sábado, 30 de maio de 2015

FIFA - JUDEUS ATACAM BLATER PARA EVITAR EXPULSÃO DE ISRAEL DO FUTEBOL - PALESTINA NO CENTRO DA QUESTÃO



Dias antes da votação para expulsar Israel, EUA ordena ataque contra a FIFA, com mesmo truque usado contra Assange do Wikyleaks e na mesma desavergonhada Suiça 

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Dias antes da votação para expulsar Israel, EUA ordena ataque contra a FIFA. 22273.jpeg
A Associação de Futebol da Palestina solicitou votação nesse Congresso da "FIFA" para suspender Israel como membro da FIFA.

Essa 6ª-feira, a Federação Internacional de Futebol Association, FIFA, reúne-se em Zurique para celebrar seu 65º Congresso Mundial regular. Um dos pontos da ordem do dia é discussão e votação de "suspensão ou expulsão de um membro". Na mesma ordem do dia lê-se "Atualização sobre Israel e Palestina". 
 27/5/2015, Moon of Alabama
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"A situação na Cisjordânia é muito pior que o apartheid que se viu na África do Sul, porque os JUDEUS SIONISTAS israelenses querem "extinguir a Palestina" - disse Rajoub.

Na década de 1960, a FIFA manteve a África do Sul suspensa durante décadas, porque não respeitava as políticas de não discriminação da associação. Um mês depois do levante da juventude de Soweto, em 1976, a FIFA expulsou a África do Sul.

Hoje os EUA forçaram a polícia suíça a assaltar, encarcerar e extraditar seis funcionários da FIFA, por corrupção presumida. As prisões - com a presença com certeza preparada de jornalistas do New York Times no local - aconteceram pouco antes de uma votação na FIFA, para decidir sobre a expulsão de Israel, da organização.
Essa 6ª-feira, a Federação Internacional de Futebol AssociationFIFA, reúne-se em Zurique para celebrar seu 65º Congresso Mundial regular.

Um dos pontos da ordem do dia é discussão e votação de "suspensão ou expulsão de um membro". Na mesma ordem do dia lê-se "Atualização sobre Israel e Palestina". 


A Associação de Futebol da Palestina solicitou votação nesse Congresso da FIFA para suspender Israel como membro da FIFA.

O grupo palestino opõe-se a que as equipes israelenses joguem na Cisjordânia. Além disso, afirma que os JUDEUS SIONISTAS de Israel restringem os movimentos dos jogadores palestinos entre Cisjordânia e Gaza - e impedem que participem em encontros internacionais.

"Os JUDEUS SIONISTAS de Israel mantém a intimidação e entendo que não tenha direito de continuarem a agir como donos da bola" - disse, falando de Israel, o presidente da Associação de Futebol da Palestina Jibril Rajoub. "Se os judeus sionistas israelenses usam a questão da segurança, posso garantir que o problema de segurança deles é também meu problema de segurança. Estou disposto a fixar parâmetros para os problemas de segurança. Mas a segurança não deve ser usada (...) como se fosse ferramenta destinada a manter essas políticas judaico sionistas israelenses racistas, de apartheid."

Rajoub declarou que a situação na Cisjordânia é muito pior que o apartheid que se viu na África do Sul, porque os judeus sionistas israelenses querem "extinguir a Palestina". Na década de 1960, a FIFA manteve a África do Sul suspensa durante décadas, porque não respeitava as políticas de não discriminação da associação. Um mês depois do levante da juventude de Soweto, em 1976, a FIFA expulsou a África do Sul.

"Não estou pedindo que a FIFA suspenda a associação israelense. Estou pedindo que ponha fim ao sofrimento dos jogadores palestinos" - disse Rajoub. - "Estou pedindo que se ponha fim aos agravos e humilhações que sofremos".

Para que Israel seja expulsa da FIFA são necessários votos de 75% dos 209 estados-membros da FIFA, e havia boa possibilidade de a expulsão ser aprovada.

Havia, porque agora, como por acaso, como se nunca antes ninguém tivesse corrompido ou sido corrompido no mundo do futebol, o governo dos EUA ordenaram que a Polícia suíça assaltasse o hotel no qual se hospedam os mais altos funcionários da FIFA e prender alguns que estivessem por lá, sob acusações de corrupção. E mais: os EUA exigem que sejam extraditados para serem julgados em tribunal norte-americano.

Também por puro acaso(ADREDEMENTE PREPARADO), repórteres e fotógrafos do New York Times estavam ali, no salão daquele preciso hotel, às 6h da manhã, para que a cobertura do 'evento' pudesse ser 'notícia' dos primeiros jornais matinais, como escreve o mesmo NYT em artigo de hoje (aqui):

"Coincidindo com a reunião de diretores da FIFA, órgão superior do futebol mundial, reuniram-se mais de uma dezena de agentes suíços da lei, que chegaram ao hotel Baur au Lac sem aviso. O hotel é estabelecimento de luxo, cinco estrelas, com vistas para os Alpes e o lago de Zurique. Dirigiram-se à recepção, recolheram as chaves e subiram as escadas até os apartamentos 'selecionados'. (...)

As acusações falam de corrupção generalizada na FIFA nas duas últimas décadas, dentre outras nas licitações para a realização das Copas do Mundo, e nos acordos para comercialização de produtos e exibição por televisão, segundo disseram três policiais que conhecem diretamente o caso. As acusações incluem fraude, extorsão e lavagem de dinheiro, e os policiais disseram que o alvo da ação eram os membros do poderoso Comitê Executivo da FIFA, que tem grande poder e promove o próprio negócio praticamente em segredo."
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NARCO-GUERRA CONTRA A VENEZUELA - JUDEUS SIONISTAS DOS EUA QUEREM IMPUTAR A MADURO O NARCO TRÁFICO, ORA, SE SÃO ELES É QUE DOMINAM O NARCO-TRÁFICO DA COLÔMBIA AO AFEGANISTÃO, USANDO O EXÉRCITO AMERICANO COMO "MULA"


Narco-guerra dos EUA contra a Venezuela

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CASTRO DE CUBA COM MADURO DA VENEZUELA
Nos últimos tempos vem se mostrando um aumento da intensidade das operações da CIA e DEA [Drug Enforcement Administration - Direção da Luta contra Narcóticos - EUA *], com a intenção de poder apresentar a Venezuela como uma forma de narco-governo. Essas operações incluem relações com agentes dos cartéis de drogas(QUE SÃO CÚMPLICES DOS JUDEUS SIONISTAS DOS EUA - OS VERDADEIROS TRAFICANTES INTERNACIONAIS DA COLÔMBIA AO AFEGANISTÃO) e orgãos de comunicação de massas. O motivo de toda essa atividade é o comprometer o governo de Nicolás Maduro permitindo consequentemente uma ação de carácter repressivo e punitivo contra a Venezuela.

Por Nil Nikandrov
Tradução Anna Malm* - Correspondente de Pátria Latina na Europa
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O canal de lingua espanhola "Telemundo" tem sua sede em Miami. Nesse canal foi recentemente terminada a novela "O Senhor dos Céus" (El Senõr de los Cielos). Entre os personagens figura um certo General Diosdado Carenio Arias, num papél executado pelo ator venezuelano Franklin Virguez, o qual mora também em Miami. 

Nos reclames e vídeos do "Telemundo" mostram-se, de forma concentrada, todos os ataques e atitudes hostís aos quais sujeitam o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello. O político venezuelano é apresentado como um encarniçado traficante de drogas, disposto a qualquer crime por um lucro. 

No uniforme de general, com um charuto cubano entre os dentes, ele leva um monólogo falando de sua carreira no negócio do tráfico de drogas, e das infinitas perspectivas oferecidas pela política. - [Nota da tradução: Diosdado Cabello Rondón é um político, militar, e engenheiro venezuelano, legitimamente valdo como presidente da Assembleia Nacional da Venezuela].

As fontes primárias dos reclames e vídeos testemunham uma presença da CIA em trabalho. Nelas escutam-se críticas ao rearmamento das forças armadas venezuelanas. Entre essas então a crítica mentirosa quanto ao uso de satélites para controle do território do país. Na opinião da CIA a Venezuela arma-se para garantir impunidade nas operações de drogas e narcóticos. [Não se sabe aqui se rir ou chorar de tamanha mentira]. Diosdado Cabello analisou a campanha difamatória, caluniosa, e insultuosa contra ele e a direção das forças armadas, assim também como contra os orgãos de segurança da Venezuela. Tem-se ainda o ataque vindo da mídia judaico sionista americana, ataque esse que vem numa escala de uma magnitude incrível. Esses ataques são feitos pelos canais de televisão pertencentes ao "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" - CBS, NBC, ABC, FOX e CNN, assim também como pelos jornais The Wall Street Journal, USA Today, The Washington Post, The New York Times e o Los Angeles Times. Todos eles quase que diariamente agarram-se ao subjecto temático, mentiroso e difamatório de uma grande corrupção na direção político-militar venezuelana.

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Essa barulhada toda acompanha-se da difusão da informação de que nos EUA Cabello e seus círculos podem esperar por uma investigação do caso. Para adquirir material comprometedor usam-se de desertores do exército, dos orgãos de segurança e serviços secretos. Também se aproveitam de ex-funcionários públicos venezuelanos que de alguma maneira anteriormente tiveram relações com cartéis internacionais de drogas e narcóticos, e que se decidiram a dar queixas e acusações à justiça dos Estados Unidos a fins de favores ou um perdão de seus próprios crimes.

A tentativa da CIA e da DEA para provocar a retirada de Diosdado do poder explica-se muito facilmente.

Ele, assim como o presidente Nicolás Maduro, carrega as esperanças de seus partidários. Ele também era próximo de Hugo Chavez e representa como o mesmo uma sólida, robusta e segura imagem - [um potencial líder carismático].

Como regra geral nessas operações fabrica-se o material que as autoridades americanas apresentam depois como se o "fornecimento de narcótica" da Venezuela representasse uma grave ameaça para a segurança dos EUA, e outros países ocidentais. Entretanto, os peritos no assunto narcotráfico sabem que são sómente alguns pequenos povoados da Venezuela que são usados para o trânsito de alucinógenos. Alguns dias atrás em águas costeiras da Colômbia descobriram-se os destroços de um avião Hawker 800. A agência Reuters tinha reportado que o avião com seu cargo de cocaina tinha levantado voo do território da Venezuela, e que esse estava dirigindo-se para um dos países da América Central de quando do acidente. Teria então sido por causas desconhecidas que esse tinha caido no Mar do Caribe, no litoral colombiano. Em questão de horas o Ministro da Defesa da Venezuela Vladimir Padrinho Lopes fez uma apresentação pública na qual ele apontou para elementos "tendenciosos e manipulativos" na apresentação dos acontecimentos pela Reuters.

O Ministro venezuelano disse que o avião Hawker 800 tinha sido descoberto pelo Sistema de Defesa Aérea do país logo após seu trespasse da fronteira. Em correspondência com a Lei do Controle Integral da Defesa do Espaço Aéreo (Ley de Control de Defesa Integral del Espacio Aéreo) organizou-se a perseguição do infrator com a finalidade de neutralizá-lo.

Nos últimos anos os pilotos da Força Aérea da Venezuela abateram/capturaram/derrubaram 90 aviões do narcotráfico, impedindo dessa maneira o encaminhamento de mais de 190 toneladas de cocaina, e outras substâncias alucionógenas. Além disso incapacitaram-se mais do que 500 pistas ilegais de aterrizagem. Isso tudo é muito bem compreendido tanto pelos chefes dos cartéis de drogas como pela administração da DEA. 

Tem-se também aqui entretanto que a tentativa de verificar o estado do "circuito integrado de defesa" da Venezuela não cessa também. [A "narco-guerra" contra a Venezuela continua. Essa também não cessa, independentemente dos fatos apurados.]

Aqui, numa outra vez, os infratores tentaram enganar os pilotos venezuelanos: aterrizaram num estado fronteiriço, Apure, para poder observar, e depois de novo levantaram voo. 

Os pilotos venezuelanos abriram fogo infligindo estragos e danificando uma das turbinas do avião do narcotráfico, o qual numa rasante voltou para o lado da fronteira colombiana.

Antes de qualquer outra coisa os cartéis da droga, tanto na Colômbia como no México, são para a Venezuela o maior problema a ser enfrentado. 

A atividade contra esse narcotráfico por parte da CIA e DEA mais parece um número de teatro vaudeville, como corrente em teatro de vedetes, entrelaçado com os interesses dos serviços secretos e dos cartéis de droga. Toneladas de cocaina, produzidas em laboratórios no território da Colômbia são redirecionados para a Venezuela transportados ao lugar de destino em pequenos aviões. Localizar esses, mesmo com modernos meios de controle não é tarefa fácil. Por dados dos serviços de segurança da Venezuela, nos Estados Unidos funcionam mercados ilegais desse tipo de aviões, os quais estão sendo roubados em diversos países latino americanos e do Caribe, para ultrapassar depois as fronteiras dos Estados Unidos, onde são repintados e ganham documentação nova. Muitas vezes aviões da CIA e DEA são submetidas a uma tal transformação cosmetológica, de lavagem, e clareamento.

O jornal mexicano "A Jornada" publicou a não muito tempo atrás o artigo "DEA: Escândalo e Dubla Moral" no qual afirmava-se que a "linha de demarcação" dos americanos que lutam contra o narcotráfico e os bandidos que eles dizem perseguir, mostrava-se como "muito fina". Escândalos com operadores da DEA que se divertem em companhia de narcotraficantes, chocam constantemente. 

Entretanto, até mesmo nas declarações oficiais declara-se que narco-barões são usados na qualidade de informantes em não menos que dezenas de quadros de funcionários da mesma. Há muitos casos em que é difícil dizer onde termina a DEA e onde começa o trabalho pelas mãos dos cartéis da droga. 

No mês passado, por causa da divulgação da corrupção dentro da DEA o seu diretor/a, Michele Leonhart foi obrigado/a a se demitir.

Torna-se cada vez mais conhecida a criminalidade da DEA - Há uma boa documentação agregada, assim como detalhes, do fornecimento de modernas formas de armas para narcocartéis do México, e da América Central. 

Nessas regiões, em 2014, foram apreendidas com os bandidos do narcotráfico mais do que 20 000 peças de armas de fogo "Made in USA". Nesse contexto tem-se que se sabe de inúmeros casos de lavagem de dinheiro por agentes da DEA, que são os verdadeiros traficantes.

Tem-se aqui depois que isso leva a inúmeras fundações financiando secretamente operações em "países hostís". Além da Venezuela tem-se ações contra o Equador, a Bolívia, a Nicaragua, Argentina, e sem grandes sombras de dúvidas, no Brasil. Os líderes desses países, por seu lado, tentaram distanciar-se das aventuras políticas de Bush-Filho e Obama na arena internacional. Como consequência disso contra eles estão sendo usadas sujas manobras tecnológicas, acusações de corrupção e de não legal enriquecimento, entre muitos outros tipos de operações manipulativas. Tudo isso muito bem empacado então, entrega-se depois às mãos de jornalistas e adversários.

Ainda uma outra operação da CIA no quadro do projeto "Governo da Venezuela e Narcotráfico" foi a edição do livro "Boomerang Chávez". O seu autor, o Judeu Sionista Emili J. Blasco, foi apresentado como correspondente de um jornal de lingua espanhola, denominado ABC, em Washington. Sabe-se que os serviços secretos americanos recorrem-se dos serviços de Blasco para anunciar alvos da informação, ou seja, para lançar material que comprometesse pessoas "indesejáveis".

No livro acima mencionado, foram usadas conversas de Blasco com Leamsy Salazar "O TRAIDOR", um militar venezuelano que mantinha relações com o presidente dos serviços de segurança. Salazar "O TRAIDOR" fazia parte do Grupo de Guarda de Hugo Chávez, Nicolás Maduro e Diosdado Cabello, mas deciciu-se por desertar. Primeiro foi a Espanha, depois foi levado aos Estados Unidos na qualidade de "testemunha particularmente protegida". Foi sugerido que ele seria uma testemunha chave no processo contra as "narco-operações" da liderança venezuelana.

Praticamente tudo que Salazar "O TRAIDOR" comentou com o jornalista Blasco caracterizava-se como propaganda difamatória difundida, ou a ser difundida por canais da CIA e DEA(OS VERDADEIROS NARCO-TRAFICANTES). Em particular tem-se que o ex-funcionário da guarda tinha dito que:- o "Comandante Chávez discutiu pessoalmente com os líderes da FARC, em 2006 ou 2007, assuntos relacionados a aquisição de narcótica em troca por armas e equipamentos militares, com a ajuda dos quais [os rebeldes] poderiam combater contra o governo colombiano". Depois de "revelações" semelhantes as de Salazar "O TRAIDOR" ninguém nunca poderia acreditar em mais nada. [- "entre aspas" foram aqui acrescentadas pela tradução]

Por dados dos serviços secretos venezuelanos Leamsy Salazar "O TRAIDOR", já no seu período como funcionário da guarda de Hugo Chávez tinha começado a ter relações com a CIA. O jornalista Juan Martorano não exclui nem mesmo a possibilidade de Salazar ter participado na organização da morte de Chávez por Câncer induzido.

PALAVRAS CHAVES: USA VENEZUELA CIA AMÉRICA LATINA DEA
REFERÊNCIAS E NOTAS:
Nil Nikandrov, Нарковойна США против Венесуэлы - (Narco-Guerra  dos EUA contra Venezuela) - http://www.fondsk.ru
Tradução direta do russo por Anna Malm* http://artigospoliticos.wordpress.com
Copyright - газета онлайн "фонд стратегической культуры" - www.fondsk.ru
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IRÃ - EUA PERDERAM O QUE NUNCA TIVERAM: "HONRA" - JAMAIS CEDEREMOS ÀS CHANTAGENS DOS JUDEUS SIONISTAS


Khamenei: "O Irã nunca cede a ameaças. Os EUA perderam a honra" 
Khamenei:

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Guia Supremo da República Islâmica do Irã, Aiatolá Sayed Ali Khamenei

Nesse discurso, Sayed Ali Khamenei relembra as razões da hostilidade dos judeus sionistas do ocidente contra o Irã, a saber, o fato de que o Irã é potência independente e anti-imperialista, que soube resistir a todas as tentativas de desestabilização orquestradas do exterior ao Irã. Como para a reaproximação com Cuba, trata-se de os JUDEUS SIONISTAS DOS EUA reconhecerem o fracasso de sua política de agressão total (econômica, militar, diplomática, mediática etc.) visando a impor uma 'mudança de regime' a nações cujos regimes gozam de amplo apoio popular. Sayed Khamenei denuncia as ameaças de ataque militar, como fanfarronices vãs, e lembra que, com a agressão norte-americana e saudita contra o Iêmen, os JUDEUS SIONISTAS DOS EUA tiraram a máscara e perderam toda a honra e a respeitabilidade que tivessem no Oriente Médio e no mundo.

Sua Eminência Aiatolá Sayed Ali Khamenei: [Excerto] "Há outro ponto que não tem relação com o sistema educacional, mas é umas das questões fundamentais do país. Esse ponto concerne ao modo como os inimigos comportam-se na relação com a República Islâmica.

Ao longo dos últimos 35 anos, a grandeza do movimento glorioso e nosso povo sempre atraiu a atenção de inimigos. Muitas vezes mostraram vangloriaram-se exibindo a própria vaidade e suas fanfarronadas, e fizeram tudo o que puderam fazer contra nós. Mas de um modo ou de outro sempre manifestaram temor respeitoso pelo povo do Irã e pela República Islâmica. Consequentemente, temos de preservar tudo isso. O temor respeitoso - que é realidade, não é ilusão - tem de ser preservado. Somos grande país com mais de 70 milhões de habitantes, e temos passado cultural e histórico profundo e mais original que o passado cultural e histórico de muitos países do mundo. Somos povo corajoso e determinado. Somos povo que defendemos nossa identidade e nosso caráter nacional.

Exemplo disso se viu durante os oito anos da Sagrada Defesa [1980-1988, a "Guerra Imposta" por Saddam Hussein, insuflado pelos judeus sionistas contra o Irã]. Ao longo daqueles oito anos, todas as potências mundiais a leste e a oeste, bem como seus agentes e asseclas uniram forças para pôr de joelhos o povo iraniano, o que jamais conseguiram. O povo iraniano portanto não poderia expor-se aos olhos dos observadores mundiais em toda nossa grandeza e glória?

É claro que essa grandeza deve ser preservada. Os responsáveis políticos de diferentes países e os bem informados nos disseram - alguns disseram diretamente, outros não, mas falaram disso entre eles, e fomos informados - que se as sanções que nossos inimigos nos impuseram e as pressões que fizeram contra a República Islâmica, tivessem sido impostas e feitas contra qualquer outro país, ela teriam reduzido qualquer outro país a nada. Mas não fizeram tremer a República Islâmica. [Vozes da audiência: "Maior é Deus! Khomeini e Khamenei são nossos líderes!" "Morte aos Judeus Sionistas dos EUA! Morte ao Judaico Sionismo de Israel!"] Nós somos efetivamente uma grande potência. Não se trata de incidente de somenos; essa é uma realidade essencial.

Claro está que a propaganda mundial judaico sionista impõe sempre um manto, uma cortina, uma névoa para que os públicos não percebam corretamente as realidades. Enquanto isso, muita gente, pelo mundo e em numerosos países - sobretudo países próximos de nós - veem bem essas realidades. Todos os políticos pelo mundo veem essas realidades. Vocês não devem dar nenhuma atenção ao que dizem esses dirigentes nacionais, políticos e porta-vozes de diferentes países ocidentais e europeus, nos EUA e em outros pontos do mundo - que com frequência fazem declarações absurdas. Eles também conhecem a grandeza, a glória, a potência e a competência do povo iraniano, embora nada digam, pensando só nos seus próprios interesses.

Já várias vezes falei das negociações nucleares e de outras questões, e já comunicamos nossas exigências, mas todos - incluídos os responsáveis pela política exterior, outros responsáveis e as elites da sociedade - devem prestar atenção ao fato de que, se um povo não defende adequadamente a própria identidade e a própria grandeza ante potências estrangeiras, ele com certeza será rebaixado. Disso não há dúvidas. Temos de apreciar o valor de nosso caráter e de nossa identidade.

Os inimigos continuam a nos ameaçar. Ainda há poucos dias, dois judeus sionistas políticos norte-americanos fizeram ameaças militares. E as mesmas ameaças foram feitas por inúmeros outros políticos que não ocupam postos importantes e sensíveis. Não compreendo. O que significam as negociações, à sombra dessas ameaças? Querem que negociemos sob ameaça! É como se erguessem uma espada sobre nossas cabeças! 

Khamenei: O povo do Irã não é assim. O povo do Irã não admite negociar sob ameaças. Por que nos ameaçam? Por que dizem tais absurdos? Dizem que em tal e tal caso, podem atacar o Irã. Para começar, ao diabo as ameaças de vocês! [Vozes da audiência: "Maior é Deus! Khomeini e Khamenei são nossos líderes!" "Morte aos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA! Morte ao Judaico Sionismo de Israel!"]

Vocês não ousarão nos atacar. E, segundo, já disse àquela época ao antigo presidente dos EUA - naquela época, ele também fazia ameaças -, que o tempo dos ataques relâmpago (atacar e fugir) está acabado. Vocês já não podem supor que "Atacamos e fugimos correndo" [risos na plateia]. Já não existe esse tipo de coisa.  Vocês se afundarão e nós os rastrearemos e apanharemos. O povo do Irã nunca deixará escapar quem tente qualquer violência contra nós. Rastrearemos e apanharemos qualquer um que tente tal coisa contra nós.

Todos, todo o mundo - inclusive os negociadores - que prestem muita atenção a isso. Nossos negociadores devem manter atentamente em consideração as nossas linhas vermelhas e nossas principais e orientações. Sim, eles já fazem exatamente isso. Pela graça de Alá, continuarão a tomá-las em consideração e não violarão as linhas vermelhas.

Assim sendo, é absolutamente inaceitável que os judeus sionistas norte-americanos tanto ameacem. Por que ameaçam tanto? Essas negociações são tão necessárias para eles, quanto para nós. Sim, claro, queremos o fim das sanções, mas mesmo que não acabem, algum jeito sempre daremos para lidar com as dificuldades. Está provado! Já falei sobre essa questão [Khamenei, "Economia de Resistência"[1]], e felizmente, hoje, já vejo o que dizem os economistas e outros diferentes responsáveis e os que conhecem bem as questões econômicas do país. Eles dizem que não é verdade que os problemas econômicos do país sejam tributários das sanções, e que os problemas econômicos não possam ser resolvidos, se as sanções não forem levantadas.

Os problemas econômicos podem ser resolvidos com nossa própria determinação, nossa vontade, nossas ações e nossas medidas, haja ou não haja sanções. Claro que, se as sanções sumirem, será tudo mais fácil. Com as sanções aí, será um pouco mais difícil, mas é possível.


Essa é nossa perspectiva sobre o tema das negociações, mas o atual governo dos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA precisa realmente, e muito, dessas negociações.

Um dos pontos que os norte-americanos muito repetem é que teriam conseguido levar a República Islâmica à mesa de negociações e impor a ela uma ou outra coisa. Dizem, porque precisam disso. Se nossos adversários não precisassem dessas negociações mais do que nós precisamos - como é precisamente o caso -, no mínimo precisariam delas tanto quanto nós. Assim sendo, por que tantas ameaças?

Não concordo de modo algum com negociações conduzidas à sombra de ameaças. Nossos responsáveis podem ir e discutir. Podem negociar e chegar a um acordo. Tudo isso é aceitável - evidentemente, se e somente se forem observadas as principais linhas diretrizes -, mas em nenhum caso devem aceitar a coerção, a intimidação, a humilhação ou quaisquer ameaças.

Hoje, a reputação dos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA está arruinada em todo o mundo. A ação do governo saudita no Iêmen não pode ser justificada, de modo algum, por nenhuma lógica ou argumento. Se alguém manda aviões para outro país, perguntando "Por que querem vocês que cicrano ou beltrano governe? Por que uma pessoa, não outra?", e se a mesma pessoa decide agredir o povo, tomar por alvo peças de infraestrutura, cometer crimes, matar mulheres e crianças e incendiar as cidades... nada há que justifique esses atos. Não há. Mas os judeus sionistas norte-americanos apoiam esse grande crime e essa ação injustificável.

Pode haver desonra e vergonha maiores que essas? Hoje, os JUDEUS SIONISTAS DOS EUA não têm honra, não lhes sobre nenhuma dignidade aos olhos dos povos da região. Todo o mundo vê essa situação.

Os judeus sionistas norte-americanos dizem abertamente que fazem o que fazem e que não se sentem de modo algum envergonhados do que fazem. Na sequência, nos perguntam: "Por que vocês querem mandar ajuda [ao povo do Iêmen]?"

Gostaríamos de enviar uma ajuda farmacêutica, medicamentos para os feridos. Nunca quereríamos enviar armas, porque lá não há falta de armas. Todas as bases militares e forças armadas iemenitas estão em mãos das massas revolucionárias e do grupo "Ansarullah" [que os sunitas e a mídia-empresa judaico sionista ocidental chamam de "os houthis" (NTs)]. Esses iemenitas não precisam de nossas armas. 

Queríamos enviar-lhe medicamentos, mas os EUA impuseram sítio de medicamentos contra todo um povo. Os EUA lhes impuseram bloqueio de alimentos e energia e, na sequência, decidiram "Ninguém pode ajudá-los". 

Os judeus sionistas norte-americanos impediram até que o Crescente Vermelho levasse ajuda humanitária ao povo sacrificado do Iêmen. Os próprios judeus sionistas norte-americanos fornecem informação militar aos sauditas. Fornecem armas e recursos a eles e lhes garantem apoio político. Os EUA JUDAICO SIONISTA já não têm boa reputação, nem lhes resta qualquer honra, se é que algum dia tiveram.

A via que o grande povo do Irã escolheu é via razoável, sólida e promissora. Para grande desassossego dos inimigos, nossa via será produtiva e frutuosa e o povo do Irã conhecerá o sucesso. Então o inimigo verá que fracassou no intento de alcançar seus objetivos viciosos contra o povo do Irã.

Que a misericórdia de Deus esteja com nossos amados mártires, que sacrificaram a vida, e com nosso Imã magnânimo, Imã Khomeini, que nos abriu essa via. Que a misericórdia de Deus esteja com vocês, queridos irmãos e irmãs, crentes e entusiastas, que têm papel tão grande nesse palco.

Que a paz de Deus desça sobre vocês, com Sua misericórdia e Suas bênçãos. [fim do excerto] *****


* 12/3/2014, em audiência aos responsáveis econômicos do governo: "Economia de Resistência" não é 'austeridade'; ela se serve, isso sim, de políticas que assegurarão o conforto e a prosperidade da sociedade (...) São políticas que representam uma solução dinâmica e de longo prazo para a economia do país, uma vez que realizam os objetivos econômicos da Ordem da República Islâmica." Na verdade, a aplicação da política da Economia da Resistência é uma variante da gestão do consumo, centrada no reajustamento do modelo de consumo e na propagação da cultura da produção nacional, sempre insistindo num programa que visa a assegurar a promoção qualitativa e concorrencial da produção. Nesse sentido, a Economia de Resistência distingue-se da austeridade econômica, porque a Economia de Resistência não limita recursos, mas promove o uso qualificado, da melhor maneira possível, dos recursos existentes, acompanhando um programa-calendário. Enquanto nos programas da chamada 'austeridade' econômica, eles partem de recursos e em capitais limitados, o que obriga a cortar o orçamento público ou a reduzir o consumo para, com isso, enfrentar as limitações e dificuldades.

Ponto essencial a destacar na Economia de Resistência é que ela visa a apoiar a produção nacional e a trabalhar para ampliá-la, consideradas as capacidades econômicas do país. (...) Nesse sentido, os contornos da Economia de Resistência definem-se em diferentes eixos: encorajar os investimentos, no plano das exportações, na planificação de uma economia nacional apropriada às exigências da exportação, constituição de novos mercados, diversificação de laços econômicos com diferentes países, sobretudo com os países da região (...). Essas são medidas que se encontram, na perspectiva da Economia de Resistência, nos antípodas da economia dependente e de consumo, necessitando, não só um movimento dinâmico, mas também reformas na estrutura econômica com vistas ao futuro"
 (12/3/2014, Ali Khamenei, Quels sont les objectifs de l'économie de Résistance?, excerto aqui traduzido) [NTs]. 


(2)
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henry 6 horas atrás
Não há como existir sem a presença EUA!
Tudo está lá!
Nada vai mudar isso.
Tentativas podem até surgir, mas nada vai mudar a forma econômica existente.
Não tem volta!
Veja a situação da Europa, do Japão.
No caso, todos os países devem aceitar ter um inquilino indesejável.
Giullianni Salvatore 9 horas atrás
Americão apenas sabe fazer guerras, roubar, matar, espiar e fazer intriga, quando sobra um tempinho ai vai o governo americão plantar 95% do opio mundial.

http://br.sputniknews.com/mundo/20150529/1160508.html
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