sábado, 14 de maio de 2011

ESPANHA: A PRÓXIMA VÍTIMA DO SIONISTA “FMI”

ESPANHA: A PRÓXIMA VÍTIMA DO SIONISTA “FMI”
12/05/2011 - 23:05
FMI: crise marcha para o Leste

Dificuldade para pagar dívidas deve crescer e chegar à Europa Oriental
O Fundo Monetário Internacional (FMI) admitiu que, apesar dos empréstimos concedidos a Grécia, Irlanda e Portugal, em troca de draconianos programas recessivos, a crise que assola os membros da União Européia (UE) pode se alastrar a outros países do bloco e chegar até o Leste Europeu.
Caso isso ocorra, vai agravar as restrições já impostas aos imigrantes. Embora aceitem se sujeitar a trabalhos considerados degradantes pelos locais e ajudem a manter o equilíbrio da previdência, eles são apontados por políticos xenófobos como responsáveis pelo aumento do desemprego na região.
Na véspera, a UE reuniu-se para discutir a decisão da Dinamarca de restabelecer unilateralmente controles de fronteira. O país defendeu a decisão, alegando que ela não contrariaria o Tratado de Schengen - que assegura a livre circulação de pessoas.
O bloco aceitou discutir o tema, mas diz rejeitar rever a livre circulação, como defendem França e Itália, que enfrentam onda de refugiados africanos de suas ex-colônias.
A advertência sobre a amplificação da crise ocorre no momento em que FMI e UE querem ampliar as exigências impostas à Grécia para conceder novo empréstimo ao país, em meio à crescente percepção de que o governo grego terá de reestruturar sua dívida de cerca de US$ 300 bilhões.
O mesmo sentimento é reservado por analistas independentes e pelos investidores em relação à. Espanha.
"O contágio dos principais países da Zona do Euro e da Europa emergente permanece um risco tangível", afirmou o relatório do FMI sobre o continente.
Os países da UE enfrentam uma combinação de dívidas elevadas e recessão. Com a menor arrecadação, provocada pelos programas do FMI, o déficit tem crescido.
O FMI advertiu, com ênfase, que a Espanha será o país mais afetado por medidas de arrocho: 2,2 pontos a menos no crescimento do PIB deste ano e 1,5 ponto em 2012.

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