terça-feira, 30 de maio de 2017

'Lula é a única candidatura do PT à Presidência'

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil e líder do PT

'Lula é a única candidatura do PT à Presidência'

© REUTERS/ Paulo Whitaker
BRASIL
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Às vésperas da realização do seu Congresso Nacional, nos três primeiros dias de junho, em Brasília, o Partido dos Trabalhadores já adotou posição em relação à sucessão presidencial: a única candidatura possível do PT, em eleições diretas, é a de Lula. Quem informa é o Deputado Pepe Vargas (PT-RS).

Falando com exclusividade à Sputnik Brasil, Pepe Vargas, recém-eleito presidente do Diretório Regional do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul, afirma que o PT não cogita de outra candidatura:
"Lula é nosso candidato à Presidência da República em eleições diretas. Não há outra hipótese com a qual o PT possa trabalhar. O PT defende eleições diretas e não cogita de participar de eleições indiretas."
Para o Deputado Pepe Vargas, também não existe a menor possibilidade de o Partido dos Trabalhadores apoiar eleições indiretas no Congresso Nacional:
"A eleição tem de ser direta, porque nós, do PT, consideramos que o Governo do presidente golpista Michel Temer está com os dias contados. Portanto, ainda que a eleição só ocorra em 2018, nossa posição será sempre pela defesa das eleições diretas com a candidatura colocada de Lula."
No Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, um dos grandes temas em debate será a eleição da nova presidência nacional do PT. A disputa pela sucessão do atual Presidente Rui Falcão está entre dois senadores: Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR). Para o Deputado Pepe Vargas, neste momento, a situação mais favorável para assumir a presidência do PT é a da senadora paranaense, que foi chefe do Gabinete Civil da ex-Presidente Dilma Rousseff.  

Como serão as forças armadas da Rússia em 2035

Sistemas de mísseis antiaéreos Tor-M2DT na Praça Vermelha durante Parada da Vitória 2017

Como serão as forças armadas da Rússia em 2035

© Sputnik/ Aleksandr Vilf
DEFESA
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Na semana passada, no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais americano foi realizada uma discussão sobre que tipo de armas está a Rússia criando e comprando e como serão suas forças armadas em 2035.

Os analistas ocidentais notaram que o aspecto futuro das forças armadas da Rússia vai depender muito do sucesso e da rapidez da transição da Rússia dos anteriores modelos soviéticos para novos, mas já é claro que a Rússia está modernizando seu exército ativamente e com sucesso e não confia apenas na dissuasão nuclear.
Atualmente, segundo os analistas ocidentais, a Rússia continua colhendo frutos dos desenvolvimentos soviéticos. Mesmo os mísseis Kalibr ou Iskander, que são sempre mencionados na imprensa ocidental, são ainda criaturas da URSS.
Mas até 2035 a Rússia já deverá estar equipada com desenvolvimentos modernos de nova geração. Trata-se, em primeiro lugar, do sistema antiaéreo S-500, do míssil hipersônico Zircon (Zircônio), do complexo perspectivo de aviação de longo alcance e do novo motor para caças de quinta geração T-50.
O diretor-geral do consórcio das forças da defesa aeroespacial da Rússia Almaz-Antey, Yan Novikov, informava anteriormente que no tempo mais próximo o consórcio deve acabar as provas estatais de três mísseis autoguiados antiaéreos com ogivas ativas para equipar os sistemas S-350 Vityaz e sistemas antiaéreos navais e já estão sendo realizados testes do antimíssil guiado para o sistema S-500.
Em abril deste ano, se tornou conhecido que o míssil hipersônico Tsirkon, durante os testes, alcançou uma velocidade que ultrapassa oito vezes a velocidade do som. Com estes mísseis serão provavelmente equipados os submarinos mais modernos da classe Husky e o cruzador nuclear pesado Pyotr Velikiy.
Uma jovem passa ao lado do sistema de defesa antiaérea S-400
© AFP 2017/ KIRILL KUDRYAVTSEV
O vice-premiê da Rússia Dmitry Rogozin declarou no dia 20 de maio que a Rússia já começou a desenvolver o complexo perspectivo de aviação de longo alcance e os primeiros voos estão planejados para os anos 2025-2026.
Falando sobre o motor, no outono do ano passado, o diretor-geral da Corporação da Construção de Motores (ODK em russo) Aleksandr Artyukhov assegurou: "Os testes do motor para o complexo de aviação tática começarão no quarto trimestre do ano de 2017.
Com o novo motor, o complexo de aviação pode se tornar uma força séria e moderna. "O relatório analítico que consultei demonstra um sistema bem sofisticado, o que permitirá ao caça russo pelo menos igualar ou, segundo a opinião de alguns especialistas, ultrapassar os caças americanos de quinta geração", comunicou ao portal National Interest o ex-chefe do serviço de reconhecimento da força aérea dos EUA tenente-general David Deptula.
Não apenas a dissuasão nuclear
Em geral, a Rússia, de acordo com a opinião de especialistas ocidentais, está se afastando da ideia da aplicação de força massiva, e até 2035 está planejando confiar em ataques da alta precisão de longo alcance, mas mantendo a capacidade de bombardeamentos de área. O exemplo da Síria mostrou que as armas de alta precisão ainda não são o cavalo de batalha da Rússia, mas os russos estão aprendendo e introduzem este tipo de arma na sua doutrina.
Atualmente a Rússia possui forças armadas convencionais condignas e agora o país já não está dependente das armas nucleares como único fator de contenção.
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SENADORES TRAFICANTES DE DROGA SE PEGAM - 'Só trafico drogas', diz senador Zezé Perrella em conversa com Aécio Neves

Aécio Neves, citado nas gravações das conversas entre Romero Jucá e Sérgio Machado como o primeiro a ser comido caso a Lava-Jato prosseguisse

'Só trafico drogas', diz senador Zezé Perrella em conversa com Aécio Neves

Marcos Oliveira/ Agência Senado/ FotosPúblicas
BRASIL
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Uma conversa entre os senadores mineiros (PSDB) e (PMDB), interceptada pela Polícia Federal (PF) no dia 13 de abril deste ano, expõe uma bronca do tucano e uma revelação em torno de um helicóptero carregado de cocaína, em 2013, que gera controvérsia até hoje.

Divulgado pelo jornal Hoje em Dia, o áudio mostra uma conversa que começa ríspida, com Aécio cobrando Zezé, que havia dado uma entrevista à rádio Itatiaia, de Minas Gerais. Nela, o peemedebista celebrava o fato de não integrar a lista do procurador da República, Rodrigo Janot, nem no “mar de lama” que envolve a classe política brasileira.
“Acho que não preciso provar o quanto sou seu amigo na vida, né, cara. Então vou te falar como amigo, com a liberdade de amigo. Poucas vezes vi uma declaração tão escrota, Zezé, como essa que você deu na rádio Itatiaia”, diz Aécio.
A gravação autorizada pela Justiça integrou as investigações da Operação Patmos, e aconteceu apenas dois dias após o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, ter retirado o sigilo das delações da construtora Odebrecht.
“Como é que você acha que você chegou ao Senado? Sua campanha foi financiada do mesmo jeito que a minha, e corretamente”, prossegue Aécio. “Você jogou todo mundo na lama, você me julgou, nos igualou ao campo do PT, dos picaretas todos, como se você tivesse sido eleito, Zezé, por uma ação divina, ou financiado pela semente lá sua, ou pela quentinha do Alvimar. Pô, a nossa campanha foi a mesma, Zezé”.
Enquanto o tucano continua com a bronca para cima de Zezé, o peemedebista responde relembrando um episódio de novembro de 2013, quando um helicóptero carregado com 450 quilos de cocaína foi apreendido no Espírito Santo. Se descobriu depois que a aeronave pertencia à família Perrella, mas a empresa pela qual o helicóptero estava registrado foi inocentada. O dano político, porém, permaneceu.
“Na verdade eu sou muito agredido pelo negócio do helicóptero até hoje, sabe Aécio, eu não faço nada de errado, eu só trafico drogas”, comenta Zezé. Aécio não consegue conter o riso.
Antes de desligar, Aécio reafirma que o momento pede “solidariedade” e que é preciso “separar o joio do trigo”. “Estão misturando doação de campanha com essa roubalheira que fizeram no Brasil”, avalia o tucano.
Em comunicado à imprensa, a assessoria do senador do PMDB informou que o episódio do helicóptero foi mencionado em um contexto, fazendo referência “ao fato de que, mesmo após ter sido comprovada sua inocência, lamentavelmente, a imprensa ainda insiste em associar o seu nome ao caso”.
“Seu incômodo, explícito no áudio, é justamente pela forma criminosa e caluniosa que abordam este assunto e que ele luta, ainda, contra seus detratores”, completa a nota.
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domingo, 28 de maio de 2017

Rússia construirá porta-helicópteros do tipo Mistral

Mistral

Rússia construirá porta-helicópteros do tipo Mistral

© AP Photo/ Laetitia Notarianni
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A construção de um porta-helicópteros do tipo Mistral está prevista no programa de armamento para 2018-2025, informou o vice-ministro de Defesa, Yuri Borisov.

"Sim, está prevista a construção", disse em uma coletiva de imprensa realizada no âmbito do Salão Internacional de Indústria de Helicópteros HeliRussia 2017, inaugurado nesta quinta-feira (25) em Moscou. O militar acrescentou que o primeiro porta-helicópteros do tipo Mistral entrará no serviço da Marinha em 2022.
"A construção de um porta-helicópteros demora cerca de quatro anos em média", explicou Borisov, portanto a Marinha poderá contar com novo navio já em 2022.
A empresa francesa DCNS/STX e a exportadora russa de armas Rosoboronexport assinaram em 2011 um contrato para o fornecimento de dois porta-helicópteros Mistral à Rússia.
Não obstante as embarcações terem sido construídas, a Rússia nunca chegou recebê-las. Por causa dos acontecimentos na Ucrânia e das sanções contra a Rússia, o presidente François Hollande decidiu suspender a entrega e, em agosto de 2015, Moscou e Paris cancelaram o acordo. Mais tarde, o Egito comprou à França os mesmos dois Mistral. Os navios Mistral, de fabricação francesa, podem carregar até 16 helicópteros.
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Conheça as capacidades de Pyotr Veliky, o cruzador mais poderoso do mundo

Cruzador nuclear pesado Pyotr Veliky

Conheça as capacidades de Pyotr Veliky, o cruzador mais poderoso do mundo

© Sputnik/ Grigoriy Sisoev
Defesa
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O comandante do cruzador porta-mísseis de propulsão nuclear Pyotr Veliky (Pedro, o Grande), Vladislav Malakhovski, revelou os detalhes da construção e do armamento do navio russo.

De acordo com o militar, citado pela edição Zvezda, este navio de guerra não tem paralelo no mundo no que diz respeito à envergadura e ao armamento. Segundo declarou Malakhovski, Pyotr Veliky continua sendo o navio de mísseis mais potente do mundo.
Basta dizer é capaz de navegar em torno do globo 50 vezes sem reabastecimento.
"A autonomia do navio só está limitada pelas reservas de alimentos", disse o comandante do cruzador nuclear russo.
A construção do cruzador porta-mísseis Pyotr Veliky foi iniciada em 1986. O navio foi lançado à água em 1996 e, atualmente, está ao serviço da Frota do Mar do Norte da Rússia. O navio em 252 metros de comprimento e 28,5 metros de largura, com uma tripulação de 727 homens. É capaz de atingir velocidades de até 32 nós, o que equivale a 59 km/h. Conta com dois reatores nucleares KN-3, duas turbinas a vapor GT3A-688 e duas hélices. Além disso, está equipado com radares MR-800, MR-600, MR-750 e MR-350, bem como com mísseis SSM P-700, SAM S-300F Fort SAM Osa-M e os canhões AK-100, AK-130, CIWS 3M87, além dos sistemas de mísseis antissubmarino ASW RBU.
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Mídia: T-50 russo pode eliminar qualquer engenho voador

Presidente da Rússia Vladimir Putin assiste aos testes do caça T-50 (foto de arquivo)

Mídia: T-50 russo pode eliminar qualquer engenho voador

© Sputnik/ Aleksei Druzhinin
Defesa

O caça russo T-50 PAK FA é o mais potente do mundo, concluiu a Mobtada depois de analisar as capacidades do novo avião em comparação com o caça F-35.

De acordo com a publicação egípcia Mobtada, o caça russo pode destruir qualquer engenho voador, incluindo caças F-35. O T-50 é invisível para os radares mas isso não é a sua única vantagem.  O caça russo pesa menos do que os análogos e pode ultrapassar o barreiro do som, o avião precisa só de uma pista de 350 metros para decolar ou aterrissar, comunica o Rossiiskaya Gazeta.
De acordo com a edição, as capacidades do caça russo permitem-lhe dominar no espaço aéreo. Este avião pode manobrar à velocidade de 2100 km/h e voar na altitude de até 20 km, o caça pode alcançar a velocidade supersônica sem utilizar os aceleradores.
Sukhoi PAK FA T-50
© Sputnik/ Maxim Blinov
Sukhoi PAK FA T-50


A Mobtada acrescenta também que o avião pode voar durante 3,5 horas sem reabastecer e realizar voos à velocidade hipersônica a qualquer hora e em quaisquer condições climáticas.
O T-50 detecta alvos numa distância de mais de 400 km e pode seguir cerca de 60 alvos e atacar 16 deles simultaneamente.
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Abbas demonstra otimismo para conflito entre Israel e Palestina após reunião com Trump

Benjamin Netanyahu e Mahmoud Abbas se encontram no funeral de Shimon Peres

Abbas demonstra otimismo para conflito entre Israel e Palestina após reunião com Trump

© AP Photo/ Amos Ben Gershom / Governo de Israel

O presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, declarou que o seu primeiro encontro com o presidente Donald Trump deixou ele esperançoso de que os EUA podem desempenhar um importante papel de mediador entre Israel e Palestina.

Abbas afirmou que ele e Trump não discutiram detalhes. "Até agora nós não falamos sobre um mecanismo, mas os contatos entre nós e os americanos começaram e continuarão", disse Abbas a repórtes nesta quarta-feira (3).  As negociações para a possibilidade de criar um estado da Palestina ao lado de Israel estão emperradas desde que Benjamin Netanyahu assumiu o posto de primeiro-ministro de Israel em 2009.
Abbas ainda destacou que "o que é necessário é reunir as duas partes" e que ele está pronto para se encontrar com Netanyahu.
Trump disse, por sua vez, que está otimista sobre as perspectivas de um acordo, mas não ofereceu detalhes.

Mais de 10 mil israelenses protestam contra a ocupação da Palestina

Manifestación en Tel Aviv contra la ocupación israelí de los territorios palestinos

Mais de 10 mil israelenses protestam contra a ocupação da Palestina

© REUTERS/ Amir Cohen

Mais de 10 mil pessoas se reuniram em Tel Aviv para protestar contra a ocupação israelense dos territórios palestinos e mostrar o seu apoio à solução de dois Estados para o conflito entre palestinos e israelenses.

Com o slogan "dois estados, uma esperança", a manifestação protestava "contra 50 anos de ocupação". O ato foi arganizado pela ONG "Paz Agora".
O líder da oposição e chefe do Partido Trabalhista, Isaac Herzog, que foi vaiado ao discursar no palco montado na Praça de Rabin, acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de desperdiçar a oportunidade para fazer avançar o processo de paz no ano passado. "Os líderes em Israel hoje se movem, em primeiro lugar, por medo […] O medo da mudança, medo de ousar, medo da iniciativa e medo da esperança. O primeiro-ministro israelense é a cabeça do medo", disse Herzog.
Durante o comício, umfoi lida uma mensagem do presidente palestino Mahmoud Abbas.
"Não há voz mais forte do que uma paz justa e inclusiva da mesma forma que não existe uma voz mais alta do que o direito de um povo à autodeterminação e à libertação do peso da ocupação", diz a mensagem de Abbas.

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Síria pede na ONU fim das ações da coalizão internacional na Síria

Foto de 22 de setembro de 2016 mostra um soldado britânico perto de um caça Eurofighter Typhoon na base de Akrotiri da Força Aérea Real em Chipre, antes de decolar para uma missão da coalizão no Iraque

Síria pede na ONU fim das ações da coalizão internacional na Síria

© AFP 2017/ Petros Karadjias

A coalizão internacional liderada pelos EUA jpa chegou a admitir que mais de 400 civis foram mortos durante suas operações na Síria e no Iraque nos últimos anos.

O Ministério das Relações Exteriores da Síria enviou uma carta ao Conselho de Segurança da ONU pedindo o fim da "ações ilegítimas realizadas no território sírio pela coalizão internacional liderada pelos EUA". A informação foi divulgada pela agência de notícias síria Sana.  De acordo com o comunicado, a diplomacia síria enviou duas cartas ao Conselho de Segurança da ONU e ao presidente do Conselho de Segurança da ONU, condenando o ataque aéreo lançado pela coalizão sobre a região de Deir ez-Zor
Na última sexta-feira (26), um ataque aéreo da coalizão internacional liderada pelos EUA matou 35 civis, na sua maioria mulheres e crianças, e deixou dezenas de feridos no leste da Síria na noite desta quinta-feira.
A coalizão chegou a reconhecer que quase 400 civis haviam sido mortos durante as operações antiterroristas na Síria e Iraque entre 2014 e 2017.

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Exército da Síria retomou controle sobre 12 localidades na província de Aleppo

Província de Aleppo, na Síria

Exército da Síria retomou controle sobre 12 localidades na província de Aleppo

© REUTERS/ Rodi Said

O exército da Síria, com apoio das milícias locais, retomou o controle sobre 12 povoados no leste da província de Aleppo, segundo informou a agência SANA, citando fontes militares.

Segundo as fontes, durante a operação na província de Aleppo, o exército conseguiu "retomar a segurança e a estabilidade nos povoados", bem como liquidar os militantes do grupo terrorista Daesh. O exército da Síria também conseguiu retomar o controle sobre povoados no sudeste de Homs.
O comunicado da agência revela que tropas de engenharia estão atuando nos territórios recuperados, com o objetivo de desarmar os explosivos deixados por terroristas.
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Descrente com Rússia e China, Japão prepara pacote próprio de sanções à Coreia do Norte

Um militar norte-coreano faz guarda de honor na frente de retratos de Kim Il-sung e Kim Jong-il durante os festejos em comemoração do 105 aniversário do nascimento do fundador do Estado da Coreia do Norte em Pyongyang

Descrente com Rússia e China, Japão prepara pacote próprio de sanções à Coreia do Norte

© Sputnik/ Ilia Pitalev
Ásia e Oceania
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O Japão está a preparando o seu próprio pacote de sanções contra a Coreia do Norte por ter testado mísseis balísticos durante as duas últimas semanas contra o país, disse a televisão japonesa NHK.

Os japoneses vão insistir que o Conselho de Segurança da ONU imponha novas sanções a Pyongyang, medida que ainda precisa do apoio da Rússia e da China para se viabilizar.
No entanto, tanto Moscou e Pequim, ao contrário Washington- preferem o diálogo ao invés de impor sanções, motivo pelo qual Tóquio resolveu agir unilateralmente. As sanções já impostas a Pyongyang proíbem navios norte-coreanos de entrarem em portos japoneses e também de realizar quaisquer tipos de importação e exportação. O país também planeja inspeções em navios suspeitos, sobretudo à procura de peças ilegais que poderiam ser usadas pela Coreia do Norte para a produção de armas. Com as sanções atuais, é comum o contrabando entre as duas nações.
O regime norte-coreano lançou no domingo (21), um míssil balístico de alcance intermediário que voou cerca de 500 quilômetros e caiu no mar a cerca de 350 quilômetros da costa da Coreia, além da zona econômica exclusiva do Japão. Foi o  oitavo teste de míssil balístico até agora este ano, incluindo dois lançamentos fracassados em abril.

sábado, 27 de maio de 2017

EUA descartam solução militar contra Coreia do Norte em estratégia da era Obama

Um grupo de lançadores múltiplos de foguetes M-1985 do Exército Popular da Coreia é visto durante desfile militar em finais de abril em Pyongyang

EUA descartam solução militar contra Coreia do Norte em estratégia da era Obama

© Sputnik/ Ilia Pitalev

Tensão sem precedentes entre Coreia do Norte e EUA (120)
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O governo dos Estados Unidos definiu uma política de quatro estratégias para lidar com a Coreia do Norte e o seu programa nuclear, e não há qualquer previsão do uso de forças militares para pressionar Pyongyang, informou a agência sul-coreana Yonhap nesta sexta-feira.

O plano com quatro pontos centrais foi aprovado pelo presidente norte-americano Donald Trump, sendo apresentado nesta semana a um grupo de parlamentares da Coreia do Sul em Washington. A proposta contempla “toda a pressão possível” para lidar com os norte-coreanos.
Apresentado por Joseph Yun, representante especial da Casa Branca para políticas norte-coreanas, o plano prevê não reconhecer a Coreia do Norte como um estado nuclear; impor toda sanção possível e pressão; não patrocinar uma mudança de regime; e buscando uma solução por meio do diálogo ao final.
“Isso significa que o governo Trump pode ter descartado uma opção militar para o regime de Kim Jong-un, que tem aumentado as ameaças militares com uma série de lançamentos de mísseis balísticos e testes nucleares. Em geral, parece estar em consonância com a estratégia do governo Obama”, publicou a agência sul-coreana.
Trump seguiu as instruções dadas em um relatório do Departamento de Estado, há duas semanas, de acordo com o que Yun repassou ao parlamentar sul-coreano Kim Kwan-young, presente ao encontro entre autoridades dos dois países em Washington.

O alto risco de retaliações importantes contra aliados – Coreia do Sul e Japão – e a possibilidade de desencadear um conflito nuclear podem ter tido um peso na decisão de Trump em recuar da promessa de usar “todas as opções” contra Pyongyang.
De acordo com a Yonhap, o presidente sul-coreano Moon Jae-in estaria “confuso” com a política de idas e vindas de Washington para com o regime de Kim Jon-un. A expectativa é que muitas das dúvidas sejam esclarecidas em junho, quando Moon visitará a Casa Branca.
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