domingo, 11 de junho de 2017

Coreia do Norte declara que não vai desistir de suas armas nucleares de jeito nenhum

Kim Jong-un observa míssil balístico de longo alcance Hwasong-12.

Coreia do Norte declara que não vai desistir de suas armas nucleares de jeito nenhum

© REUTERS/ KCNA
Ásia e Oceania
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Tensão sem precedentes entre Coreia do Norte e EUA (133)
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De acordo com um representante do Comitê da Coreia do Norte para defesa da paz na região da Ásia-Pacífico, a política dos EUA em relação à Coreia do Norte é "suicida e insana" e Pyongyang nunca vai desistir de suas armas nucleares por autodefesa.


O jornal russo Vzglyad publicou uma matéria sobre o assunto.
Um representante da Coreia do Norte descreveu a política dos Estados Unidos como a principal razão do agravamento da situação na península Coreana. Segundo ele, os EUA complicaram muito a situação no mar do Japão (também conhecido como o mar do Leste) com o envio de dois grupos de suas forças aéreas para realização de exercícios na região em questão. Além disso, Washington possui no mar do Japão um submarino de propulsão nuclear e o bombardeiro B-52.
"Ninguém nunca poderá forçar Pyongyang a entregar suas armas nucleares, desenvolvidas por ele", disse um representante norte-coreano, acrescentando que a política dos EUA é "hipócrita e tem fins vantajosos apenas para os EUA", bem como que alveja transformar países fracos em fantoches.
A Coreia do Norte destaca que a política dos EUA poderia levar a um conflito nuclear, descrevendo-a como "insana e suicida".

Nos últimos meses, a Coreia do Norte realizou uma série de testes de mísseis, que foram declarados por Pyongyang como bem-sucedidos. Durante um dos testes, um míssil alcançou a zona econômica exclusiva do Japão e caiu no mar.
Tóquio, Washington e Seul condenaram os testes de mísseis norte-coreanos. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia também expressou sua preocupação quanto aos lançamentos de mísseis norte-coreanos.
Mas a comunidade internacional opina que a Coreia do Norte provavelmente não vá realizar mais testes nucleares pelo menos por enquanto.

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