domingo, 14 de maio de 2017

"LAVA JATO JUDAICO SIONISTA""Lula dava palavra final sobre caixa 2" - QUANTO E O QUE OFERECERAM AO SANTANA PARA ASSUMIR AS FALSAS DELAÇÕES PREMIADAS CONTRA O "PT" E "LULA"???!!!...


Ex-Presidente Lula

"LAVA JATO JUDAICO SIONISTA" E "Lula dava palavra final sobre caixa 2" - QUANTO E O QUE OFERECERAM AO SANTANA PARA ASSUMIR AS FALSAS DELAÇÕES PREMIADAS CONTRA O "PT" E "LULA"???!!!...VEJA EXEMPLO NO FINAL

Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Na delação premiada que fez ao Ministério Público Federal (MPF), o marqueteiro João Santana afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-presidente Dilma Rousseff, ambos do PT, sabiam dos pagamentos oficiais e de caixa 2 voltados para as campanhas presidenciais de 2006, 2010 e 2014.

O sigilo da delação de Santana foi retirado na tarde desta quinta-feira pelo relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. O ministro também retirou o sigilo da delação de André Luis Reis Santana, funcionário do marqueteiro e da sua esposa, Mônica Moura.
Santana informou que conversou várias vezes com Lula e Dilma, sempre que precisava receber os pagamentos pelos seus serviços.
“Nestas oportunidades, tanto Lula como Dilma se comprometeram a resolver o impasse e, de fato, os pagamentos voltavam a ocorrer. Tanto os pagamentos oficiais, quanto os recebimentos de valores através de caixa 2”, diz o marqueteiro em um dos trechos de sua delação.
Santana explicou ainda que os dois ex-presidentes petistas sabiam que os recursos para o pagamentos das dívidas contraídas nas campanhas presidenciais viriam da empreiteira baiana Odebrecht, e que ambos também tinha conhecimento que não seriam declarados à Justiça Eleitoral – no que configura o caixa 2.
Na campanha de reeleição de Lula, em 2006, Santana disse que Lula foi o responsável por colocar a Odebrecht “no circuito” de pagamentos e que as decisões para que eles fossem feitos dependia da “palavra final do chefe”,  em referência a Lula, segundo disse ao marqueteiro o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci.
Palocci era o principal responsável pelos recursos de caixa 2 do PT, de acordo com a delação de Santana. A própria Odebrecht informou em sua colaboração com a Justiça que existia uma conta corrente voltada aos governos do PT, a qual era abastecida pelo Setor de Operações Estruturadas, conhecido como departamento da propina da empresa.
“Palocci em muitas vezes interviu [interveio] para que os pagamentos fossem realizados, contudo sempre exigia que o casal aceitasse receber por fora, o que hoje eles suspeitam que eram valores de propina”, diz outro trecho da delação.
A escolha de contas no exterior para que Santana recebesse os seus pagamentos teria sido acordada com Palocci, para “segurança de todos”, disse a ele o ex-ministro da Fazenda.
Divisões
O teor da delação de Santana converge com o que disse a sua esposa, Mônica Moura, em sua colaboração à Justiça. Foi com Palocci que o casal diz ter acertado os valores de caixa 1 (declarados) e caixa 2 (não declarados) a serem recebidos pela campanha de reeleição de Lula, em 2006. Parte do montante viria da Odebrecht, segundo os marqueteiros.
“O presidente Lula sabia do valor total da campanha – tanto o que seria pago oficialmente e o que seria pago por fora —, porque Palocci relatou a Mônica Moura diversas vezes, durante a negociação, na fase de discussão sobre valores, que ‘tinha que falar com o Lula, porque o valor era alto, e ele não tinha como autorizar sozinho’. Depois, na última reunião de fechamento, (Palocci) voltou dizendo que ‘o valor da campanha (total) tinha sido autorizado pelo Presidente’”, diz trecho da delação de Mônica Moura.
O custo total dos serviços prestados pelo casal à campanha de Lula foi de R$ 24 milhões, dos quais R$ 10 milhões teriam sido pagos via caixa 2 e outros R$ 13,7 milhões de maneira oficial.
As defesas de Lula e Palocci se pronunciaram sobre o teor completo das delações de Santana e Moura. A assessoria do Instituto Lula afirmou que não iria comentar “declarações de pessoas que buscam benefícios judiciais. Delações, pela legislação brasileira, não são provas”.
Já o advogado de defesa de Palocci, José Roberto Battochio, informou ao G1 que “primeiramente, não se conhece com precisão o exato teor dessa suposta delação. Independentemente disso, é certo que nessas ‘delações à la carte’ o cardápio que se apresenta para se oferecer liberdade é sempre o nome do ex-presidente e daquele que foi o principal ministro da Economia do nosso país. É o preço que está sendo cobrado pela liberdade impune”.
Já a defesa de Dilma Rousseff ainda não se pronunciou.

 UM EXEMPLO AO VIVO E A CORES DA ATUAÇÃO EM FARSAS DO GÊNERO, ONDE OS "JUDEUS SIONISTAS", MOSTRAM QUE TANTO LÁ COMO CÁ, FAZEM A MESMA FALCATRUA E GERALMENTE CONSEGUEM ÊXITO, O BRASILEIRO SE VENDEU, POIS ESTAVA PRESO E FRAGILIZADO, MAS O RUSSO CITADO NA REPORTAGEM ABAIXO NÃO SE VENDEU, APESAR DE ESTAR PRESO TAMBÉM....

Russo detido em Praga conta o que lhe ofereceram para assumir que hackeou Hillary Clinton


Presidenciável democrata Hillary Clinton ouve enquanto ela é anunciada em um comício de campanha em Las Vegas, em Nevada, EUA, em 2 de novembro de 2016

Russo detido em Praga conta o que lhe  

ofereceram para assumirque hackeou 

 Hillary Clinton

 
© REUTERS/ Brian Snyder

 

Durante os interrogatórios a que foi submetido na

 República Checa, autoridades propuseram a 

Yevgeny Nikulin que confessasse a invasão às contas

 de e-mail de Hillary Clinton, ex-candidata democrata

 à presidência dos Estados Unidos 

"por ordens de Vladimir Putin" em troca de 

"apartamento, dinheiro e cidadania americana".

O russo Yevgeny Nikulin, detido pelas autoridades 
checas desde outubro passado, revelou que as 
autoridades do país tentaram convencê-lo a assumir
 a responsabilidade pela invasão aos e-mails de 
Hillary Clinton, reporta o Current Times citando 
cartas dele fornecidas pelo advogado do acusado.
Dólares norte-americanos
© Sputnik/ Mikhail Kutuzov
 
De acordo com Nikulin, a primeira proposta neste 
sentido veio a ele durante um interrogatório a que foi
 submetido em Praga em novembro de 2016, poucos 
dias depois das eleições presidenciais nos EUA.
 
"Você deverá assumir que hackeou o e-mail de 
Hillary Clinton para Donald Trump por ordem de 
Vladimir Putin e deve aceitar a extradição para os 
EUA. Lá vamos levantar todas as acusações, vamos 
fornecer-lhe um apartamento e dinheiro, bem como 
cidadania americana", detalha o hacker no 
documento, acrescentando que rejeitou a proposta.
Sala de servidores
© AFP 2017/ Susanne Lindholm
 
 ataques hacker contra EUA
 
O próximo encontro na República Checa aconteceu 
no dia 7 de fevereiro deste ano, quando Trump 
tomou posse como presidente. Desta vez, propuseram
 ao jovem resolver os seus problemas com a lei em 
troca da confissão também do ataque cibernético aos 
servidores do Partido Democrata.
 
"Nos EUA resolveremos todos os problemas, [você] 
vai viver em um apartamento e iremos fornecer tudo 
que você precisa", relata o hacker, afirmando que 
mais uma vez, negou a proposta.
 
Preso na República Tcheca,  
Yevgeny Nikulin, fala sobre a proposta dos EUA de 
confessar ataque hacker por ordem de Putin.
Outubro de 2016. Tanto a Rússia e os EUA pediram 
sua extradição. Os americanos acusam Nikulin de 
realizar ataques a computadores, LinkedIn, 
Dropbox e Formspring e outras empresas entre 
2012 e 2013. A Rússia solicitou sua extradição por 
supostamente roubar dinheiro de uma conta do 
WebMoney (um sistema de transferência de capital 
on-line).

Obama acusou repetidamente Moscou de tentar 
interferir na última eleição presidencial nos EUA, 
apesar de não apresentar provas do ocorrido. 
 
A Rússia, por sua vez, rejeitou tais acusações, 
classificadas pelo porta-voz do Kremlin, 
Dmitry Peskov, como "vazias".

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