segunda-feira, 6 de julho de 2015

WIKILEAKS - JUDEUS SIONISTAS DOS EUA ESPIONAM EMPRESAS FRANCESAS E PODEM LEVAR À RUÍNA A ECONOMIA DA FRANÇA



Espionagem dos EUA ameaça arruinar economia francesa

Julian Assange durante entrevista ao TF1

Espionagem dos EUA ameaça arruinar economia francesa

Depois da espionagem política, vem a econômica. O WikiLeaks, em conjunto com as francesas Libération e Médiapart, divulgou novas informações sobre o grampo informático realizado pelos EUA na França.

Segundo as novas revelações, a Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) possui uma lista de empresas importantes francesas que estavam espionadas. E a mídia francesa já se mostra preocupada porque os norte-americanos podiam ter acesso a informações muito sensíveis, ameaçando o negócio.

Entre as empresas citadas pelo jornal Libération, que publicou um artigo escrito com a participação de Julian Assange, fundador do WikiLeaks e agora residente da embaixada do Equador em Londres, está inclusive a Airbus, maior aeronáutica do país.

As áreas em que trabalham as empresas espionadas estão listadas em uma nota secreta do governo estadunidense, divulgada pelo WikiLeaks e intitulada "França: 

Desenvolvimentos Econômicos". De acordo com esta nota, a estratégia dos EUA na espionagem econômica na França abrange todas as práticas comerciais francesas, as relações entre a França e as instituições financeiras internacionais.
Os EUA também querem saber o que os comerciantes franceses acham sobre o G7 (que naquela época era ainda G8) e G20, assim como também os maiores contratos internacionais franceses.

As informações coletadas abrangeram as áreas consideradas estratégicas, como petróleo, gás, energia nuclear etc.

Segundo Julian Assange, cerca de 100 empresas francesas foram vigiadas; para rematar, a maioria delas levam a indicação OIV (Operadores de Importância Vital).
"Há muitos documentos, ao serem recolhidos todos em um só lugar, fariam um livro enorme", disse Assange em uma entrevista ao canal de televisão francês TV5 Monde.

Ou seja, todas as esferas — a pública, a estatal, a comercial, com todos os setores correspondentes, estavam sendo vigiados constantemente, com os dados passados pelos grampeadores para as autarquias correspondentes nos EUA. A NSA nutria de informações coletadas assim entidades como o departamento de Segurança, do Comércio, Energia, a Reserva Federal, Tesouro e até o Estado-Maior conjunto das Forças Armadas dos EUA na Europa.


Para os autores do Libération, esta espionagem "pode ser tudo, desde um roubo simples de planos e esboços à pilhagem de dados tecnológicos confidenciais".
Mais o alvo mais procurado pela NSA são informações sobre negócios que envolviam empresas dos EUA. Nisso reside o maior perigo para a economia europeia, já que com estes dados, obtidos ilegalmente, violando o segredo comercial, seria "desastroso" para o negócio francês.

Mas agora, as revelações ameaçam os próprios EUA, nomeadamente o Tafta, tratado de livre comércio entre os EUA e a União Europeia. Vistas as revelações do WikiLeaks, tais projetos geram bastante desconfiança nos cidadãos europeus. E não só.

Depois do recente escândalo de espionagem na França, realizada conjuntamente pela NSA e pelo BND alemão, a França adotou uma lei de vigilância "total" que dá aos agentes poderes para "promover os interesses econômicos e industriais" da França. Resta saber qual será a resposta da França. Talvez ela vá espionar as empresas norte-americanas, como sugere o Libération?


Hector Wagner Wagner · 

Isso franceses otários, apoiem americanos traidores e verão o que lhe esperam! A Grécia está sendo vítima da política de espionagem americana, FMI quer desgraçar o resto da economia grega, empurrando o país para o abismo econômico. França, Alemanha principais da zona do euro, provavelmente a inteligência americana já deve está trabalhando para derrubar a moeda européia frente ao dolar, desacreditar países da zona do euro, gerar desconfiança nos mercados europeus e crise nos países cuja a dependência econômica é grande(Espanha, Portugal, Grécia, outros) sair fortalecendo comércio americano na europa. Além disto a USA está cobrando altos investimentos europeus em armas americanas, tais como sistemas de defesa e balística para uma ameaça ficticia, algo irreal para economia européia neste momento, em contrapartida as vendas americanas de armas aumentam. O povo europeu já está começando a protestar, em Berlim, já começou a aparecer manifesto contra a política americana na europa.
Hector Wagner Wagner · 

Isso franceses otários, apoiem americanos traidores e verão o que lhe esperam! A Grécia está sendo vítima da política de espionagem americana, FMI quer desgraçar o resto da economia grega, empurrando o país para o abismo econômico. França, Alemanha principais da zona do euro, provavelmente a inteligência americana já deve está trabalhando para derrubar a moeda européia frente ao dolar, desacreditar países da zona do euro, gerar desconfiança nos mercados europeus e crise nos países cuja a dependência econômica é grande(Espanha, Portugal, Grécia, outros) sair fortalecendo comércio americano na europa. Além disto a USA está cobrando altos investimentos europeus em armas americanas, tais como sistemas de defesa e balística para uma ameaça ficticia, algo irreal para economia européia neste momento, em contrapartida as vendas americanas de armas aumentam. O povo europeu já está começando a protestar, em Berlim, já começou a aparecer manifesto contra a política americana na europa.





domingo, 5 de julho de 2015

JUDEUS SIONISTAS DOS EUA QUEREM DOMINAR O MUNDO COM GUERRAS E PODERIO MILITAR - COM UMA FORÇA POLICIAL MUNDIAL TRAZENDO MAIS MORTES, DESTRUIÇÃO E MISÉRIA A OUTROS POVOS




Opinião: Pentágono  tem uma versão do futuro  a guerra

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150705/1483704.html#ixzz3f5i8TFUM


Soldados norte-americanos no Afeganistão

A nova estratégia militar dos EUA, segundo um jornalista americano, é um guia sobre a forma de governar o mundo usando a força militar.

Segundo Mike Whitney, o Pentágono não vê outro futuro para o seu país além da agressão a fim de proteger a segurança nacional. Enquanto isso, as principais "ameaças à ordem mundial" — a Rússia e a China — estão planejando estabelecer uma zona de livre comércio, da qual o Brasil, India e àfrica do Sul fazem parte com o "BRICS".
Em 1 de julho a Secretaria da Defesa dos EUA publicou a sua nova estratégia militar, que o jornalista chamou, no seu artigo na publicação Counter Punch, de “guia de 24 páginas sobre a forma de governar o mundo usando a força militar”.


A principal mensagem da nova estratégia, de acordo com o jornalista, é alcançar os objetivos usando quaisquer meios e, em muito, é a estratégia de perseguir os seus interesses usando a violência.


Whitney sublinha que o documento “Estratégia Militar Nacional para 2015” dá a sensação de que os EUA não têm qualquer remorso por todas as mortes e destruições que Washington provocou com suas operações em outros países.

A única justificativa para uma política destas, destaca o jornalista, é como sempre "a segurança nacional". O autor ironicamente escreveu que os EUA não começam a agressão contra países inocentes com vastos recursos naturais. Eles protegem "os interesses da segurança nacional."
Mike Whitney sublinhou:

“Guerra, guerra e ainda mais guerra. Esta é o único futuro que o Pentágono vê. Essa visão difere da russa e chinesa, em uma altura em que os dois países estão planejando uma área de livre comércio, que poderá aumentar o nível de emprego, melhorar a infraestrutura e elevar o padrão de vida, enquanto os EUA têm à frente apenas a morte e destruição.”

Entre os inimigos principais dos EUA são indicados o Irã, a Rússia e a China com o "BRICS"


. E apesar do fato de que nenhum dos países mostra desejo de iniciar um confronto militar aberto, Washington está a vê-los como a grave ameaça para a segurança de toda a comunidade mundial. O jornalista também comentou a situação na Ucrânia:

“Um dos temas principais da nova estratégia militar dos EUA é a Rússia, que teve a audácia de defender os seus interesses nacionais, após o Departamento de Estado dos EUA ter realizado um golpe de Estado na Ucrânia."

Whitney opina que o Pentágono mais uma vez apresentou aos seus cidadãos a Doutrina Bush, suavizando um pouco a retórica. Não há necessidade de assustar as pessoas gritando sobre uma agressão não provocada, desrespeito do direito internacional. Todo o mundo sabe que os EUA farão tudo o que querem e a nova estratégia militar só confirma este fato triste, resumiu Mike Whitney.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150705/1483704.html#ixzz3f5jeUOOm




GRÉCIA - NÃO AO "FMI" - NÃO AO BANCO CENTRAL EUROPEU - NÃO AO "BANCO MUNDIAL" - NÃO AO "SISTEMA FINANCEIRO JUDAICO SIONISTA DE ISRAEL"


Grécia: 59,7% da população dizem "não" à austeridade, revelam os primeiros dados oficiais - Os gregos devem seguir os mesmos passos da Hungria e Islândia, que expulsaram os judeus da ecnomia.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150705/1484566.html#ixzz3f5eqzMxB


Votação na Grécia aponta a vitória do não

No referendo deste domingo (5), 59,7% dos gregos optaram pelo "não", segundo revelam os primeiros dados oficiais parciais divulgados pelo Ministério do Interior do país. A votação tem o objetivo de decidir se a Grécia irá aceitar as exigências dos credores.

Por outro lado, até agora 40% se mostraram a favor de aceitar as condições dos credores.

Estes resultados correspondem ao escrutínio de 541.500 cédulas, o que representa 7,56% dos votos.

A Grécia mantém há um mês negociações com seus credores (que são a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional) para reestruturar uma dívida de mais de 240 bilhões de euros, montante referente aos dois salvamentos que foram necessários para evitar a inadimplência técnica em 2010 e 2012.

O referendo deste 5 de julho, convocado pelo governo grego, tem o objetivo de decidir se aceita ou não as propostas dos credores, exigindo reformas difíceis em troca de financiamentos para os próximos cinco meses.

O primeiro-ministro, Alexis Tsipras, tinha convidado gregos a rejeitarem as propostas europeias, assegurando que a vitória do "não" não significará uma ruptura com o euro.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150705/1484566.html#ixzz3f5gI7onl


TERROR JUDAICO SIONISTA NA UCRANIA - SIONISTAS DE KIEV USAM ARMAS QUÍMICAS DA MESMA FORMA QUE USARAM NA SÍRIA



TERROR JUDAICO SIONISTA NA UCRANIA - SIONISTAS DE KIEV USAM ARMAS QUÍMICAS DA MESMA FORMA QUE USARAM NA SÍRIA
Vila de Semyonovka, na Ucrânia destruída após ataque
Forças de Donetsk acusam Kiev -utilizaram armas químicas

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150705/1484350.html#ixzz3f5bqY9Vv


Forças ucranianas usaram bombas químicas nos ataques contra a cidade de Semiónovka, no leste do país, segundo disse neste domingo o primeiro ministro adjunto da Defesa da auto-proclamada República Popular de Donetsk (RPD), Sergey Shamberin.
"Em vários casos, os ataques foram realizados com o uso de diversas bombas químicas contra nossas posições", disse Shamberin segundo citado pela agência de notícias local.

Ele acrescentou que "muitas pessoas foram intoxicadas" e tiveram que ser hospitalizadas.


Anteriormente, as forças da RPD acusaram reiteradas vezes o exército ucraniano de utilizar as chamadas bombas de fósforo.

Em abril 2014 Kiev lançou uma operação militar contra as forças das regiões de Donetsk e Lugansk, áreas cujas populações estão insatisfeitas desde a derrubada do presidente Viktor Yanukovich em fevereiro daquele ano.

Depois de quase um ano de hostilidades, em Donbass foi decretado um cessar-fogo que o Grupo de Contato Trilateral composto por Rússia, Ucrânia e OSCE, negociou em 12 de fevereiro em Minsk.

Apesar dos acordos alcançados em Minsk em 12 de fevereiro de 2015 terem estabelecido uma trégua que cessou os combates em grande escala, as violações do armistício ocorrem com frequência, com as partes envolvidas mutuamente se acusando.

FRANCE - HOLLANDE DÁ CALOTE NOS RUSSOS - NÃO ENTREGA OS MISTRAIS QUE VENDEU E NÃO DEVOLVE O QUE RECEBEU




Mídia: França não quer pagar mais de um bilhão de euros por Mistrais

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150627/1416438.html#ixzz3f5W6lhPr

A picture taken on September 7, 2014 in Saint-Nazaire, western France, shows the Vladivostok warship, a Mistral class LHD amphibious vessel ordered by Russia to the STX France shipyard

A indenização pelo incumprimento do contrato de fornecimento dos navios pode atingir 1.2 bilhões de euros, valor que a França gostaria de diminuir para 1 bilhão.

A publicação francesa escreveu que nas negociações sobre o incumprimento do contrato de construção de dois porta-helicópteros tipo Mistral participam o chefe do secretariado-geral da defesa e segurança nacional francês, Louis Gautier, e o vice-premiê russo Dmitry Rogozin.
"
O contrato prevê uma indenização máxima de 250 milhões de euros no caso de recusa de fornecimento, mas a Rússia exige receber os 890 milhões que ela pagou, bem como 300 milhões como contrapartida pela modernização de helicópteros e os seus portos realizada pela empresa Kamov (modificação de helicópteros da série Ka-52 Alligator – ed.)". Estas despesas foram feitas expressamente contando com a entrega dos navios.

Segundo o jornal francês, a França quer pagar só 1 bilhão de euros nomeadamente porque será mais fácil justificar tal montante na mídia. 


Ainda de acordo com Challenges, a Rússia exige que a França discuta com ela o candidato alternativo que poderia comprar os Mistrais, construídos por encomenda da Rússia, mas o lado francês só concordou em "realizar consultas" com os russos.


O contrato de fornecimento dos navios tipo Mistral foi assinado em 2011 pela empresa francesa DCNS e a russa Rosoboronexport. 

A França deveria ter entregue o primeiro navio, chamado Vladivostok, em novembro do ano passado, mas não cumpriu o compromisso alegando a escalada do conflito na Ucrânia. A Rússia espera que Paris forneça os navios ou devolva a quantia já paga.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150627/1416438.html#ixzz3f5YZuEAc


Francisco Daumas · 
A frança não é um país sério. A Russia deve exigir o que é de direito não pode fazer concessão alguma a esse lacaio dos EUA.
Jose Carlos Ziolkowski · 
DEFESA É UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA NACIONAL. JAMAIS DEVE SER CREDITADO QUALQUER PASSO AO ESTRANGEIRO. A FRANÇA ESTA SE APROVEITANDO DE UMA CRISE ONDE ELA É UMA DAS CORRESPONSAVEIS, JUNTO COM SEUS AMIGUINHOS AMERICANOS, PARA DAR O CALOTE E FUGIR DE SUAS RESPONSABILIDADES. PURO OPORTUNISMO E DECLINIO MORAL.

musica arabe

quarta-feira, 1 de julho de 2015

OBAMA - NÓS VEMOS O BRASIL COMO POTÊNCIA MUNDIAL E NÃO REGIONAL - FOI A RESPOSTA DADA À INDIGENTE SANDRA DA "GLOBO"



Obama responde a repórter da Globo na Casa Branca: “Nós vemos o Brasil como uma potência global, não regional”

Aqui, o vídeo.

Conversa Afiada reproduz artigo de Paulo Nogueira, extraído do Diário do Centro do Mundo:

O QUE EXPLICA O VEXAME INTERNACIONAL DA GLOBO NA COLETIVA DE DILMA E OBAMA



por Paulo Nogueira

A miséria jornalística e mental das Organizações Globo foi brutalmente exposta ao mundo ontem, na entrevista coletiva concedida por Obama e Dilma sobre o encontro de ambos.

A jornalista Sandra Coutinho da Globo fez uma pergunta que, jornalisticamente, é a quintessência da obtusidade.

Aqui, o vídeo.

Presumivelmente, o real autor da questão foi Ali Kamel, diretor de jornalismo da emissora e célebre por um livro em que declara, triunfal: “Não somos racistas”. Uma ex-apresentadora disse que todas as perguntas revelantes na Globo são obra de Kamel.

O primeiro erro técnico foi atribuir a Obama, na pergunta, uma opinião que é da Globo, mas não dele.

Ela afirmou que os Estados Unidos veem o Brasil como uma potência regional, e não mundial.

De onde ela tirou isso, ou Kamel?

O Brasil é a sétima economia mundial, queira a Globo ou não. E nos últimos anos, sobretudo com a ascensão de Lula, ganhou ressonância mundial.

A Globo jamais iniciaria a pergunta daquela forma se o presidente fosse FHC ou Aécio.

E um bom jornalista nunca colocaria uma opinião dele mesmo na boca de qualquer pessoa.

Pesquise: quando Obama, ou alguma outra autoridade do governo americano, disse algo parecido?

Foi tão boçal a voz da Globo na coletiva que Obama, embora a pergunta não fosse para ele, tomou o microfone.

Sandra Kamel, chamemos assim, não se limitou a uma asneira numa só pergunta. Também conseguiu incluir nela a crise econômica e política do Brasil como se isso fosse realmente uma coisa incomum num mundo cor de rosa.

Ora, os próprios Estados Unidos desde 2008 estão atolados em dificuldades econômicas.

Obama pareceu saber mais sobre o Brasil que a Globo. Notou que problemas no Congresso estão longe de ser exclusividade do governo Dilma.

Ele próprio enfrenta um Congresso extraordinariamente hostil desde que chegou à Casa Branca. Foi épica sua luta para aprovar o projeto de saúde que lhe era tão caro, o Obamacare.

Sinal da realidade paralela vivida pela Globo e seus jornalistas, Sandra Coutinho festejou sua intervenção patética no Twitter.

“Muita emoção conseguir fazer uma das quatro perguntas da coletiva de Dilma e Obama!”, escreveu.

Fora tudo, Sandra não fez qualquer esforço. Como mostra o vídeo da entrevista, a palavra lhe foi dada por Dilma, num gesto que mostra a característica subserviência de governos brasileiros, petistas ou não, à Globo.

As palavras mentecaptas de Sandra Coutinho registraram, mundialmente, não apenas o que a Globo pensa sobre o Brasil.

Mais que tudo, elas captaram, ao vivo, a indigência jornalística e intelectual da emissora
.



Em tempo: esse Bessinha …


Leia também:

O VASCO NUNCA VIU NADA IGUAL À SANDRA COUTINHO


DILMA A OBAMA: MORO, CADÊ AS PROVAS ?



E vote na trepidante enquete do C Af:

O que a repórter da GloboNews se esqueceu de perguntar ao Obama?
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Олег Газманов - Сольный концерт "Новая заря"