EXÉRCITO EGIPCIO SOB COMANDO JUDEU SIONISTA
Tem-se que demitir a cúpula do exército egípcio, herança de Hosny Mubarac, o maior capacho dos Sionistas, continuam a receber ordens dos judeus, isso explica a tamanha barbaridade contra os manifestantes.
Milhares de pessoas protestam contra Exército no Cairo
(AFP) – Há 1 hora
CAIRO, Egito — Milhares de pessoas protestaram nesta sexta-feira na Praça Tahrir, no Cairo, para denunciar a violência dos militares, em particular contra as mulheres, que, na última semana, deixou 17 mortos.
A manifestação, sob o lema "Sexta-feira da Restauração da Honra", também exigiu prisão e julgamento para os responsáveis pela violência.
Milhares de manifestantes também protestaram em Alexandria e Suez (norte) para exigir dos militares a entrega do poder aos civis.
"As mulheres são a linha vermelha", gritavam os manifestantes na Praça Tahrir, em meio a palavras de ordem contra o marechal Husein Tantaui, chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas.
O xeque Hisham Atiya, que dirigiu as orações da tarde na Praça Tahrir, pediu a criação de uma comissão independente para investigar a violência e o início de ações legais contra os responsáveis pela repressão.
Como nos protestos precedentes, os manifestantes exigiram também o fim do regime militar, atacando especialmente o marechal Tantaui.
Uma contramanifestação de partidários do Conselho Supremo das Forças Armadas, que governa o Egito desde a queda do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro passado, reuniu milhares de pessoas no bairro de Abasiya, a poucos quilômetros da Praça Tahrir.
Os manifestantes em Abasiya exibiram fotos dos principais generais e bandeiras egípcias para pedir a "queda de Tahrir", o epicentro dos protestos contra os militares.
Os recentes confrontos entre manifestantes e as forças de segurança no Egito deixaram 17 mortos e foram os distúrbios mais graves desde os enfrentamentos que mataram 42 pessoas, principalmente no Cairo, dias antes das eleições legislativas de 28 de novembro.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
HOMOSSEXUAIS – VETORES DA “A-I-D-S” (CÂNCER GAY)
O que é o vírus HIV, AIDS ou CÂNCER GAY ?
O HIV é o vírus que causa AIDS. Esse vírus pode ser transmitido quando o sangue, sêmen ou secreções vaginais infectadas entram em contato com as membranas mucosas ou feridas de uma pessoa não infectada. Adicionalmente, mulheres grávidas podem passar o vírus HIV para o bebê durante a gravidez, no parto, ou com a amamentação. Pessoas que têm o vírus HIV são chamadas de HIV-positivo. Algumas dessas pessoas desenvolverá AIDS como resultado da infecção pelo vírus HIV.
Qual é a origem do vírus HIV?
O caso conhecido mais antigo de vírus HIV-1 em humanos foi de uma amostra de sangue coletada em 1959 de um homem da República Democrática do Congo. Como ele foi infectado é desconhecido. Análise genéticas dessa amostra de sangue sugerem que o HIV-1 pode ser descendente de um único vírus do final do anos 40 e início da década de 50.
INICIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO MUNDIAL, ATRAVÉS DE HOMOSSEXUAIS
Sabe-se que o vírus HIV existe nos Estados Unidos desde a segunda metade da década de 70. De 1979 a 1981 tipos raros de pneumonia, câncer e outras doenças foram registrados por médicos em Los Angeles e Nova Iorque entre pacientes masculinos que praticavam o homossexualismo. Esses tipos raros de doenças não eram encontrados em pessoas com o sistema imunológico saudável.
Em 1982 autoridades da saúde começaram a usar o termo AIDS ("acquired immunodeficiency syndrome", síndrome de imunodeficiência adquirida) para descrever as ocorrências de infecções oportunistas, como sarcoma de Kaposi, em pessoas anteriormente saudáveis. A vigilância formal da AIDS começou naquele ano nos Estados Unidos. Em 1983 os cientistas descobriram o vírus que causava AIDS, o HIV ("human immunodeficiency virus", vírus da imunodeficiência humana).
Por muitos anos os cientistas teorizaram sobre as origens do vírus HIV e como ele foi passado para as populações humanas. A maioria acreditava que o HIV originou em outra espécie de primata. Então, em 1999, uma equipe internacional de pesquisadores relatou que descobriram a origem do HIV-1, a cepa predominante do HIV. Um sub-espécie de chimpanzé nativa do oeste da África equatorial foi identificado como a fonte original do vírus. Os pesquisadores acreditam que o HIV-1 foi introduzido nas populações humanas quando caçadores foram expostos ao sangue infectado.
Como o vírus HIV causa AIDS?
O virus HIV destrói certo tipo de célula sanguínea (CD4+ T) que é crucial para o funcionamento normal do sistema imunológico. A perda dessas células em pessoas portadoras do vírus HIV é um prognóstico poderoso de desenvolvimento da AIDS. Estudos em milhares de indivíduos revelou que a maioria das pessoas infectadas com o vírus HIV o carrega por anos antes que danos significativos ocorram no sistema imunológico e a AIDS se desenvolva. Porém, testes sensíveis têm mostrado uma forte conexão entre a quantidade de HIV no sangue e o declínio de células CD4+ T e desenvolvimento da AIDS. Reduzir a quantidade de vírus HIV no organismo com terapias anti-virais pode retardar dramaticamente a destruição do sistema imunológico.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
CHAVEZ - OBAMA É FARSANTE E IRRESPONSÁVEL
OBAMA – FARSANTE E IRRESPONSÁVEL DIZ CHAVEZ
Chávez chama Obama de "farsante" após críticas à Venezuela
"Deixe-nos tranquilos, que nós somos livres e nunca mais seremos uma colônia sua",
respondeu Chávez
Nesta segunda-feira (19/12), o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fez duras críticas em resposta à advertência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre supostas restrições aos direitos dos venezuelanos.
Chávez qualificou Obama como "farsante e irresponsável". O presidente dos EUA tabém questionou a relação do país com o Irã.
"Obama, se meta com suas coisas. Dedique-se ao seu país, onde tem praticado um desastre. Agora anda buscando votos atacando a Venezuela. Não seja tão irresponsável, menino", afirmou Chávez em um Conselho de Ministros transmitido pela televisão estatal.
O líder da Venezuela mostrou-se exaltado com as declarações de Obama, que foram publicadas no jornal venezuelano El Universal. O norte-americano disse ainda que a relação da Venezuela com Irã e Cuba não beneficiaram os interesses dos próprios venezuelanos.
Obama afirmou ainda que o país continuará monitorando de perto as atividades do Irã, inclusive aquelas relacionadas com a Venezuela.
"Na verdade, Obama, sabe o que provoca em mim? Pena, você me dá pena. Deixe-nos tranquilos, que nós somos livres e nunca mais seremos uma colônia sua", respondeu Chávez.
As relações entre Venezuela e EUA estão congeladas desde agosto do ano passado, quando Caracas decidiu retirar seu consentimento ao nome de Larry Palmer como embaixador americano, no que Washington respondeu com a retirada do visto do embaixador venezuelano no país, Bernardo Álvarez.
Outro incidente que esfriou ainda mais as relações foi o anúncio americano, em maio deste ano, de promover sanções contra a estatal PDVSA (Petróleos de Venezuela) por suas relações em matéria energética com o Irã.
Chávez chama Obama de "farsante" após críticas à Venezuela
"Deixe-nos tranquilos, que nós somos livres e nunca mais seremos uma colônia sua",
respondeu Chávez
Nesta segunda-feira (19/12), o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fez duras críticas em resposta à advertência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre supostas restrições aos direitos dos venezuelanos.
Chávez qualificou Obama como "farsante e irresponsável". O presidente dos EUA tabém questionou a relação do país com o Irã.
"Obama, se meta com suas coisas. Dedique-se ao seu país, onde tem praticado um desastre. Agora anda buscando votos atacando a Venezuela. Não seja tão irresponsável, menino", afirmou Chávez em um Conselho de Ministros transmitido pela televisão estatal.
O líder da Venezuela mostrou-se exaltado com as declarações de Obama, que foram publicadas no jornal venezuelano El Universal. O norte-americano disse ainda que a relação da Venezuela com Irã e Cuba não beneficiaram os interesses dos próprios venezuelanos.
Obama afirmou ainda que o país continuará monitorando de perto as atividades do Irã, inclusive aquelas relacionadas com a Venezuela.
"Na verdade, Obama, sabe o que provoca em mim? Pena, você me dá pena. Deixe-nos tranquilos, que nós somos livres e nunca mais seremos uma colônia sua", respondeu Chávez.
As relações entre Venezuela e EUA estão congeladas desde agosto do ano passado, quando Caracas decidiu retirar seu consentimento ao nome de Larry Palmer como embaixador americano, no que Washington respondeu com a retirada do visto do embaixador venezuelano no país, Bernardo Álvarez.
Outro incidente que esfriou ainda mais as relações foi o anúncio americano, em maio deste ano, de promover sanções contra a estatal PDVSA (Petróleos de Venezuela) por suas relações em matéria energética com o Irã.
domingo, 18 de dezembro de 2011
EUROCRISE-FOME PRODUTO DA DOMINAÇÃO JUDAICO-SIONISTA
FOME NA EUROPA–RESULTADO DA DOMINAÇÃO FINANCEIRA SIONISTA
Alunos de famílias afetadas por crise desmaiam em escola com fome na Grécia
Agência Brasil
Publicação: 18/12/2011 14:44 Atualização:
Os professores na Grécia estão preocupados com os vários casos registado nos últimos meses de alunos que desmaiam nas escolas por fome e desnutrição e já alertaram as autoridades para o caso. Segundo meios de comunicação do país, o Ministério da Educação grego está preparando um programa de distribuição de senhas no valor de dois ou três euros para os alunos de escolas de regiões com alta percentagem de pobreza.
O primeiro caso de desmaio ocorreu há cerca de um ano e a ele seguiram-se mais denúncias de professores, que garantem que alunos seus estão na escola até as 16h sem comer nada o dia inteiro.
Os meios de comunicação deram conta do caso, mas as notícias foram consideradas exageros jornalísticos até que, há cerca de duas semanas, um rapaz de 13 anos desmaiou em um colégio da Heraklion, capital da Ilha de Creta. Quando a diretora avisou a mãe, que trabalha em tempo parcial numa empresa municipal e tem quatro filhos, ela disse que a sua família não comia nada há dois dias.
O assunto transformou-se em debate nacional e a imagem da comida a ser dividida nas escolas despertou, entre os mais velhos, o pesado inverno de 1941-1942 quando, depois da ocupação nazista, mais de 300 mil pessoas morreram de fome.
Entretanto, a direção escolar de Atenas assegurou que, desde que começou o ano letivo, várias escolas básicas prepararam cerca de 5,5 mil refeições por dia e destacou que 67 dessas refeições são para alunos em condições de necessidade extrema.
Enquanto nos Estados Unidos(literalmente falido, pois deve duas vezes e meia o seu PIB) – a cada 7,5 segundos um americano perde sua casa, na Espanha estão tomando 1 milhão de casas, a fome espreita a Grécia, Irlanda, Espanha e Portugal, com um desemprego recorde. Em ISRAEL, a pátria do SIONISMO, não se fala em crise, vai tudo bem, obrigado! Todo judeu que quiser construir sua casa em Territórios roubados aos palestinos, recebe 500.000 dólares a fundo perdido – não pagará um único vintém pelo “empréstimo” .
A Europa vai repetir o erro dos Estados Unidos, que em vez de dirigir a ajuda para a população, vai ajudar os BANCOS dos SIONISTAS, os verdadeiros causadores dessa PSEUDO CRISE, aprofundando e piorando a situação da já empobrecida população. Exemplo do Brasil, Lula dirigiu a ajuda aos pobres que não deixaram o País entrar na crise de 2008, com a mesma intensidade que europeus e americanos entraram, e o Japão também dirige a ajuda diretamente à população, a Argentina não pensou duas vezes, decretou a moratória, só paga 40 por cento de sua dívida e está a crescer a 9% ao ano.
Alunos de famílias afetadas por crise desmaiam em escola com fome na Grécia
Agência Brasil
Publicação: 18/12/2011 14:44 Atualização:
Os professores na Grécia estão preocupados com os vários casos registado nos últimos meses de alunos que desmaiam nas escolas por fome e desnutrição e já alertaram as autoridades para o caso. Segundo meios de comunicação do país, o Ministério da Educação grego está preparando um programa de distribuição de senhas no valor de dois ou três euros para os alunos de escolas de regiões com alta percentagem de pobreza.
O primeiro caso de desmaio ocorreu há cerca de um ano e a ele seguiram-se mais denúncias de professores, que garantem que alunos seus estão na escola até as 16h sem comer nada o dia inteiro.
Os meios de comunicação deram conta do caso, mas as notícias foram consideradas exageros jornalísticos até que, há cerca de duas semanas, um rapaz de 13 anos desmaiou em um colégio da Heraklion, capital da Ilha de Creta. Quando a diretora avisou a mãe, que trabalha em tempo parcial numa empresa municipal e tem quatro filhos, ela disse que a sua família não comia nada há dois dias.
O assunto transformou-se em debate nacional e a imagem da comida a ser dividida nas escolas despertou, entre os mais velhos, o pesado inverno de 1941-1942 quando, depois da ocupação nazista, mais de 300 mil pessoas morreram de fome.
Entretanto, a direção escolar de Atenas assegurou que, desde que começou o ano letivo, várias escolas básicas prepararam cerca de 5,5 mil refeições por dia e destacou que 67 dessas refeições são para alunos em condições de necessidade extrema.
Enquanto nos Estados Unidos(literalmente falido, pois deve duas vezes e meia o seu PIB) – a cada 7,5 segundos um americano perde sua casa, na Espanha estão tomando 1 milhão de casas, a fome espreita a Grécia, Irlanda, Espanha e Portugal, com um desemprego recorde. Em ISRAEL, a pátria do SIONISMO, não se fala em crise, vai tudo bem, obrigado! Todo judeu que quiser construir sua casa em Territórios roubados aos palestinos, recebe 500.000 dólares a fundo perdido – não pagará um único vintém pelo “empréstimo” .
A Europa vai repetir o erro dos Estados Unidos, que em vez de dirigir a ajuda para a população, vai ajudar os BANCOS dos SIONISTAS, os verdadeiros causadores dessa PSEUDO CRISE, aprofundando e piorando a situação da já empobrecida população. Exemplo do Brasil, Lula dirigiu a ajuda aos pobres que não deixaram o País entrar na crise de 2008, com a mesma intensidade que europeus e americanos entraram, e o Japão também dirige a ajuda diretamente à população, a Argentina não pensou duas vezes, decretou a moratória, só paga 40 por cento de sua dívida e está a crescer a 9% ao ano.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
CHAVEZ "O PATRIOTA" – I N E S Q U E C Í V E L - INDEPENDENCIA NACIONAL E ECONÔMICA
CHAVEZ – INDEPENDENCIA NACIONAL E ECONÔMICA
Chávez ordena nacionalização da exploração de ouro
CARACAS — O presidente venezuelano, Hugo Chávez, assinou nesta terça-feira uma lei que nacionaliza as atividades de exploração do ouro, um projeto que contempla aumentar as reservas internacionais do país, assim como combater o contrabando do mineral e a degradação ambiental.
A nova lei "reserva ao Estado as atividades de exploração do ouro, assim como as ligadas a esta", disse o presidente ao assinar o decreto durante um conselho de ministros transmitido por todas as rádios e emissoras venezuelanas.
Chávez declarou que a medida ajudará a impulsionar a produção, fortalecer o controle do Estado sobre o setor e proteger a economia do país em meio à crise financeira mundial.
"Com o objetivo de continuar dando força à independência nacional, à independência econômica (...) assino este decreto nacionalizando o ouro", completou o presidente, que em dezembro de 2010 foi habilitado com poderes especiais para legislar sem passar pelo Parlamento.
O presidente indicou que será iniciado um processo de negociação com as companhias e as concessões serão revisadas. Completou que as grandes empresas de mineração receberão incentivos de acordo com a quantidade de ouro explorado.
"As pequenas mineradoras agora deverão migrar, assim como as grandes mineradoras, para a forma de empresas mistas com maioria estatal", afirmou Chávez.
Atulamente, a companhia russa Rusoro explora uma jazida de ouro no estado de Bolívar (sul) e a cubana Geominsal realiza a avaliação de reservas, ambas em associação com a estatal Minerven.
Chávez ordena nacionalização da exploração de ouro
CARACAS — O presidente venezuelano, Hugo Chávez, assinou nesta terça-feira uma lei que nacionaliza as atividades de exploração do ouro, um projeto que contempla aumentar as reservas internacionais do país, assim como combater o contrabando do mineral e a degradação ambiental.
A nova lei "reserva ao Estado as atividades de exploração do ouro, assim como as ligadas a esta", disse o presidente ao assinar o decreto durante um conselho de ministros transmitido por todas as rádios e emissoras venezuelanas.
Chávez declarou que a medida ajudará a impulsionar a produção, fortalecer o controle do Estado sobre o setor e proteger a economia do país em meio à crise financeira mundial.
"Com o objetivo de continuar dando força à independência nacional, à independência econômica (...) assino este decreto nacionalizando o ouro", completou o presidente, que em dezembro de 2010 foi habilitado com poderes especiais para legislar sem passar pelo Parlamento.
O presidente indicou que será iniciado um processo de negociação com as companhias e as concessões serão revisadas. Completou que as grandes empresas de mineração receberão incentivos de acordo com a quantidade de ouro explorado.
"As pequenas mineradoras agora deverão migrar, assim como as grandes mineradoras, para a forma de empresas mistas com maioria estatal", afirmou Chávez.
Atulamente, a companhia russa Rusoro explora uma jazida de ouro no estado de Bolívar (sul) e a cubana Geominsal realiza a avaliação de reservas, ambas em associação com a estatal Minerven.
sábado, 13 de agosto de 2011
ONU LEVA MACONHEIROS AO HAITI
ONU LEVA MACONHEIROS AO HAITI
Como se já não bastassem os religiosos pedófilos no Haiti, agora também os militares das forças da ONU estão a abusar de suas crianças abertamente, FUMANDO MACONHA TAMBÉM,
confira reportagem abaixo:
Militares da ONU no Haiti são investigados por abuso sexual de crianças
Agência Brasil
Publicação: 13/08/2011 12:05 Atualização:
Brasília - A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) confirmou que há investigações sobre as denúncias de abusos sexuais de crianças envolvendo militares que integram as tropas no país. Integrantes da Minustah também entraram em contato com autoridades do governo do presidente do Haiti, Michel Martelly.
Em comunicado, a Comissão de Investigação para o Desenvolvimento e Organização de Port Salut denunciou a “má conduta dos capacetes azuis” - expressão utilizada para identificar os integrantes das forças de paz que atuam no Haiti. O representante da comissão, Emso Valentin, disse que há militares “envolvidos na prostituição de crianças desfavorecidas, com quem mantêm relações sexuais”.
“O pior é que tiram fotografias das crianças nuas com os seus telefones [celulares] para mostrar a outros militares”, disse Valentin. “[Há militares] que têm fumado maconha na presença de menores”, acrescentou.
O Haiti é país mais pobre das Américas. Desde 12 de janeiro de 2010, as autoridades haitianas com ajuda da comunidade internacional, tentam reconstruir a região que foi devastada por um terremoto. Os tremores de terra foram responsáveis por cerca de 220 mil mortes, além de destruírem prédios públicos e privados, e provocarem uma desorganização geral na região.
A crise se agravou ainda mais com a epidemia de cólera que tomou conta do Haiti. Até hoje as autoridades do país tentam controlar a doença. Recentemente, organizações não governamentais informaram que aumentou o número de casos de pessoas que passam fome em cidades haitianas.
Como se já não bastassem os religiosos pedófilos no Haiti, agora também os militares das forças da ONU estão a abusar de suas crianças abertamente, FUMANDO MACONHA TAMBÉM,
confira reportagem abaixo:
Militares da ONU no Haiti são investigados por abuso sexual de crianças
Agência Brasil
Publicação: 13/08/2011 12:05 Atualização:
Brasília - A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) confirmou que há investigações sobre as denúncias de abusos sexuais de crianças envolvendo militares que integram as tropas no país. Integrantes da Minustah também entraram em contato com autoridades do governo do presidente do Haiti, Michel Martelly.
Em comunicado, a Comissão de Investigação para o Desenvolvimento e Organização de Port Salut denunciou a “má conduta dos capacetes azuis” - expressão utilizada para identificar os integrantes das forças de paz que atuam no Haiti. O representante da comissão, Emso Valentin, disse que há militares “envolvidos na prostituição de crianças desfavorecidas, com quem mantêm relações sexuais”.
“O pior é que tiram fotografias das crianças nuas com os seus telefones [celulares] para mostrar a outros militares”, disse Valentin. “[Há militares] que têm fumado maconha na presença de menores”, acrescentou.
O Haiti é país mais pobre das Américas. Desde 12 de janeiro de 2010, as autoridades haitianas com ajuda da comunidade internacional, tentam reconstruir a região que foi devastada por um terremoto. Os tremores de terra foram responsáveis por cerca de 220 mil mortes, além de destruírem prédios públicos e privados, e provocarem uma desorganização geral na região.
A crise se agravou ainda mais com a epidemia de cólera que tomou conta do Haiti. Até hoje as autoridades do país tentam controlar a doença. Recentemente, organizações não governamentais informaram que aumentou o número de casos de pessoas que passam fome em cidades haitianas.
ONU LEVA PEDÓFILOS AO HAITI
ONU LEVA PEDÓFILOS AO HAITI
Como se já não bastassem os religiosos pedófilos no Haiti, agora também os militares das forças da ONU estão a abusar das de suas crianças abertamente
Militares da ONU no Haiti são investigados por abuso sexual de crianças
Agência Brasil
Publicação: 13/08/2011 12:05 Atualização:
Brasília - A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) confirmou que há investigações sobre as denúncias de abusos sexuais de crianças envolvendo militares que integram as tropas no país. Integrantes da Minustah também entraram em contato com autoridades do governo do presidente do Haiti, Michel Martelly.
Em comunicado, a Comissão de Investigação para o Desenvolvimento e Organização de Port Salut denunciou a “má conduta dos capacetes azuis” - expressão utilizada para identificar os integrantes das forças de paz que atuam no Haiti. O representante da comissão, Emso Valentin, disse que há militares “envolvidos na prostituição de crianças desfavorecidas, com quem mantêm relações sexuais”.
“O pior é que tiram fotografias das crianças nuas com os seus telefones [celulares] para mostrar a outros militares”, disse Valentin. “[Há militares] que têm fumado maconha na presença de menores”, acrescentou.
O Haiti é país mais pobre das Américas. Desde 12 de janeiro de 2010, as autoridades haitianas com ajuda da comunidade internacional, tentam reconstruir a região que foi devastada por um terremoto. Os tremores de terra foram responsáveis por cerca de 220 mil mortes, além de destruírem prédios públicos e privados, e provocarem uma desorganização geral na região.
A crise se agravou ainda mais com a epidemia de cólera que tomou conta do Haiti. Até hoje as autoridades do país tentam controlar a doença. Recentemente, organizações não governamentais informaram que aumentou o número de casos de pessoas que passam fome em cidades haitianas.
Como se já não bastassem os religiosos pedófilos no Haiti, agora também os militares das forças da ONU estão a abusar das de suas crianças abertamente
Militares da ONU no Haiti são investigados por abuso sexual de crianças
Agência Brasil
Publicação: 13/08/2011 12:05 Atualização:
Brasília - A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) confirmou que há investigações sobre as denúncias de abusos sexuais de crianças envolvendo militares que integram as tropas no país. Integrantes da Minustah também entraram em contato com autoridades do governo do presidente do Haiti, Michel Martelly.
Em comunicado, a Comissão de Investigação para o Desenvolvimento e Organização de Port Salut denunciou a “má conduta dos capacetes azuis” - expressão utilizada para identificar os integrantes das forças de paz que atuam no Haiti. O representante da comissão, Emso Valentin, disse que há militares “envolvidos na prostituição de crianças desfavorecidas, com quem mantêm relações sexuais”.
“O pior é que tiram fotografias das crianças nuas com os seus telefones [celulares] para mostrar a outros militares”, disse Valentin. “[Há militares] que têm fumado maconha na presença de menores”, acrescentou.
O Haiti é país mais pobre das Américas. Desde 12 de janeiro de 2010, as autoridades haitianas com ajuda da comunidade internacional, tentam reconstruir a região que foi devastada por um terremoto. Os tremores de terra foram responsáveis por cerca de 220 mil mortes, além de destruírem prédios públicos e privados, e provocarem uma desorganização geral na região.
A crise se agravou ainda mais com a epidemia de cólera que tomou conta do Haiti. Até hoje as autoridades do país tentam controlar a doença. Recentemente, organizações não governamentais informaram que aumentou o número de casos de pessoas que passam fome em cidades haitianas.
INGLATERRA = GAZA, OBJETIVO DOS JUDEUS SIONISTAS
Sionistas Britânicos, assessorados pelos judeus, estão transformando a Inglaterra numa Gaza gigantesca, onde houve em épocas passadas, uma policia desarmada, hoje a polícia britânica é asseroada pelo MOSSAD de ISRAEL, e está armada até os dentes, armas estas fornecidas pelos judeus, contra seu próprio povo.
France Presse
Publicação: 13/08/2011 12:35 Atualização:
Os distúrbios na Grã-Bretanha são "criminalidade pura e dura", segundo o primeiro-ministro David Cameron, mas a oposição e alguns sociólogos negam-se a se contentar com explicações "simplistas" e afirmam que, por trás, há causas econômicas e sociais.
Antes da explosão da violência sem precedentes, a resposta do Governo liberal-conservador foi triplicar a presença policial em Londres.
As imagens "irritantes" de jovens encapuzados quebrando lojas para levar televisões de tela plana ou tênis esportivos demonstram que esta parte da sociedade está "doente', considerou o primeiro-ministro conservador.
No entanto, Cameron negou-se a estabelecer uma relação entre os distúrbios e a pobreza, ou a ver nesta explosão de violência a expressão de um descontentamento político.
"Não se trata de política, nem de uma manifestação, mas sim de roubos", disse, taxativo. Uma opinião compartilhada por 42% dos britânicos, segundo uma pesquisa divulgada na quinta-feira.
Os distúrbios, que já deixaram cinco mortos, começaram com a morte de Mark Duggan, um homem de 29 abatido pela polícia no bairro multiétnico de Tottenham, em Londres. No entanto, os líderes destes distúrbios, que se espalharam pela capital e por outras cidades inglesas, nunca fizeram referência ao jovem.
Por enquanto, a oposição evitou atribuir a responsabilidade da violência aos cortes orçamentários decididos no ano passado pelo Governo de Cameron.
"Penso que o que temos que fazer é evitar as soluções simplistas", disse o líder do Partido Trabalhista, Ed Miliband.
"Penso que são atos criminosos individuais, e não há desculpa nem justificativa para isso (...), mas sei que precisamos ir além disso", disse à BBC.
"É cultural ou deve-se à pobreza e à falta de oportunidades? Provavelmente, as duas coisas", acrescentou Miliband.
Miliband também vinculou os saques à crise financeira e ao escândalo das escutas ilegais no grupo de imprensa de Rupert Murdoch, que, segundo ele, ilustram um clima de irresponsabilidade e de egoísmo, e convidou a sociedade a fazer um exame de consciência.
Para Tony Travers, sociólogo da London School of Economics, os saques "não são uma expressão política".
"Pode estar vinculado com a pobreza ou com as condições de vida, mas também com a maneira pela qual alguns foram educados. É preciso investigar profundamente para saber o que ocorreu", acrescenta.
Gus John, professor da Universidade de Londres, vai mais longe e acredita que os saques expõem a raiva acumulada contra a polícia e seus controles e registros, que, segundo ele, centram-se excessivamente nos jovens negros.
"Em grande medida, penso que é uma explosão de raiva contida contra a polícia, mas também a expressão de uma absoluta frustração em relação a sua situação, porque estas pessoas não veem um futuro", afirma.
France Presse
Publicação: 13/08/2011 12:35 Atualização:
Os distúrbios na Grã-Bretanha são "criminalidade pura e dura", segundo o primeiro-ministro David Cameron, mas a oposição e alguns sociólogos negam-se a se contentar com explicações "simplistas" e afirmam que, por trás, há causas econômicas e sociais.
Antes da explosão da violência sem precedentes, a resposta do Governo liberal-conservador foi triplicar a presença policial em Londres.
As imagens "irritantes" de jovens encapuzados quebrando lojas para levar televisões de tela plana ou tênis esportivos demonstram que esta parte da sociedade está "doente', considerou o primeiro-ministro conservador.
No entanto, Cameron negou-se a estabelecer uma relação entre os distúrbios e a pobreza, ou a ver nesta explosão de violência a expressão de um descontentamento político.
"Não se trata de política, nem de uma manifestação, mas sim de roubos", disse, taxativo. Uma opinião compartilhada por 42% dos britânicos, segundo uma pesquisa divulgada na quinta-feira.
Os distúrbios, que já deixaram cinco mortos, começaram com a morte de Mark Duggan, um homem de 29 abatido pela polícia no bairro multiétnico de Tottenham, em Londres. No entanto, os líderes destes distúrbios, que se espalharam pela capital e por outras cidades inglesas, nunca fizeram referência ao jovem.
Por enquanto, a oposição evitou atribuir a responsabilidade da violência aos cortes orçamentários decididos no ano passado pelo Governo de Cameron.
"Penso que o que temos que fazer é evitar as soluções simplistas", disse o líder do Partido Trabalhista, Ed Miliband.
"Penso que são atos criminosos individuais, e não há desculpa nem justificativa para isso (...), mas sei que precisamos ir além disso", disse à BBC.
"É cultural ou deve-se à pobreza e à falta de oportunidades? Provavelmente, as duas coisas", acrescentou Miliband.
Miliband também vinculou os saques à crise financeira e ao escândalo das escutas ilegais no grupo de imprensa de Rupert Murdoch, que, segundo ele, ilustram um clima de irresponsabilidade e de egoísmo, e convidou a sociedade a fazer um exame de consciência.
Para Tony Travers, sociólogo da London School of Economics, os saques "não são uma expressão política".
"Pode estar vinculado com a pobreza ou com as condições de vida, mas também com a maneira pela qual alguns foram educados. É preciso investigar profundamente para saber o que ocorreu", acrescenta.
Gus John, professor da Universidade de Londres, vai mais longe e acredita que os saques expõem a raiva acumulada contra a polícia e seus controles e registros, que, segundo ele, centram-se excessivamente nos jovens negros.
"Em grande medida, penso que é uma explosão de raiva contida contra a polícia, mas também a expressão de uma absoluta frustração em relação a sua situação, porque estas pessoas não veem um futuro", afirma.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
TALIBANS CHILENOS OCUPAM SANTIAGO
TALIBANS (ESTUDANTES) CHILENOS OCUPAM CAPITAL
Hoje às 05h27 - Atualizada hoje às 05h30
Chile: loja de rede envolvida em escândalo é incendiada em protestos
A onda de protestos no Chile, por conta de reformas na Educação, está cada vez mais violenta. Nas últimas horas, em Santiago, os manifestantes atearam fogo à loja de departamentos La Polar, envolvida em junho em um escândalo financeiro - problema que, segundo críticos, teria sido negligenciado pelo presidente do país, Sebastián Piñera. As informações são do jornal The Guardian.
Horas antes, cerca de 200 estudantes ocuparam pacificamente as instalações do canal de televisão privado. Eles queriam entrar no ar para expressar suas demandas em favor do fortalecimento da educação pública no país, disse uma jornalista da emissora, Macarena Pizarro.
Bombeiros tentam controlar chamas em loja da La Polar
Antes disso, estudantes e professores fracassaram em duas tentativas de marchar pelo centro de Santiago.
Até o final da noite, 552 haviam sido detidos e 29 policiais feridos, informaram as autoridades. "Há 552 pessoas detidas, por desordem pública, porte ilegal de armas e porte de artefatos explosivos; e 29 policiais feridoss, incluindo um em estado grave", declarou o subsecretário do Interior, Rodrigo UbillaMais.
Os protestos foram anunciados depois que o ministro da Educação, Felipe Bulnes, entregou na segunda-feira uma proposta de 21 pontos - a segunda oferecida pelo governo - aos líderes estudantis, que deveriam respondê-la até sexta-feira. "Vamos dar um sinal de que estamos mobilizados e alertas e que a discussão não acaba com a resposta dada pelo ministro", disse à imprensa na quarta-feira Camila Vallejos.
Dois fortes sindicatos universitários, o da Universidade Católica e o da Universidade de Santiago, rejeitaram a proposta governamental e por isso participaram da tentativa de manifestação no centro de Santiago. "A ideia da marcha é que não apenas estudantes possam participar e não se manifestem apenas por temas da educação, mas também pela crise no sistema completo", disse Georgio Jackson, dirigente da Universidade Católica.
Segundo os universitários, a proposta do governo responde a uma parte de suas demandas para fortalecer a educação pública no Chile, mas só acolhe parcialmente a principal exigência, que é acabar com o lucro na educação, proibido na legislação chilena, mas burlado através de brechas legais.
A crise educacional, que já dura dois meses, mantém dezenas de universidades paradas e centenas de colégios tomados. Os estudantes já protagonizaram enormes manifestações que influenciaram na queda de popularidade do presidente Sebastián Piñera, que chegou a um mínimo de 30% em julho.
Hoje às 05h27 - Atualizada hoje às 05h30
Chile: loja de rede envolvida em escândalo é incendiada em protestos
A onda de protestos no Chile, por conta de reformas na Educação, está cada vez mais violenta. Nas últimas horas, em Santiago, os manifestantes atearam fogo à loja de departamentos La Polar, envolvida em junho em um escândalo financeiro - problema que, segundo críticos, teria sido negligenciado pelo presidente do país, Sebastián Piñera. As informações são do jornal The Guardian.
Horas antes, cerca de 200 estudantes ocuparam pacificamente as instalações do canal de televisão privado. Eles queriam entrar no ar para expressar suas demandas em favor do fortalecimento da educação pública no país, disse uma jornalista da emissora, Macarena Pizarro.
Bombeiros tentam controlar chamas em loja da La Polar
Antes disso, estudantes e professores fracassaram em duas tentativas de marchar pelo centro de Santiago.
Até o final da noite, 552 haviam sido detidos e 29 policiais feridos, informaram as autoridades. "Há 552 pessoas detidas, por desordem pública, porte ilegal de armas e porte de artefatos explosivos; e 29 policiais feridoss, incluindo um em estado grave", declarou o subsecretário do Interior, Rodrigo UbillaMais.
Os protestos foram anunciados depois que o ministro da Educação, Felipe Bulnes, entregou na segunda-feira uma proposta de 21 pontos - a segunda oferecida pelo governo - aos líderes estudantis, que deveriam respondê-la até sexta-feira. "Vamos dar um sinal de que estamos mobilizados e alertas e que a discussão não acaba com a resposta dada pelo ministro", disse à imprensa na quarta-feira Camila Vallejos.
Dois fortes sindicatos universitários, o da Universidade Católica e o da Universidade de Santiago, rejeitaram a proposta governamental e por isso participaram da tentativa de manifestação no centro de Santiago. "A ideia da marcha é que não apenas estudantes possam participar e não se manifestem apenas por temas da educação, mas também pela crise no sistema completo", disse Georgio Jackson, dirigente da Universidade Católica.
Segundo os universitários, a proposta do governo responde a uma parte de suas demandas para fortalecer a educação pública no Chile, mas só acolhe parcialmente a principal exigência, que é acabar com o lucro na educação, proibido na legislação chilena, mas burlado através de brechas legais.
A crise educacional, que já dura dois meses, mantém dezenas de universidades paradas e centenas de colégios tomados. Os estudantes já protagonizaram enormes manifestações que influenciaram na queda de popularidade do presidente Sebastián Piñera, que chegou a um mínimo de 30% em julho.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
NORUEGUES ASSASSINO É SIONISTA
NORUEGUES ASSASSINO É SIONISTA, A MÍDIA É QUE O NOMINOU DE CRISTÃO
ARTIGO EM PORTUGUES E INGLES
Anders Behring Breivik
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Anders Behring Breivik
Nascido 13 de fevereiro de 1979 (idade 32) [1]
Oslo , Noruega [2]
Outros nomes Andrew Berwick, [3] Sigurd (Jorsalfar) [4]
Etnia Norueguês
Cidadania Norueguês
Alma mater
Oslo Comércio Escola
Ocupação Empresário
Conhecido por 2.011 ataques Noruega
Religião Cristianismo [5] [6] (É MENTIRA DA MÍDIA SIONISTA - ELE É SIONISTA - UM SIONISTA PODE SE DISFARÇAR DE CRISTÃO, MAS JAMAIS SERÁ CRISTÃO, A INCOMPATILBILIDADE É PATENTE E ABSOLUTA!)
Anders Behring Breivik (pronúncia norueguesa: ['ɑnəʂ' ser ː ɾiŋ 'bɾæɪʋi ː k] , nascido 13 de fevereiro de 1979) [1] é uma norueguesa de direita extremista [7] e do agressor confessou [8] [9] da dupla ataques terroristas na Noruega em 22 de Julho de 2011: o bombardeio de prédios do governo em Oslo , que resultou em oito mortes, eo tiroteio em massa em um acampamento da Juventude Operária League (AUF) do Partido Trabalhista , na ilha de Utøya onde matou 69 pessoas, a maioria adolescentes. [10] [11] [12]
Extrema-direita Breivik de [13] militante ideologia é descrito em uma coleção de textos escritos por ele mesmo, intitulado 2083 - A Declaração Europeia da Independência e distribuído eletronicamente por Breivik no dia dos ataques [13] [14] sob o pseudônimo anglicised Andrew Berwick. [15] [16] Nela, ele expõe sua xenófoba visão de mundo, que inclui suporte para diferentes graus de conservadorismo cultural , de direita, o populismo , ultranacionalismo , islamofobia , de extrema direita sionista (SIONISTA DA EXTREMA DIREITA) e paramilitarismo sérvio . [13] [17] Além disso, defende a aniquilação violenta do Islã, " Eurábia "," o marxismo cultural ", e multiculturalismo , para preservar uma Europa cristã . [13] [18] [19] [20] [21]
Breivik confessou ao que ele chama de "atroz, mas necessárias" ações, mas nega responsabilidade criminal . [22] [23] Breivik alegou contato com norueguesas e internacionais de extrema-direita movimentos políticos, [24] [25] e afirma fazer parte de uma internacional anti-Islam rede com duas células na Noruega e mais em outros países. A polícia e os especialistas duvidam estas reivindicações, mas não rejeitou completamente. [23]
Em 25 de Julho de 2011, Breivik foi acusado de "desestabilizar ou destruir as funções básicas da sociedade" e "criar medo na população séria", [23] atos de terrorismo, sob a lei criminal, e ordenou realizado durante oito semanas, os quatro primeiros em confinamento solitário pendente um processo judicial mais. [11] [26] Os promotores estão considerando acusando-o de crimes contra a humanidade sob uma lei de 2008. [27]
Anders Behring Breivik
From Wikipedia, the free encyclopedia
Anders Behring Breivik
Portrait released by Breivik
Born 13 February 1979 (age 32)[1]
Oslo, Norway[2]
Other names Andrew Berwick,[3] Sigurd (Jorsalfar)[4]
Ethnicity Norwegian
Citizenship Norwegian
Alma mater
Oslo Commerce School
Occupation Businessman
Known for 2011 Norway attacks
Religion Christianity[5][6] (É MENTIRA DA MÍDIA SIONISTA - ELE É SIONISTA - UM SIONISTA PODE SE DISFARÇAR DE CRISTÃO, MAS JAMAIS SERÁ CRISTÃO, A INCOMPATILBILIDADE É PATENTE E ABSOLUTA!)
Anders Behring Breivik (Norwegian pronunciation: ['ɑnəʂ 'beːɾiŋ 'bɾæɪʋiːk]; born 13 February 1979)[1] is a Norwegian right-wing extremist[7] and the confessed perpetrator[8][9] of dual terrorist attacks in Norway on 22 July 2011: the bombing of government buildings in Oslo that resulted in eight deaths, and the mass shooting at a camp of the Workers' Youth League (AUF) of the Labour Party on the island of Utøya where he killed 69 people, mostly teenagers.[10][11][12]
Breivik's far-right[13] militant ideology is described in a collection of texts written by himself, titled 2083 – A European Declaration of Independence and distributed electronically by Breivik on the day of the attacks[13][14] under the anglicised pseudonym Andrew Berwick.[15][16] In it he lays out his xenophobic worldview, which includes support for varying degrees of cultural conservatism, right-wing populism, ultranationalism, Islamophobia, far-right Zionism (SIONISTA DA EXTREMA DIREITA) and Serbian paramilitarism.[13][17] It further argues for the violent annihilation of Islam, "Eurabia", "cultural Marxism", and multiculturalism, to preserve a Christian Europe.[13][18][19][20][21]
Breivik has confessed to what he calls "atrocious but necessary" actions, but denies criminal responsibility.[22][23] Breivik claimed contact with Norwegian and international far-right political movements,[24][25] and claims to belong to an international anti-Islam network with two cells in Norway and more in other countries. Police and experts doubt these claims but have not dismissed them completely.[23]
On 25 July 2011, Breivik was charged with "destabilising or destroying basic functions of society" and "creating serious fear in the population",[23] acts of terrorism under the criminal law, and ordered held for eight weeks—the first four in solitary confinement—pending further court proceedings.[11][26] Prosecutors are considering charging him with crimes against humanity under a 2008 law.[27]
ARTIGO EM PORTUGUES E INGLES
Anders Behring Breivik
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Anders Behring Breivik
Nascido 13 de fevereiro de 1979 (idade 32) [1]
Oslo , Noruega [2]
Outros nomes Andrew Berwick, [3] Sigurd (Jorsalfar) [4]
Etnia Norueguês
Cidadania Norueguês
Alma mater
Oslo Comércio Escola
Ocupação Empresário
Conhecido por 2.011 ataques Noruega
Religião Cristianismo [5] [6] (É MENTIRA DA MÍDIA SIONISTA - ELE É SIONISTA - UM SIONISTA PODE SE DISFARÇAR DE CRISTÃO, MAS JAMAIS SERÁ CRISTÃO, A INCOMPATILBILIDADE É PATENTE E ABSOLUTA!)
Anders Behring Breivik (pronúncia norueguesa: ['ɑnəʂ' ser ː ɾiŋ 'bɾæɪʋi ː k] , nascido 13 de fevereiro de 1979) [1] é uma norueguesa de direita extremista [7] e do agressor confessou [8] [9] da dupla ataques terroristas na Noruega em 22 de Julho de 2011: o bombardeio de prédios do governo em Oslo , que resultou em oito mortes, eo tiroteio em massa em um acampamento da Juventude Operária League (AUF) do Partido Trabalhista , na ilha de Utøya onde matou 69 pessoas, a maioria adolescentes. [10] [11] [12]
Extrema-direita Breivik de [13] militante ideologia é descrito em uma coleção de textos escritos por ele mesmo, intitulado 2083 - A Declaração Europeia da Independência e distribuído eletronicamente por Breivik no dia dos ataques [13] [14] sob o pseudônimo anglicised Andrew Berwick. [15] [16] Nela, ele expõe sua xenófoba visão de mundo, que inclui suporte para diferentes graus de conservadorismo cultural , de direita, o populismo , ultranacionalismo , islamofobia , de extrema direita sionista (SIONISTA DA EXTREMA DIREITA) e paramilitarismo sérvio . [13] [17] Além disso, defende a aniquilação violenta do Islã, " Eurábia "," o marxismo cultural ", e multiculturalismo , para preservar uma Europa cristã . [13] [18] [19] [20] [21]
Breivik confessou ao que ele chama de "atroz, mas necessárias" ações, mas nega responsabilidade criminal . [22] [23] Breivik alegou contato com norueguesas e internacionais de extrema-direita movimentos políticos, [24] [25] e afirma fazer parte de uma internacional anti-Islam rede com duas células na Noruega e mais em outros países. A polícia e os especialistas duvidam estas reivindicações, mas não rejeitou completamente. [23]
Em 25 de Julho de 2011, Breivik foi acusado de "desestabilizar ou destruir as funções básicas da sociedade" e "criar medo na população séria", [23] atos de terrorismo, sob a lei criminal, e ordenou realizado durante oito semanas, os quatro primeiros em confinamento solitário pendente um processo judicial mais. [11] [26] Os promotores estão considerando acusando-o de crimes contra a humanidade sob uma lei de 2008. [27]
Anders Behring Breivik
From Wikipedia, the free encyclopedia
Anders Behring Breivik
Portrait released by Breivik
Born 13 February 1979 (age 32)[1]
Oslo, Norway[2]
Other names Andrew Berwick,[3] Sigurd (Jorsalfar)[4]
Ethnicity Norwegian
Citizenship Norwegian
Alma mater
Oslo Commerce School
Occupation Businessman
Known for 2011 Norway attacks
Religion Christianity[5][6] (É MENTIRA DA MÍDIA SIONISTA - ELE É SIONISTA - UM SIONISTA PODE SE DISFARÇAR DE CRISTÃO, MAS JAMAIS SERÁ CRISTÃO, A INCOMPATILBILIDADE É PATENTE E ABSOLUTA!)
Anders Behring Breivik (Norwegian pronunciation: ['ɑnəʂ 'beːɾiŋ 'bɾæɪʋiːk]; born 13 February 1979)[1] is a Norwegian right-wing extremist[7] and the confessed perpetrator[8][9] of dual terrorist attacks in Norway on 22 July 2011: the bombing of government buildings in Oslo that resulted in eight deaths, and the mass shooting at a camp of the Workers' Youth League (AUF) of the Labour Party on the island of Utøya where he killed 69 people, mostly teenagers.[10][11][12]
Breivik's far-right[13] militant ideology is described in a collection of texts written by himself, titled 2083 – A European Declaration of Independence and distributed electronically by Breivik on the day of the attacks[13][14] under the anglicised pseudonym Andrew Berwick.[15][16] In it he lays out his xenophobic worldview, which includes support for varying degrees of cultural conservatism, right-wing populism, ultranationalism, Islamophobia, far-right Zionism (SIONISTA DA EXTREMA DIREITA) and Serbian paramilitarism.[13][17] It further argues for the violent annihilation of Islam, "Eurabia", "cultural Marxism", and multiculturalism, to preserve a Christian Europe.[13][18][19][20][21]
Breivik has confessed to what he calls "atrocious but necessary" actions, but denies criminal responsibility.[22][23] Breivik claimed contact with Norwegian and international far-right political movements,[24][25] and claims to belong to an international anti-Islam network with two cells in Norway and more in other countries. Police and experts doubt these claims but have not dismissed them completely.[23]
On 25 July 2011, Breivik was charged with "destabilising or destroying basic functions of society" and "creating serious fear in the population",[23] acts of terrorism under the criminal law, and ordered held for eight weeks—the first four in solitary confinement—pending further court proceedings.[11][26] Prosecutors are considering charging him with crimes against humanity under a 2008 law.[27]
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