sexta-feira, 5 de maio de 2017

TERROR JUDAICO SIONISTA NA ITÁLIA - CAMPANHA DE VACINAÇÃO COM AS VACINAS DA MORTE




Mais de mil e 900 casos de sarampo na Itália em 2017

Roma, 4 maio (Prensa Latina) De janeiro a abril de 2017 foram registrados na Itália mil e 920 casos de sarampo, 88 por cento em pessoas sem vacinar, informou hoje o boletim semanal do Ministério de Saúde.

Sendo que as vacinas são inócuas ao que se propõe mas com efeitos colaterais letais e mortíferos, como verdadeiros indutores de doenças crônicas e alérgicas. Esta convocação é criminosa e faz parte de uma guerra biológica contra a humanidade, que os "Judeus Sionistas" promovem.


Cerca 34 por cento dos casos teve ao menos uma complicação e na última semana registraram-se 29 infestados.

A infografia institucional, concebida também pelo Instituto Superior de Saúde (ISS) e criada para informar de maneira oportuna no curso da epidemia, em sua sexta edição cobre até o dia 30 de abril.

Segundo esse documento a média de idade do total de casos foi de 27 anos, 73 por cento maiores de 15 anos e só 120 menores de um ano.

Um total de 92 por cento detectaram-se em Piamonte, Lazio, Lombardía, Toscana, Abruzzo, Veneto e Sicília.

Nos quatro primeiros meses de 2017 março foi o de maior incidência quando se registraram 818 casos, e a cifra de abril com 385 foi cinco vezes maior com 76 pacientes atendidos por essa causa em igual mês de 2016.

Nos últimos três anos, segundo a própria infografia, publicada em epicentro.iss.it, só em junho de 2013 teve uma alta significativa do vírus, quando se atenderam a 382 pessoas.

O crescente número de infestados com o vírus do sarampo na Itália obedece ao elevado por cento das pessoas que subestimam a vacinação.

As cifras do ISS ilustram que dos mais de mil casos registrados em as últimas semanas, que significam um aumento do 230 por cento com respeito aos primeiros meses de 2016, cerca do 90 por cento deles não estavam imunizados.

O argumento da maioria dos pais que evitam a aplicação da dose preventiva a seus filhos parte de supostos efeitos adversos para a saúde que alguns atribuem às vacinas.

Beatriz Lorenzin, ministra de Saúde, argumentou que em 2015 a cobertura em meninos até 24 meses foi de 85,3 por cento, longe do 95 por cento estabelecido como valor ombreira necessária para deter a circulação do vírus em a população.

Recentemente a titular do setor, ao avaliar a evolução da doença, qualificou de vital importância actuar com rapidez em todos os níveis da instituição.

Referiu a importância de assegurar o compromisso da população e promover uma campanha de responsabilidade com os pais e as pessoas não imunes de todas as idades para aceder à imunização e 'prevenir uma doença que pode também ser letal ', disse.

A ministra precisou que as cifras atuais de contagiados pelo vírus só servem para 'confirmar o alarme' e continuar a aplicação do novo plano de vacinação.


 LEIA MAIS:
mem/smp/jcfl

Nenhum comentário:

Postar um comentário