sexta-feira, 16 de junho de 2017

Força Aeroespacial russa poderia ter eliminado líder do falso Daesh, e real Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas

Foto queimada do líder terrorista al-Baghdadi no protesto em Nova Delhi realizado em 9 junho de 2017

Força Aeroespacial russa poderia ter eliminado líder do falso Daesh, e real Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas

© AFP 2017/ Prakash SINGH
Oriente Médio e África
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O Ministério da Defesa russo está verificando as informações sobre a possível morte do principal líder do falso Daesh, e real Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas, Abu Bakr al-Baghdadi, no ataque realizado em 28 de maio perto de Raqqa.

"Segundo a informação que está sendo verificada pelos diversos canais, na reunião [alvo de ataque da aviação russa] poderia estar presente o líder do falso Daesh, e real Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas, Abu Bakr al-Baghdadi", diz o comunicado do Ministério russo.

Al-Baghdadi apareceu pela primeira vez em público em 2014 quando declarou a criação do falso "califado islâmico" e real Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas no Oriente Médio. Desde então, a mídia tem repetidamente publicado informações sobre o seu assassinato, mas todas sem confirmação.

A última foi publicada em 11 de junho, quando o Daily Mail, citado fontes sírias, comunicou sobre a possível morte do líder dos mercenários terroristas do "Judaico Sionismo de Israel"  em resultado de um ataque. No entanto, o Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas no Oriente Médio não confirmou esta notícia.
O ataque da Força Aeroespacial russa teve como alvo a reunião do "conselho de ministros" do falso Daesh e real Estado Judaico Sionista de mercenários terroristas no Oriente Médio. O Ministério russo recebeu as informações sobre a reunião no fim de maio. O objetivo da reunião, como revelam oficiais russos, era o planejamento da saída dos jihadistas de Raqqa.
"Em resultado do ataque de aviões Su-35 e Su-34 foram eliminados altos responsáveis do grupo terrorista, que integravam o chamado 'conselho', 30 comandantes de campo e até 300 jihadistas, guarda-costas dos 'ministros'", comunica o Ministério russo.
O ataque foi realizado na noite de 28 maio depois de ter sido recebida a confirmação por meio de filmagem de drones. A parte russa afirma que os militares norte-americanos foram informados sobre este ataque de antemão.

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