segunda-feira, 1 de maio de 2017

DIA DO TRABALHADOR NO BRASIL E NO MUNDO


Líbano
LÍBANO
Comemoração do 1º de maio em Cuba 
CUBA

Cuba celebra 1° de Maio com pedidos de "unidade"

O "TURCO LADRÃO TEMER" - CAPACHO DOS "JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL" E SEUS AGIOTAS BANQUEIROS - ESTÁ MARTIRIZANDO OS BRASILEIROS - É  REJEITADO  POR  96%  DA POPULAÇÃO



BRASIL

CUT vence e comemoração do Primeiro de Maio ocupará a Paulista



Manifestantes exibem cartazes no ato da CUT na Avenida Paulista (Foto: Marcelo Brandt/G1)
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ALEMANHA
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AUSTRÁLIA
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BÉLGICA
Líbano Foto: EFECAMBOJA
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CHINA 
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COREIA DO SUL 
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ESPANHA
Convocados pelos sindicatos, os trabalhadores espanhóis voltaram a sair às rua nesta segunda-feira, dia Primeiro de Maio, para exigir dos patrões e do Governo empregos estáveis e salários dignos.           Da sua parte, o chefe do Executivo, Mariano Rajoy, agradeceu a contribuição dos trabalhadores para "a recuperação econômica".               Em sua conta do Twitter, Rajoy escreveu que "o Governo trabalha para se conseguir mais e melhores empregos".          Os principais sindicatos, UGT e CCOO, convocaram 73 marchas em todas as capitais de províncias e nas cidades mais importantes para reivindicar emprego estável, salários justos, aposentadorias dignas e mais proteção social.           Os secretários gerais de CCOO e UGT, Ignacio Fernández Toxo e Pepe Álvarez, respectivamente, encabeçarão a manifestação de Madri, que vai passar pela Praça de Netuno até a Porta do Sol, onde terminará com a leitura de um manifesto.           Entre suas reivindicações, ambos pedem às patronais que se sente para negociar a fim de fechar o mais rápido possível um pacto salarial para 2017. Caso contrário, ameaçam com uma maior agitação trabalhista.Líbano Foto: EFE
FILIPINAS
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FRANÇA
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ÍNDIA
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INDONÉSIA
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IRAQUE
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ITÁLIA
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RÚSSIA
Dezena de milhares pessoas participaram nesta segunda-feira de uma marcha pela Praça Vermelha de Moscou por causa do Primeiro de Maio, organizada pelos sindicatos oficiais com o apoio do Rússia Unida, o partido do presidente russo, Vladimir Putin.         A polícia moscovita cifrou em aproximadamente 130 mil os participantes da marcha para celebrar o Dia da Primavera e do Trabalho, que é como oficialmente denominada a festa na Rússia desde 1992.           "Por uma vida, um trabalho e um salário digno", foi o lema central escolhido pelos organizadores da manifestação, embora também tenham sido vistos cartazes com slogans contra o terrorismo.          A festividade na capital foi presidida pelo prefeito, Serguey Sobyanin.           "Quando há um ano nos reunimos aqui, na Praça Vermelha, dissemos que Moscou e os moscovitas superariam todos os problemas. E assim foi", disse o prefeito, que destacou que a capital russa se desenvolve, cria emprego e constrói moradias e infra-estrutura.            Segundo os sindicatos, cerca de 2,5 milhões de filiados participaram da comemoração do Primeiro de Maio no país.           O Partido Comunista de Rússia (PCR) convocou em Moscou uma marcha à parte, na qual participaram cerca de 3,5 mil pessoas, segundo fontes policiais.            "Este não só é um dia de primavera e de trabalho, é um dia de luta dos trabalhadores por seus direitos", disse à imprensa o líder do PCR, Guennadi Ziugánov, antes do começo da marcha.         As autoridades mobilizaram mais de 355 mil policiais e membros da Guarda Nacional em todo o país para garantir a segurança e a ordem durante as atividades por ocasião do Primeiro de Maio.         

Líbano Foto: EFE
SUIÇA
Líbano Foto: EFE
TAIWAN
Líbano Foto: EFE
TURQUIA
A polícia turca prendeu nesta segunda-feira (01/05) mais de 200 pessoas e usou gás lacrimogêneo para dispersar centenas de manifestantes em Istambul, em protestos contra o governo durante as festividades de Primeiro de Maio.    

Segundo o canal de notícias CNNTürk, cerca de 75 pessoas foram detidas no bairro de Gayrettepe, quando aproximadamente 250 manifestantes queriam iniciar uma marcha de protesto.          Os manifestantes carregavam cartazes com lemas como "Viva o Primeiro de Maio. Não ao ditador", em referência ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que obterá mais poderes após uma ampla mudança constitucional, referendada há duas semanas por uma controversa consulta popular. A polícia fez disparos para o ar, usou balas de borracha e gás lacrimogêneo.          Enquanto isso, outro grupo de manifestantes tentou chegar à praça Taksim, no centro de Istambul, onde as autoridades tinham proibido marchas ou protestos. Duas mulheres foram detidas no local.         A polícia turca deteve outros 30 manifestantes que tentaram chegar à praça, em uma marcha que saiu do bairro de Besiktas.         As autoridades turcas confirmaram a prisão de 207 pessoas e informaram ter apreendido granadas de mão e fogos de artifício.           A praça Taksim, que até os protestos sociais do ano 2013 era o centro nevrálgico de qualquer manifestação política na Turquia, esteve nesta segunda-feira completamente fechada ao público, através de barreiras e controles policiais.         O lugar se tornou simbólico para grupos de esquerda na Turquia depois dos violentos incidentes ocorridos ali em 1977 quando grupos ultranacionalistas abriram fogo contra grupos de esquerda e mataram 37 pessoas.            O alto comissário para os Direitos Humanos da ONU, Ra'ad Zeid al-Hussein, condenou nesta segunda-feira as prisões os expurgos em massa na Turquia, afirmando que o país vive "um clima de medo". Ele afirmou, durante entrevista coletiva em Genebra, que Ancara teve que responder a ataques violentos mas não deve violar os direitos humanos enquanto o faz.            Quase 4 mil demissões        Em seus primeiros decretos emitidos após o referendo constitucional que dará mais poderes ao presidente, o governo da Turquia decidiu neste sábado demitir 3.939 funcionários, incluindo mais de mil militares e 500 acadêmicos.          Os demitidos são acusados de estarem relacionados com a rede do clérigo islâmico Fethullah Gülen, acusado pelo governo de estar por trás do fracassado golpe de Estado do ano passado.      Os decretos determinam também a readmissão de 236 funcionários, enquanto 59 estudantes turcos no exterior foram expulsos dos programas estatais de bolsas de estudos. Os decretos também ordenam o fechamento de 18 fundações, um jornal e 13 empresas de saúde, todos supostamente relacionados com Gülen.          Além disso, foram proibidos os programas de namoro na televisão, o que parece indicar que o governo quer impor uma linha mais conservadora ao entretenimento popular.         As autoridades turcas bloquearam também o acesso à enciclopédia online Wikipedia em todos os seus idiomas. A Turquia já havia bloqueado no passado o acesso a redes sociais como Twitter e Youtube.
Líbano Foto: EFE
UCRÂNIA
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GRÉCIA       Centenas de pessoas saíram nesta segunda-feira às ruas no centro de Atenas, seguindo a convocação do principal sindicato do setor privado (GSEE) e do setor público (ADEDY) para se manifestar contra as medidas que serão aplicadas após o acordo entre Governo e credores.          Outras organizações sindicais como a PAME, bem como a esquerda extraparlamentar, também reuniram centenas de pessoas no centro da capital.             O GSEE pediu, além disso, a seus filiados para fazer uma greve de 24 horas durante este primeiro de maio, prévia à geral que ambos os sindicatos convocaram para o dia 17 de maio.          O sindicato do setor privado pediu em um comunicado para formar "uma frente comum" contra as "medidas injustas que o Governo se prepara para votar e pôr em prática", e criticou que o dia 1 de maio seja "um feriado obrigatório", pois, em seu julgamento, a melhor reivindicação é "uma greve dos trabalhadores".         "Durante sete anos, os Governos dos memorandos e da troika bateram nos trabalhadores e varreram o que restava do estado de conforto", disse por sua parte o comunicado do ADEDY, acrescentando que "o Governo de Syriza e ANEL (Gregos Independentes) pretende dar o último golpe nas aposentadorias".

RÚSSIA - Marinha russa receberá em 2018 submarino armado com mísseis Kalibr


Mísseis Kalibr instalados na fragata Admiral Grigorovich

Marinha russa receberá em 2018 submarino armado com mísseis Kalibr

© Sputnik/ Vitaly Timkiv

O submarino nuclear K-328 Leopard, armado com mísseis de cruzeiro Kalibr, entrará ao serviço da Marinha russa em 2018, informou nesta sexta-feira (28) o porta-voz dos estaleiros Zvezdochka,Yevugeny Gladyshev.

"O submarino de propulsão nuclear Leopard, o primeiro submarino renovado do projeto 971M, será entregue à Marinha em 2018", disse Gladyshev, citado pelo Izvestia.

Conforme observou o porta-voz, os submarinos modernizados do projeto 971M vão corresponder a todas as normas que os submarinos nucleares de quarta geração devem cumprir. De acordo com o Izvestia, além dos mísseis Kalibr, o submarino Leopard também será equipado com dispositivos eletrônicos avançados e sistemas hidroacústicos.

No total, serão modernizados quatro submarinos: o K-328 Leopard, o K-461 Volk, o K-391 Bratsk e o K-295 Samara, detalhou o Izvestia.

PILOTOS AMERICANOS DEVERIAM CUIDAR DE ESTREBARIAS E NÃO DE AVIÕES - Piloto da Delta Airlines é flagrado batendo em passageira no aeroporto de Atlanta (VIDEO) - Ato mais aterrorizante do que sua experiência fugindo do Vietnã há mais de três décadas.


Uma aeronave Delta Airlines decola do Ronald Reagan Washington National Airport em Arlington, Virginia.

Piloto da Delta Airlines é flagrado batendo em passageira no aeroporto de Atlanta (VIDEO)

© AP Photo/ Manuel Balce Ceneta

Mais uma para a lista de incidentes envolvendo companhias aéreas americanas: um vídeo de um piloto da Delta Airlines dando uma bofetada em uma mulher brigava com outro passageiro enquanto desembarcava em Atlanta.

Depois da United Airlines arrastar um passageiro para fora do avião, agora é a Delta a estar no centro dos holofotes. O incidente ocorreu no Aeroporto Internacional de Hartsfield-Jackson, em 21 de abril. Nas filmagens, duas mulheres são vistas trocando golpes e lutas no chão antes do piloto se envolver na confusão.

Conforme se afasta para longe da briga, uma terceira mulher se junta, chutando as outras antes de se sentar em uma delas. O piloto foi imediatamente suspenso, mas já voltou ao trabalho. Funcionários da Delta disseram ao National Post que "suas ações evitaram uma altercação entre os passageiros". As companhias aéreas nos EUA foram alvo de toda sorte de escândalos nas últimas semanas.

Em um vídeo postado por uma testemunha no início deste mês em um voo da American Airlines, uma mulher foi vista chorando histericamente enquanto segurava seus dois bebês na frente do avião. De acordo com as testemunhas, um comissário de bordo a atingiu com seu carrinho a puxava pelas mãos para retirá-la do avião. Durante a briga, o atendente quase atingiu um dos bebês, testemunhas alegaram na filmagem do incidente.

Em outro incidente no dia 9 de abril, a United Airlines provocou indignação global depois que o Dr. David Dao, de 69 anos, foi violentamente arrastado de seu vôo depois que a companhia aérea reservou os ingressos.

Dao foi brutalizado enquanto tentava voar do Aeroporto Internacional O'Hare para Louisville, Kentucky, em um incidente que foi capturado em um vídeo que imediatamente se tornou viral. O médico, um cliente pagante, tinha sido informado que ele estava sendo retirado do voo para dar espaço para os membros da tripulação que precisavam embarcar. Quando Dao se recusou a deixar o avião, ele foi violentamente arrastado pelos pulsos.

Dao, que veio aos EUA em 1975, descreveu o incidente como mais aterrorizante do que sua experiência fugindo do Vietnã há mais de três décadas.

RÚSSIA - S-400 são colocados em serviço operacional na base da Frota do Norte


Complexo de sistema S-400, foto de arquivo

S-400 são colocados em serviço operacional na base da Frota do Norte da Rússia

© Sputnik/ Sergei Malgavko

Uma divisão de sistemas antiaéreos S-400 entrou em serviço operacional na base da Frota do Norte, informou a assessoria de imprensa da entidade militar.

Os S-400 garantirão a cobertura do ar das forças da base militar, situada perto da cidade russa de Severodvinsk (noroeste da Rússia).

"Hoje na base da Frota do Norte foi colocada em serviço operacional uma divisão de mísseis equipada com complexos da defesa aérea S-400. Até agora em serviço estavam sistemas S-300", informa o comunicado. O sistema de mísseis de longo e médio alcance S-400 Triumph pode atingir todos os tipos de alvos aéreos, incluindo aviões, drones e mísseis de cruzeiro, à distância de 400 quilômetros e a altitudes de até 30 quilômetros.

NASA SUCATEADA E 200 MILHÔES DE DÓLARES ESCAMOTEADOS - Quando seu programa espacial não dá certo


Quando seu programa espacial não dá certo

NASA está encarando o problema da falta de escafandros para trabalhar na Estação Espacial Internacional.

Quando seu programa espacial não dá certo
O inspetor geral da NASA, Paul Martin, comunicou em seu relatório de 27 de abril que a agência espacial NASA agora está usando os escafandros que foram fabricados 40 anos atrás. 

Vale destacar que a validade de uso de tal acessório corresponde a 15 anos.

"Apesar de serem destinados quase 200 milhões de dólares à NASA para criar escafandros de nova geração, a agência tem um atraso de muitos anos na criação dos mesmos", de acordo com relatório.

Rússia: relações com EUA estão no período mais difícil desde a Guerra Fria


Vista de Moscou a partir da ponte Bolshoy Moskvoretsky

Rússia: relações com EUA estão no período mais difícil desde a Guerra Fria

© Sputnik/ Yevgeny Biyatov

Moscou espera ter negociações produtivas com secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirma chancelaria da Rússia.

É muito importante não apenas para as relações bilaterais, mas também para a situação internacional.

"Pelo visto, as relações russo-americanas passam pelo período mais difícil desde o fim da Guerra Fria. A administração anterior fez todo o possível para agravá-las, tentando limitar uma maior influência da Rússia nos assuntos internacionais e, através de sanções, minar o nosso desenvolvimento econômico", destaca documento divulgado pelo ministério russo.

Chancelaria russa também diz estar preocupada com a decisão dos EUA de resolver o problema de Pyongyang de modo unilateral. "Estamos muito preocupados com o que Washington planeja fazer em relação à Coreia do Norte, aludindo à possibilidade de  um roteiro unilateral de utilização da força", diz comunicado da chancelaria russa.

Ao mesmo tempo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia espera receber a resposta sobre os planos de Washington em relaçõa à Líbia:

"Esperamos ouvir o que os EUA planejam fazer na Líbia que, em resultado da intervenção militar da OTAN, ficou dividida como o Iraque". Mencionando o último incidente ocorrido na sexta-feira passada, a chancelaria sublinhou que as ações dos EUA na Síria são uma violação do Direito Internacional e levam ao reforço das fileiras dos terroristas. O ministério frisou mais uma vez que o ataque dos EUA é um crime contra um governo soberano. O comunicado oficial expressa a vontade da chancelaria de realizar uma investigação objetiva do incidente em Khan Shaykhun, em que foram usadas armas químicas.

RÚSSIA - Pesquisa: Um terço dos russos acha possível uma guerra entre EUA e Rússia


Soldado estadunidense segura lança-foguetes durante exercícios

Pesquisa: Um terço dos russos acha possível uma guerra entre EUA e Rússia

© AFP 2017/ Vano Shlamov

Um terço dos russos admite a possibilidade de uma guerra entre a Rússia e os EUA, mostram os resultados de uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudo da Opinião Pública da Rússia (VTsIOM).

"A maioria de nossos compatriotas continua achando impossível ou pouco possível um conflito armado entre a Rússia e os EUA e OTAN. Porém, a percentagem das pessoas que consideram tal guerra possível ou já em andamento atingiu 30%", indicam os materiais do VTsIOM, a que a Sputnik tem acesso.

Segundo os resultados do estudo, 16% dos questionados acham tal conflito absolutamente impossível, 47% dizem ser pouco provável, outros 16% consideram que a guerra é possível e pode até começar, enquanto 14% acham que a guerra já está decorrendo. Em março de 2014 a guerra era considerada impossível por um quarto dos respondentes (25%), mais da metade dos entrevistados (51%) diziam ser pouco possível, 16% a consideravam bastante provável e apenas 4% diziam que já estava em andamento.

A pesquisa VTsIOM-Sputnik foi realizada em 11-12 de abril de 2107 entre 1.200 respondentes por entrevista telefônica com a margem estatística de erro inferior a 3,5%.

Mais da metade dos russos são a favor da continuação da operação da Rússia na Síria


Dia-a-dia na Base Aérea da Rússia na Síria

Mais da metade dos russos são a favor da continuação da operação da Rússia na Síria

© Foto: Ministério da Defesa da Rússia
Sociedade
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Mais de metade dos russos (53%) são a favor da continuação da operação militar russa na síria, enquanto uma terça parte da população se manifesta contra, mostram os resultados da pesquisa realizada pelo Centro de Estudo da Opinião Pública da Rússia (VTsIOM).

"Um total 53% dos questionados se declarou a favor de a Rússia continuar sua operação militar na Síria, 34% — é contra", diz-se nos materiais da pesquisa a que a Sputnik teve acesso.
Os sociólogos sublinham que o grupo dos que se opõem à operação é constituído nomeadamente por mulheres (45%), pessoas entre 25-34 anos de idade (47%), e os apoiantes dos partidos oposicionistas não parlamentares (63%).
De acordo com os dados do VTsIOM, no ano passado, 58% dos respondentes apoiavam a continuação da operação russa na Síria, um quarto era contra.
A pesquisa VTsIOM-Sputnik foi realizada em 11-12 de abril de 2107 entre 1.200 respondentes por entrevista telefônica com a margem estatística de erro inferior a 3,5%. No início de 2017, a VTsIOM foi a primeira empresa de estudo de opinião a lançar pesquisas diárias Sputnik em toda a Rússia. Antes, pesquisas desse tipo só eram realizadas por duas empresas — a Gallup nos EUA e YouGov na Grã-Bretanha. Na quinta-feira (20) está sendo realizada a 100ª pesquisa diária do VTsIOM. Nestas 100 pesquisas, foram entrevistadas 60 mil pessoas de 3,5 mil povoações. Durante este tempo, os sociólogos elaboraram mais de 2 mil perguntas, ligadas a diversos tópicos da atualidade.

Rússia leva alívio a milhares de civis na Síria com entrega de ajuda humanitária


Ajuda humanitária da Rússia para a Síria

Rússia leva alívio a milhares de civis na Síria com entrega de ajuda humanitária

© Sputnik/ Mihail Voskresensky
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Soldados russos entregaram quase cinco toneladas de ajuda humanitária a civis nas províncias da Síria nas últimas 24 horas, informou o centro russo para a reconciliação síria em seu boletim diário na terça-feira.

"Nas últimas 24 horas, o Centro Para Reconciliação na Síria russo realizou 6 eventos humanitários na província de Aleppo (4), Latakia (1), e al-Suwayda (1)… O peso total da ajuda humanitária prestada à Síria População atingiu 4,8 toneladas", o boletim, publicado pelo Ministério da Defesa russo ler.
De acordo com a declaração, um total de 1.492 civis sírios receberam ajuda humanitária. "Os aviões russos entregaram 21,5 toneladas de ajuda humanitária (produtos alimentares) à área de Deir ez-Zor usando plataformas de pára-quedas. A ajuda foi fornecida pelas Nações Unidas", acrescentou o boletim.
A Rússia tem realizado entregas regulares de ajuda humanitária à Síria. O país apoia Damasco na luta contra os terroristas desde o início da crise militar na Síria em 2011.