segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Cuidado com o Salmão que Você Está Comendo – Especialista Afirma que Salmão Consumido no Brasil não Contém Ômega 3, podendo causar intoxicação alimentar e Câncer









O salmão do mar, ou selvagem, como é mais conhecido, é um excelente alimento.
Infelizmente o alto consumo desse peixe levou o mercado a perceber que poderia ter altos lucros com ele.
Surgiu então o salmão de cativeiro, que nada tem a ver com o salmão selvagem encontrado na América do Norte, com sua carne naturalmente laranja, que vive em liberdade no oceano e que na época da reprodução sobe para os rios.
Este é o verdadeiro salmão, raro, colorido à base de uma dieta composta entre outras coisas de camarão e krill, um rico nutriente das águas geladas do oceano, e representa infelizmente apenas 5% de todo o salmão vendido nos Estados Unidos e que chega ao Brasil em quantidades irrisórias e, por isso, é um peixe caríssimo.

- A indústria do Salmão PERTENCE AOS JUDEUS SIONISTAS -

Mais da metade do consumo mundial de salmão atualmente tem como origem viveiros produtores do Chile, Canadá, Estados Unidos e norte da Europa.
Esse salmão não tem as mesmas qualidades nutricionais do salmão selvagem.
Por outras palavras, nutrientes como ômega 3, vitaminas A, D, E e do complexo B, magnésio, ferro, presentes em abundância no salmão selvagem, não passam de traços insignificantes nos peixes criados em cativeiros e vendidos nos supermercados por preços tão acessíveis.
É importante saber que o salmão natural se alimenta de fontes de ômega 3, como algas oceânicas e fitoplânctons. Assim, ele converte e armazena esse ômega 3 em sua carne.
Já o salmão de cativeiro é alimentado com ração, que não apresenta nenhum ômega 3 em sua composição.
O peixe de cativeiro tem uma cor que vai do cinza ao bege claro, talvez no máximo um rosinha pálido.
Ele fica depois com um laranja vivo graças ao uso de corantes.
A astaxantina e a cantaxantina, responsáveis pela cor do salmão do mar, são nutrientes naturais presentes em algas.
No caso do peixe de cativeiro, os produtores costumam usar astaxantina e cantaxantina sintéticas, derivadas do petróleo.
A astaxantina e a cantaxantina sintéticas também são usadas na ração de galinhas, dando um tom mais alaranjado às gemas de algumas marcas de ovos “tipo caipira”.
Em grandes quantidades podem causar problemas de visão e alergias.
Estudos mais recentes apontam a astaxantina sintética como tóxica e cancerígena.
Uma informação interessante é que 100 gramas de salmão com corante equivalem em toxinas a um ano consumindo enlatados.
Para piorar a situação, muitas vezes os ambientes onde são criados têm higiene duvidosa, levando os peixes a receber altas doses de antibióticos e sua alimentação é muito gordurosa, à base de farinha e azeite de peixe.

Principais diferenças

À esquerda, posta de salmão de cativeiro; à direita, de salmão selvagem
– Salmão Selvagem:
Custa o dobro, mas suas principais diferenças estão na qualidade e nos benefícios.
Come crustáceos coloridos e, por isso, a cor rosa-suave.
Possui grandes quantidades de ômega 3.
Sua textura é macia e aveludada, como todo peixe gordo, e desmancha na boca.
– Salmão de Cativeiro:
Come ração e os corantes sintéticos dão cor à carne, normalmente bastante alaranjada.
Menor quantidade de gorduras boas, grande quantidade de gorduras saturadas.
Textura de peixe: normalmente muito macio à mordida.
Químicos e transgênicos
A vantagem do cativeiro é padronizar o produto, garantindo assim a estabilidade da oferta. Garantimos também a candidatura do salmão à extinção. Daqui há alguns anos só teremos fazendas de peixes,principalmente se for aprovado o salmão transgênico, desenvolvido nos Estados Unidos pela empresa de biotecnologia Aqua Bounty Technologies. Essa nova raça artificial pode atingir o tamanho de mercado na metade do tempo que leva um salmão selvagem para crescer (de 22 a 30 meses). Claro que se por acaso um desses “espécimes” escapar para o ambiente natural, a tragédia genética e o impacto ambiental serão inevitáveis.
Os salmões são criados em tanques rede (cercos de tela de nylon) com pouco espaço e regime de engorda intensiva. Muito parecido com o que se faz nas granjas de frangos. À ração misturam-se altas doses de antibióticos, fungicidas e vermicidas, para evitar doenças e o rendimento da produção. Só para se ter uma idéia, a indústria canadense gasta cerca de 7 toneladas de antibióticos em seus cultivostodos os anos.
Salmão é um dos melhores indicadores de qualidade da água, precisa dela extremamente limpa e gelada, condições ambientais que se não forem satisfeitas provocam um decréscimo acentuado à população. O uso de pesticidas na Agricultura e nas cidades contamina as águas e compromete a vida do salmão selvagem há algumas décadas já, alterando seus padrões de reprodução, provocando doenças e morte.
A matéria original da UOL foi estranhamente removida, mas podemos encontrar ainda a página aqui através webarchive. Veja abaixo o texto na íntegra do artigo suprimido:
Essencial na nutrição do ser humano, o peixe não é querido apenas por ser uma boa fonte de proteína. Alguns deles, a exemplo do salmão, também são ricos em ômega 3, um ácido graxo que auxilia na melhora do humor e na prevenção de doenças cardiovasculares, alzheimer e depressão. O que muitos brasileiros não esperam é que o salmão consumido no País pode não conter este ingrediente importante. É o que afirma a nutróloga Marcella Garcez, que realizou um estudo com as principais diferenças entre o salmão selvagem – pescado de maneira natural – e o salmão cultivado em cativeiro, consumido no Brasil.
Em entrevista ao UOL, a especialista, membro da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), reitera que o salmão é natural das costas do Atlântico Norte e Pacífico e normalmente nasce em água doce, de onde migra para o oceano e retorna à água doce para a reprodução da espécie. Estes peixes também podem ser produzidos de outra maneira: por aquicultura, o cultivo de organismos aquáticos em cativeiro. Esta técnica é utilizada em várias partes do planeta, a exemplo dos lagos da América do Norte, Escandinávia e os lagos chilenos.
O salmão preparado em restaurantes e vendidos em supermercados na América e na Europa são, em sua maioria, de criações em cativeiros. O Brasil, por exemplo, é o terceiro maior importador de salmão do mundo, segundo a gerente da marca Salmón de Chile, que exporta salmão para as terras brasileiras. O País só fica atrás do Japão e dos Estados Unidos.
A principal diferença entre os dois tipos do peixe é que o salmão selvagem é essencialmente carnívoro e se alimenta, entre outras coisas, de algas oceânicas e fitoplâncton, substâncias fontes de ômega 3. O mesmo pescado produzido em cativeiro é alimentado com ração, que não possui o ácido graxo essencial. O salmão natural não tem capacidade de armazenar a substância, mas converte e a armazena em seu organismo.
Em visita ao cativeiro no Chile, a médica nutróloga Marcela Garcez constatou que o salmão criado desta forma tem ciclo de vida diferente dos que vivem livres na natureza. Uma das desvantagens da criação em cativeiro é o risco da proliferação de doenças.
A Sálmon de Chile enviou ao Brasil mais de 67 mil toneladas de salmão em 2012 e afirmou que a produção do pescado no país está de acordo com os níveis internacionais de qualidade e possui as certificações ISO 9001, GlobalGAP, BAP e Global Aquaculture Alliance – organizações responsáveis por certificar a qualidade de produtos agrícolas em todo o mundo.
PIGMENTAÇÃO – O salmão de cativeiro é colorido artificialmente, um reflexo da alimentação do peixe durante o crescimento. Para adquirir a mesma cor da espécie livre, são adicionadas à ração carotenóides, como a astaxantina e cantaxantina. “O consumo excessivo destes pigmentos pode causar intoxicação e alergias”, alertou Garcez em entrevista ao UOL.
Em 2004, a revista Science publicou uma pesquisa conduzida pela State University de Nova York, em Albany (EUA). O estudo descobriu que o salmão de cativeiro era nocivo à saúde porque tais pigmentos eram substâncias cancerígenas. Duas toneladas métricas de carne de salmão em estado selvagem e criado em cativeiro foram usadas para a conclusão da pesquisa.
Para a especialista, os poluentes e pesticidas mostrados na pesquisa não são resultado da pigmentação artificial ou da ração dada aos peixes. Garcez reitera que o ambiente artificial em que os peixes são criados é mais passível ao aparecimento de patologias microbiológicas, que por anos eram combatidas com substâncias tóxicas.
Leia mais:
Você Comeria Salmão transgênico

 Fontes:
– Cura pela Natureza: Cuidado com o salmão que você está comendo
– Nutricionista Fernanda Machado
– Uol NE 10: Salmão consumido no Brasil não contém ômega 3, afirma especialista – matéria da UOL removida pelos "
Judeus Sionistas" donos da produção transgênicas do Salmão, podemos encontrar ainda a página aqui através do site webarchive.


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/cuidado-com-o-salmao-que-voce-esta-comendo-especialista-afirma-que-salmao-consumido-no-brasil-nao-contem-omega-3/#ixzz4ZIMewr4Z

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