quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

TERROR JUDAICO SIONISTA ATACA A VENEZUELA COM SUAS FALSAS E MENTIRAS ATRAVÉS DA "CNN" , QUE POR SUA VEZ É A PONTA DE LANÇA UTILIZADA PELOS JUDEUS

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CNN

Venezuela bloqueia sinal da CNN por notícia falsa

© East News/ AP/FOTOLINK/ajc
AMÉRICAS
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O sinal da CNN em espanhol foi bloqueado agora a noite em toda a Venezuela. O canal americano transmitiu, na semana passada, uma grande reportagem afirmando que autoridades venezuelanas vendiam passaportes falsos para o Hezbollah, no Oriente Médio.

A notícia causou revolta no governo, que acusou o canal de "publicizar notícias falsas". O relacionamento das autoridades venezuelanas se complicou ainda mais depois de uma estudante denunciar no ar que crianças estavam desmaiando de fome pela falta de alimentos no país.
Ao saber da veiculação, o presidente Nicolás Maduro fez um discurso inflamado por meio do seu programa de rádio. "A CNN que não meta o nariz na Venezuela, (…) quero a CNN bem longe de aqui, CNN fora da Venezuela”.
Por meio de um comunicado, a agência reguladora de telecomunicações da Venezuela disse que, além de fechar o sinal da rede, entraria com um processo administrativo contra a CNN pelas "agressões diretas que atentam contra a paz e a estabilidade democrática do povo venezuelano". A agência acrescenta dizendo que a CNN gera "um clima de intolerância e, sem provas ou argumentos, difama e distorce a verdade de forma perversa". E aqui no Brasil não é diferente, com uma gritante diferença, o atual governo Temer é conivente com a CNN e seus gestores que são os Judeus Sionistas....
Resposta
A chanceler da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse ainda durante uma coletiva de imprensa que as alegações de venda de passaporte eram falsas e que o o ex-funcionário da embaixada Venezuelana no Iraque Misael López, que concedeu entrevista, era um "agente" a serviço de "agências imperialistas".
Há de se lembrar que, nesta semana, os EUA impuseram sanções ao vice-presidente venezuelano Tarek El Aissami acusando-o de colaborar com terroristas no Oriente Médio, algo que Maduro classificou como "infâmia".

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