domingo, 15 de janeiro de 2017

TERROR JUDAICO SIONISTA DAS FALSAS VACINAS PROVOCA REVOLTA NO CHILE - VACINA CONTRA O "H P V" NA REALIDADE ESTERILIZA AS MULHERES E PROVOCA REAÇÕES ADVERSAS


TERROR JUDAICO SIONISTA DAS FALSAS VACINAS PROVOCA REVOLTA NO CHILE - VACINA CONTRA O "H P V"  NA REALIDADE ESTERILIZA AS MULHERES E PROVOCA REAÇÕES ADVERSAS

Revolta no Chile contra a Obrigatoriedade da Vacina contra o HPV, fabricada e distribuida criminosamente pelos Laboratórios do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL.

O Chile envolveu-se em uma boa polêmica por causa da vacina contra o HPV, a qual em tal país é obrigatória. Em várias regiões, as famílias entraram com ações legais para que a vacinação seja de livre escolha. É a primeira vez, a nível internacional, que um grupo de pais leva aos tribunais a aplicação forçada, respaldada por lei, desta vacina.

 

Uma deputada, Cristina Girardi, apresentou um Recurso de Proteção com o objetivo de impedir a vacinação citada com caráter obrigatório, o qual tive acesso. Este, segundo meus assistentes, significou muita pressão do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma vez que isso é inédito no mundo e poucas pessoas do mundo estão felizes com a vacina.
O recurso da deputada quer garantir o “direito de vida e a integridade física e psíquica do indivíduo”:
É claro que a inoculação ou a vacinação é uma medida invasiva e seu uso deve ser cientificamente avaliado com quantidade de estudos suficientes que creditem qualidade e durabilidade do efeito protetor, no entanto, uma vez que não é possível garantir 100% de inocuidade do procedimento, o resguardo do direito legal corresponde à pessoa e não à autoridade.
E ela continua:
Dado que as vacinas são produtos farmacêuticos de origem biológica, cujo objetivo é a prevenção, elas não são inócuas, e em alguns casos, podem produzir reações adversas em graus variados, inclusive casos específicos de morte, não é possível obrigar a administração destes produtos“.
Do escritório de Girardi, o Bufete Almodóvar & Jara  (escritório de advocacia) nos contatou, pois eles sabem que levamos os casos de danos à Associação de Afetados pela Vacina do Papiloma na Espanha, país pioneiro em processos judiciais sobre a mesma.
Na Espanha temos doze processos judiciais ante a Corte Nacional contra o Sistema Nacional de Farmacovigilância, Agência Espanhola de Medicamento e o Sistema Nacional de Saúde (Ministério da Saúde).
Também estamos acusando os laboratórios comercializadores: Sanofi, Pasteur, Merck Sharp and Doohme (MSD) fabricante da Gardasil e a Glaxo SmtihKline (GSK), a qual fabrica a Cervarix.

Solicitamos responsabilidade pelas violações de seus laboratórios de farmacovigilância. Estamos preparando um processo civil em nome da Associação de Afetados que estará pronto em novembro. Em outubro tenho uma reunião com a Associação de Vítimas do Reino Unido e seus advogados. Colaboramos com eles com uma ação conjunta contra a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) da União Europeia.
Estamos descobrindo coisas muito interessantes a nível científico (literatura científica). Além disso, estamos impulsionando um estudo internacional que beneficiará a todos.
Médico e doutoras da sociedade ginecológica do Chile saíram em defesa desta vacinação a favor dos “grupos antivacinas”.
Como conta a presidente da AAVP, Alicia Capilla:
“Isso de que o mundo todo está feliz com a vacina é uma grande mentira. Nossa associação colabora com associações de todo o planeta e estamos lutando há vários anos para que sejam reconhecidos os efeitos adversos – os quais não querem reconhecer – para que as jovens afetadas recebam atenção sanitária adequada – o que não estão recebendo – e para que seja retirada do calendário de vacinações.  
Me reuni com o Ministério da Saúde em duas ocasiões. Também me reuni com o departamento de Saúde Pública da Comunidade Valenciana e, inclusive estive em Londres em uma reunião com outras duas associações e técnicos da EMA.

 Uma das críticas que li nos jornais chilenos é que quem critica esta imunização, são “antivacinas”. Acredito que devemos sair desta categoria. Em todo caso, seríamos antivacina HPV. Nem todas as vacinas são iguais e por isso não não se pode colocar esta vacina no mesmo saco“.

Na Espanha há alguns meses, abriu-se o debate sobre as vacinas devem ser obrigatórias. O jornal El País publicou uma reportagem acertada intitulada, Seis razões para não impor a vacinação obrigatória aos filhos, e voltou sobre o o tema com outro trabalho, Deveria ser obrigatório vacinar? Melhor convencer, dizem os especialistas.
Até mesmo o principal lobby dos laboratórios farmacêuticos fabricantes de vacinas na Espanha, o Comitê Assessor de Vacinas da Associação Espanhola de Pediatria (AEP), é contra obrigar a vacinação. Assim expressou seu Comitê de Bioética.
A instauração oficial de uma obrigatoriedade legal de vacinar poderia provocar sentimentos negativos em relação às vacinas na sociedade”, opinam.
Um dado que publiquei há alguns dias e que temos que levar em conta: A opinião mais cética em relação às vacinações está nos países em que vacinar é OBRIGATÓRIO.

 


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