domingo, 11 de junho de 2017

Resultado do julgamento do TSE abre terreno perigoso, diz a "Viúva Negra" Marina Silva que jogou os 44 milhões que seu marido roubou da Sudam pra baixo do tapete

Resultado do julgamento do TSE abre terreno perigoso, diz a "Viúva Negra" Marina Silva que jogou os 44 milhões que seu marido roubou da Sudam pra baixo do tapete 

Marina Silva, da Rede Sustentabilidade© image/jpeg Marina Silva, da Rede Sustentabilidade
São Paulo – A ex-senadora Marina Silva (Rede) afirmou em sua conta oficial no Facebook que a absolvição da chapa Dilma-Temer pelos ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foi um “fatídico resultado” de um “ciclo cínico” e que a “esperança de ver nosso país trilhando novos caminhos (…) está sendo colocada à prova”. 

Por 4 votos a 3, TSE absolve chapa Dilma-Temer (via SBT)


Segundo a candidata derrotada no 1º turno da eleição para presidente em 2014, a decisão coloca o país “frente ao terreno perigoso do aprofundamento da descrença da sociedade em relação às instituições”.

Marina elogiou o trabalho do relator JUDEU SIONISTA E VIADO - Herman Benjamin, do ministro JUDEU SIONISTA - Luiz Fux, da ministra JUDIA SIONISTA - Rosa Weber e do vice-procurador Nicolao Dino, mas disse que os votos de Gilmar Mendes, Tarcisio Vieira, Admar Gonzaga e Napoleão Maia absolveram o que ela chama de “fraude pelo abuso do poder político e econômico”(ELA MESMA SE ESQUECEU QUE É FINANCIADA PELO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", QUE MATARAM EDUARDO CAMPOS E DA FRAUDE PRATICADA POR SEU MARIDO CONTRA A SUDAM(44 MILHÕES DE REAIS), OU ISSO TAMBÉM MERECE ELOGIO, AO MARIDO DE MARINA , É CLARO, E TAMBÉM DA PROPINA QUE ELA RECEBE DA JUDIA SIONISTA -  "NECA" - DONA DO "ITAÚ").

A ex-ministra também destacou que defendia desde dezembro de 2015 a cassação da chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) “como a melhor saída para a grave crise política, econômica, social e ética que o país vive”.

“A negação, pela Justiça Eleitoral, do uso de dinheiro da corrupção para eleição da chapa Dilma-Temer impõe obstáculos ao restabelecimento da soberania popular – pressuposto fundamental de nossa Constituição – que foi influenciada ilicitamente no último pleito”, escreveu Marina.

No último sábado (3), a ex-senadora foi internada após sentir fortes dores na região abdominal, e teve alta após ficar seis dias no hospital.

De acordo com a BBC Brasil, políticos e assessores da Rede avaliam que existe uma “hipótese robusta” de que Marina seja candidata à presidência em 2018 em chapa com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa.
Vitória no TSE dá fôlego a Michel Temer (via SBT)

Confira abaixo o texto completo publicado na página oficial de Marina Silva no Facebook:

Marina Silva
na sexta
"O ciclo cínico":
Estou ainda em fase de recuperação, mas não posso me calar diante do fatídico resultado do julgamento da chapa Dilma-Temer, que venho defendendo desde dezembro de 2015 como a melhor saída para a grave crise política, econômica, social e ética que o país vive.
A esperança de ver nosso país trilhando novos caminhos ou pelo menos outras maneiras de caminhar, como disse o poeta Thiago de Mello, está sendo colocada à prova, infelizmente. Estamos frente ao terre...no perigoso do aprofundamento da descrença da sociedade em relação às instituições.
Em que pesem os elementos comprobatórios apresentados para cassação da chapa Dilma-Temer, no magnífico trabalho do relator Herman Benjamin, as competentes intervenções do ministro Luiz Fux, as sustentações firmes e claras da ministra Rosa Weber e o imprescindível suporte do Vice-Procurador Nicolao Dino, o TSE decidiu pela absolvição da referida chapa, mediante os votos dados pelos ministros Gilmar Mendes, Tarcisio Vieira, Admar Gonzaga e Napoleão Maia.
O reconhecimento da gravidade dos crimes por todos os ministros e a necessidade de uma punição severa pela justiça criminal parece não ter servido de peso e medida para defender nossa democracia da fraude pelo abuso do poder político e econômico. A negação, pela Justiça Eleitoral, do uso de dinheiro da corrupção para eleição da chapa Dilma-Temer impõe obstáculos ao restabelecimento da soberania popular – pressuposto fundamental de nossa Constituição – que foi influenciada ilicitamente no último pleito.
Assim, neste momento, resta-me refugiar-me nas palavras do psicanalista "JUDEU SIONISTA" -Ricardo Goldenberg: “Nunca o programa de uma moral de princípios esteve tão longe do espírito de uma época. Nunca, não obstante, a ética foi tão citada. O que não deixa de ser coerente, porque o cinismo (...) podemos reconhecê-lo pela sua marca registrada, que consiste em invocar normas universais enquanto se promove sua transgressão particular. Como discurso, o cinismo consiste no conjunto de operações que preservam oculto o hiato entre os princípios e a prática que o contradiz."


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MARINA SILVA "A TRANSGÊNICA" - ÉPOCA DENUNCIA - MARIDO DE MARINA SILVA FAZ PARTE DE UMA QUADRILHA DE 18 PESSOAS QUE DEU UM GOLPE NA SUDAM DE 44 MILHÕES



Fábio Vaz, marido de Marina Silva, responde a processo por improbidade

 prejuízo de R$ 44 milhões para a Sudam

LUIZ MAKLOUF CARVALHO

CORRERIA Fábio Vaz de Lima com Marina Silva. Ele diz que viajou às pressas para  a reunião que aprovou a despesa (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)


Fábio Vaz de Lima, marido da ex-senadora, ex-ministra e candidata à Presidência da República Marina Silva, é réu numa ação civil por improbidade administrativa. A ação tramita na 6ª Vara da Justiça Federal, em São Luís, capital do Maranhão. Conhecido e noticiado como “Caso Usimar”, o processo, número 2001.37.00.008085-6, está, neste momento, com o juiz federal Jorge Ferraz de Oliveira Junior. O último registro eletrônico no site da 6ª Vara Federal diz que os autos estão conclusos para decisão desde o último dia 5 de maio.
MARIDO DE MARINA SILVA FAZ PARTE 
DE UMA QUADRILHA DE 18 PESSOAS
 QUE DEU UM GOLPE NA SUDAM DE 44
 MILHÕES DE REAIS

Vaz e outros 18 réus foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter aprovado, em 14 de dezembro de 2000, um projeto da Usimar Componentes Automotivos no Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Segundo a denúncia, o projeto, que nunca saiu do papel, resultou num prejuízo de R$ 44,15 milhões. A ação tramita na Justiça desde dezembro de 2001. Já subiu para o Supremo Tribunal Federal – mas, em 2008, a ministra Cármen Lúcia mandou que retornasse à 6ª Vara, onde está até hoje, 13 anos depois de começar, à espera de julgamento.

Vaz foi procurado por ÉPOCA, direta e indiretamente. Não quis falar até o fechamento desta reportagem. No dia 20 de agosto, quando Marina se declarou candidata a presidente no lugar de Eduardo Campos, Vaz deu uma entrevista ao blog do jornalista Altino Machado, de Rio Branco, capital do Acre. Machado perguntou sobre o Caso Usimar. Vaz respondeu: “Infelizmente, colocaram meu nome de maneira indevida, pois naquela reunião do Conselho Deliberativo da Sudam eu participava apenas como ouvinte. Não votei, pois não era titular e nem suplente do Conselho Deliberativo. Estou pagando caro por um erro que não cometi”.

Na ata da reunião da Sudam – onde 19 conselheiros tinham direito a voto –, o nome dele aparece como um dos 18 nomes que deram aprovação ao projeto da Usimar. Apenas um voto foi contundentemente contra – do então superintendente da Receita Federal para a Região Norte, João Tostes Netto, hoje secretário estadual da Fazenda no Pará. Num voto estritamente técnico, Tostes elencou diversas irregularidades que, no seu entendimento, não deveriam permitir a aprovação. Vaz estava na reunião da Sudam, em São Luís, representando oficialmente o então governador do Acre, Jorge Viana (PT), do qual era subsecretário. Viana e seu suplente, o secretário de Planejamento Gilberto Siqueira, não puderam comparecer. “Fui deslocado para São Luís de maneira inesperada”, disse. “Viajei uma noite toda, cheguei no final da manhã, mas atrasado para a reunião da Sudam. Por ter assinado a lista de presença, acredito que meu nome foi colocado na ata, depois não (me) ocorreu atenção de retificar.” Vaz responde a processo porque seu nome aparece na ata – e a Justiça decidirá sobre sua participação no episódio.

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