sexta-feira, 21 de abril de 2017

MARINHA DE GUERRA AMERICANA PODE SER TOTALMENTE INÚTIL CONTRA A RÚSSIA - Conheça a arma russa que poderia paralisar a Marinha dos EUA (VÍDEO) - OS NAVIOS AMERICANOS PODEM SER DESLIGADOS COMO SE DESLIGA UMA TV POR CONTROLE REMOTO


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    Sukhoi Su-34.

    Conheça a arma russa que poderia paralisar a Marinha dos EUA (VÍDEO)

    © flickr.com/ poter.simon
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    Aviões russos com armas eletrônicas a bordo podem paralisar a Marinha dos Estados Unidos e seus sistema de defesa de mísseis, de acordo com um artigo publicado pelo jornal britânico The Independent, atribuindo as informações à mídia estatal da Rússia.

    Uma ferramenta chamada ‘Khibiny’, que integra o programa russo Vesti, seria a responsável por ter desativado completamente os sistemas de defesa de embarcação de guerra norte-americana USS Donald Cook, em um encontro no Mar Negro em 2014.
    O armamento eletrônico russo estava em um avião Sukhoi Su-24 e pôde “desativar todos os sistemas do navio” com “poderosas ondas eletrônicas de rádio” durante um voo a três anos, na época em que a Criméia passou a compor o território russo.
    “Você não precisa ter armas caras para vencer [uma guerra], uma poderosa interferência rádio-eletrônica é o suficiente”, informou o programa russo, segundo o The Independent.
    À época, a Marinha dos Estados Unidos confirmou que houve um encontro entre a embarcação e duas aeronaves do modelo Sukhoi Su-24 no Mar Negro. Todavia, os militares norte-americanos destacaram que o navio podia plenamente se defender de qualquer ataque.
    O jornal The Independent destaca ainda não saber o motivo pelo espaço de três anos entre o ataque com o Khibiny e a divulgação da informação, justamente em um momento em que as relações entre Rússia e Estados Unidos não vão nada bem.
    O recente encontro entre o Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, e o ministro de Relações exteriores russo Sergei Lavrov mostrou que os dois países apresentam muitas discordâncias, mais notoriamente em relação ao conflito na Síria e às tensões com a Coreia do Norte.

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