segunda-feira, 1 de maio de 2017

Nicolás Maduro convoca Assembleia Nacional Constituinte na Venezuela (VÍDEO)


Nicolás Maduro, presidente da Venezuela

Nicolás Maduro convoca Assembleia Nacional Constituinte na Venezuela (VÍDEO)

https://www.facebook.com/ActualidadRT/videos/10155561810938273/

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou a Assembleia Nacional Constituinte para "alcançar a paz necessária à República".

Maduro ativou o artigo 347 para convocar o Poder Constituinte Original "para que a classe trabalhadora e o povo convocassem a Assembleia Nacional Constituinte".
Protestos na Venezuela, arquivo
© AP Photo/ Ariana Cubillos
Com este passo, o presidente da Venezuela anunciou que pretende "superar o golpe" e "melhorar o sistema econômico, social e político" do país. Prevê-se que o povo eleja cerca de 500 constituintes por meio de voto direto.
Maduro prometeu "uma Constituinte cidadã, popular, dos trabalhadores, camponeses, indígenas, juvenis, dos adultos, feminista, bolivariana e profundamente chavista pelo democrático e popular".
O anúncio aconteceu em uma cerimônia realizada na Avenida Bolívar, no centro de Caracas, onde milhares de pessoas se reuniram para comemorar o Dia Internacional dos Trabalhadores.
"Um golpe como esse que está ativado só se derrotar com a Constituição na mão", disse o presidente, clamando por uma "união cívico-militar".
Como parte do convite, o presidente venezuelano pediu a constitucionalização de missões sociais, como a Missão 'Barrio Adentro', a Missão de Transportes, a Missão Alimentar, a Missão Barrio Nuevo, o Barrio Tricolor e a Missão Habitacional.

Maduro adia fim da circulação de cédulas antigas de 100 bolívares


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Maduro adia fim da circulação de cédulas antigas de 100 bolívares

© REUTERS/ Carlos Garcia Rawlins
Américas
URL curta
415210

Governo tem retirados as notas de circulação alegando ação de contrabandistas.

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
© REUTERS/ Miraflores Palace
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, estendeu mais uma vez o adiamento do fim da circulação das notas de 100 bolívares. É a segunda vez que Maduro toma a decisão. Em um discurso transmitido pelas redes de rádio e TV, ele informou que as pessoas têm até o dia 20 de janeiro para parar de usar as notas antigas. Autoridades do governo atribuem o adiamento da distribuição de novas cédulas a uma ação de "sabotagem".
Desde o dia 11, o governo da Venezuela tem recolhido as notas de 100 bolívares, dizendo que elas favorecem a ação de contrabandistas de comida e itens de primeira necessidade em escassez no país.
Reação oposicionista
Logo após o anúncio, a oposição venezuelana criticou a decisão. O governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, disse que "nunca houve um governo mais incompetente e corrupto" e enfatizou que o caos gerado no país.
O deputado à Assembleia Nacional (AN), José Guerra, também se manifestou declarando que "não tinha visto um pirata como o governo Maduro substituir as notas de 100 bolívares".

'Oposição venezuelana quer derrubar Maduro da mesma maneira que queria derrubar Chávez'


América Latina presta homenagem a Hugo Chávez no segundo aniversário da sua morte. 27 de fevereiro de 2015, Caracas, Venezuela.

'Oposição venezuelana quer derrubar Maduro da mesma maneira que queria derrubar Chávez'

© AFP 2017/ Federico Parra
Américas
URL curta
1656081

A Sputnik conversou com o jornalista argentino Pedro Brieger sobre a medida tomada nesta segunda-feira (9) pela Assembleia Nacional da Venezuela, ou seja, declarar o “abandono do cargo” pelo presidente do país Nicolás Maduro.

"A oposição venezuelana, que controla a Assembleia Nacional, quer derrubar o presidente Nicolás Maduro da mesma maneira que queria derrubar Hugo Chávez", disse à Sputnik Mundo o jornalista Pedro Brieger, diretor do portal de notícias Nodal.
Em 9 de janeiro, a Assembleia Nacional venezuelana aprovou por maioria declarar o "abandono do cargo" pelo presidente do país, Nicolás Maduro. A maioria oposicionista do Parlamento venezuelano assegurou que em várias ocasiões Maduro atuou à margem da Constituição e que "a ineficácia" das suas políticas gerou a crise econômica que o país está enfrentando. Para Brieger, é mais uma demonstração de algo que vem acontecendo no país bolivariano já faz muito tempo. Segundo ele, a oposição tem intuito de derrubar todos os responsáveis oficiais chavistas em várias ocasiões, mas nunca o conseguiram. No ano de 2002, eles tentaram efetuar um golpe de Estado, mas falharam sem imaginarem que Chávez voltaria graças ao apoio popular, recorda o jornalista.
"Nos princípios de 2016, o fato de triunfarem e conseguirem a maioria na Assembleia Nacional os fez pensar que o chavismo estava acabado. Estavam tão convencidos em sua narrativa que o diziam abertamente e começaram a se mobilizar para conseguir seu derrube, mas não se atreveram a tomar o Palácio de Miraflores [sede do governo] porque se deram conta de que não era possível", indicou.
Esta impossibilidade surge, segundo o jornalista, porque o chavismo tem uma base social "muito forte" com uma grande capacidade de mobilização.
"É um movimento que está disposto a defender o poder construído desde as eleições ganhas por Chávez em 1998", assinalou. "A oposição enfrenta obstáculos ao tentar destruir o chavismo como movimento político. Este é o objetivo que eles perseguem tanto por via institucional como por via da mobilização. O que se passa é que somos a maioria neste país, segundo demostraram os sucessivos períodos eleitorais", concluiu.

Maduro transfere ao menos 15 poderes ao vice-presidente da Venezuela


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, participa em Caracas da cerimônia em homenagem a Fidel Castro, líder da Revolução cubana falecido em 25 de novembro de 2016

Maduro transfere ao menos 15 poderes ao vice-presidente da Venezuela

© AFP 2017/ JUAN BARRETO
Américas
URL curta
148930

O presidente venezuelano, Nicolas Maduro, transferiu pelo menos 15 de seus poderes, incluindo a nomeação de vice-ministros, para o vice-presidente do país, Tareck El Aissami, segundo informa a mídia local.

El Aissami terá o direito de nomear vice-ministros, assinar decretos sobre expropriação, isentar empresas estratégicas do Imposto sobre Valor Agregado, além de ser responsável pela distribuição de fundos entre ministérios, de acordo com o portal Noticias24. O vice de Maduro foi nomeado para o cargo em 4 de janeiro de 2017. De acordo com a Constituição venezuelana, em caso de vacância no posto presidencial as atribuições do presidente transferem-se para o vice-presidente, se a situação ocorrer após a conclusão da metade do mandato presidencial.
Em 9 de janeiro, o parlamento venezuelano declarou que Maduro havia “abandonado” seu cargo por supostamente não cumprir seus deveres constitucionais, mas a Suprema Corte de Justiça afirmou que a Assembléia Nacional não tinha poderes constitucionais para declarar o abandono. Maduro classificou as ações do parlamento como uma tentativa de golpe.

Rússia reprova 'ingerência destrutiva' nos assuntos da Venezuela


Venezuela

Rússia reprova 'ingerência destrutiva' nos assuntos da Venezuela

Federico Parra/AFP
Américas
URL curta
301896197

O Ministério das Relações Exteriores russo reafirmou sua reprovação das tentativas da "ingerência destrutiva" nos assuntos internos da Venezuela em um comunicado divulgado na véspera da visita da chefe da diplomacia venezuelana, Delcy Rodriguez, a Moscou.

"Dada a tensão em que vive a Venezuela na política interna e na situação social e econômica, manifestamos nossa solidariedade com o povo deste país amigo, expressamos o nosso forte apoio à linha do governo legítimo, que visa promover o diálogo nacional para superar as divergências existentes na sociedade venezuelana e estamos a favor da resolução dos problemas no quadro constitucional, sem a ingerência destrutiva externa ", escreve o Ministério russo.
A declaração qualifica a Venezuela de "um dos principais parceiros da Rússia na América Latina e no cenário internacional" e expressa seu apoio à linha independente de Caracas na política externa.
"Nossos países se opõem em conjunto às tentativas de uso da força nos assuntos internacionais. Estamos unidos pela defesa coerente dos princípios do multilateralismo, do primado do direito internacional, da inadmissibilidade da ingerência nos assuntos internos de Estados soberanos, da rejeição do uso extraterritorial das leis nacionais e dos golpes de Estado como meio para mudança de governos", diz o comunicado. Na sexta-feira (5), o Ministério das Relações Exteriores da Rússia anunciou que o ministro Sergei Lavrov se vai reunir com a homóloga venezuelana, Delcy Rodríguez, em 6 de fevereiro em Moscou.
A porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, disse que a reunião se concentrará em projetos conjuntos promissores no campo da energia, agricultura e indústria e outros temas da agenda bilateral, bem como na coordenação de posições nas Nações Unidas e outras organizações internacionais.

'Há quem tente pressionar Trump a puxar o gatilho contra Venezuela'


Prédio do Congresso dos EUA, Washington

'Há quem tente pressionar Trump a puxar o gatilho contra Venezuela'

© flickr.com/ Stephen Melkisethian
Américas
URL curta
6155891

O apelo de 34 membros do Congresso dos EUA que encaminharam uma carta ao presidente norte-americano, Donald Trump, com pedido de exercer pressão sobre a Venezuela devido aos casos de corrupção e violação de direitos humanos no país, causou uma grande polêmica na sociedade.

Segundo Jordán Rodríguez, vice-presidente do canal estatal venezuelano VTV, que foi entrevistado pela Sputnik Mundo, o novo secretário de Estado, Rex Tillerson destacou a necessidade de restabelecer a democracia na Venezuela, apesar das declarações de Trump sobre a necessidade de se focar nos EUA.
"Suas palavras significam que a ditadura reina no meu país. Provavelmente, há quem tente pressionar Trump e fazê-lo puxar o gatilho contra Venezuela, o que não está entre as suas prioridades", assinalou Rodríguez.
Uma pesquisa da agência Associated Press (AP) mostrou que o novo vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, é, alegadamente, ligado ao tráfico de drogas e grupos terroristas no Oriente Médio. Segundo Rodríguez, entre os anos de 2008 e 2010, Aissami contribuiu para o enfraquecimento de carteis de drogas no país.
"Não é por acaso que a AP publica as informações que o mencionam como funcionário o qual Trump deve pressionar. Se analisarmos a carreira deste funcionário e acompanharmos a reação dos EUA, há mais entendimento na ligação das coisas entre si", ressaltou o vice-presidente do VTV.
Ao mesmo tempo, Rodríguez observou que não é tão fácil enganar a "sociedade interligada".
"Os jornalistas sempre se encontram na mira da sociedade. Mentir e manipular através de tais ações está se tornando cada vez mais difícil", reconhece.
Rodríguez contou que quando trabalhava como correspondente do canal Telesur na Líbia em 2011, ele via jornalistas da AP "sentados na piscina bebendo capuchino" que afirmavam ter testemunhado "fuzilamentos de pessoas" nas ruas de Tripoli. Porém, eles "nem saíam do hotel", revela. Finalmente, Rodrígues conclui que "esta publicação que acusa diretamente o vice-presidente, provavelmente, visa provocar uma reação do governo venezuelano e desencadear uma guerra de diplomacia que complicará as relações entre os dois países".

EUA acusam vice da Venezuela de ajudar terroristas no Oriente Médio


Ouvir Rádio



ARQUIVO - Nesta foto de fevereiro de 2017, o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, é saudado por um oficial do Exército Bolivariano após sua chegada para um desfile militar no Forte Tiuna, em Caracas, Venezuela. A administração do presidente Donald Trump aplicou sanções contra El Aissami e o acusa de desempenhar um papel importante no tráfico internacional de droga.

EUA acusam vice da Venezuela de ajudar terroristas no Oriente Médio

© AP Photo/ Fernando Llano
Américas
URL curta
50962112

Na linha direta de sucessão de Nicolás Maduro, o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami foi incluído na lista de sanções do Departamento do Tesouro americano. A acusação? Um suposto auxílio a traficantes de drogas e terroristas do Oriente Médio.

Além disso, autoridades dos EUA acusam El Aissami de facilitar o envio de drogas venezuelanas para território americano. Com a sanção, todos os ativos do vice ficam congelados.
A investigação é conduzida por promotores federais e deve estremecer ainda mais a relação entre os dois países, embora Maduro tenha se mostrado satisfeito com a eleição de Trump para a presidência. Ex-líder estudantil, El Aissami chegou ao posto de vice-presidente no início deste ano. Ele tem poderes de alocar moeda estrangeira, encarcerar "inimigos da revolução" e expropriar companhias.
Os direitos do vice fazem parte de um pacote promulgado por Maduro no final de janeiro que visava transferir responsabilidades e se resguardar, caso os oposicionistas consigam tirá-lo do cargo.

'Há um golpe de Estado em pleno andamento na Venezuela'


Confrontos dos manifestantes com a polícia

'Há um golpe de Estado em pleno andamento na Venezuela'

© REUTERS/ Carlos Garcia Rawlins
Américas
URL curta
21844691526

O governo venezuelano enfrenta um golpe, disse o vice-presidente Tareck El Aissami em entrevista a um canal estatal de televisão.

"Nós alertamos a comunidade internacional… esta direita terrorista está lançando seu ódio, estamos no meio de um golpe, vamos derrotá-lo", disse El Aissami.
O vice-presidente chamou a unidade para a Força Armada Nacional e à união "cívico-militar". Segundo El-Aissami, setores extremistas da oposição se articulou a bandos criminosos para atacar a população, fatos que atribuiu aos deputados da Assembleia Nacional.
"José Guerra, juntamente com Tomás Guanipa, articularam suas ações com bandos de criminosos que atacam as pessoas, estamos diante de um novo cenário de guerra não convencional", acrescentei.
El-Assami disse que as tentativas visam criar uma grande comoção nacional, por meio de redes sociais.

Oposição venezuelana não apoiará convocação de Constituinte no país


Henrique Capriles, líder da oposição venezuelana

Oposição venezuelana não apoiará convocação de Constituinte no país

© REUTERS/ Marco Bello
Américas
URL curta
343 0 0

A oposição venezuelana não reconhece a decisão do presidente Nicolás Maduro de convocar uma Assembleia Constituinte.

Um dos principais líderes oposicionistas no país, Henrique Capriles, declarou que considera que Maduro tenta "matar a constituição".
"As pessoas — vão para as ruas contra a fraude constitucional que acaba de ser anunciada pelo ditador Maduro e para desobedecer tal loucura! Nós, os venezuelanos, não aceitaremos a continuação do golpe de Maduro… O ditador Maduro e sua liderança corrupta de drogas querem matar a constituição da República Bolivariana da Venezuela. Eles não serão capazes de fazer isso!", Capriles escreveu em sua página no Twitter na segunda-feira.
"Estamos chamando a atenção dos governos democráticos do mundo, a opinião pública internacional de que Maduro está consolidando o golpe e aprofundando a grave crise", escreveu Capriles em sua página no Twitter na segunda-feira.
No início do dia, Maduro anunciou sua decisão de convocar a Constituinte. De acordo com o artigo 347 da Constituição venezuelana, o povo venezuelano é a fonte de poder, que pode ser exercida através da Assembleia Nacional Constituinte, que pode ser chamada para mudar o sistema de governo e criar a nova Constituição.

Animê recria vida soviética na Hungria com carros antigos



Videoclube

Animê recria vida soviética na Hungria com carros antigos

Videoclube
URL curta
2740100

Um artista recriou as ruas da capital húngara Budapeste nos anos 1980 como cena para um animê curto que conta uma história de um drama de amor.

No vídeo aparecem carros antigos, ônibus e bondes que circulavam as ruas das cidades soviéticas nesses anos.
O diretor diz que o animê foi filmado apenas com uma câmera DSLR e tem 2.790 imagens no total.