quinta-feira, 16 de março de 2017

LAVA-JATO - Lista de Janot tem, Agnelo, Filippelli, Magela, Robério Negreiros, Gim Argello e Arruda: apenas dois do "PT", como não podia deixar de ser, são as ovelhas negras do "PT"...




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Lista de Janot tem, até agora, seis nomes de destaque na política do DF

Entre os políticos que teriam sido citados nas delações de executivos da Odebrecht estão os ex-governadores Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR)





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ARRUDA
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AGNELO
CORREIO BRASILIENSE - postado em 16/03/2017 06:00 / atualizado em 16/03/2017 07:09



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ROBÉRIO NEGREIROS
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GIM ARGELO
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Filippelli
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Magela
As delações de executivos da empreiteira Odebrecht atingiram em cheio a política brasiliense. Conforme divulgado pelo Correio, em reportagens publicadas no blog CB.Poder nessa quarta-feira (15/3), ao menos seis políticos conhecidos do eleitor do Distrito Federal estão na lista de 211 nomes que devem ser investigados em instâncias fora do Supremo Tribunal Federal (STF). São eles: os ex-governadores José Roberto Arruda (PR) e Agnelo Queiroz (PT); o ex-vice-governador e atual assessor especial do presidente Michel Temer, Tadeu Filippelli (PMDB); o ex-senador Gim Argello; o ex-deputado federal Geraldo Magela (PT); e o deputado distrital Robério Negreiros (PSDB).
Os seis citados ocuparam cargos importantes no Legislativo e Executivo do Distrito Federal e são sempre lembrados pelo eleitor nas pequisas de intenção de votos, inclusive para o GDF. A lista, entretanto, deixa em aberto cenários eleitorais para 2018, pois pode tirar da disputa os envolvidos na lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a depender da extensão da delação premiada dos executivos da Odebrecht. O teor desses depoimentos está sob sigilo, mas Janot pediu a quebra do segredo de Justiça. Só então as suspeitas serão tratadas como públicas.

Procurado pela reportagem, o advogado de Agnelo — cuja campanha ao Buriti em 2010 teria recebido R$ 560 mil da empreiteira —, Paulo Guimarães, informou ser “impossível emitir qualquer opinião enquanto não tiver conhecimento do inteiro teor do processo. Não conhecemos nenhuma declaração de quem quer que seja que envolva Agnelo. Não vi prova, não vi depoimento de ninguém sobre isso”, defendeu.

Outro ex-governador, José Roberto Arruda disse que não se pronunciaria sobre a presença de seu nome na lista de citados nas delações da Odebrecht. A mesma postura foi adotada pelo advogado de Gim Argello, Marcelo Bessa. O ex-senador, inclusive, está preso em Curitiba desde abril de 2016, quando foi alvo da 28ª fase da Lava-Jato. Em outubro, foi condenado a 19 anos de prisão por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e obstrução da justiça.

"Tranquilo"

O deputado distrital Robério Negreiros (PSDB), por sua vez, disse estar “absolutamente tranquilo”, pois, segundo ele, o próprio delator teria dito que não o conhece e “que não tinha interesse algum na Câmara Legislativa do DF”. “Meu nome foi citado por uma pessoa que não conheço, relatando uma conversa que não veio ao meu conhecimento sobre uma doação feita ao PMDB. O que eu sei é que esse valor citado por ele, de fato, veio do partido para minha campanha, mas foi devidamente contabilizado nas contas aprovadas pelo TRE. A simples citação não quer dizer absolutamente nada”, afirmou.

Na noite de ontem, a reportagem também tentou entrar em contato com o ex-vice-governador Tadeu Filippelli e com o ex-deputado Geraldo Magela. Nenhuma das tentativas, no entanto, foi bem-sucedida. Outros políticos do DF também devem aparecer em uma terceira lista formulada por Janot sobre obras da Andrade Gutierrez. Duas obras da empreiteira estão na mira das investigações: o Centro Administrativo, em Taguatinga, e o Estádio Mané Garrincha.

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