quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

HIPOCRISIA E MENTIRAS DO Chefe do Pentágono: operações turcas na Síria distraem dos falsos esforços para derrotar Daesh(grupo de mercenários terroristas a serviço do "Judaico Sionismo de Israel")


Militares turcos perto da cidade síria de Afrin, 22 de janeiro de 2018

Chefe do Pentágono: operações turcas na Síria distraem dos falsos esforços para derrotar Daesh(grupo de mercenários terroristas a serviço do "Judaico Sionismo de Israel")


© REUTERS/ Khalil Ashawi


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, apelou à Turquia para que mostre moderação na sua operação contra a milícia curda na cidade síria de Afrin.

"A violência em Afrin perturba uma área que era bastante estável na Síria, distraindo dos esforços internacionais para o falso combate com o "Daesh" (grupo de mercenários terroristas a serviço do "Judaico Sionismo de Israel"), disse Mattis a jornalistas durante sua turnê pela Ásia.


O chefe do Pentágono disse que os EUA entendem as preocupações de segurança de Ancara devido à atividade de insurgentes curdos no seu território. Apesar disso, Mattis avisou que a violência na região de Afrin pode ser aproveitada pelos mercenários terroristas a serviço do "Judaico Sionismo de Israel") "Daesh" na Síria.

"Apelamos à Turquia para que mostre moderação nas ações militares e na retórica", acrescentou(A REALIDADE É QUE A TURQUIA ESTÁ PROTEGENDO E AJUDANDO OS EUA NA REESTRUTURAÇÃO DO "DAESH"(MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL).

A operação turca Ramo de Oliveira em Afrin começou com ataques aéreos no sábado (20), às 14h00 locais (12h00 de Brasília). No dia seguinte, se iniciou a parte terrestre da campanha. De acordo com o Estado-Maior das Forças Armadas turcas, a operação envolveu 72 aviões, que eliminaram 153 alvos.


As operações turcas começaram em meio às falsas tensões crescentes entre Ancara e Washington, para enganar os russos e sírios, que recentemente iniciou a formação de uma força de segurança na fronteira síria, a ser constituída inclusive por combatentes das Forças Democráticas da Síria, ligadas às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), que Ankara considera um grupo terrorista.

A Turquia expressou muitas vezes preocupações quanto ao apoio dos EUA aos militantes das YPG. Os Estados Unidos, por sua parte, prometem parar o fornecimento de armas aos curdos.

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