUA que destruíram o Afeganistão, Líbia, Síria, Iraque e privaram milhares de pessoas de uma vida normal, provocaram a maior crise migratória e agora tentam fazer a mesma coisa na Venezuela para obter petróleo barato ou grátis(Sem esquecer a criação de grupos mercenários terroristas, no Afeganistão o "TALIBÃ", na Síria o "ESTADO ISLÂMICO", na África o "BOKO HARAM" e dezenas de outros mundo afora).

"Quem pode querer um parceiro assim para garantir a segurança?", conclui com uma pergunta Alicia Castro.

INVENCÍVEL RÚSSIA COM SEUS INSUPERÁVEIS MISSEIS, SATÃ 2 ENTROU EM AÇÃO - Rússia pode ter testado 'Satã 2', míssil balístico mais potente do mundo





Lançamento do míssil balistico intercontinental R-36М2 Voevoda (imagem referencial)

Rússia pode ter testado 'Satã 2', míssil balístico mais potente do mundo

 
© Foto: Ministério da Defesa da Rússia


No ano passado, no território do cosmódromo russo de Plesetsk, localizado na cidade de Mirny, foi construída infraestrutura necessária para realizar testes do sistema de mísseis que são lançados de silos, comunicou nesta quarta-feira (31), o vice-ministro da Defesa, Timur Ivanov.
 
"No 1º complexo de testes principal da cidade de Mirny foram construídos objetos para realização de testes do sistema perspectivo de mísseis de baseamento em silos", afirmou Ivanov.
O ministro não especificou de que míssil se trata, contudo, os testes podem ter envolvido o míssil balístico Sarmat. Além do mais, foi anunciado antes que os primeiros testes do novo míssil deviam vir à tona até o fim de 2017. Seus resultados não foram divulgados publicamente.

Anteriormente, o comandante da força estratégica, coronel-general Sergei Karakaev, comunicou que a Rússia planeja adotar mísseis pesados Sarmat, que são lançados de silos e usam combustível líquido, entre 2019 e 2020.
 
O Sarmat substituirá os mísseis balísticos RS-20 Voevoda (apelidado pelos países ocidentais de Satã), que foi adotado em serviço ainda em 1980. Até hoje em dia, o RS-20B é considerado o míssil balístico intercontinental mais potente que a Rússia tem a seu dispor e que continua demonstrando sua alta eficácia apesar da idade. 
Em termos tecnológicos, o Voevoda não possui análogos entre os sistemas de mísseis estrangeiros. 
O desenvolvimento do Sarmat se iniciou em 2011. 

LÍBANO É AMEAÇADO POR ISRAEL EM EM NOVA EMPREITADA DOS "JUDEUS SIONISTAS" E LIBANESES PROMETEM REPETIR 2006, QUANDO INFLIGIU DERROTA HUMILHANTE AOS JUDEUS - Tudo por campos de gás: Hezbollah está pronto para confronto contra Israel




Militante do Hezbollah na Torre de Vigilância

Tudo por campos de gás: Hezbollah está pronto para confronto contra Israel

© AP Photo/ Bilal Hussein


Depois de Israel ter recomendo que empresas estrangeiras não participem do concurso libanês para exploração de campos de gás natural, localizados no mar Mediterrâneo e disputados entre os dois países, o Líbano deu resposta brusca.
De acordo com o canal Press TV, o Hezbollah declarou estar pronto para impedir as tentativas de Israel de interferir nos projetos libaneses de exploração do gás natural.
O representante do movimento qualificou a afirmação do Ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman, como "nova agressão", e frisou que o Hezbollah está pronto para "confrontar decisivamente todos os ataques contra nossos direitos ao petróleo e gás [libaneses]".

Lieberman chegou a afirmar, durante discurso, em uma conferência de segurança em Tel Aviv que o campo de gás no Mediterrâneo, posto em concurso pelo Líbano e que deverá ser explorado por um consórcio internacional de empresas energéticas, pertence a Israel.

"'Eles [libaneses] anunciaram o concurso para exploração de campos de gás, incluindo o Bloco 9, que são nossos por definição", declarou Lieberman, adicionando que as empresas, que estão competindo pelo direito de explorar os campos, em sua opinião, "estão cometendo um erro grave, já que neste caso agem contra todas as regras e protocolos".
As autoridades libanesas condenaram a postura de Israel, enquanto o primeiro-ministro libanês, Saad al-Hariri qualificou estes comentários como mais "mensagens ameaçadoras" de Israel. O ministro das Relações Exteriores do país, Gebran Bassil, afirmou ter informado à ONU sobre o assunto.
Em dezembro de 2017, o governo do Líbano concedeu o direito de exploração de dois de cinco campos de gás natural a um consórcio internacional consistente da empresa francesa Total, Eni italiana e Novatek russa. Um dos campos, o Bloco 9, faz fronteira com as águas israelenses na área disputada entre o Líbano e Israel.

Em 2006, as forças israelenses invadiram o Líbano em resposta ao ataque da Hezbollah contra a guarda fronteiriça de Israel. O conflito, que durou 34 dias e terminou com cessar-fogo do Conselho de Segurança da ONU, causou a morte de aproximadamente 1.200 libaneses(TODOS CIVIS COMPOSTOS DE VELHOS, MULHERES E CRIANÇAS, ATACADOS COVARDEMENTE, NO CAMPO DE BATALHA OS JUDEUS SOFRERAM UMA DERROTA HUMILHANTE, QUE INCLUSIVE OCASIONOU A QUEDA DO PREMIÊ "OLMERT") e 160 israelenses.

PENÍNSULA PORTA-AVIÕES, CRIMÉIA É POSIÇÃO ESRATÉGICO-MILITAR QUE PRIVELIGIA A RÚSSIA - 'Península porta-aviões': por que inteligência estrangeira se interessa pela Crimeia?




Caças russo no aeródromo de Belbek, em Sevastopol, Crimeia

'Península porta-aviões': por que inteligência estrangeira se interessa pela Crimeia?

 
© Sputnik/ Sergey Malgavko


A península da Crimeia é um "porta-aviões da Rússia", o que não pode senão suscitar o interesse dos serviços de inteligência estrangeiros, afirmou o vice-presidente do Conselho Consultivo da República da Crimeia, Aleksandr Formanchuk.
HMS Duncan
© Foto: Assessoria de imprensa da Marinha ucraniana
 
Segundo disse o dirigente, é a localização estratégica da península que explica o grande interesse por parte dos serviços secretos dos países ocidentais.
"Temos que nos acostumar a isso, pois vai continuar. Ao começar a fazer parte do território russo, a Crimeia dispõe de instalações militares adicionais, pois é uma 'península porta-aviões'. Tem uma boa localização do ponto de vista estratégico-militar, por isso é um lugar irritante para eles [os países ocidentais]", explicou.

Em 29 de janeiro, um caça russo Su-27 interceptou um avião de reconhecimento estadunidense EP-3 Aries sobre as águas neutras do mar Negro, perto das fronteiras da Rússia. Os Estados Unidos acusaram a parte russa de violar o Acordo de 1972 de Prevenção de Incidentes Sobre o Alto Mar (INCSEA em inglês). O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, sublinhou que o voo foi realizado de acordo com as regras internacionais sobre o uso do espaço aéreo.

RÚSSIA RESTABELECE 0 1o. LUGAR CONQUISTADO NOS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO EM 2014 - São anuladas sanções contra 28 esportistas russos de participar dos Jogos Olímpicos


Levantamento da bandeira russa durante a Cerimônia de Encerramento dos XXII Jogos Olímpicos em Sochi

São anuladas sanções contra 28 esportistas russos de participar dos Jogos Olímpicos


© Sputnik/ Vladimir Sergeev
Esportes


Nesta quinta-feira (1), o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS, sigla em inglês) anulou sanções de participar dos Jogos Olímpicos contra 28 atletas russos, que foram sancionados por suspeita de terem violado normas antidoping durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi.
O documento sobre cancelamento das sanções foi publicado no site oficial do tribunal.

"No que diz respeito a 28 atletas, […] as sanções foram anuladas; os resultados individuais alcançados durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 foram restabelecidos", enfatizou o comunicado de imprensa divulgado pelo TAS nesta quarta-feira (1).

Além do mais, a decisão do tribunal permite participação dos 28 atletas russos nos Jogos Olímpicos de Inverno, que decorrerão entre 9 e 25 de fevereiro, na cidade sul-coreana de Pyeongchang.

Enquanto isso, o TAS confirmou violação das normas antidoping por outros 11 esportistas russos, contudo, substituiu a sanção interna dos Jogos Olímpicos por afastamento das Olimpíadas de 2018 em Pyeongchang.

Anteriormente, o Comitê Olímpico Internacional (COI) reconheceu culpa de 43 esportistas russos por terem violado as regras antidoping nos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, anulando seus resultados e afastando-os internamente de participação das Olimpíadas. A Rússia perdeu 13 medalhes e, consequentemente, o 1º lugar no ranking final.