domingo, 1 de fevereiro de 2015

PUTIN DÁ SINAL VERDE AOS REBELDES PARA ATACAR KIEV E AMEAÇA ROMPIMENTO DIPLOMÁTICO COM OS EUA


Rússia cansou-se de esperar que o Ocidente contenha Kiev


25/1/2015, [*] Alexander MercourisRússia Insider
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Vladimir Putin
Houve muitos dias importantes no conflito ucraniano, mas é possível que 23/1/2015 revele-se um dos mais importantes. Nesse dia, reuniu-se o Conselho de Segurança da Federação Russa. É o principal corpo do qual emanam decisões nos campos de política exterior, defesa e segurança. E as reuniões do CSR são presididas pelo Presidente e Comandante-em-Chefe, Vladimir Putin.

Não há transcrição do que foi dito. O que se sabe é que naquela reunião discutiram a situação na Ucrânia.

A página internet de Putin oferece excertos do discurso de abertura da reunião.Vale a pena reproduzir aqui vários parágrafos:

Estamos testemunhando deterioração dramática da situação no sudeste da Ucrânia, na República Popular de Donetsk e na República Popular de Lugansk. Quanto a isso, gostaria de repetir aqui a informação de que, há uma semana, na 5ª-feira (15/1/2015), enviei carta ao presidente da Ucrânia, com proposta, por escrito, para retirar armamento pesado – artilharia e lança-foguetes – para distância da qual não possam atingir áreas habitadas.

Gostaria de informar também que essa proposta cobre quase completamente os pedidos de Kiev oficial. Vocês sabem que pode haver uma área disputada ao longo da linha de separação entre as partes em conflito. Sugerimos então que armas e equipamento pesado deveriam ser retirados para a linha que as próprias autoridades de Kiev consideram justa e conforme os acordos firmados em Minsk dia 19/9/2014.

Infelizmente, não recebemos resposta clara à nossa proposta; de fato, vimos a ação contrária, a saber, que o governo de Kiev distribuiu ordem oficial para lançamento de operações de combate de larga escala ao longo de quase todo o perímetro de contato entre os lados opostos.

O resultado: dúzias de mortos e feridos, e não só soldados dos dois lados, mas, e até mais tragicamente, muitas mortes entre a população civil, incluindo crianças, idosos e mulheres. A artilharia, lançadores de foguetes múltiplos e aeronaves atiram indiscriminadamente, diretamente contra áreas densamente habitadas.

Tudo isso vem acompanhado de slogans de propaganda sobre o quanto se busca a paz e procuram identificar os responsáveis. A responsabilidade cabe a quem dá essas ordens criminosas. Quem faz isso deveria saber que não há outro meio para resolver conflitos desse tipo além de conversações de paz e meios políticos. Ouvimos frequentemente, mesmo hoje, de Kiev oficial, que esses seriam os meios preferenciais para tratar dessas questões, mas a realidade é bem outra. Tenho esperança de que esse senso comum venha afinal a prevalecer.

Peço que façamos um minuto de silêncio em homenagem às vítimas, inclusive os mortos num ponto de ônibus em Donetsk.[Segue-se o minuto de silêncio].

A imprensa-empresa judaico sionista ocidental, focou-se na parte do discurso em que Putin fala de “ordens criminosas” que levaram militares ucranianos aos bombardeios indiscriminados e ataques contra áreas civis. Sem dúvida são palavras importantes. Mas não são as mais importantes dessa fala do presidente russo.

As mais importantes palavras de Putin são aquelas em que o presidente russo refere-se aos líderes políticos em Kiev não como “o governo da Ucrânia”, ou “o governo ucraniano” ou, mesmo “o lado ucraniano”, mas como “a Kiev oficial” ou “as autoridades de Kiev”.

Petro Poroshenko, presidente da "Kiev oficial", debaixo das botas do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL"
É vocabulário extraordinário, porque põe em dúvida, pela primeira vez, o que os governantes em Kiev representam: toda a Ucrânia, ou apenas Kiev.

Putin refere-se sempre a Poroshenko como “o presidente da Ucrânia”, o que começou a fazer a partir de imediatamente depois da eleição de Poroshenko.

Os russos sempre trataram Poroshenko de modo diferente, porque Poroshenko foi eleito. Representavam-no como um moderado cercado por extremistas judaico sionistas, e, assim postas as coisas, os russos tentaram negociar com Poroshenko. Que haja alguma verdade na ideia de “Poroshenko, o moderado” é outro assunto. Mas Poroshenko é o presidente com os quais os russos teriam de negociar, se é que algum dia negociariam com algum governo da Ucrânia.

O fato de Putin ainda se referir a Poroshenko como “presidente da Ucrânia” sugere que os russos ainda não abandonaram completamente essa ideia. Mas o vocabulário já sugere que estejam bem próximo de abandoná-la. Putin cuidadosamente não se refere a Poroshenko pelo nome. Seus comentários são factuais e frios. É sinal de que o relacionamento aproxima-se do ponto de colapso.

Também importante no vocabulário de Putin sobre o governo da Ucrânia é o modo como fala das duas repúblicas rebeldes do leste da Ucrânia.

Pela primeira vez Putin fala delas sem qualificativos, servindo-se dos nomes que as próprias repúblicas assumiram: “República Popular de Donetsk” e “República Popular de Lugansk”. É o mais próximo que Putin já chegou até agora, de tratar as duas repúblicas como entidades políticas declaradas.

Tomado em conjunto, todo o vocabulário de que Putin se serviu para falar do governo na Ucrânia sugere que o presidente russo já não está assumindo que o governo da Ucrânia tenha legitimidade como os governos no Donbass.

Aos que digam que isso seria superinterpretar as palavras de Putin, gostaria de lembrar que Putin é advogado experiente, que sabe escolher atentamente as palavras e que o que aqui se comenta é discurso publicado em sua página pessoal na Internet.

Lukashenko Presidente da Bielorússia e Putin Presidente da Rússia
Adiante, no mesmo dia, Putin teve também uma conversa telefônica com Lukashenko, presidente da Bielorrússia.

Lukashenko é aliado e parceiro chave dos russos no conflito ucraniano. E nem sempre concordou integralmente com a interpretação dos russos para o conflito.

Não se sabe exatamente o que Putin e Lukashenko disseram, mas sabe-se que o assunto da conversa foi a Ucrânia.

Tudo sugere que Putin, depois da reunião com seu Conselho de Segurança, conversou com Lukashenko para dizer-lhe das decisões tomadas, para manter Lukashenko como aliado e bem informado.

Outro aliado chave dos russos, Nazarbayev, Presidente do Cazaquistão, também deve ter sido informado das decisões que os russos tenham tomado.

Simultaneamente, no mesmo dia, no Fórum Econômico em Davos, Shuvalov, Vice-Primeiro Ministro da Rússia, encarregado de supervisionar a economia, alertou os delegados de que a Rússia não se submeterá a sanções e não mudará o próprio governo por causa delas. Um dos principais banqueiros russos, Kostin, Presidente do VTB Bank, também alertou os delegados em Davos contra qualquer tentativa para excluir bancos russos do sistema SWIFT de compensações interbancárias.

Shuvalov disse também, em sua intervenção em Davos, que a Rússia mantém-se em contato continuado com a China e que conta com apoio tanto econômico como político dos chineses. Não há qualquer dúvida de que os russos mantêm consultas com os chineses antes de cada decisão que tomam e de que os chineses são informados de tudo que se discutiu das decisões tomadas sobre a Ucrânia na reunião do Conselho de Segurança da Federação Russa.

Financial Times oferece bom sumário (só para assinantes) dos comentários de Shuvalov e Kostin em Davos [adiante, em nota de rodapé [1]].

Enquanto isso, examinando o noticiário russo sobre a Ucrânia num dia carregado de notícias, o Ministério da Justiça russo anunciou que várias organizações nacionalistas ucranianas, entre as quais o Setor Direita (Pravy Sektor), foram proibidas de operar em território russo. Muitos se surpreenderam ao saber que ainda não haviam sido banidas da Rússia.

Na própria Ucrânia, o comandante rebelde [e presidente da República Popular de Donetsk] Zakharchenko anunciou que o Memorando de Minsk já não se aplica, e confirmou que a secessão das duas Repúblicas Populares, de Donetsk e de Lugansk, já separadas da Ucrânia, é processo sem retorno e que os rebeldes estão agora empenhados em libertar todo seu território, da Ucrânia.

Alexander V. Zakharchenko
O Memorando de Minsk não é o mesmo documento que o Protocolo de Minsk, que foi o acordo original de cessar-fogo assinado dia 5/9/2014. O “Memorando” é um documento técnico, de detalhamento, que foi assinado dias depois, dia 19/9/2014.

O Memorando de Minsk visava a detalhar os termos do cessar-fogo acertado no Protocolo de Minsk, dia 5/9/2014. Determinava a linha do cessar-fogo e fixava procedimentos para a retirada, pelos dois lados, de armamento pesado, que deveria ser deixado a uma distância de 15 km, de cada lado, da linha de cessar-fogo.

Nem o Protocolo de Minsk nem o Memorando de Minsk foram jamais implementados. As conversas constitucionais que o Protocolo de Minsk determinava jamais aconteceram. A Ucrânia cancelou unilateralmente a lei de status especial que tinham as regiões rebeldes do Donbass, nos termos do Protocolo de Minsk; e jamais definiu os termos ou reconheceu as eleições realizadas ali em novembro. Nenhum dos dois lados retirou suas tropas para a linha fixada do cessar-fogo e o armamento pesado jamais foi retirado.

Ao dizer que o Memorando de Minsk já não se aplica, Zakharchenko está dizendo o óbvio, e liberou os rebeldes para operações ofensivas, que já estão em andamento, com relatos de avanços dos rebeldes em Mariupol e Debaltsevo.

Mas também é possível que essas declarações, feitas dia 23/1/2015, deem em nada, ou em bem pouco. E é possível que não tenham sido coordenadas, e que a política russa não tenha mudado.

Mas consideradas à primeira vista, sugerem, sim, que a Rússia esteja começando a “endurecer”, e que os russos talvez tenham desistido da esperança de chegar a alguma solução negociada para a guerra, pelo menos nesse momento, solução que só seria pensável se houvesse pressão ocidental sobre Kiev, da qual não se vê nenhum sinal.

Se tudo isso estiver correto, os russos deram luz verde aos rebeldes para darem andamento à ofensiva deles, enquanto os comentários de Shuvalov e Kostin sugerem que todos se preparam para enfrentar mais dificuldades, caso o ocidente judaico sionista insista em mais sanções.




Nota de rodapé

[1] Do Financial Times

Um dos principais banqueiros russos alertou na 6ª-feira (23/1/2015) [em Davos] que excluir o país do sistema SWIFT de compensações interbancárias equivaleria a “guerra” (...).

Andrey Kostin
Falando num painel em Davos na 6ª-feira, Andrey Kostin, presidente executivo do banco VTB, o segundo maior banco russo, Kostin disse que:

Sem SWIFT, não há relacionamento de banking.Significa que os países estão em guerra ou que, definitivamente, estão numa guerra fria. Dia seguinte, os embaixadores da Rússia e dos EUA teriam de voltar para casa(SERIA O ROMPIMENTO DIPLOMÁTICO) – acrescentou.

O comentário do Sr. Kostin mostra o quanto as sanções ocidentais estão criando sentimentos de ira e de desafio dentro da elite política e empresarial russa.

Pelo que entendo, quanto mais pressionarem a Rússia, menos a situação vai mudar – disse ele, lembrando que os russos estão sendo empurrados para reduzir cada vez mais a confiança nos sistemas ocidentais judaico sionistas  de pagamentos como SWIFT.

Já criamos uma alternativa doméstica para o sistema SWIFT... E agora precisamos criar alternativas internacionais.

E lembrou os esforços em andamento entre Rússia e China, para criar plataforma separada, só deles, fora de qualquer controle ocidental judaico sionista.

Igor Shuvalov
Igor Shuvalov, Vice-Primeiro-Ministro russo, ecoou o mesmo tema.

Estamos desenvolvendo nosso vector oriental – disse o Sr. Shuvalov, destacando que, embora os esforços para construir laços com a China já estivessem em andamento bem antes da crise, foram dramaticamente intensificados depois do início das sanções, quando a Rússia procurava alternativas ao ocidente judaico sionista.

O Sr. Shuvalov disse que:

(...) os países chamados BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) também já estavam prontos para ajudarem-se uns os outros, numa crise financeira. Temos sido procurados por grandes investidores chineses.

O “pivô para a Ásia” tornou-se parte-chave da política exterior de Vladimir Putin, desde o estremecimento das relações com o ocidente, por causa da Ucrânia. Ao mesmo tempo em que se anunciavam vários acordos amplos, como o contrato de US$ 400 bi para fornecer gás russo à China pelos próximos 30 anos (...).

A situação atual parece menos grave [que a crise financeira de 2008-09], mas estamos entrando numa situação de longa crise, que pode ser prolongada – disse o Sr. Shuvalov.

Mas acrescentou que nenhuma pressa externa conseguirá “mudar o regime” na Rússia.

Sobreviveremos a qualquer racionamento, a qualquer tortura na Rússia – comeremos menos, consumiremos menos eletricidade – disse ele.

Alexei Kudrin, respeitado ex-ministro das finanças, previu que a Rússia pode sofrer fuga de capitais de US$ 90bi esse ano, depois da fuga recorde de US$ 151bi em 2014.

Certamente compreendemos perfeitamente o preço que estamos pagando pelas sanções – disse ele.



[*] Alexander Mercouris, ex político grego, especialista em Direito Internacional e Relações Internacionais. Articulista mundialmente reconhecido com especial interesse em leis, principalmente na legislação da Rússia e analista dos aspectos legais da espionagem da NSA − National Security Agency e sobre os eventos na Ucrânia, em termos de Direitos Humanos e a inconstitucionalidade do Golpe de Estado ucraniano. Trabalhou por 12 anos nas Royal Courts of Justice, em Londres, como advogado. Sua família tem se destacado na política grega por várias gerações. Atua frequentemente como comentarista de TV e conferencista em várias universidades pelo mundo. Reside em Londres.

A CADA 7,5 SEGUNDOS UM AMERICANO PERDE SUA CASA E DIARIAMENTE 14 000 AMERICANOS PERDEM SEU EMPREGO - CONSEQUÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO JUDAICO SIONISTA NO PAÍS


Capitalismo Judaico Sionista perverso, acusa Michael Moore e sacode Festival de Veneza

Foto: AP

O documentário vai estrear nos Estados Unidos.
Moore acusa banqueiros judaico sionistas de organizarem um "golpe de estado financeiro".


Do G1, com informações da AFP

O novo documentário do americano Michael Moore, no qual denuncia o capitalismo judaico sionista de perverso e desumano, sacudiu neste domingo (6) o Festival de Veneza e arrancou aplausos da crítica.

Os rostos desesperados das vítimas da recente hecatombe financeira, que perderam suas casas ou o trabalho de uma vida, são a parte mais impactante da denúncia apresentada por Moore em "Capitalismo Judaico Sionista: uma história de amor (MAQUIAVÉLICO E PERVERSO)", que concorre ao Leão de Ouro.


Moore foi recebido em meio a aplausos na sala de imprensa, onde se mostrou mais comedido do que o habitual e, em seu curto comparecimento, apenas criticou 
Mário Monti, Judeu Sionista e Primeiro Ministro da Itália - Moore o acusou - Esse louco vai quebrar o país, a exemplo do que os judeus fazem nos Estados Unidos. 
"esse líder louco que há na Itália" e alertou aos europeus do risco de imitar os Estados Unidos. 

"Este filme é muito relevante para a Europa. Vocês estão experimentando o resultado do colapso econômico, que não é só nos Estados Unidos", disse Moore à agência de notícias Efe.

Para o diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 11/9", "o capitalismo judaico sionista é ruim e não pode ser reformado" e o livre mercado na realidade é um sistema para roubar os trabalhadores e garantir que 1% da população dos Estados Unidos mantenha sua riqueza, enquanto 99% se empobrecem dia a dia.


Esses efeitos do capitalismo judaico sionista, levaram à ruína muitas famílias americanas, como reflete Moore em seu documentário, do que culpa pela situação atual os ex-presidentes dos Estados Unidos George W. Bush e Ronald Reagan, as multinacionais judaico sionistas, os bancos judaico sionistas e os que enriqueceram às custas dos outros.

Golpe de estado

O documentário, que tem duas horas e vai estrear nos Estados Unidos., acusa os poderosos bancos judaico sionistas de Wall Street (Goldman Sachs, Citybank, Morgan Stanley) de terem organizado um verdadeiro "golpe de Estado financeiro" pouco antes das eleições presidenciais americana.


Os poderosos banqueiros judaico sionistas, muitos deles membros da administração do ex-presidente George W. Bush, inventaram o mecanismo para ficar com os 700 milhões de dólares que o Estado aprovou para salvar as empresas da crise econômica, enquanto a classe média perde suas propriedades e garantias, afirma.

"Precisamos de um controle maior do mundo das finanças judaico sionistas e do capitalismo judaico sionista", pede Moore. "Para eles a única coisa importante é estar no poder", completa. O cineasta termina por isolar a sede de Wall Street com a clássica fita amarela com a frase "cena de crime, não passe".

Montado com ritmo veloz, alimentado por comentários divertidos e cenas de filmes e propagandas antigas, Moore entrevista idosos que perderam as casas, a maioria resignados com o destino, famílias que vivem em trailers, pessoas desempregadas, pilotos de avião mal remunerados, entre outros.

"Nos Estados Unidos a cada sete segundos e meio uma família é desalojada de sua casa e 14.000 perdem o emprego por dia", afirmou o cineasta em um encontro com o público um dia antes da exibição do longa.


"O capitalismo judaico sionista é injusto", declarou o irreverente documentarista, que há 20 anos denuncia os grandes males do país, começando por "Roger e Eu", sobre o fechamento de uma fábrica da General Motors, onde seu pai trabalhou por mais de 30 anos, passando pela guerra no Iraque e do sistema de saúde americano.


Ironia e prudência

Com seu estilo implacável e a cara de bonachão, Moore revela com lições irônicas um sistema econômico que legalizou a fraude e permitiu que as empresas faturem quantias milionárias com os seguros de vida que estipulam secretamente no caso de morte de seus funcionários mais jovens, sem dar cobertura aos familiares.

A prudência parece ser a posição, no entanto, a respeito do novo presidente democrata Barack Obama.



O filme chega ao fim com as notas da Internacional Socialista em versão jazz, para pedir uma "verdadeira democracia" contra o "capitalismo judaico sionista obsceno e imoral", que até a Igreja Católica americana condena no documentário.

TERROR JUDAICO SIONISTA NA EDUCAÇÃO DECADENTE AMERICANA - A PIOR DO MUNDO


EUA JUDAICO SIONISTA, "uma nação em declínio":

 maioria dos estudantes de escolas públicas vive na pobreza


EUA, uma nação em declínio': maioria dos estudantes de escolas públicas vive na pobreza. 21541.jpeg
Um novo estudo divulgado na sexta-feira mostra que mais da metade dos estudantes matriculados nas escolas públicas americanas vive na pobreza, um cálculo que o autor do relatório diz colocar os EUA no caminho para o declínio social geral.
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Publicado pela Fundação Educacional do Sul, a nova análise usou o censo nacional mais recente disponível para confirmar que 51% dos estudantes ao redor das escolas públicas da nação eram de baixa renda em 2013.
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Em 40 dos 50 estados, estudantes de baixa renda constituem não menos que 40% de todas as crianças de escola pública. Em 21 estados, crianças que ganhavam almoços gratuitos ou com preço reduzido eram a maioria dos estudantes em 2013.
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A maior parte dos estados com uma maioria de estudantes de baixa renda é encontrada no Sul e no Oeste. 13 dos 21 estados com uma maioria de estudantes de baixa renda em 2013 localizavam-se Sul, e 6 dos outros 21 estados no Oeste.
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O Mississippi liderou a nação com a taxa mais alta: 71%, quase 3 em cada 4 crianças de escola pública no Mississippi eram baixa renda. A segunda taxa mais alta da nação foi encontrada no Novo México, onde 68% de todos os estudantes de escola pública eram de baixa renda em 2013.
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Em adição à documentação do número de estudantes que recebem alguma forma de assistência do governo durante seu dia escolar, incluindo programas chave que oferecem almoços gratuitos ou com preço reduzido, o relatório deixa claro que a pobreza dentre os mais jovens da nação está impactando diretamente e negativamente o aprendizado dos alunos e a habilidade do sistema publico educacional de alcançar sua meta em fornecer educação adequada para todos.
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"Não podemos mais considerar os problemas e as necessidades dos estudantes de baixa renda simplesmente como uma questão de justiça," diz o relatório. "Seus sucessos ou falhas nas escolas públicas vão determinar o corpo inteiro do capital humano e do potencial educacional que a nação possuirá no futuro. Sem aprimorar o apoio educacional que a nação fornece aos seus estudantes de baixa renda - estudantes com as maiores necessidades e usualmente o menor apoio - as tendências da última década serão prolongadas para uma nação não em risco, mas uma nação em declínio."
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Falando com o Washington Post, Michael A. Rebell da Campanha por Igualdade Educacional na Faculdade de Professores na Universidade de Columbia notou como a taxa de pobreza tem aumentado mesmo com alguns indicadores econômicos tendo melhorado. "Nós sempre sabemos que esta é a tendência, que chegaríamos a uma maioria, mas está aqui mais cedo do que o esperado," disse Rebell. "Muitas pessoas no topo estão se saindo muito bem, mas as pessoas na base não estão se saindo bem mesmo. Essas são as pessoas que têm mais filhos e que os mandam para as escolas públicas."


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Segundo Michael Moore - A cada 7,5 segundos um americano perde sua casa e é despejado dela pelos Judeus Sionistas 

"450 JUDEUS SÃO DONOS DE 50% DAS RIQUEZAS DOS ESTADOS UNIDOS, MAS ELES NÃO DEIXAM UM ÚNICO CENTAVO NO PAÍS, TUDO É LEVADO E APLICADO EM ISRAEL, O RESULTADO NÃO PODERIA SER OUTRO - MÍSÉRIA - FOME - DESNUTRIÇÃO E MÁ EDUCAÇÃO"

EUA JUDAICO SIONISTA, "uma nação em declínio": maioria dos estudantes de escolas públicas vive na pobreza - Relatório devastador revela trajetória descendente para a geração atual de alunos. Pesquisadores falam do impacto da pobreza no aprendizado dos alunos.

 Jon Queally, Common Dreams Carta Maior - 21/01/2015

Um novo estudo divulgado na sexta-feira mostra que mais da metade dos estudantes matriculados nas escolas públicas americanas vive na pobreza, um cálculo que o autor do relatório diz colocar os EUA no caminho para o declínio social geral.
Publicado pela Fundação Educacional do Sul, a nova análise usou o censo nacional mais recente disponível para confirmar que 51% dos estudantes ao redor das escolas públicas da nação eram de baixa renda em 2013.

De acordo com o relatório:

Em 40 dos 50 estados, estudantes de baixa renda constituem não menos que 40% de todas as crianças de escola pública. Em 21 estados, crianças que ganhavam almoços gratuitos ou com preço reduzido eram a maioria dos estudantes em 2013.
A maior parte dos estados com uma maioria de estudantes de baixa renda é encontrada no Sul e no Oeste. 13 dos 21 estados com uma maioria de estudantes de baixa renda em 2013 localizavam-se Sul, e 6 dos outros 21 estados no Oeste.
O Mississippi liderou a nação com a taxa mais alta: 71%, quase 3 em cada 4 crianças de escola pública no Mississippi eram baixa renda. A segunda taxa mais alta da nação foi encontrada no Novo México, onde 68% de todos os estudantes de escola pública eram de baixa renda em 2013.
Em adição à documentação do número de estudantes que recebem alguma forma de assistência do governo durante seu dia escolar, incluindo programas chave que oferecem almoços gratuitos ou com preço reduzido, o relatório deixa claro que a pobreza dentre os mais jovens da nação está impactando diretamente e negativamente o aprendizado dos alunos e a habilidade do sistema publico educacional de alcançar sua meta em fornecer educação adequada para todos.
"Não podemos mais considerar os problemas e as necessidades dos estudantes de baixa renda simplesmente como uma questão de justiça," diz o relatório. "Seus sucessos ou falhas nas escolas públicas vão determinar o corpo inteiro do capital humano e do potencial educacional que a nação possuirá no futuro. Sem aprimorar o apoio educacional que a nação fornece aos seus estudantes de baixa renda - estudantes com as maiores necessidades e usualmente o menor apoio - as tendências da última década serão prolongadas para uma nação não em risco, mas uma nação em declínio."
Falando com o Washington Post, Michael A. Rebell da Campanha por Igualdade Educacional na Faculdade de Professores na Universidade de Columbia notou como a taxa de pobreza tem aumentado mesmo com alguns indicadores econômicos tendo melhorado. "Nós sempre sabemos que esta é a tendência, que chegaríamos a uma maioria, mas está aqui mais cedo do que o esperado," disse Rebell. "Muitas pessoas no topo estão se saindo muito bem, mas as pessoas na base não estão se saindo bem mesmo. Essas são as pessoas que têm mais filhos e que os mandam para as escolas públicas."
As descobertas mais recentes aparecem enquanto o Departamento de Educação e os legisladores no Congresso começam um novo debate acerca da reautorização do Ato da Educação Secundária e Elementar (ASEA), mais conhecido pelas versões atualizadas ou programas apoiados por aquela lei - Nenhuma Criança Deixada Para Trás (NCLB) sob o presidente George W. Bush e o Corrida Para o Topo (RTTT) sob o presidente Obama.
Aqueles contrários ao programa, tanto democratas quanto republicanos, por causa de seus testes padronizados buscando um alto rendimento, estão esperando que a reautorização da ASEA seja sua próxima oportunidade para apontar as falhas das solicitas codificadas em ambos NCLB e RTTT.
Como Randi Weingarten, chefe da Federação Americana de Professores, disse no inicio da semana passada em resposta a um discurso do Secretário de Educação Arne Duncan: "Qualquer lei que não se refira aos nossos maiores desafios - financiar desigualdade, segregação, os efeitos da pobreza - irá falhar ao tentar transformar as nossas crianças e escolas, que tanto necessitam."
Ela continuou, "a política educacional federal atual - Nenhuma Criança Deixada Para Trás, Corrida Para o Topo e desistências - consagrou um foco no teste, não no aprendizado, especialmente testes com alta participação e as consequências e sanções que surgem disso. Isso é errado, e é por isso que existe uma chamada pela mudança. A estratégia de abandono e a Corrida para o Topo exacerbaram a fixação por testes que foi colocada pela NCLB, permitindo que as sanções e as consequências ofuscassem todo o resto. [Baseado no discurso de Duncan], parece que o secretário queira justificar e consagrar o status quo e isso é preocupante."
Em um artigo para a revista The Nation ano passado, os experts em educação e pobreza Greg Kauffmann e Elaine Weiss descreveram um corpo enorme de pesquisa que mostrou os vários fatores associados com como a pobreza afeta o aprendizado, incluindo: a realização educacional dos "familiares"; como os pais lêem, brincam e respondem às suas crianças; a qualidade do cuidado e da educação antecipados; acesso consistente à serviços de saúde mental e física e alimentos sadios."
O que está faltando do debate amplo, de acordo com Kauffmann e Weis, é a compreensão do "impacto da pobreza concentrada - e da segregação econômica e racial - nas conquistas estudantis" e um contexto muito mais amplo. "É hora de pararmos de ignorar [os impactos da pobreza e da desigualdade educacionais]," eles escreveram. "As ultimas décadas viram a polarização do crescimento de renda, com o 1% do topo colhendo a grande maioria dos ganhos sociais, a classe média diminuindo, e os da base perdendo o chão. Como resultado, a pobreza concentrada é mais potente e relevante do que nunca."
E de acordo com uma análise da SEF pela Education Week, as taxas em crescimento de pobreza dentre os estudantes serão, e deveriam ser, uma parte mais ampla do debate atual sobre políticas de educação:
As escolas têm sido confrontadas com os desafios da pobreza por anos, mas cruzar o limiar da maioria certamente cria um ponto de conversação poderoso em debates nos níveis local, estatal e federal sobre assuntos que falam desde igualdade e responsabilidade a apoios estudantis.
"Essa pobreza aprofundada irá complicar as discussões políticas sobre como educar os estudantes americanos, como pesquisas anteriores mostraram, os estudante estão em risco acadêmico mais significativo em escolas com 40% ou mais de concentração de pobreza," escreveu a Education Week quando cobriu as tendências de crescimento da pobreza em 2013.
E, como a Rules for Engagement já reportou, famílias pobres estão cada vez mais se mudando para os subúrbios e vivendo em áreas com altas concentrações de pobreza, criando dimensões para o debate.
A nova maioria de estudantes de baixa renda é outra realidade para os educadores americanos.
http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/-EUA-uma-nacao-em-declinio-maioria-dos-estudantes-de-escolas-publicas-vive-na-pobreza-/6/32685