sexta-feira, 7 de abril de 2017

SÍRIA - 'Fiquei surpreso com o que o exército russo faz realmente na Síria'


Militares russos na base aérea em Hmeymim, na Síria

'Fiquei surpreso com o que o exército russo faz realmente na Síria'

© Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Ao visitar a Síria, os eurodeputados conseguiram obter uma nova visão do que na verdade ocorre no país e da atividade da mídia ocidental.

Jaromir Kohlicek, deputado do Parlamento Europeu, compartilhou suas impressões com a Sputnik República Tcheca.

"O objetivo principal da visita foi o encontro com o presidente Assad. Em conjunto com deputados da Duma do Estado russa, queríamos discutir o plano de ações destinadas à regulação pacífica do conflito. O segundo objetivo era a visita a Aleppo", conta o deputado.

Jaromir Kohlicek confessa que nunca viu uma cidade tão destruída, a surpresa foi maior quando ele soube que mesmo nestas áreas devastadas as escolas já começaram funcionando.

O político europeu sublinha que no local ele teve a possibilidade de saber o que os militares russos fazem na Síria.

"Estive observando com muita atenção como o exército russo cumpre duas tarefas sobre as quais eles nos contaram. Primeiro, é apoio aéreo. Alguns dos nossos colegas perguntaram várias vezes se o exército russo participa realmente dos combates e receberam a resposta que os combates são realizados pelo exército sírio. O exército russo, em primeiro lugar, fornece o apoio aéreo e, segundo, presta ajuda humanitária. Fiquei surpreso porque a mídia ocidental nunca menciona esse fato!", exclama o político europeu. Jaromir Kohlicek também acrescenta que as ações humanitárias da Rússia são muito bem organizadas e sublinha que este fato tem que ser relatado. 

Os estudantes sírios recebem da Rússia não apenas comida, graças ao apoio humanitário russo eles têm a possibilidade de assistir às aulas e estudar na escola. O deputado frisa que a Rússia não é o único país apoiando os sírios, a Bielorrússia, Cazaquistão e Sérvia também contribuem muito. No entanto, a mídia ocidental continua sublinhando a situação grave em Aleppo sem prestar atenção às ações humanitárias que lá são realizadas com apoio da Rússia

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