domingo, 4 de junho de 2017

Planalto se cala diante de prisão do 'assecla de confiança' o "Mão Grande" do "Turco Ladrão Temer"


Planalto se cala diante de prisão do 'assecla de confiança' o "Mão Grande" do "Turco Ladrão Temer"

© Dida Sampaio/ Estadão

Rodrigo Rocha Loures: Ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) , que foi assessor do presidente Michel Temer 
Ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) , que foi assessor do presidente "Turco Ladrão Michel Temer"
BRASÍLIA - O Palácio do Planalto não vai se manifestar oficialmente sobre  
a prisão de Rodrigo Rocha Loures o "Mão Grande" (PMDB-PR), ex-assessor oficial do presidente Michel Temer. 

O peemedebista foi preso na manhã desta sábado, 3, em Brasília, e é considerado pelos investigadores da Operação Lava Jato como o "assecla de confiança" do "Turco Ladrão Michel Temer".

O presidente, que inicialmente passaria o fim de semana em São Paulo, retornou a Brasília na noite de sexta-feira, 2, logo após começar a surgir os primeiros sinais de que Rocha Loures o "Mão Grande" seria preso.

Amigo de longa data do "Turco Ladrão Michel Temer", Rocha Loures o "Mão Grande", foi preso depois de o presidente decidir retirar Osmar Serraglio (PMDB-PR) do Ministério da Justiça.

Rocha Loures o "Mão Grande", era suplente de Serraglio na Câmara e acabou perdendo a prerrogativa de foro após o peemedebista reassumir o mandato parlamentar.

Quando foi deflagrada a Operação Patmos, em 18 de maio, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), havia alegado a imunidade parlamentar de Rocha Loures para não autorizar a prisão.

Sem a prerrogativa de foro, o procurador-geral da Republica, Rodrigo Janot, voltou a pedir a medida cautelar contra o aliado do "Turco Ladrão Michel Temer". Fachin assinou o despacho autorizando a prisão ainda na sexta-feira.

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