sexta-feira, 12 de maio de 2017

Inteligência dos EUA: Moscou e Pequim se preparam para Guerra nas Estrelas


Guerra nas Estrelas

Inteligência dos EUA: Moscou e Pequim se preparam para Guerra nas Estrelas

© Foto: PIxabay
Américas
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A Rússia e a China estão criando armas antissatélite, indicou no seu relatório o diretor do Serviço de Informações dos EUA, Dan Coats.

"Segundo a nossa análise, a Rússia e a China pensam que é indispensável responder a qualquer avanço militar dos EUA nos sistemas militares, civis ou espaciais. E eles se focam cada vez mais na possibilidade de um ataque, considerando os sistemas espaciais como parte da sua futura doutrina militar. Os dois países continuarão desenvolvendo todo o espetro de armas antissatélite de maneira a reduzir a eficiência das Forças Armadas dos EUA", afirma Dan Coats no seu relatório, que foi apresentado no Senado. 
Além disso, ele precisou que Moscou e Pequim "vão fazer tudo para desenvolver armas que permitam conter qualquer inimigo potencial no espaço e, em primeiro lugar, os EUA" e ao nível diplomático "eles vão defender a desmilitarização do espaço" e falar sobre "o princípio de não-fornecimento de armas". Por outro lado, o serviço de reconhecimento norte-americano sublinhou a possibilidade de interferência nos satélites militares e sistemas globais de posicionamento, como, por exemplo, o GPS. 
"A Rússia tem intenção de modernizar as suas forças de combate radioeletrônico e de deslocar armas de guerra radioeletrônica de nova geração até 2020. Ao mesmo tempo, o Irã e a Coreia do Norte vão alargar também as suas possibilidades, em violação das regras das comunicações militares e da navegação", frisa o relatório. 
​Além disso, segundo ele, Moscou e Pequim vão criar em breve sistemas que visam a destruição de satélites. De acordo com o relatório de Coats, "a Rússia e a China estão efetuando manobras complexas em órbita […]. Determinadas operações são provavelmente destinadas a testar tecnologias de uso duplo, com um componente antissatélite".
Para além disso, segundo ele, os norte-americanos devem prestar atenção aos serviços russos e chineses de reconhecimento ao nível federal.
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