segunda-feira, 27 de abril de 2015

GUERRA DOS DRONES - JUDEUS SIONISTAS DOS EUA, E ISRAEL MASSACRAM CIVIS E MAIORIA SÃO MULHERES E CRIANÇAS - GENOCÍDIO CONTRA A HUMANIDADE

Guerra dos Drones: aviões não tripulados massacram civis em zonas de falso conflito


--...O povo americano e europeu é quem banca estas falsas guerras, por isso o "OCIDENTE" está quebrado, só os EUA acumula uma dívida de impagáveis 30 trilhões de dólares e a EUROPA outro tanto, mas como se o rendimento das falsas guerras é mil vezes maior que as despesas? - Aí tem um detalhe importante -- Os JUDEUS ficam com os lucros!...-- 

 Pelo menos 2,2 mil pessoas já morreram só no Paquistão; Anistia Internacional classifica operações como crimes de guerra

Ameaça a civis nos céus do Paquistão: critério para ataque dos drones americanos é "aparência suspeita" 

Um ano atrás, na tarde de 24 de outubro de 2012, Mamana Bibi colhia quiabos na propriedade de sua família, localizada no vilarejo de Ghundi Kala, norte do Paquistão – a senhora de 68 anos pretendia cozinhá-los no jantar daquela noite. Estava acompanhada por quatro de seus netos, crianças que ajudavam a avó na colheita. No céu, veículos aéreos não tripulados (drones) dos Estados Unidos faziam manobras.
Todos estavam acostumados com aquilo – diariamente as aeronaves sobrevoam o Waziristão, área que faz fronteira com o Afeganistão e se insere numa região controlada por tribos. O motivo das rondas é o fato de o território montanhoso e inóspito abrigar membros do Talibã e da Al-Qaeda(MENTIRA ESFARRAPADA - POIS TANTO O "TALIBAN", QUANTO A "AL-QAEDA" SÃO GRUPOS DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS A SERVIÇO DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", ELES QUEREM MESMO É ATINGIR OS CIVIS)). Com frequência, são avistadas até formações de drones, patrulhando os céus em duplas ou trios. Mas, naquele dia, um deles disparou dois mísseis na direção dos civis. Um dos projéteis atingiu Mamana Bibi, que foi destroçada bem ali, diante dos olhos de seus familiares. “Antes eu não tinha medo dos drones. Mas agora, quando eles voam sobre a minha cabeça, eu me pergunto se vou ser a próxima”, diz Nabeela, 8 anos, uma das netas da vítima.
O filho Rafiqul Rehman e a neta Nabeela ainda esperam justiça pela morte de Manana Bibi (Foto: Anistia Internacional/Divulgação)
O uso de drones em operações militares do governo judaico sionista americano tem se tornado cada vez mais frequente também em países como Iêmen e Somália. No caso do Paquistão, estima-se que, de 2004 a 2013, 330 ataques tenham sido realizados no território, resultando num total de 2,2 mil vítimas. Destas, 600 seriam civis, dentre os quais haveria 200 crianças, segundo dados coletados pela Anistia Internacional junto ao governo paquistanês.
A organização não governamental de defesa aos direitos humanos publicou um relatório sobre a questão e lançou uma campanha por maiores esclarecimentos sobre as operações. “Não somos contrários ao uso, se ele for feito de maneira legítima e seguir as normas internacionais”, explica Maurício Santoro, assessor de direitos humanos da ONG. No entanto, da forma como vem sendo praticado, o ataque por drones fere os tratados internacionais, podendo ser enquadrado como assassinato extrajudicial e crime de guerra. Três aspectos são especialmente preocupantes nessas investidas: elas não distinguem militares de civis; aplicam arbitrariamente a pena de morte; e permitem a intervenção militar em territórios contra os quais não se está em guerra declarada.
Uma das maiores críticas levantadas pela Anistia Internacional é a falta de transparência por parte de ambos os governos no trato da questão. Oficialmente, os Judeus Sionistas dos Estados Unidos não divulgam nenhuma informação a respeito e declaram que nenhum civil foi morto, apesar de evidências concretas provarem o contrário. “A posição do governo judaico sionista americano tem sido frustrante. São considerados combatentes todos os homens em idade militar da zona rural do Paquistão, desde adolescentes até idosos”, aponta Santoro. “As operações são obscuras e o arcabouço legal é controverso”, alerta.
O estado paquistanês, aliado dos Judeus Sionistas dos Estados Unidos, também não tem intervindo satisfatoriamente em favor de seus cidadãos. Em situação diplomática desfavorável, qualquer atitude extremada certamente provocaria atritos com o governo americano. Segundo Santoro, os funcionários públicos locais chegaram a contribuir com o relatório da Anistia, mas apenas de forma oral, sem deixar nenhuma evidência escrita. “Empregados de ambos os governos procuram testemunhas e as intimidam, pressionam para que não façam denúncias às instituições internacionais. Pedem para esquecer o que viram e chegam a oferecer dinheiro”, acusa o assessor.
Manana Bibi (canto superior direito), morta por um drone enquanto colhia vegetais (Foto: Anistia Internacional/Divulgação)
Os drones começaram a ser usados no Paquistão ainda em 2004, durante o governo Judaico Sionista de Bush, quando realizavam incursões mais pontuais, eliminando apenas alvos inimigos estratégicos. A administração Judaico Sionista de Obama optou por expandir consideravelmente a estratégia ao anunciar a retirada das tropas americanas do Iraque e do Afeganistão. Controladas à distância, normalmente de bases militares afegãs ou no oceano Índico, as aeronaves são uma opção barata para o exército se manter presente em regiões que permanecem instáveis.
As mortes de civis podem ser atribuídas principalmente a uma tática que passou a ser adotada também durante o governo Judaico Sionista de Obama, chamada de “signature strikes”. Os veículos aéreos não mais executam alvos específicos, mas ganham a liberdade de atacar qualquer grupo que apresente um comportamento considerado suspeito. No caso da idosa Mamana Bibi, um líder talibã supostamente havia sido avistado na região poucas horas antes do bombardeio (MENTIRA ESFARRAPADA - POIS TANTO O "TALIBAN", QUANTO A "AL-QAEDA" SÃO GRUPOS DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS A SERVIÇO DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", ELES QUEREM MESMO É ATINGIR OS CIVIS) – o exército judaico sionista americano julgou que ele ainda estivesse lá. Para a Anistia Internacional, informações duvidosas ou errôneas são as principais responsáveis por ataques indevidos que acabam tirando a vida de civis.
O resultado para a população desta genocida e criminosa ameaça constante pairando pelos céus é um estado de medo e terror generalizados. Santoro chama a atenção para o fato de que a estratégia pode vir a alimentar os próprios grupos que ela visa combater. “Quando essas crianças chegarem à adolescência, o que vai impedir de olharem com simpatia para grupos extremistas?”, diz. O que o Sr Santoro não sabe, ou aparenta não saber, é que não existem grupos extremistas, o que existe apenas, é uma caça aos civis, porque os grupos falsamente citados como extremistas - "AL CHABBAB" - "AL QAEDA" - "TALIBAN" - "BOKO HARAM" - "NEO NAZISTAS" - "EI" - "ISIS" - "ESTADO ISLÂMICO", não passam de uma grande farsa, na realidade são "MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", são usados para mascarar intervenções e criando falsos conflitos ilegais para justificarem as guerras e roubarem as riquezas desses países, - PETRÓLEO da LÍBIA, NIGÉRIA, IRAQUE, VENEZUELA, IRÃ, ARGENTINA e BRASIL - DIAMANTES E OURO DA ÁFRICA - COCAINA DA COLÔMBIA(onde os Judeus apuram mais de 5 trilhões de dólares anuais) - HEROÍNA DO AFEGANISTÃO(onde os Judeus apuram mais de 15 trilhões de dólares anuais, pois são 150 bilhões de doses anuais) - PROSTITUTAS DA UCRÂNIA E DE OUTROS PAÍSES.
O povo americano e europeu é quem banca estas falsas guerras, por isso o "OCIDENTE" está quebrado, só os EUA acumula uma dívida de impagáveis 30 trilhões de dólares e a EUROPA outro tanto, mas como se o rendimento das guerras é mil vezes maior que as despesas? - Aí tem um detalhe importante -- Os JUDEUS ficam com os lucros e as despesas bilionárias em armamentos ficam para os idiotas "OCIDENTAIS"! 

IEMEN - SAUDITAS PRATICAM GENOCÍDIO A EXEMPLO DE ISRAEL NA PALESTINA


Fala Sayyed Abdel Malik al Houthi


 


Esse ataque visa mulheres e crianças. Os que apoiam esse assalto comportam-se como Israel, que festejou o ataque e abençoou o ataque. 

Os iemenitas não ameaçam nenhuma nação árabe ou muçulmana. Os sauditas, sim, ameaçam todos os outros. Os sauditas desprezam os iemenitas, olham com arrogância, para os iemenitas. Que tipo de legitimidade teria esse ataque?

Os sauditas não têm direito algum de impor ao Iêmen o desejo deles. 


Revolução queria dialogar para o bem de todos. Mas o outro lado só queria adiar e deixar passar o tempo, porque já haviam resolvido que fariam guerra. 

A Revolução estendeu a mão a todos, mas o outro lado só queria criar o vácuo, para facilitar o ataque que estava sendo planejado.

Os sauditas querem que a al-Qa'eda(MERCENÁRIOS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL) controle o Iêmen.

Os sauditas querem criar conflito com o sul. Quem permitiu que a al-Qa'eda
(MERCENÁRIOS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL) contolasse al-Mukalla? Estamos unidos aos iemenitas do sul, e deixaremos que assumam a liderança e nos alinharemos ao lado deles, para combatermos juntos contra a al-Qa'eda e qualquer outro assaltante.

Os sauditas querem subjugar os iemenitas, porque são tiranos e querem nos ter sob custódia deles. Os sauditas não têm agenda própria, jamais tiveram agenda própria. Tudo que fazem é feito para beneficiar o Judaico Sionismo de Israel.

Querem que o Iêmen seja deixado à mercê da al-Qa'eda
(MERCENÁRIOS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL). Mansur Hadi rendeu-se completamente aos sauditas e mesmo essa rendição foi inútil, porque os sauditas continuaram com suas más intenções contra o Iêmen.

Ainda que o Iêmen se rendesse, nem isso mudaria a arrogância dos sauditas: as coisas até piorariam. Os sauditas põem todo o Iêmen sob a ameaça da al-Qa'eda
(MERCENÁRIOS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL).

O Irã não está no Iêmen, mas porque os sauditas não podem enfrentar o Irã, estão atacando o Iêmen.

O Irã sente-se responsável por outros países. Os iranianos têm dignidade. A posição da ONU nem chega a surpreender, porque o Conselho de Segurança da ONU jamais buscou qualquer justiça - e o exemplo claro é a Palestina. O ataque saudita ao Iêmen não tem qualquer legitimidade.

Os iemenitas têm a legitimidade do Corão: Deus conduzirá à vitória os que lutam porque são oprimidos.

Nós os iemenitas, nunca nos renderemos. Os que pensam que submeterão o Iêmen iludem-se: os iemenitas entregam-se a Deus e confiam em Deus; os sauditas entregam-se aos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA e confiam nos JUDEUS.

É direito dos iemenitas defender o Iêmen. O outro lado está comprando exércitos e pedindo ajuda a qualquer um para que o ajudem no assalto, e confiam nesses combatentes relutantes. No Iêmen, todos os iemenitas correm a lutar pela própria terra. 

Temos Deus que nos apoia, no Qual podemos confiar, e Deus é o melhor de todos os apoios.

Peço ao povo paciência e resistência, e Deus sempre está com os pacientes. Que nos unamos, todos como um só, sem considerar quaisquer diferenças. 

Os que dentre os iemenitas apoiam o ataque contra o Iêmen são traidores. Traidores sempre acabam derrotados.

Fortaleçamos o front interno, para não permitir qualquer interferência do inimigo, e permaneçamos em vigilância máxima.

Nós confiamos em Deus. O inimigo confia nos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA. Nós fomos vítimas da injustiça e daí vem nossa força. Nossa firmeza e nossa obediência a Deus são a nossa força.

Que Deus tenha piedade de nossos mártires e de nossos feridos. 
[Fim do discurso de Sayyed Abdel Malik al Houthi]
20/4/2015, excertos traduzido ao ing. e distribuído por Daniel Mabsut, 
http://www.whatsupic.com/news-politics-world/1429525493.html








quinta-feira, 23 de abril de 2015

IMIGRANTES NAUFRAGAM NO MEDITERRÂNEO EM BUSCA DO NAUFRAGADO ELDORADO DA EUROPA


Os naufrágios no Mediterrâneo e da "UE"

O modelo socio-economico imposto pelo judaico sionismo, conduz a que se vulgarizem os afogamentos no Mediterrâneo é o mesmo que afunda os povos em dívida, para safar os bancos judaico sionistas na Europa, com destaque para a Grécia e Portugal.

 

1 - Um caso particular de Cinismo e propaganda.


A reunião dos ministros das polícias e dos negócios estrangeiros da UE evidencia tratar-se APENAS de um problema de concertação internacional na área da segurança. É uma clara demonstração de que não querem ver o problema real das desigualdades no Mediterrâneo[1].
Colocar o problema dos meios de salvamento, que é preciso ajudar Malta e Itália é uma abordagem curta, miserável. Revela que os cérebros da UE, todos juntos, apenas irão tentar apaziguar o coro do horror, antes de voltarem ao que lhes é importante - o sistema financeiro - as dívidas soberanas - a austeridade - a competitividade. Focar a questão nos meios é querer colocar a solução do problema em termos economicistas, de investimento em salvadegos e boias.

Os noticiários dão a voz aos judeus sionistas Machete e a Rangel, ambos advogados de negócios que choram lágrimas de crocodilo sobre a necessidade de atuar. Mais parecem curandeiros propondo missas ou comprimidos de farinha para as dores desse câncer que é o sistema político, social e económico global.

Por vezes o cinismo pode ser risível; só pode produzir gargalhadas ao ouvir Paulo Portas acusar… as mafias.

Esta emigração clandestina, perigosa e mesmo mortal interessa ao capital judaico sionista e mafioso global – os organizadores locais em África, os transportadores, os acolhedores na Europa e os utilizadores finais da mercadoria transportada, na mesma Europa. Com essa emigração pretende-se alimentar bolsas de trabalho informal, mal pago e sem direitos - muito menos dos que ainda vão existindo para os nativos europeus - perseguidos, sem papéis e sem abrigo, proibidos do sono ao relento por obstáculos colocados por edilidades e polícias. Para além dessa situação que encontram no malfadado eldorado europeu, sofrem ainda o anátema de terem a pele mais ou menos escura e serem muçulmanos.

As redes judaico sionistas mafiosas cobram mais de 1000 euros pelo seu “trabalho” e ainda direitos de pernada sobre mulheres e de porrada sobre os homens que se aventuram a chegar à Europa. As redes judaico sionistas mafiosas fornecem a preciosa liquidez aos bancos numa ajuda fraterna ao BCE e ao plano Draghi, fornecem trabalho escravo à agricultura ibérica[2], carne fresca aos industriais judaico sionistas da prostituição nas cidades europeias; e armas para as guerras que garantem o fornecimento de novos fugitivos.

Os que se afogam no Mediterrâneo poderiam ser forçados a acampar nos centros de refugiados à espera de repatriamento (ou de fuga); os que se afogam em Calais falharam no desejo de se atarem sob caminhões com destino a Inglaterra; outros sofrem sevícias sob as patas dos judeus sionistas gregos. Todos são somente danos colaterais do capitalismo judaico sionista ou gente com insuficiente formação em empreendedorismo. Culpados.

Essa emigração gera pressão para o rebaixamento de salários, das condições laborais e de vida dos europeus e é uma peça na lógica religiosa da competitividade e do mercado.
Mas é preciso ir mais fundo e mais longe. Não chega repisar o salmo tautológico de que a Europa não tem capacidade para sorver todos os africanos e asiáticos que a procuram. A Europa aceita uma torneira a pingar mas não a jorrar, o problema é quantitativo, uma vez mais. Um desajustamento entre a oferta e a procura.

2 – A África começou mal e muito mal continua

“A Africa começa mal” é o título de um livro de René Dumont editado nos anos 60/70. Os males de África começaram no século XVI quando os europeus vendiam armas e álcool para os chefes africanos caçaram outros africanos para venda a negreiros. Foi o primeiro modelo empobrecedor que os europeus venderam em África. Três séculos depois, as potências europeias retalharam a África a seu gosto e na ignorância da realidade. Criaram as monoculturas para se servirem – algodão, cacau, café – e descobriram minérios, despejando africanos a toque de chicote, em minas e plantações.

Seguiu-se o neocolonialismo e o acentuar da integração no “mercado” global das suas riquezas, agora em parceria com as elites corruptas adestradas nas metrópoles ou criadas pela luta armada, todos descobrindo as vantagens de ter pele negra e usar máscara branca[3], para usufruírem as migalhas do capital, tornando-se eles próprios capitalistas (o eng. Eduardo dos Santos) ou meros acumuladores de dinheiro (o ex-sargento Mobutu).

Nesse contexto de monoculturas, expulsões de terras. desertificação, lutas tribais, genocídios e guerras, desastre ambiental e da construção de enormes e insalubres cidades, dominam os regimes corruptos apoiados pelo Judaico Sionismo do Ocidente (e mais recentemente também pela China).

A África tem sido palco das intervenções dos bombeiros da ONU, demasiadas vezes marcadas por violações e corrupção. Uma das suas instituições, o Banco Mundial, como agente das multinacionais judaico sionistas financia projetos que acentuam a integração subalterna da África no “mercado” global, com elevados custos para os africanos[4]

3 – No Médio Oriente, a riqueza petrolífera é uma maldição

No Médio Oriente, o Império Otomano desmantelado, foi dividido entre ingleses e franceses, com alguns regimes vassalos formalmente independentes – a Pérsia, a Arábia Saudita e a Jordânia, atribuídas as últimas a chefes tribais amigos. Com o Suez, o petróleo e depois o gás como elementos estratégicos, os Impérios Europeus cederam o lugar à hegemonia judaico sionista norte-americana, semeando previamente a inimizade turco-síria a propósito do sandjak de Alexandretta, a entidade genocida judaico sionista israelita em terras palestinianas e pequenos territórios entregues a dinastias de emires, sheiks ou sultões.

Guerras e invasões, quase sempre por procuração ou sopradas pelas potências em disputa por hidrocarbonetos e suas rotas, foram-se sucedendo com ondas de refugiados circulando em toda aquela vasta área, acumulando-se ora aqui, ora ali, com falsos apoios humanitários da ONU ou, provenientes da UE, de consciência pesada. Chegou-se, primeiro, aos talibans(MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL) ou à al-Qaeda(MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL e, mais recentemente, ao Estado Islâmico(MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, como procuradores dos interesses estratégicos dos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA e ISRAEL, tornados a única potência com capacidade de intervenção global, mais empenhados em dificultar os regimes laicos, iraquiano ou sírio, do que em remover o fanatismo wahabita e aqueles que por este são financiados.

Na presença de economias inviabilizadas pelas guerras ou pelo despotismo extractivista surgem como cogumelos muitos milhares de refugiados, fugidos da barbaridade demente do Estado Islâmico (MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL), da repressão e da pobreza. Uma das vias de emigração é a servidão e a exclusão nas monarquias do Golfo; a outra é a servidão e os riscos de chegar à Europa que, no seio de tanta desgraça, é aceita como um falso eldorado.

4 - O policiamento de proximidade no Mediterrâneo

De algum modo, os ocidentais têm procurado alçar peneiras para que o sol fique menos forte; o problema é quando as peneiras derretem.

De há uns anos, o Africom, comando estratégico dos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA com sede em Estugarda (!) tem comprado generais, colocado armas e instrutores militares em África, numa tentativa de criar uma força local capaz de combater revoltas e grupos de desperados, e de manter a falsa pax americana e o funcionamento do mercado. Em casos menos graves (Mali, República Centro Africana) os Judeus Sionistas do  Pentágono deixam a reinstalação da “lei e da ordem” aos irmãos Judeus Sionistas - Sarkozy/Hollande, que gostam de apresentar a França como grande potência e convencerem-se de que mandam no seu antigo quintal africano. Nos casos mais graves, são os Judeus Sionistas do Pentágono que surge diretamente, como na Líbia, a monitorar os seus aliados locais (na típica e poética ignorância portuguesa sobre a política além de Badajoz, houve quem os tomasse como protagonistas da … Primavera Árabe) e as aviações francesa e italiana. Em outras situações (Boko Haram- MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL) pairam para ver os morticínios à distância até porque os nigerianos são muitos, são 172 Milhões.

Como é evidente, de toda a África Ocidental, ocorre gente fugida das guerras, do banditismo, da seca e da pobreza com destino à Europa. Uns embarcam na Mauritânia, outros atravessam o deserto de caminhão e tentam entrar em Ceuta ou Melilla, acampando junto das redes de separação e outros ainda, procuram alcançar praias líbias ou tunisinas, almejando chegar sãos e salvos a Itália.

Para este efeito, a UE criou em 2004 o Frontex, cujo nome pretende abreviar a peregrina designação de “Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia”.  Tem acordos de cooperação com muitos países do Leste europeu e dos Balcãs sendo a Nigéria e Cabo Verde os únicos africanos e a Turquia o solitário representante da Ásia Ocidental. Estão em negociações (abril/2013[5]), acordos com a Líbia, Marrocos, Senegal, Mauritânia, Egito, Brasil e Tunísia.

Como se percebe, o Frontex apenas pode contar com o controle das praias da margem norte do Mediterrâneo. Pela sua dimensão, este território tem todas as condições para ser um verdadeiro passador como resultado da conjugação da rotina das guardas costeiras e fronteiriças europeias, com a habilidade dos passadores que não querem perder o negócio e o desespero dos pobres para entrarem na Europa. Em 2012 havia na Grécia 1.5 M de migrantes dos quais 600000 sem papéis[6], o que denota as facilidades conseguidas pelos barcos carregados de pessoas, no labirinto das ilhas gregas; para desespero de nazis e xenófobos gregos.

No caso da Somália criaram-se há poucos anos patrulhas de navios de guerra ocidentais (incluindo portugueses) para garantir a segurança no Bab el Mandeb em luta heroica contra barcos de borracha de somalis dispostos a fazer a vida cara aos saqueadores das suas águas ricas em peixe. 

A Somália só constituiu alguma unidade como estado-nação com o ditador Siad Barre voltando depois à sua situação ancestral de clans nómadas e rivais que nunca precisaram de um Estado, para grande arrelia das teologias ocidentais, para as quais ou há Estado ou barbárie… embora quase sempre os dois constituam um casamento feliz. Nos anos 90, os marines do Pentágono desembarcaram na costa somali, com cobertura televisiva em direto, para que o povo visse a bravura dos seus rapazes. Pouco depois havia soldados norte-americanos mortos arrastados como troféus de caça em Mogadiscio e então o Pentágono decidiu enviar para lá soldados etíopes, esquecendo ou ignorando que entre somalis e etíopes há rivalidades ancestrais que se prendem com as pastagens no Ogaden. Como o resultado foi decepcionante o Pentágono lembrou-se dos vizinhos da Somália a sul, os quenianos, que responderam à chamada para manter a ordem no país, com tão maus resultados que não conseguem destruir o al-Shabab - MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL (entretanto integrado na constelação Estado Islâmico) nem evitar o massacre na universidade de Garissa, dentro do próprio Quénia.

Neste contexto, há um nutrido fluxo de gente que foge sobretudo da miséria, da Etiópia, da Eritreia e das regiões somalis, em direção à Líbia para saltarem depois para Itália, como potenciais abastecedores da Europa em servos ou prostitutas.

A Operação Active Endeavour foi definida no âmbito da NATO, depois de 11/9/2001 para exercer funções contra o terrorismo, de acordo com a doutrina Bush de que “quem não está conosco, está com os terroristas”, a que se uniram outros países por razões oportunistas (Israel, como suporte anti-árabe), a Rússia (então com a Chechénia em brasas). Como sempre acontece, com atividades de polícia há sempre objetivos colaterais e sujos – emigração “ilegal” - que se podem cumprir à sombra de um objetivo central e formal.

5 – Povos de todos os países, uni-vos!

A posição das classes políticas europeias, unânime, é a de verberarem contra os intermediários do tráfico de migrantes “ilegais”, a demência assassina do Boko Haram-MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL  e do Estado Islâmico-MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL . Essas pragas emanam de  um mundo criado pela Europa dos mercados e dos burocratas, sem referências éticas nem solidárias, onde vale apenas a produtividade, a competitividade, o consumo inveterado e a precariedade na vida.

A demência e a barbaridade observadas a Sul não constituirão a imagem refletida da barbaridade e da demência do BCE, do FMI, da Comissão Europeia e de toda a classe política europeia que giram como satélites do sistema financeiro JUDAICO SIONISTA?

O modelo socio-economico JUDAICO SIONISTA que conduz a que se vulgarizem os afogamentos no Mediterrâneo é o mesmo que afunda os povos em dívida, para safar os bancos JUDAICO SIONISTAS na Europa, com destaque para a Grécia e Portugal. Esse modelo chama-se e capitalismo que será palavra ausente no vocabulário dos ranchos folclóricos que se apresentarão para a outonal romaria eleitoral.

Este e outros textos em:



RÚSSIA - AUMEMTA PRESENÇA NA AMÉRICA LATINA - CANAL DA NICARÁGUA É EXEMPLO


Ajuda russa à Nicarágua é resposta à expansão da Otan, sugerem chineses


A cooperação com os países da América Latina é uma orientação proveitosa para a Rússia, que ganhará estratégica e economicamente se participar da segurança do novo canal interoceânico da Nicarágua, garantem os analistas do Instituto de Estudos Internacionais da China.

"Fatores econômicos desempenham o seu papel, mas a questão da segurança é mais importante. Do ponto de vista geopolítico, o aumento da presença militar dos EUA junto às fronteiras da Rússia obriga o país a reforçar sua influência na América Latina", diz o secretário-geral do Centro de Pesquisa da Organização para Cooperação de Xangai, Chen Jurong.
Segundo ele, a proposta russa de reforçar a cooperação com os países latino-americanos é uma reação natural à expansão da presença da Otan no Leste Europeu, junto às fronteiras russas. "Desde os componentes de defesa antimíssil balística na Europa aos exercícios militares nos Países Bálticos, já que as ações da Otan estão dirigidas contra a Rússia", continua o analista.
Os trabalhos de construção do canal interoceânico na Nicarágua começaram em dezembro de 2014. O projeto, cujo custo é estimado em US$ 50 bilhões, tem como principal investidor a empresa chinesa HKND.
A nova hidrovia de ligação do oceano Atlântico ao Pacífico está prevista como alternativa ao Canal do Panamá, localizado a 600 quilômetros.
Publicado originalmente pela agência de notícias RIA Nóvosti
http://br.rbth.com/politica/2015/04/17/ajuda_russa_a_nicaragua_e_resposta_a_expansao_da_otan_sugerem
 





"FOLHA DE SÃO PAULO" PUBLICA MENTIRAS SOBRE A VENEZUELA - LIBERDADE DE EXPRESSÃO PARA DENEGRIR A IMAGEM DO PAIS VIZINHO


Mil mentiras sobre a Venezuela



Nesta quarta-feira, ao ler as matérias das editorias internacionais dos principais jornais do país, me deparei, na seção "mundo" da Folha de São Paulo, com uma notícia que trazia o seguinte título: "Projeto venezuelano prevê restringir eleição de deputados da oposição". Intrigado com a chamada, li o texto atentamente.

Por Juliano Medeiros*
Segundo a "reportagem" assinada por Samy Adghirni, correspondente da Folha em Caracas, "autoridades" venezuelanas planejam "redesenhar o mapa eleitoral às vésperas das eleições" para diminuir a representação de redutos da oposição ao presidente Nicolás Maduro. A afirmação é do jornal El Universal, opositor confesso do governo bolivariano.
Segundo a matéria, o projeto ainda precisaria ser "finalizado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE)" e aprovado pela Assembleia Nacional, "amplamente dominada por aliados do presidente socialista, Nicolás Maduro". A mesma matéria destaca que "críticos" afirmam que o CNE não é independente em relação ao Executivo e que planejaria alterar a proporção de deputados em cada uma das circunscrições eleitorais com vistas a beneficiar os deputados bolivarianos. Como exemplos a "reportagem" de El Universal reproduzida por seu homônimo brasileiro cita os distritos de Chacao e Aragua. O primeiro, majoritariamente composto por eleitores "opositores", teria suas vagas na Assembleia Nacional diminuídas, enquanto o segundo, composto por apoiadores do governo Maduro, teria suas cadeiras ampliadas no parlamento nacional venezuelano. No entanto, o texto não cita que informações atestem a veracidade da afirmação em relação aos dois distritos.
Intrigado com a matéria, consultei alguns amigos que conhecem bem as leis venezuelanas. Descobri, em primeiro lugar, que não há nenhum projeto em discussão sobre as leis eleitorais na Venezuela! Existe, isso sim, o código eleitoral venezuelano. Esse código dá conta de que é necessário realizar ajustes na representatividade de cada distrito de tempos em tempos, com vistas a equilibrar o número de habitantes às vagas disponíveis na Assembleia Nacional. No entanto, não há qualquer "autoridade" discutindo ou "planejando" nada nesse sentido. Ou seja, as informações publicadas por El Universal e reproduzidas pela Folha não passam da mais pura especulação! Ademais, descobri que não é obrigação da Assembleia Nacional definir as circunscrições eleitorais. Essa é uma atribuição exclusiva do CNE, razão pela qual, pouco importa se a Assembleia Nacional é "amplamente dominada por aliados do presidente Maduro", porque não é ela que aprova temas dessa natureza!
A Constituição da Venezuela, em seu Título V, capítulo I, afirma que "em cada Estado e no Distrito Capital, se elegerão três deputados ou deputadas à Assembleia Nacional, mais um número de deputados e deputadas igual ao resultado de dividir o número de sua população entre uma base de população igual a um ponto um por cento (1,1%) da população total do país". Ou seja, a divisão de vagas no parlamento é determinada constitucionalmente, assim como no Brasil. O que a oposição venezuelana tem tentado é alterar os prazos de realização do censo, com vistas a retardar a atualização da divisão das vagas entre os distritos conforme manda a Constituição da República Bolivariana da Venezuela e assim influenciar o resultado eleitoral.
Aliás, o Brasil enfrentou recentemente esse debate. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou as vagas correspondentes a cada estado na composição das 513 cadeiras que formam a Câmara dos Deputados.
Os parlamentares, rechaçando a prerrogativa do TSE de decidir sobre o tema, avocaram para si a decisão e impediram a atualização da relação entre vagas e habitantes, conforme manda a Constituição da República Federativa do Brasil. No entanto, não vi nenhuma reportagem afirmando que, por trás dessa medida, havia o interesse do Governo Federal (que então tinha maioria no Congresso Nacional) de alterar a correlação de forças no legislativo brasileiro...
Depois dessa pequena investigação, concluo que:
a) Não há qualquer "projeto venezuelano" em discussão, como afirma o título da matéria. O que pode haver é a atualização do quórum em cada distrito, como manda a lei eleitoral venezuelana, nada além disso;
b) Mesmo que haja, no âmbito do CNE, discussões que envolvam a obrigatória atualização das vagas destinadas a cada distrito na Assembleia Nacional, não há qualquer indício de que elas tenham como objetivo "restringir a eleição de deputados da oposição", como afirma a matéria;
c) Ainda que seja realizada a atualização exigida pela Constituição da Venezuela, ele não precisa ser aprovado pela Assembleia Nacional, "dominada pelos chavistas", como afirma o texto publicado como notícia.
Não posso deixar de referir-me, também, à menção que o texto faz em relação à posição de setores "críticos" que questionam a independência do CNE. O mesmo texto não faz qualquer referência ao reconhecimento internacional que esse órgão goza e à total transparência atestada por diversos organismos internacionais em inúmeros processos eleitorais por ele organizados. Fui observador internacional em processos eleitorais na Venezuela e atestei in loco a lisura do processo. Assim, quem são esses críticos? Quem representam? Onde estão? E os organismos que atestam a independência do CNE, o que dizem a respeito do tema? Por que não foram ouvidos por El Universal ou pela própria Folha?
Pelo que pude observar, Samy Adghirni não é um antichavista inveterado, à la Reinaldo Azevedo. Outros artigos atestam que o autor da "reportagem" é capaz de analisar de forma mais ou menos equilibrada a realidade venezuelana (embora fique patente seu desprezo pelo processo bolivariano). Porém, como pude atestar, a reportagem é de uma desonestidade atroz. Desonesta com os fatos, com a verdade, com a inteligência dos leitores. Nenhuma novidade em se tratando do jornal da família Frias.
Portanto, caro leitor, quando se deparar com uma "reportagem" reproduzida inadvertidamente por um jornalão brasileiro, assinada por um jornalista irresponsável ou preguiçoso, desconfie. Nem tudo - ou quase nada - o que se diz sobre a Venezuela no Brasil é verdade.
* Juliano Medeiros é historiador e membro da Executiva Nacional do PSOL.
 




terça-feira, 21 de abril de 2015

PROPAGANDA ENGANOSA DOS JUDEUS É TÃO FORTE QUE LEVA OS LEIGOS A DEFENDER A PRÓPRIA DESTRUIÇÃO - SE A DILMA NÃO CONSEGUE REGULAR A MÍDIA DOS JUDEUS QUE RENUNCIE ANTES QUE SEJA DERRUBADA POR ELA


A batalha da comunicação e as perspectivas para o segundo mandato, 

SE A DILMA NÃO CONSEGUE REGULAR A MÍDIA DOS JUDEUS QUE RENUNCIE ANTES QUE SEJA DERRUBADA POR ELA



"Aqui, a única possibilidade é o jornalismo impresso, que poderia e deveria ter sido impulsionado com força pela esquerda, a exemplo do que fez a esquerda na Grécia, que, em apenas um ano e meio, fundou um Jornal Popular Cooperativo, que já se tornou, rapidamente, a publicação de maior circulação em Atenas. (...)
O projeto liderado por Lula e Dilma teve 56 milhões de votos, o PT tem aproximadamente 2 milhões de filiados, como, então não se poderia fazer um jornal sustentável com 1 milhão de exemplares?! A Folha Universal do Reino de Deus tem tiragem de aproximadamente 2 milhões de exemplares. 
O que houve foi ilusão de que a mídia-empresa judaico sionista (OS JUDEUS DONOS DESTA INFAME MÍDIA SÃO VISCERALMENTE CONTRA "LULA", "DILMA" e o "PT") daria espaço para a esquerda.
(...) Claro que quem consegue eleger o presidente da República por 4 vezes seguidas, tem condições de montar o maior jornal de circulação nacional!" (SERIA COMBATER FOGO COM FOGO, OU SEJA, MÍDIA DA VERDADE CONTRA MÍDIA DA MENTIRA E SEGURAMENTE A ESQUERDA LEVARIA VANTAGEM).
A renovação ocorrida no Ministério das Comunicações e na Secretaria de Comunicação da Presidência abre a possibilidade de uma discussão sobre mudanças na política governamental que visem a fortalecer o debate plural na sociedade. O tema é urgente, dada a ofensiva da grande mídia-empresa judaico sionista que impõe sua agenda e quer garantia de que as verbas publicitárias estatais serão somente dela, ad infinitum.

Para abordar com propriedade esse debate o Blog dos Desenvolvimentistas entrevistou Beto Almeida, jornalista e conselheiro da rede de TV multiestatal Telesur. Beto constata um ambiente desfavorável para regulamentação entre os parlamentares. Indica medidas executivas, que independem dos congressistas, com potencial de democratizar a imprensa e questiona arduamente qual a razão do PT não possuir um jornal de massas.


Confira a íntegra:

O atual ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, assumiu a pasta com o entusiasmo dos movimentos sociais. Até agora sua gestão correspondeu as expectativas? Qual é a linha de atuação do ministro?

Beto Almeida: 
O entusiasmo do Ministro Berzoini com a regulamentação democrática da mídia não significa que ele tenha condições de alterar a situação adversa que está instalada no Congresso. O ex-ministro, Paulo Bernardo ("Cavalo de Troia Sionista", ou seja um verdadeiro X9 trabalhando contra o governo), além de ter engavetado as Teses da Confecon, chegou a afirmar que os petistas queriam censura, por pretenderem a regulamentação midiática, além de ter ido ao Congresso da ABERT para defender, entre outras coisas, a flexibilização da Voz do Brasil, causa preciosa para a patronal midigotica. Seguramente, Berzoini vai trabalhar noutra direção, além de voltar a dar prioridade à Telebrás como empresa pública e à expansão da banda larga via presença da estatal, o que o ministro anterior, por razões óbvias, desprezou.

Creio que o Ministro Berzoini, muito embora não possa alterar o travamento da democratização da mídia no Congresso, tem muito o que fazer de modo operativo. Pode alterar, via portaria, sem depender do Congresso portanto, os critérios para a distribuição da publicidade institucional, deixando de discriminar a comunicação comunitária, universitária e educativa. Pode, ademais, acelerar o processo de implantação da TV digital em sinal aberto, incluindo TV's comunitárias e universitárias. Isso é concreto, não passa pelo Congresso, está no plano de decisão do Executivo. Pode, além disso, assumir posição clara em defesa da Voz do Brasil, noticiário radiofônico efetivo, amplo, plural, democrático, que, na prática, é uma regulamentação midiática em favor da diversidade informativa. E utilizá-la, dentro da lei, de modo mais adequado para informar sobre aquilo que diz respeito à vida dos cidadãos, pois é um noticiário de estupenda capacidade de comunicação popular!


Quais as principais propostas dos movimentos ligados a Comunicação Social? Que críticas fazem em relação ao atual modelo de imprensa?
Beto Almeida: 
Os movimentos sociais criticam, corretamente, a postura fascistóide dos meios de comunicação comerciais judaico sionista. Entretanto, por não ter sido construída nos 12 anos uma correlação de forças em favor da democratização da mídia, por ausência de iniciativas tanto do governo como do PT, os movimentos sociais não podem apenas apostar todas as fichas na Lei da Regulamentação da Comunicação, pois o Congresso é, atualmente, largamente desfavorável. Há apenas um efeito pedagógico, mas de concreto, não se avança. Para se ter uma ideia: até mesmo segmentos das esquerdas abraçaram a tese da flexibilização da Voz do Brasil proposta pela Abert(DIRIGIDA POR JUDEUS SIONISTAS).

As críticas são justas, pela concentração, pelo elitismo, pelo antinacionalismo, pelo seu caráter antipatriótico, alienante, consumista, aberrante, embrutecedor do judaico sionismo etc. Mas, não há até o momento uma consciência clara de que as esquerdas podem e devem fortalecer as TV's e rádios comunitárias. Há exemplos importantes neste sentido, mas, a esquerda e o movimento sindical podem ocupar e fortalecer muito mais as TVs comunitárias, chegando a milhares e milhares de brasileiros com suas mensagens.

Porque a imprensa-empresa judaico sionista praticamente opera numa só direção? Qual a origem desse discurso único?
Beto Almeida: 
Há algo intocável nesta história: a luta de classes! Muitos setores de esquerda se iludiram pensando que já não existiria a luta de classes. Deixaram, com isto, de aproveitar oportunidades políticas para construir uma mídia própria, acreditando que, quando necessário, conseguiriam espaços cedidos pela mídia-empresa judaico sionista. Eis que esta mídia cada dia é mais fascistizante, mais raivosa contra a democracia, contra os partidos de esquerda, os sindicatos. A origem deste discurso é que quando a burguesia judaico sionista percebe que não pode mais deixar governos populares governando, ela adota o discurso do golpe (EXEMPLOS NÃO FALTAM - É SÓ VERIFICAR A ATUAÇÃO DA MÍDIA EMPRESA JUDAICO SIONISTA, CONTRA A BOLÍVIA, EQUADOR, CUBA, NICARÁGUA, ARGENTINA, VENEZUELA, NIGÉRIA, HONDURAS, GUATEMALA, UCRÂNIA, GRÉCIA, SÍRIA, IEMEN, IRÃ E RÚSSIA - NÃO HÁ NADA DIFERENTE DO QUE ACONTECE NO BRASIL). 
Isso é uma falsa luta de classes, é a luta  pela preponderância do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL"
Não há nenhuma chance de esta mídia-empresa judaico sionista tornar-se plural, democrática, diversificada.

Por não saber disso ( POIS QUEM NÃO ENTENDE DE POLÍTICA EXTERNA - JAMAIS ENTENDERÁ A POLÍTICA INTERNA), e acreditar que alguma empresa-mídia judaico sionista algum dia cederá parte de seus lucros para democratizar-se, a esquerda brasileira é profeticamente ignorante e hoje está desarmada de mídia própria e pela absoluta ignorância do que acontece no mundo, sob um dilúvio tremendo de propaganda enganosa, mentiras e ataques, e não tem sequer um panfletinho para responder. Esse tipo de ignorância ilusionista sempre custa muito caro, ao longo da história, facilmente verificável no CHILE, PARAGUAI, HONDURAS, COLÔMBIA, PERU, EGITO, LÍBIA, IRAQUE, AFEGANISTÃO, IRLANDA, ESPANHA, GRÉCIA, PORTUGAL, ITÁLIA, FRANÇA, REINO UNIDO, ROMÊNIA, POLÔNIA, UCRÂNIA E ESTADOS UNIDOS, onde a propaganda enganosa da mídia judaico sionista é tão forte e loquaz, que, leva as populações destes dominados países a defender a sua própria destruição!
Porque o governo é tão imóvel quanto às medidas que democratizam a imprensa? Como explicar essa paralisia?

Beto Almeida: Medo. Combinado, agora, com falta de maioria parlamentar para mudar a Constituição. Mas, há iniciativas que não requerem mudanças constitucionais. Democratizem a distribuição da publicidade institucional alcançando também as mídias comunitárias, universitárias, sindicais, populares. Parem de reprimir o movimento de rádios comunitárias, pois no governo Lula houve uma onda de repressão, apreensão e destruição de equipamentos de rádios comunitárias, o que não está previsto na lei, que prevê apenas a interdição dos equipamentos. O governo deve indenizar o movimento de rádios comunitárias por estes atos ilegais e dar mais valor a quem defende sua pátria e soberania, que é tão importante e valiosa quanto a liberdade e a democracia.

Que medidas práticas e concretas desejáveis dependem somente de Berzoini para implementação?

Beto Almeida: 
Reforçando o já proposto. Por meio de portaria o governo pode fortalecer outros segmentos de mídia que, até hoje, estiveram preteridos na distribuição de publicidade institucional. Enquanto a Revista Veja já chegou a receber, numa única edição, 14 páginas de propaganda da Petrobrás, alvo predileto de seus ataques, as TVs comunitárias estão preteridas, discriminadas, ignoradas, não recebem sequer uma página de publicidade em 12 anos.

Quanto ao novo secretário de comunicação da presidência, Edinho Silva. Que esperar de sua gestão? Acredita que ele atenderá as reivindicações dos movimentos ligados a comunicação?

Beto Almeida: 
Creio que o discurso da presidenta Dilma sobre liberdade de expressão é uma rendição ante um monumental processo de descumprimento da legislação pelos detentores de concessões públicas de comunicação. Chegam a suspender a grade de programação para convocar manifestações que professam a derrubada injustificada do governo e, inclusive, um golpe militar! E estes concessionários seguem recebendo publicidade institucional. É um absurdo. Dilma nunca deu uma entrevista, uma, que fosse, a uma TV comunitária. Mas, sancionou lei que veda o acesso das TVs comunitárias à publicidade (UM VERDADEIRO TIRO NO PÉ, O GOVERNO FORNECE MUNIÇÃO À MÍDIA JUDAICO SIONISTA, PARA RECEBER UM VERDADEIRO BOMBARDEIO CONTRA SI MESMO). 

Como deve sobreviver este setor reconhecido legalmente pelo estado, mas preterido e discriminado por não ter o mesmo acesso à publicidade?

Como se dá atualmente o investimento das verbas publicitárias estatais? Quais são os critérios utilizados?

Beto Almeida: 
Os critérios devem ser pautados pela distribuição democrática, alcançando a todos os setores midiáticos envolvidos. Se apenas empresas já muito fortes recebem a maior fatia da verba publicitária, isto significará concentração, o que implica uma espécie de cartelização e até mesmo prática de oligopólio e monopólio, proibidos por lei. 

No que consiste a regulamentação da mídia? Na sua opinião, em que sentido deveria se dar essa proposta?

Beto Almeida: 
Consiste em democratizar o uso do espaço público radioelétrico, impedindo que seja privatizado por grupos poderosos e oligopólios. Na Venezuela, na Argentina, no Equador, na Bolívia, o espectro eletromagnético é distribuído entre 3 modalidades de organização midiática. Um terço para o Estado, um terço para os empresários e um terço para os setores sociais e comunitários. Isso sim é democracia e pluralidade, como reza a Constituição Brasileira, também. Aqui no Brasil, em 12 anos de governo com o PT à frente, apenas uma concessão de TV, a da TVT, foi efetivada de fato. Aqui, a única possibilidade é o jornalismo impresso, que poderia e deveria ter sido impulsionado com força pela esquerda, a exemplo do que fez a esquerda na Grécia, que, em apenas um ano e meio, fundou um Jornal Popular Cooperativo, que já se tornou, rapidamente, na publicação de maior circulação em Atenas. Exemplo a ser seguido. 

Aqui, o PT, sequer tem um jornal, uma mídia própria de massas. E quem consegue eleger o presidente da república por 4 vezes seguidas, tem condições de montar o maior jornal de circulação nacional! Hoje o PT está sendo esquartejado em praça pública, midiaticamente falando, e não tem sequer um jornal impresso de massas para se defender! É plenamente viável um jornal de ampla circulação, autossustentável, para defender, como linha editorial, a legalidade democrática e tudo o que foi conquistado nos últimos 12 anos. 

Esse projeto liderado por Lula e Dilma teve 56 milhões de votos, o PT tem aproximadamente 2 milhões de filiados, como, então não se pode fazer um jornal sustentável com 1 milhão de exemplares?! A Folha Universal do Reino de Deus tem tiragem de aproximadamente 2 milhões de exemplares. O que houve foi ilusão de que a mídia-empresa daria espaço para a esquerda, mas ela está pregando é o discurso golpista, aliás, como fez em 1954 e 1964.

Por que essa bandeira é tão pouco compreendida pela sociedade de forma geral? Como devemos agir pra que a mensagem chegue aos leigos?

Beto Almeida: 
Há uma deliberada confusão feita pelos magnatas da mídia, associando regulamentação a censura. Como não existe o contraditório, há apenas esta opinião circulando. Houve um tempo em que se dizia que cigarro não fazia mal, porque não havia o contraditório. Hoje, circulam amplamente informações sobre o malefício do cigarro. Mas, não se permite conhecer o modelo de mídia da Argentina, da Bolívia, onde comunidades indígenas acessam uma rede nacional de rádios indígenas. Regulamentação é como um sistema de sinais de trânsito. Ele organiza a circulação de veículos, parando o fluxo de uma avenida super movimentada, para que, periodicamente, também circulem os veículos das ruas de menor movimentação. Sem sinais de trânsito, tudo seria um caos, as avenidas de grande fluxo esmagariam as ruas de menor trânsito e haveria desordem, indisciplina, um caos. Na comunicação, também é necessário ter regras para que transitem pelo espaço eletromagnético todos os sinais representativos da pluralidade e da diversidade democrática da sociedade.

17/4/2015, Beto Almeida, entrevista a Rennan Martins, Vila Velha, Blog Desenvolvimentistas (dica de Francisco das Chagas Leite Filho)Com interpretações internacionais e adicionais de Mohamad Ali