sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A VERDADE DA DERRUBADA DE DILMA E LULA Golpistas contra a falsa corrupção, quebram a Odebrecht, mas protegem as estrangeiras


A VERDADE DA DERRUBADA DE DILMA E LULA E OS JUDEUS SIONISTAS NO BRASIL  
Golpistas contra a falsa corrupção, quebram a Odebrecht, mas protegem as estrangeiras 








Contra corrupção, quebram a Odebrecht, mas protegem as estrangeiras

Brasil perde soberania, não pode mais julgar nem suas próprias empresas, pois com a cooperação aceita pelos procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato no Brasil com a Justiça norte-americana(DOMINADA E DIRIGIDA POR JUDEUS SIONISTAS), desde o fim de 2014, teve um de seus desfechos no final do último ano. 

O resultado foi a tutela das autoridades brasileiras para o Departamento de Justiça dos Estados Unidos(DOMINADO E DIRIGIDO POR JUDEUS SIONISTAS) investigar e fiscalizar as empresas nacionais.

Desde o início da cooperação internacional, os procuradores anunciavam que o intercâmbio era positivo ao país. Um dos gestos mais simbólicos da extensão dessa aliança na Lava Jato foi a visita do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em fevereiro de 2015, aos Estados Unidos, para fechar um acordo de "entendimento" com o Banco Mundial(ORGANISMO JUDAICO SIONISTA) contra a corrupção.

Aquele era o início da abertura dos investigadores brasileiros à fiscalização e controle dos EUA(PAIS DOMINADO E DIRIGIDO POR JUDEUS SIONISTAS), ainda que infringindo medidas de proteção do Estado contra a soberania nacional.

No dia 21 de dezembro de 2016, o Departamento de Justiça norte-americano concluía uma das principais etapas desta colaboração. Anunciava um acordo assinado pela Odebrecht, por intermédio dos procuradores da República brasileiros, para pagar multas aos EUA e Suíça, além do Brasil, pelas práticas ilícitas e de corrupção.

Mas a investigação dos Estados Unidos não se limitou a apontar atos de suborno e repasses de propinas da Odebrecht no país da América do Norte. A apuração comandada pelo procurador de Justiça, Robert L. Capers(JUDEUSIONISTA), e pelo chefe da Seção de Fraude da Divisão Criminal, Andrew Weissmann(JUDEUSIONISTA), elencou os 12 países em que a empreiteira brasileira teria cometido ilegalidades, incluindo o Brasil.

Os cálculos dos investigadores norte-americanos foram de mais de US$ 780 milhões de pagamentos a corruptos, envolvendo políticos e intermediários, em mais de 100 projetos em 12 países.

No contexto dos interesses dos Estados Unidos sobre a fiscalização da empresa brasileira, a Odebrecht ocupa o 13º lugar das empresas que mais conseguiram contratos públicos bilionários no ano de 2015, segundo os dados mais recentes da Engineering News-Record (ENR). Em comparação com os próprios EUA, só ficam à frente da brasileira duas construtoras norte-americanas, a Bechtel e Fluor Corp(EMPRESAS PERTENCENTES AO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL).

Já do ponto de vista da sobrevivência da empreiteira, a Odebrecht possui mais de 70% de sua carteira de lucros com contratos fora do Brasil. E é diante disso que a empresa é fortemente ameaçada pelos bloqueios recentes e sucessivos dos países estrangeiros com os quais mantém contratos hoje.

Como naturalmente esperado, foi a partir do anúncio do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, com os números de corrupção, que os países mencionados ativaram alertas de suas Justiças e iniciaram a paralisação de novas contratações da empreiteira pelo mundo.

Até o momento, já foram três países a anunciar o bloqueio: Panamá, Peru e Equador. Como se não bastasse para a ameaça da empreiteira, jornais brasileiros começaram a pressionar o país a repetir a postura dos demais mundo afora.

Reportagem publicada nesta quinta-feira (5) pela Folha de S. Paulo cobra: "enquanto outros países vêm proibindo contratos com a Odebrecht, diante da revelação pelo Departamento de Justiça americano de irregularidades, as empresas do grupo continuam autorizadas a ser contratadas pelo poder público no Brasil".

O tom rebaixador da publicação vai além: como se o Brasil não fizesse o que supostamente deveria, relata que a empresa assinou um acordo de leniência, que em troca de cooperar com as investigações e implantar mecanismos de controle e fiscalização internos, garante a autorização para seguir obtendo contratos com a União.

Mas destacou que, ainda que protegida pela leniência, a Odebrecht "pode ser barrada de licitações no Brasil por determinação do Ministério da Transparência (antiga CGU) e do Tribunal de Contas da União [TCU]". E deu o alerta de que o TCU hoje analisa a inidoneidade das empresas investigadas pela Lava Jato.

Por outro lado, se do exterior para o Brasil a cobrança dos países está sendo dura e colocando em risco a sobrevida da empreiteira nacional, daqui para o exterior a rigidez não é a mesma.

Intitulada "Dois pesos?", a coluna de Sonia Racy do Estadão já mostrava as diferenças há um ano e meio. "A dinamarquesa Maersk e mais outras 21 empresas internacionais com sedes na Itália, Holanda, EUA, Grécia e Cingapura foram citadas nas delações premiadas da Lava Jato como envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras", publicava a jornalista.
Seguindo: "Entretanto, elas não foram alvo de bloqueio cautelar da estatal - medida que impediria temporariamente assinatura de novos contratos com ela. Para as companhias nacionais, o bloqueio está valendo".

Ainda naquela época, em junho de 2015, a Odebrecht apontava mais de vinte empresas internacionais envolvidas em corrupção junto à Petrobras. O bloqueio e avanço da investigação, contudo, ameaçou somente a própria estatal brasileira.

São elas: Maersk, Jurong, Kawasaki, Keppel Fels, Mitsubishi, Rolls-Royce, Samsung, SBM, Sembcorp Marine, Skanska, Techint, Toyo, Mitsui, Toshiba, Sargent Marine, Astra Oil, GB Marine, Trafigura, Glencore, Ocean Rig, Pirelli e Sevan(TODAS EMPRESAS PERTENCENTES A JUDEUS SIONISTAS).

Para se ter uma ideia, um ano após as denúncias contra a dinamarquesa Maersk Line(EMPRESA PERTENCENTE A JUDEUS SIONISTAS)., a maior operadora mundial de transporte de contêineres por navios só se viu ameaçada financeiramente pelo contexto global de baixa nas cotações dos fretes.

Mas, nem por isso, deixou de atuar e expandir seu mercado. Em fevereiro de 2016, anunciava a unificação de suas operações no Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, e uma nova atuação no mercado de cargas congeladas, principalmente carnes. E ainda que projetando um ano "fraco", contabilizava crescimento de 1% a 3% no último ano.

O representante da empresa dinamarquesa na América Latina é o panamenho Antonio Dominguez(JUDEU SIONISTA), que assume a diretoria da operação da Maersk Line na costa leste da América do Sul. Curiosamente ou não, o Panamá foi o primeiro país a anunciar o bloqueio contra a Odebrecht.

No dia 27 de dezembro, o ministro da Presidência do Panamá, Álvaro Alemán, proibiu que a empreiteira "obtenha qualquer contrato em futuros processos de licitação pública", até que a Odebrecht demonstre "uma colaboração efetiva e eficaz nas investigações do Ministério Público e se garantam os valores que o grupo deve restituir ao Estado".

Não apenas impediu futuras contratações, como também paralisou obras em andamento já garantidas para a carteira da empresa brasileira. O governo panamenho anunciou que cancelará "sem custo para o Estado" um contrato com a Odebrecht para a construção de uma hidrelétrica.

Será que Lula  ou  Dilma entregariam  de mão beijada, como é o caso, a Soberania Nacional aos Judeus Sionistas? Ou foi exatamente por isso que foram derrubados? Por não serem entreguistas, vendilhões da Pátria, a exemplo de Collor, FHC e Itamar que foram derrubados.... 


+
 Fonte: GGN
- See more at: http://port.pravda.ru/news/science/07-01-2017/42459-contra_corrupcao-0/#sthash.uHbLfkB6.dpuf



Opinião: Países latino-americanos procuram alternativas ao FMI e ao Banco Mundial

© Flickr/Jaume Escofet
OPINIÃO
212310

A cidade de Santa Cruz, na Bolívia, está sediando a reunião anual da LACEA – Associação de Economia da América Latina e Caribe. Um dos temas do encontro é a busca de alternativas ao Banco Mundial e ao FMI(INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES FINANCEIRAS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL"). O Professor Theotonio dos Santos comenta a questão com exclusividade para a Sputnik Brasil.

Professor de Economia da UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro e professor emérito da UFF – Universidade Federal Fluminense, Theotonio dos Santos afirma que as nações latino-americanos estão certas ao buscar alternativas ao FMI e ao Banco Mundial (INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES FINANCEIRAS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL"). Para ele, estes dois organismos impõem condições draconianas aos países que recorrem aos seus préstimos, obrigando seus governantes a se sujeitar a um amplo e injusto conjunto de regras.
Na opinião do Professor Theotonio dos Santos, uma destas alternativas a que os latino-americanos poderão recorrer é o Novo Banco de Desenvolvimento, o Banco dos Brics: “Esta será uma instituição aberta que poderá dar apoio a quem dela precisar.”
Sputnik: Como o senhor vê este encontro de economistas da Associação de Economia da América Latina e Caribe – LACEA, que está sendo realizado em Santa Cruz, na Bolívia?
Theotonio dos Santos: É muito interessante ver que na América Latina existem hoje várias entidades coordenando atividades econômicas e estudos de economia, mostrando que a região está buscando desenvolver um conhecimento próprio sobre as questões econômicas, em vez de se submeter, não só no meio acadêmico mas também no meio das decisões empresariais e nas instituições internacionais dirigidas muito diretamente pelos (JUDEUS SIONISTAS DOS EUA). Tem havido constantes reuniões e questionamentos. Há pouco tempo foi fundada uma associação de estudos sobre o pensamento econômico latino-americano, houve uma reunião com mais de mil pessoas na Argentina. No Chile também houve uma reunião com o mesmo caráter, enquanto estava se realizando no México uma reunião da SEPLA – Sociedade de Economia Política Latino-Americana, além de outros encontros em Cuba e no Panamá. Trata-se de um movimento de ideias em toda a região no sentido de romper com o pensamento econômico (JUDAICO SIONISTA) que tem sido o inimigo dos nossos povos e que tem impedido o nosso desenvolvimento e o avanço do nosso país.
S: Esses países estão buscando alternativas ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Mundial(INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES FINANCEIRAS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL")?
TS: Essas instituições (JUDAICO SIONISTAS) de certa forma coordenavam o pensamento econômico e transformavam isso em um instrumento de opressão muito forte sobre o pensamento econômico do mundo inteiro. Nós estamos escapando disso – a Argentina é um país onde se avançou muito, o Brasil estava avançando, mas agora recuou porque colocou um ministro ligado a essa corrente(JOAQUIM LEVY É JUDEU SIONISTA E ATUA COMO CAVALO DE TROIA SIONISTA SABOTANDO AS AÇÕES DO GOVERNO E BENEFICIANDO O "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL"). Não temos nenhuma dívida com o Banco Mundial nem com o FMI, e nem precisamos deles. Ter um ministro de Economia desse setor é uma concessão política muito negativa.
S: Quais seriam  os marcos do caminho do Brasil para servir de exemplo aos países no sentido de se livrar da dependência do Banco Mundial e do FMI?
TS: Em primeiro lugar, o grande crescimento de nossas exportações na década de 2000 – o Brasil elevou três vezes suas exportações. Depois, o Lula entrou no Governo com uma dívida de 35 bilhões de dólares, que não sabia como pagar porque não tínhamos nem superávit comercial e nem uma fonte de renda, e menos de dois anos depois nós estávamos exportando mais de US$ 150 bilhões com um superávit que passava dos US$ 50 bilhões. Pagou-se o FMI, não temos nenhuma dívida com o Banco Mundial, e o Lula deu uma ajuda de US$ 10 bilhões ao FMI, de forma que a relação mudou totalmente. Agora temos uma reserva de US$ 375 bilhões, não precisamos pedir nenhum dinheiro emprestado, apesar de ter a política de elevar os juros para atrair capital do exterior – o que é absolutamente inexplicável, não sei quem tem essa ideia e a transforma numa ideia razoável. Hoje não temos nenhuma dependência do Banco Mundial e do FMI, ao contrário, estamos criando, com o BRICS, um grande Fundo e vamos manejar US$ 100 bilhões, o que é muito mais do que o FMI e o Banco Mundial têm. Saímos da condição de pobre-diabo, pedindo auxílio ao FMI, para uma condição de quem está dando auxílio, de quem pode organizar uma atividade econômica muito positiva, tanto na região quanto para outros países, porque o Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS é aberto e vai atuar a nível mundial.

Nenhum comentário:

Postar um comentário