sábado, 31 de janeiro de 2015

GRÉCIA TRAVA AS PRIVATIZAÇÕES E CONTRA AS SANÇÕES À RÚSSIA, MAIS UM PASSO PARA A RETIRADA DA ZONA DO EURO


Grécia aproxima-se da Rússia, no pós-eleições

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Na passada segunda-feira (26 de Janeiro), num restrito grupo de amigos e colegas, perguntaram-me a minha opinião sobre a pós-eleição na Grécia e os efeitos do Syriza no seio da União Europeia (UE). Como sabem que sou um crítico da UE e do Euro, enquanto ambos forem dominados e subjugados por um ou dois países europeus (Alemanha, principalmente, e França)...

Na altura disse - e mantenho - que ou a Europa compreende as eleições e os pontos de vista dos gregos, independentemente de todas as falcatruas feitas anteriormente por estes para entrarem no Euro - diga-se com o claro e interessado apoio da banca alemã e da Goldman Sach - ou os gregos provocarão a bancarrota do país com o necessário impacto e descrédito do Euro.
Ora isso só iria dar razão àqueles que afirmam que o Euro está sobre - demasiado - sobrevalorizado. Recordo as constantes dúvidas dos britânicos e do reconhecido especulador George Soros.
O Euro e o Banco Central Europeu (BCE) não têm a mesma capacidade que o FED norte-americano e o Bank of England nem a sua total independência face ao poder político. São estes dois que determinam a vida económica dos seus Estados/Países ao contrário do BCE que, na maior parte dos itens está subjugado às políticas de Berlim e de Frankfurt.
E na sequência desta minha visão - provavelmente catastrofista para alguns e infantil para outros - perguntaram-me no caso da tal bancarrota para onde os gregos se virariam. E aí afirmei e continuo a fazê-lo - as reações posteriores vêm confirmando a minha posição - que os gregos (e não seriam os primeiros a ameaçarem fazê-lo; já os cipriotas o tinham feito) voltar-se-iam para os russos e para a sua "ajuda desinteressada".
Achavam, os meus interlocutores, que isso era impossível até porque Moscovo vive numa incerteza económica muito forte e porque a Europa e os norte-americanos estão a "asfixiarem" a Rússia com sanções políticas e económicas, em grande parte devido à questão Ucrânia.
Talvez, mas...
Uma das primeiras medidas do novo premiê grego, Alexis Tsipras, foi, além de colocar em causa algumas das medidas da troika, como travar certas privatizações e repor o ordenado mínimo nacional, declarar-se contra as novas medidas sancionatórias contra a Rússia e ao povo russo.
Ou seja, ou a Europa se recorda que há umas dezenas de anos um país viu a sua dívida ser perdoada em 60% - com o apoio, e não foi pequeno, também dos gregos - e hoje é a maior potência económica da Europa, no caso, a Alemanha, ou Bruxelas, Paris e Berlim verão a União Europeia e o Euro estilhaçarem totalmente devido a uma "criancice" muito nacionalista só porque os eurocratas não compreendem os Povos nem as virtudes das suas dissemelhanças na unidade.
E a Rússia tornar-se-á no foco, indirecto, de uma nova crise política, de uma nova e quente Guerra-Fria, como vem denunciando, e com certa insistência nos últimos tempos, o senhor Mikhail Gorbachev.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A "3a.GUERRA MUNDIAL" E O DÓLAR JUDAICO SIONISTA - 3a. GUERRA MUNDIAL EM FERMENTAÇÃO PARA MANTER UMA MOEDA SEM LASTRO, SEM BEIRA E NEM EIRA


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A "3a.Guerra Mundial" e o Dólar Judaico Sionista.

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A 3a. guerra mundial em fermentação para manter um dólar sem lastro, sem  beira e sem eira, pois o "Dólar é simplesmente impresso sem a contrapartida do "Lastro", que deveria ser em "Ouro ou Serviços", e o pior, é impresso pelos "Judeus Sionistas" donos do "FED", que é uma entidade particular, falsamente chamada de "Banco Central Americano", o governo americano não manda nem fede no "FED", que é administrado por um consórcio de "Bancos Judeus Sionistas", portanto o "Dólar" também é falsamente chamado de americano, o "Dólar é uma moeda do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" - O DÓLAR É JUDEU!

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A defesa da soberania do dólar é virulenta, os assassinatos de "Sadam e Kadhafi" e as invasões da Líbia e do Iraque devem-se ao fato, tão somente, de iniciarem as vendas de seu petróleo em outras moedas!

 A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg  A desestabilização de governos como do Irã, Venezuela e Nigéria é tão somente por causa do petróleo, e tem governos adversos ao "Judaico Sionismo de Israel", portanto tem que ser derrubados, e em seu lugar serem colocados governos "Títeres", a exemplo do Paraguai, Egito, Afeganistão, França, Inglaterra, Ucrânia e Paquistão e etc...

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desestabilização do governo Dilma está em andamento, e antes das eleições a "CIA" e o "MOSSAD" assassinaram Eduardo Campos, numa clara tentativa de impedir a reeleição dela, e que os "Cavalos de Troia Judaico Sionistas" - MARINA SILVA E OU AÉCIO NEVES fossem eleitos em seu lugar, e aí sim, sabotariam a aliança que Dilma inteligentemente implementou  o "BRICS", onde Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul criaram o Banco de Desenvolvimento - "BANKBRICS" - para sairem da área do "Dólar", e para o Brasil em especial, significará após 500 anos de dominação econômica de judeus europeus e americanos, a verdadeira "Independência" financeira, atuando como protagonista e não coadjuvante no cenário internacional, e para completar os judeus plantaram uma arapuca dentro da Petrobrás, bombardeando o governo através dos tentáculos criminosos da Mídia Judaico Sionista - GLOBO - SBT - VEJA - ÉPOCA - ISTO É - FOLHA E ESTADO DE SÃO PAULO!

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VEJA A ANÁLISE E REPORTAGEM ABAIXO

Apesar de muitos funerais terem sido feitos para o dólar americano(JUDEU), ele ainda continua vivo. Nas proximidades do colápso do sistema monetário de Bretton Woods o dólar (JUDEU) constituia quase que 80% das reservas cambiais mundiais (em 1970 ele totalizava 77,2%, e em 1972 - 78,6% das reservas mundiais). Depois da transição ao sistema negociado na Conferência de Jamaica, em 1976, essa percentagem foi diminuindo gradativamente, alcançando o seu mínimo - 59,0% - em 1995. Nas águas da globalização financeira, a posição do dólar(JUDEU) se fortificou de novo (alcançando 70-71 % entre 1999 e 2001), mas um novo declínio, quanto a posição do dolar na composição das reservas cambiais internacionais, foi visto de novo - a sua posição caiu abaixo de 61%, em 2014. De qualquer maneira, isso ainda estava acima do nível de 1995.

Por Valentin Katasonov    Tradução Anna Malm* - Correspondente de Pátria Latina na Europa
          De acordo com o Banco de Compensações Internacionais - em abril 2010 - 84,9% das transações no mercado das reservas cambiais internacionais tinham sido feitas em dólares judeus, e essa cifra tinha crescido a 87% , em abril de 2013. Como comparação tem-se que a percentagem das transações conduzidas em euros, nesse mesmo período, tinham caido de 39,1 a 33,4 %. A discrepância entre a posição do U.S. dólar(JUDEU) nas finanças internacionais vs a posição dos Estados Unidos Judaico Sionista na economia internacional não pode ser negligenciada. A parte dos Estados Unidos Judaico Sionista do BIP mundial é atualmente de cerca de 20%. A China já ultrapassou a América em termos de BIP (baseado na paridade do poder de compra das moedas), mas no mercado de câmbio internacional, só 2,2% das transações foram feitas com o yuan, em abril de 2013. Não há dados específicos quanto a parte das reservas cambiais internacionais mantidas em yuan, mas peritos estimam que essa não seria muito maior do que 1%.
          Essas disparidades são muito semelhantes as do panorama econômico internacional do final do século 19, e começo do século 20. Nessa época a constelação da liderança econômica internacional estava sendo remodelada. Os Estados Unidos Judaico Sionista estavam em primeiro lugar quanto ao volume da sua produção industrial e agrícola. A Alemanha estava se dirigindo ao segundo lugar em algumas categorias. O Reino Unido, o qual na maior parte do século 19 tinha sido considerado como "a manufactura do mundo" tinha começado a sua descida para o terceiro lugar. Entretanto, a libra esterlina britânica continuava a ser a moeda internacional, que servia então como um fundo de reserva, assim como para pagamentos internacionais.
          Aqui segue uma especificação das reservas monetárias, em percentagem do total da reserva mundial, para as relevantes moedas em 1913 nas proximidades da WWI: a libra esterlina tinha 47% do total; o franco francês 30%; o marco alemão 16%; enquanto o U.S. dólar judeu tinha 2%, e outras moedas 5% do total. (Officer, Lawrence H. Between the Dollar-Sterling Gold Points: Exchange Rates, Parity, and Market Behavior. Cambridge: Cambridge University Press, 1996).
          Como se vê, a parte mantida pelo U.S. dólar judeu era extremamente baixo. A discrepância entre o nível de desenvolvimento econômico dos Estados Unidos e a posição do dólar judeu no sistema financeiro internacional nessa época era similar a discrepância dos nossos dias entre o desenvolvimento econômico da China e a posição do yuan.
          A cem anos atrás os banqueiros judaico sionistas que tinham apostado no dólar estavam precisando de uma guerra mundial para que o dólar judeu pudesse encontrar seu lugar ao sol. No final de 1913, o U.S. Congresso, abaixo de grande pressão feita pelas "malas carregadas de dinheiro"(CORRUPÇÃO JUDAICO SIONISTA) votou a favor da criação do "Sistema Federal de Reserva"(ADMINISTRADO PELOS JUDEUS SIONISTAS), que começou em 1914 a imprimir notas como moeda nacional unificada dos Estados Unidos Judaico Sionista. Seis meses mais tarde a primeira guerra mundial começou. A guerra veio a mudar a balança de poder entre as mais poderosas nações e suas moedas. Em 1928, as reservas cambiais do mundo estavam distribuidas, em termos de percentagem, da seguinte maneira: a libra sterlina tinha 77% do total; o U.S. dólar 21%; e o franco francês 2%. (Officer, Lawrence H.).
           Técnicamente falando a posição do dólar no mundo hoje em dia é medianamente boa, mas os grandes acionistas judeus sionistas do "Sistema da Reserva Federal" devem ficar confundidos pela crescente discrepância entre o PIB americano e a posição do dólar judeu, o qual está se tornando mais instável. Se poucos poderosos países assim o desejassem, eles poderiam coordenar seus esforços, juntar seus recursos, começar a descarregar suas reservas de dólares, e causar o colápso do mesmo. Entretanto, o poder dos judeus sionistas da "Reserva Federal" dos Estados Unidos reside no fato de que eles sempre souberam como agir em sistema de precaução. Tem-se então que agora vê-se sinais de que eles estão tomando práticas medidas para a proteção do dólar judeu, em primeira mão, preparando-se para uma grande guerra. Os "judeus sionistas donos do dinheiro" (os donos da por assim dizer impressoras de dinheiro da "Reserva Federal judaico sionista") tem várias razões para deslanchar uma grande guerra.
          1 -. Os donos das impressoras de dinheiro precisam manter a demanda e os preços de seus produtos. A voluntária fuga para os dólares por parte da Europa terminou a cerca de 50 anos atrás. Globalmente vê-se poucos incentivos econômicos racionais para comprá-lo. Afinal de contas a Reserva Federal judaico sionista está correntemente imprimindo muito mais dólares do que os criados pela economia(SEM O DEVIDO LASTRO). As reservas de ouro dos Estados Unidos, mesmo que sendo a maior do mundo (acima de 8.000 tons), só chega para apoiar uma fração da oferta dos dólares judeus. Isso só deixa um caminho de ação: o de impor forçosamente ao mundo os "bens" sendo produzido pela Reserva Federal judaico sionista. Hoje em dia só as forças armadas dos Estados Unidos são capazes de dar apoio ao dólar judeu, e a sua principal função está sendo o de assegurar a procura dessas suas notas verdes. O clássico complexo militar-industrial americano já de a um bom tempo foi transformado em um complexo militar-bancário.
           Depois do colápso do sistema monetário de Breton Woods esse foi substituido por um novo sistema o qual foi projetado na Conferência de Jamaica,1976. Esse é um sistema de petréleo + dólar, petrodólar, uma vez que o dólar ficou ligado ao ouro negro, ou seja ao petróleo, nos meados dos anos 70 então, de quando o comércio do petróleo começou a ser feito exclusivamente em dólares judeus. O petróleo ainda continua sendo a base fundamental do sistema do dólar judeu. Mesmo que os Estados Unidos Judaico Sionista hoje em dia esteja quase independente da importação do petróleo ele continua a controlar os países exportadores de petróleo(MILITARMENTE). Esse controle é para impedir qualquer movimento na direção de comerciar o "ouro negro" em qualquer outra moeda que não seja o dólar. Para fazer isso Washington teve que recorrer a operações militares nos países produtores de petróleo, de quando necessário para seu objetivo. Isso foi então principalmente feito no Oriente Médio. Mohamar Kaddafi foi deposto e brutalmente assassinado exatamente porque ele mudou dos dólares judeus para o euro em suas transações, planejando a mais tarde começar a usar um "dinheiro ouro".
           2 -.  Quando a sua moeda começa a enfraquecer os Estados Unidos empregam todos os meios possíveis para fortalecer o dólar judeu caso esse esteja enfraquecendo (meios como por ex. o destabilizar da situação política de outros países, e mesmo a instigação guerras civís e regionais). Nesse contexto os Estados Unidos Judaico Sionista, apesar da sua crescente deteriorização, está tornando-se numa artificial "ilha de estabilidade". O capital internacional precipita-se aos Estados Unidos levantando inflação nas taxas de câmbio do dólar judeu. Porque é que os Estados Unidos Judaico Sionista precisam de um dólar judeu forte? Isso é fácil de responder.
         Em primeiro lugar, isso dá aos Estados Unidos Judaico Sionista acesso a importação barata, o que aumenta a consunção doméstica. Tem-se aqui que uma máquina de imprimir dinheiro, ligada a uma moeda supervalorizada, cria condições perfeitas para uma entidade ou estado parasita.
           Em segundo lugar, com a ajuda do alto preço do dólar judeu, os Estados Unidos Judaico Sionista(ou melhor dizendo os judeus sionistas da Reserva Federal Sionista) tem a oportunidade de comprar recursos naturais por todo o mundo, na barateira, assim como também negócios, imóveis e outros bens(NO BRASIL COMPRARAM O SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES, A EMBRAER, A VALE DO RIO DOCE E MUITO MAIS...). Os judeus sionistas da Reserva Federal precisam do corrente sistema do dólar judeu até que o mundo inteiro esteja abaixo de seu controle e domínio.
         3) - "Os judeus sionistas do dinheiro" (os maiores acionistas da Reserva Federal, consequentemente seus donos) poderão exigir não só destabilização regional, mas global, ou em outras palavras, uma guerra mundial. Essa destabilização irá levar não só a destruição mútua, ou pelo menos ao enfraquecimento de todos os competidores dos Estados Unidos Judaico Sionista. Washington, ou melhor dizendo, a Reserva Federal Judaico Sionista, exige um modelo do mundo exclusivamente monocentrico. Entretanto, um tal modelo não pode ser construido sem uma grande guerra. Uma guerra global iria resolver muitos problemas econômicos para os Estados Unidos Judaico Sionista, problemas econômicos esses que estão ameaçando a tornar-se em problemas críticos dentro de um período de tempo não muito distante.
          Por exemplo, no final de 2013, a sua dívida pública em relação ao PIB era de 104,5%. Essa relação é entretanto mais baixa na Europa onde se vive numa crise da dívida já a alguns anos.  Entretanto, a dívida da eurozona em relação ao seu PIB só totalizava 92,6%  no final de 2013.
          O problema da dívida externa é um problema de igual gravidade para Washington. Em agôsto de 2014, a dívida externa equivalia a 107% do PIB. Um aumento da percentagem dos dividendos seria necessário para servir essas dívidas. Correntemente só uma pequena percentagem do orçamento dos Estados Unidos Judaico Sionista (cerca de 7%) é gasto em pagamento de juros para a dívida pública, mas como se sabe os juros nos Estados Unidos Judaico Sionista tem sido simplesmente simbólicos, como um resultado do programa denominado como flexibilização quantitativa [impressão de dinheiro sem lastro].
          Quando essa impressão de dinheiro diminuir, o custo de pagamento da dívida pública, assim como também de outros tipos de dívidas, vai ter uma grande subida. Quando isso acontecer o pequeno click de poderosos nos Estados Unidos irão provavelmente lembrar-se da história de cem anos atrás. Nas proximidades da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos Judaico Sionista lideravam o mundo quanto a produção industrial, mas também tinham enormes dívidas externas, principalmente para com a Grã Bretanha). A Primeira Guerra Mundial veio dramaticamente a mudar isso. Os seus maiores aliados nessa guerra - Britânia e França - ficaram devendo enormemente aos Estados Unidos. No final da Segunda Guerra Mundial os Estados Unidos Judaico Sionista tinham 70% das reservas mundiais de ouro (excluindo-se a União Soviética). Esse fortalecimento dos Estados Unidos possibilitou a legitimização da posição do dólar como moeda internacional, depois das decisões tomadas na conferência de Bretton Woods, em 1944).
          Se U.S. se tornasse o único beneficiário por uma terceira guerra mundial, o seu problema com as velhas dívidas iria desaparecer. Washington ficaria na condição de unilateralmente apagar as suas dívidas aos outros países da sua folha de balancete, através de arbitrariamente determinar quais os países que eram os "culpados" pela guerra. Quaisquer exigências feitas por países "culpados" contra os Estados Unidos Judaico Sionista seriam canceladas por definição, o que foi exatamente o que os Países Ententes fizeram contra a Alemanha na Conferência da Paz, em Paris 1919. Além do mais, o vitorioso, ou seja no caso do cenário aqui estudado, os Estados Unidos Judaico Sionista, poderiam ser capazes de exigir compensações e restituições das partes "culpadas". Exatamente também como os Países Ententes fizeram na mesma conferência em Paris em 1919. [Países Ententes refere-se aos países no "Triplo Entente" - o grupo das nações que lutaram no mesmo lado na WWI - (europeanhistory.about).
         A Terceira Guerra Mundial será fundamentalmente diferente de tudo o que o mundo já viu. Ela irá começar sem nenhuma declaração oficial. Apesar de que possamos não ficar conscientes até ao fim, essa guerra provavelmente já começou. Ela incluirá o uso de mercenários (empreiteiros militares particulares, ou seja, MERCENÁRIOS TERRORISTAS a exemplo o "Estado Islâmico financiado pelos judeus), um confiança num apoio por parte das 5:as colunas de certos países, o uso ativo da tecnologia "Maidan" [estratégia usada na Ucrânia], o envolvimento da mídia controlada por Washington, a proclamação de sanções econômicas, etc. Essa guerra não declarada está sendo escalada abaixo dos subterfúgios como de uma guerra contra terrorismo, contra o "Islã Radical", contra a "Agressão Russa" "Violações dos Direitos Humanos", etc. etc.
          Durante essa guerra não declarada, os judeus sionistas do dinheiro (os acionistas e donos da Reserva Federal dos Estados Unidos, FED) irão resolver todos os problemas que o dólar judeu vem acumulando ... Por ex., abaixo do subterfúgio de lutar contra o terrorismo e "dinheiro sujo" os Estados Unidos poderão fazer uma "reforma monetária". Em essência essa poderia ser muito simples. A Reserva Federal  Judaico Sionista poderia produzir dólares novos e providenciar para que os velhos dólares tivessem que ser trocados por esses novos. Nessa ocasião os que tivessem em suas mãos os velhos dólares precisariam de apresentar provas dígnas de fé quanto a legalidade da origem de seus dólares. Filtros rigorosos poderiam ser postos para garantir que a maioria das notas velhas não iriam passar nesse "exame" e ficariam assim sem valor nenhum. Dessa maneira o problema do Tio Sam, o de estar sucumbindo abaixo do peso da "bagagem-dólar judaico sionista" seria eliminado. Entretanto essa não seria a melhor opção U.S. - um tal inesperado roubo do mundo inteiro poderia fazer com que outros países passassem a usar suas próprias moedas nas suas transações internacionais, criar moedas regionais, ou completa e simplesmente rejeitar o dólar judeu(QUE É O OBJETIVO DO "BRICS".
          Dessa mesma maneira outros métodos econômicos poderiam ser usados nessa terceira guerra mundial não declarada. Por exemplo, apesar de que a terra está inundada com as "verdinhas" o poder de compra do dólar no mercado de comodidades é bastante elevado. Não se vê no horizonte nenhuma ameaça de superinflação. É tudo muito simples. A maioria do que se imprime em notas vai para o mercado financeiro. De qualquer modo, existem centenas de maneiras de se diminuir o tamanho, ou mesmo eliminar esses mesmos mercados financeiros, o que faria com que as "verdinhas" fossem inundar o mercado de commodities.
          Nesse cenário, poderemos ver uma superinflação, comparável a da experimentada na República Weimar, no começo de 1920. Na melhor das hipóteses nesse caso o dólar judeu poderia vir a manter só 1%  do seu atual poder de compra. Um desastre? Depende de como se olhe para isso. É verdade que os que tivessem em suas mãos trilhões de dólarers encontrariam-se com nada mais do que fragmentos de papéis [verdinhos]. Só a China tem reservas em ouro que já ultrapassaram $4 trilhões e "verdinhas" num valor de pelo menos 1/3 dessa soma. [pivot to Asia, anyone?]
         Depois a América poderia fazer uma reforma monetária e introduzir os novos dólares também judeus. A mais ou menos cinco anos atrás falava-se muito a respeito da possibilidade de introduzir uma tal "reforma monetária" e um legal proposta denominada "amero" estava programada a se tornar no novo dólar. Essa era uma proposta de unificação das moedas de três países - U.S. , Canadá e México. A opção de repor o dólar com o "amero" poderia ser ressuscitada, mas Washington teria que usar força bruta para a impor.
         Em todo caso, não há razão para se esperar que a instabilidade global diminua. Essa instabilidade é resultado da fraqueza do dólar e da luta de vida ou morte dos donos das máquinas de impressão da Reserva Federal Judaico Sionista. Entretanto, assim como um animal ferido eles irão lutar até o fim. Apesar das recentes assertações de que Washington estaria disseminando "caos controlado" através do mundo, podemos agora constatar que esse caos está praticamente fora de controle. De qualquer maneira, nem mesmo as duas primeiras guerras mundiais acabaram da maneira que os banqueiros judaico sionistas que a iniciaram esperavam.
 RESUMO... 
          A Terceira Guerra Mundial será fundamentalmente diferente de tudo o que o mundo já viu. Ela irá começar sem nenhuma declaração oficial. Apesar de que possamos não ficar conscientes até ao fim, essa guerra provavelmente já começou. Ela virá a incluir o uso de mercenários (empreiteiros militares particulares), uma confiança num apoio por parte das 5:as colunas de certos países, o uso ativo da tecnologia "Maidan" [estratégia usada na Ucrânia], o envolvimento da mídia controlada por Washington, a proclamação de sanções econômicas, etc. Essa guerra não declarada já está sendo perpetrada abaixo de subterfúgios como guerra contra o terrorismo, contra o "Islã Radical", contra a "Agressão Russa" "Violações dos Direitos Humanos", etc. etc. Durante essa guerra não declarada, os mestres do dinheiro (os acionistas da Reserva Federal dos Estados Unidos, FED) iriam resolver todos os problemas que o dólar vem acumulando ... Em todo caso, não há nenhuma razão para que se espere que a instabilidade global diminua. Essa instabilidade é um sinal da fraqueza do dólar, e do campo de vida ou morte dos donos da máquina de impressão de dinheiro da Reserva Federal. Entretanto, assim como um animal ferido eles irão lutar até o fim...
Valentin KATASONOV | 21.01.2015
  
  
REFERÊNCIAS E NOTAS:
Valentin Katasonov, "War and the Dollar" - Strategic Culture Foundation - 21.01.2015
Copyright Strategic CultureFoundation - - http://www.strategic-culture.org

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

BRICS - O ÚNICO CAMINHO DO IRÃ É JUNTO AO BRASIL, RÚSSIA, ÍNDIA, CHINA E ÁFRICA DO SUL, DEVE DAR ADEUS AO OCIDENTE JUDAICO SIONISTA



Já é tempo do Irã dizer “adeus” ao ocidente judaico sionista e criminoso

29.01.201

Já é tempo do Irã dizer “adeus” ao ocidente. 21533.jpeg


Qual o impacto que pode ter Khamenei? Ainda que se leve em consideração que a voz de Khamenei é importante, ela se torna mínima em comparação com os mentirosos e propagandistas ocidentais. Mesmo a voz de um líder representativo como é Khamenei, dificilmente poderá ser ouvida para além do barulho ensurdecedor causado pela propaganda ocidental contra seu país e sua religião, ambos demonizados.

Em lugar de ficar cortejando o ocidente, o Irã precisa mesmo é rejeitá-lo. O tempo histórico do ocidente já passou.
Pelo visto, as negociações do regime de Obama com o Irã e com supervisão da Rússia, estavam próximas do fim de um assunto nuclear claramente forçado. 
Para o governo israelense, assim como para seus agentes sionistas nos Estados Unidos um final para essa confrontação é inaceitável. O partido político republicano, totalmente dominado pelo lobby sionista de Israel, convidou apressadamente Netanyahu, o líder insano dos dois países, Estados Unidos e Israel, para que rapidamente viesse dizer ao Congresso majoritariamente republicano que os indiferentes eleitores norte americanos instalaram no poder legislativo, que é estritamente proibida qualquer acomodação com o Irã.  
 [*] Paul Craig Roberts – Institute for Political Economy    It Is Time For Iran To Tell The West “Goodbye”
Traduzido por Mberublue
Ao observar o Congresso Republicano, controlado pelos sionistas de Israel, e que não passa de uma coleção de belicistas que se direcionam para impedir uma solução pacífica para um problema artificial, o líder do Irã, aiatolá Ali Khamenei, mandou uma carta para os jovens ocidentais, advertindo-os sobre a descaracterização do Islã pelos propagandistas judaico sionistas ocidentais.
Respeito os esforços de Khamenei no sentido de tentar resgatar a consciência dos jovens ocidentais ensinando-os a diferenciar a realidade do Islã do retrato demonizado com que se apresenta o Islã pelos políticos e pela mídia judaico sionista do ocidente.
A questão é: Qual o impacto que pode ter Khamenei? Ainda que se leve em consideração que a voz de Khamenei é importante, ela se torna mínima em comparação com os mentirosos e propagandistas judaico sionistas ocidentais. Mesmo a voz de um líder representativo como é Khamenei, dificilmente poderá ser ouvida para além do barulho ensurdecedor causado pela propaganda judaico sionista ocidental contra seu país e sua religião, ambos demonizados.
Ademais, as organizações secretas ocidentais podem desfechar operações terroristas em nome do Islã, como provavelmente já aconteceu com os eventos de 9/11, o atentado da Maratona de Boston e Charlie Hebdo [e agora com a morte de Alberto Nisman, na Argentina (Nrc)].
Apesar de se dizer ao mundo inteiro que o Islã está por trás destes acontecimentos, os experts afirmam que jamais foi apresentada qualquer evidência válida. Apenas assertivas oficiais, como as que foram fornecidas incorretamente sobre as armas de destruição em massa no Iraque, o uso por Assad de armas químicas na Síria, as falsas acusações contra Kadafi na Líbia e as acusações falsas lançadas à Rússia na Ucrânia. Os propagandistas ocidentais têm muitas vozes e seus trompetes estridentes encobrem a voz do líder iraniano.
Em lugar de ficar cortejando o ocidente, o Irã precisa mesmo é rejeitá-lo. O tempo histórico do ocidente já passou.
O ocidente se transformou em um estado policial no qual os governos não mais se responsabilizam quer pelo povo, quer pela aplicação correta da lei. Não há emprego para os jovens nem segurança financeira para os idosos. O ocidente se encontra em processo de saque de si mesmo. Olhe para o que está acontecendo neste mesmo instante com a Grécia. Para garantir os lucros dos bancos privados fora da Grécia, o povo grego viu suas pensões diminuídas, os empregos sumirem, o corte de serviços sociais e acabaram por forçosamente vender suas propriedades para investidores privados estrangeiros a preço vil. O mesmo tipo de rapinagem está acontecendo agora na Ucrânia, enquanto a Itália, Espanha e Portugal esperam sua vez.
Mesmo nos Estados Unidos a política econômica está inteiramente voltada para ao benefício do “um por cento” judaico sionistas obscenamente ricos.
Caso usemos o livro “O Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien como metáfora, o ocidente seria Mordor e os Estados Unidos, Sauron.
Não há sentido nas negociações levadas a efeito pelo Irã no anelo de ganhar aceitação pelo ocidente. O Irã faz parte da mesma lista fatídica onde estão Saddam, Kadafi e Assad. Só há um meio de ser o Irã aceito pelo ocidente: basta concordar em abdicar de sua soberania para se tornar apenas mais um estado títere de Washington. A desconfiança em relação ao programa de energia nuclear do Irã é totalmente artificial. Caso não fosse isso, seria qualquer outro “problema” tão artificial quanto, como armas de destruição em massa, uso de armas químicas, terrorismo e assim por diante. Os líderes iranianos precisam entender que o problema real é a independência do Irã em relação à política externa de Washington e de suas políticas econômicas. Como Washington não pode declarar abertamente que deseja a mudança de regime no Irã para que este se torne apenas mais um estado fantoche de Washington, então simplesmente finge que o Irã é uma ameaça a ser eliminada.
Caso o Irã realmente admire tanto assim o decadente e corrupto ocidente a ponto de admitir ser um servo obediente para provocar a aceitação do ocidente, tudo o que tem a fazer é capitular de sua soberania e alinhar-se com as políticas hegemônicas de Washington.


 BRICS

Mas se o Irã, uma das mais antigas culturas e civilizações do planeta, deseja continuar sua existência sem estar debaixo da dominação dos “judeus sionistas” norte americanos, deve então virar as costas ao ocidente e aliar-se à Rússia, China, Índia e aos outros países BRICS, afastando-se das políticas criminosas do ocidente. Está fora de qualquer explicação porque uma civilização antiga como a iraniana veria qualquer coisa no ocidente à qual considerasse digno associar-se.
Acima de tudo, o Irã precisa parar de lutar contra outros muçulmanos, mesmo aqueles extremistas que traem o profeta Maomé e o solo do Islã. O Irã não deve aceitar o papel que Washington lhe reservou, de mercenário na luta contra o falso Estado Islâmico. Jamais deve o Irã ajudar Washington a assassinar muçulmanos, mesmo aqueles desorientados que traem o profeta. Em vez disso, o Irã deveria entender que o falso Estado Islâmico, mesmo sendo originalmente uma criação de Washington, está no momento desfrutando de seu sucesso apenas porque o povo muçulmano está cansado de ser dirigido pelo ocidente judaico sionista, que usa o antagonismo entre sunitas e xiitas para governá-los.
Mesmo sendo verdade que o falso Estado Islâmico é criação de Washington, os muçulmanos que o apoiam não são. O falso Estado Islâmico é apoiado pelos muçulmanos porque eles estão cansados de ser governados e arruinados ao mesmo tempo pelos Estados Unidos, Grã Bretanha e a França, arautos do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL".
O melhor que Khamenei tem a fazer é esquecer os Estados Unidos, onde o mal já tomou conta, e quanto a isso, Khamenei nada pode fazer. Khamenei deve tentar unir os povos muçulmanos na tentativa de uma nova direção.
O Islã só é fraco porque é desunido. Por séculos, os muçulmanos, divididos por questões políticas antigas, tem permitido que suas diferenças religiosas os tornem meros peões de outros poderes. Eles necessitam de uma liderança que flexibilize essas divisões sectárias, e o Irã pode prover essa liderança. Mas a liderança iraniana não pode surgir a partir de uma imposição de seus pontos de vista. É preciso um compromisso entre muçulmanos que tenha o condão de uni-los. Lutar ao lado dos americanos contra o FALSO Estado Islâmico perpetua essa divisão e ratifica o fato de que os muçulmanos não passam de colônias judaico sionistas do ocidente.
São grandes os problemas a serem enfrentados pelas lideranças muçulmanas para retificar o que está errado. Não apenas são castigados por suas divisões internas como as populações muçulmanas no ocidente estão em posição tão delicada que seus líderes se veem compelidos a apoiar a guerra contra o falso Estado Islâmico a fim de proteger a população ocidental de muçulmanos de pogroms. Pode a propaganda e a história fazer dos muçulmanos um povo para sempre colonizado?
[*] Paul Craig Roberts (nascido em 03 de abril de 1939) é um economista norte-americano, colunista do Creators Syndicate. Serviu como secretário-assistente do Tesouro na administração Reagan e foi destacado como um co-fundador da Reaganomics. Ex-editor e colunista do Wall Street Journal, Business Week e Scripps Howard News Service. Testemunhou perante comissões do Congresso em 30 ocasiões em questões de política econômica. Durante o século XXI, Roberts tem frequentemente publicado em Counterpunch e no Information Clearing House, escrevendo extensamente sobre os efeitos das administrações Bush (e mais tarde Obama) relacionadas com a guerra contra o terror, que ele diz ter destruído a proteção das liberdades civis dos americanos da Constituição dos EUA, tais como habeas corpus e o devido processo legal. Tem tomado posições diferentes de ex-aliados republicanos, opondo-se à guerra contra as drogas e a guerra contra o terror, e criticando as políticas e ações de Israel contra os palestinos. Roberts é graduado do Instituto de Tecnologia da Geórgia e tem Ph.D. da Universidade de Virginia, com pós-graduação na Universidade da Califórnia,  Berkeley e na Faculdade de Merton, Oxford University.
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2015/01/paul-craig-roberts-ja-e-tempo-do-ira.html
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

PÂNICO EM KIEV - EXÉRCITO UCRANIANO DO LESTE DESTROÇADO SEM MUNIÇÃO, COMIDA E REMÉDIOS


Pânico em Kiev: Forças pro-Kiev se rendem

28.01.2015O




O artigo adiante apareceu muito rapidamente nessa (this) URL on censor.net.ua e mais rapidamente ainda foi tirado de lá. Ironia? Até parece. Eu traduzi. Mostro para vocês, porque aí está exposta a situação que montei, peça a peça, a partir de várias fontes, em língua russa e ucraniana, e porque vocês NUNCA serão informados de verdade equivalentemente verdadeira, por nenhum [tosse] jornalismo [tosse] 'ocidental'.


Observadores internacionais falam de pânico crescente em Kiev, associado à bem-sucedida contraofensiva da resistência anti-Kiev perto do Donbass.


Forças ucranianas ["forças de Kiev", 
como disse Putin] rendem-se no Donbass"26/1/2015, Dmitry Orlov, Information Clearing Househttp://www.informationclearinghouse.info/article40816.htm

Em uma semana de combate, a resistência anti-Kiev aplicou pesado golpe às forças de Kiev. Os soldados de Kiev sofreram perdas pesadas no Donbass, os soldados estão desmoralizados, os oficiais estão sem saber o que fazer e sem conseguir controlar a situação.

A liderança militar de Kiev teme agora muito seriamente um novo cerco perto de Debaltsevo e em outras áreas.

A situação resulta ainda pior, porque as reservas do exército e da guarda nacional de Kiev estão completamente esgotadas, e tapar buracos na defesa só com pequenas formações jamais estabilizará o front. Como se não bastasse, as forças de Kiev estão sem munição, comida e suprimentos médicos.

Os comandantes da resistência no Donbass, por sua vez, relataram 752 militares de Kiev, mortos; 59 tanques destruídos; e 1 300 prisioneiros. E, dados os seus sucessos em combate, os soldados do Donbass têm-se recusado a participar de quaisquer negociações no formato dos acordos de Minsk, e ameaçam manter a contraofensiva runo a Kiev.

Autoridades locais nos distritos controlados pelo exército de Kiev próximos do front, relatam que soldados de Kiev estão desertando em massa, levando com eles as próprias armas e saqueando o interior do país.

Nessa situação crítica, os militares estão com medo de informar sobre a real situação no sudeste do país, ao presidente Poroshenko, e escondem dele a plena escala da catástrofe.

O chefe de estado continua a crer que a situação está sob controle e espera que, em caso de real ameaça, ainda terá a chance de pedir ajuda ao 'judaico sionismo do ocidente'.

É onde entra a prova que se vê nesse vídeo: o leste da Ucrânia já foi invadido por "coturnos norte-americanos em solo".

Como se diz "Não filme minha cara, por favor!" [ing. 
"Get out of my face, please!" (0'26")], em ucraniano? Nada sugere que a frase tenha sido decorada em lições básicas de inglês... E já não estão ocupados demais aprendendo a bombardear civis e culpar o outro lado?! ******

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

JE SUIS PAUL CRAIG ROBERTS - SECRETÁRIO DE FINANÇAS DE REAGAN E O CANTO DO CISNE DO IMPÉRIO JUDAICO SIONISTA AMERICANO


Paul Craig Roberts: “O futuro dos EUA JUDAICO SIONISTA será a ruína”

27.01.2015


Paul Craig Roberts: “O futuro dos EUA será a ruína”. 21523.jpeg


Os Judeus Sionistas mascarados de "neoconservadores", instalados em seus gabinetes em Washington, que hoje nada mais é do que um "kibutz judaico sionista", devem estar em festa com seu sucesso no falso atentado "Islâmico" e real atentado "Judaico Sionista", com o uso de "mercenários terroristas" denominados de "Neonazistas" sob o comando da "CIA" e do "MOSSAD", que perpetraram os "Atentados Terroristas de Paris", e não hesitaram em cortar na própria carne, mas com um objetivo maior e mais ousado, "REVERTER  A FORTE REJEIÇÃO AO JUDAÍSMO NA EUROPA", e o episódio "Charlie Hebdo" serviu-lhes para:
1 - Reunir a Europa ao redor da política externa dos Estados Unidos.
2 - Acabar com os votos dos franceses ao lado dos palestinos nas posições EUA/Israel.
3 - Impedir o crescimento da simpatia dos europeus em relação aos palestinos.
4 - Bloquear o crescimento da oposição europeia ao lançamento de mais e mais guerras no Oriente Médio. 
5 - Reverter a as falas do presidente francês para que sejam suspensas as sanções contra a Rússia.
[*] Paul Craig Roberts, Institute for Political Economy \ Ruin Is Our Future − Paul Craig Roberts Traduzido por mberublue

Mas por acaso os neoconservadores(JUDEUS SIONISTAS) em Washington entenderam, também, que amarraram os europeus aos partidos políticos anti-imigração de extrema direita? A onda de apoio ao Charlie Hebdo é a mesma onda de apoio da Frente Nacional de Marine Le Pen, do Partido Independente do Reino Unido de Nigel Farage e do alemão PEGIDA em que está engolfada a Europa. Foi o fervor anti-imigração pensado e orquestrado para reunir europeus com Washington e o "Judaico Sionismo de Israel" que deu a estes partidos a perspectiva de poder que hoje ostentam.


Marine Le Pen, do Partido Independente do Reino

 Unido de Nigel Farage

Foto de Lutz Bachman, líder do Pegida,  imitando Adolf Hitler se tornou viral (Foto: Reprodução/ Twitter/ TomGreenleaves )
Foto de Lutz Bachman, líder do Pegida, imitando
Adolf Hitler se tornou viral (Foto: Reprodução/
Twitter/ TomGreenleaves )
Mais uma vez os insolentes e arrogantes neoconservadores(JUDEUS SIONISTAS) estão errados. O empoderamento dos partidos “Charlie Hebdo” de direita e anti-imigração tem o potencial de revolucionar a política europeia e destruir o império judaico sionista de Washington. Veja minha entrevista ao King World News com análises sobre o potencial que estes acontecimentos têm de mudar o jogo. /

Os relatos oriundos do jornal inglês Daily Mail e do site Zero Hedge de que a Rússia cortara totalmente as entregas de gás para seis países europeus deve ser incorreta. Reconhecendo embora a credibilidade destas fontes bem informadas, não se observa a turbulência política e financeira que aconteceria fatalmente se o relato fosse verdadeiro. Portanto, a menos que em relação a essa notícia esteja acontecendo um total blackoutnoticiário, as ações da Rússia foram mal interpretadas.

Sabemos que alguma coisa realmente aconteceu. Em caso contrário, não haveria como explicar a consternação expressa pelo assessor para a energia da União Europeia, Maros Sefcovic(JUDEU SIONISTA). Embora eu não tenha ainda uma informação definitiva, creio saber o que realmente ocorreu. A Rússia, cansada dos ladrões ucranianos(SOB COMANDO JUDAICO SIONISTA), que roubam o gás que passa através do país em seu percurso até a Europa, tomou a decisão de dirigir o gás através da Turquia, descartando a Ucrânia.


Rússia, visita oficial, Vladimir Putin, Erdogan, política, peritos, opinião, Turquia

A Turquia usará qualquer oportunidade de negociação que lhe seja oferecida pela aproximação à Rússia, consideram especialistas entrevistados pelo portal Sputnik. Foi acertado também a passagem do Gasoduto da Rússia para a Europa via Turquia, descartando-se assim a Ucrânia.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_12_06/Especialistas-sobre-visita-de-Putin-Turquia-sinal-de-Erdogan-ao-Ocidente-9490/


O Ministro da Rússia para a Energia confirmou esta decisão acrescentando que caso os países europeus quiserem ter acesso a este suprimento de gás, deverão construir suas próprias estruturas ou gasodutos. Em outras palavras, não há corte no presente, mas há potencial para um corte no futuro.

Os dois eventos – Charlie Hebdo e a decisão russa de cessar a entrega de gás para a Europa através da Ucrânia Judaico Sionista – devem nos lembrar de não descartar eventuais black swans(acontecimentos anormais e que provocam consequências imprevisíveis – NT) e que black swans podem surgir de consequências não intencionais de decisões oficiais. Nem sempre o “superpoder” americano está imune ao black swans.


Há mais evidência circunstancial de que a "CIA", "MOSSAD" e a Inteligência Francesa são responsáveis pelo tiroteio no Charlie Hebdo do que os disparos que foram perpetrados pelos dois irmãos(BODES EXPIATÓRIOS), cuja carteira de identidade foi convenientemente esquecida no suposto carro de fuga(O VERDADEIRO TERRORISTA NÃO MOSTRARIA A CARA E NEM CARREGARIA CARTEIRA DE IDENTIDADE). Como a policia francesa agiu de forma a ter certeza de que os irmãos seriam mortos antes de poderem falar(ELES FORAM PRESOS ANTES DOS EVENTOS TERRORISTAS E SÓ APRESENTADOS NA APOTEOSE DO FINAL, PARA SEREM MORTOS) nunca mais saberemos o que eles teriam a dizer a respeito dos acontecimentos. A única evidência existente de que foram realmente os irmãos os culpados pelo atentado tem origem apenas nas alegações das forças de segurança. Sempre que ouço o governo falar acusatoriamente sobre evidências reais, lembro-me das “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein, de que Assad “fazia uso de armas químicas” e o Irã “teria um programa de fabricação de armas nucleares”. Se um assessor da Segurança Nacional pode vislumbrar no ar rarefeito das alturas “uma nuvem em forma de cogumelo sobre as cidades americanas”, então Cherif e Said Kouachi foram, muito bem ser transformados em assassinos, para encobrir a ação dos verdadeiros assassinos sob o comando dos Judeus Sionistas. Afinal, eles estão mortos mesmo, não podem reclamar.
Se por acaso (e nunca saberemos) esta foi uma operação de falsa bandeira, então foi alcançado o objetivo de Washington de reunir a Europa com o patrocínio intencional de Washington e Israel. Porém há uma consequência involuntária neste sucesso. A consequência indesejada está em unir realmente a Europa, mas sob a bandeira da política de anti-imigração dos partidos de direita, reforçando as posições adrede adotadas pelos líderes destes partidos.

Caso estas suposições estejam corretas, então Marie Le Pen e Nigel Farage estarão com suas vidas e/ou reputações em perigo(PODEM SOFRER UM ACIDENTE AÉREO OU SEREM ASSASSINADOS COM UMA OVERDOSE, OU AINDA SOFREREM UM ASSASSINATO MÉDICO - A EXEMPLO DO FILHO DE KENNEDY, DE ELVIS PRESLEY OU DO PRESIDENTE DA ARGENTINA NESTOR KIRCHNER), pois Washington Judaico Sionista resistirá a qualquer ascensão de lideranças que não adotem as linhas impostas por Washington.

A grande consternação causada pela decisão russa de redirecionar a entrega de gás para a Europa (através da Turquia, evitando a Ucrânia Judaico Sionista), é uma prova de que a Rússia tem muitas cartas que pode ainda jogar e que podem desestabilizar as estruturas financeiras do império judaico sionista.
A China possui cartas semelhantes.

Os dois países ainda não estão jogando estas cartas sobre a mesa, pois pensam que ainda não precisam. Em vez disso, as duas potências estão se retirando do sistema financeiro que atende às diretrizes da hegemonia judaico sionista sobre o mundo. Os dois países estão criando todas as estruturas econômicas necessárias de que necessitam para se tornar completamente independentes do dollar e do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL"

Portando, perfeito o raciocínio dos governantes chineses e russos:
Para que aceitar a provocação e trocar bofetadas com os idiotas judeus sionistas... eles podem usar as armas nucleares que possuem e o mundo inteiro estaria perdido. Vamos aceitar as provocações que nos fazem mas simplesmente nos afastar, já que neste sentido nos encorajam.

Sejamos pois agradecidos ao fato de que Vladimir Putin e os líderes chineses são inteligentes e humanos, ao contrário dos líderes judeus sionistas.

Imaginem as terríveis consequências para o ocidente se Putin vir a se tornar pessoalmente envolvido como resultado das numerosas afrontas que sofrem atualmente tanto a Rússia como ele próprio. Putin pode destruir a OTAN JUDAICO SIONISTA, sem dar um único tiro, e o sistema financeiro judaico sionista inteiro no momento que quiser. Tudo o que ele precisa é anunciar que, como a OTAN JUDAICO SIONISTA declarou guerra econômica contra a Rússia, a Rússia não mais venderá energia para os membros da OTAN JUDAICO SIONISTA.

A consequência imediata seria a dissolução da OTAN JUDAICO SIONISTA, pois a Europa não pode sobreviver sem os suprimentos energéticos da Rússia. Seria o fim do império judaico sionista de Washington.

Putin compreende perfeitamente que os neoconservadores(JUDEUS SIONISTAS) não hesitariam em apertar o botão nuclear em defesa da vergonha na cara, que eles não têm. Ao contrário de Putin, seus egos estão na linha de frente. Assim, Putin salva o mundo da destruição simplesmente não aceitando as provocações.

Agora, imagine se o governo chinês finalmente perder a paciência com Washington. Para confrontar o “excepcional, indispensável, único poder” com a sua realidade de impotência, tudo o que a China precisa fazer é colocar no mercado seus ativos financeiros massivos, denominados em dólar, tudo de uma vez só, da mesma forma que os negociadores de metais preciosos do Federal Reserve Judaico Sionista  colocam massivamente no mercado futuro contratos de ouro a descoberto.

Na intenção de evitar um colapso financeiro dos Estados Unidos Judaico Sionista, o Federal Reserve(JUDAICO SIONISTA) teria que necessariamente imprimir quantidades massivas de novos dólares com o qual compraria a avalanche de títulos objetos de dumping despejados no mercado pelos chineses. O Federal Reserve(JUDAICO SIONISTA) naturalmente iria proteger o mercado através da compra das participações chinesas que estariam sendo objeto de dumping. Nesse caso, os chineses nada perderiam com a venda. Mas em seguida, vem a jogada fatal. O governo chinês simplesmente lançaria no mercado a quantidade massiva de dólares que teria recebido pela venda de seus ativos financeiros denominados em dólar.

O que aconteceria em seguida? O Federal Reserve(JUDAICO SIONISTA) pode imprimir dólares com os quais compraria os ativos financeiros chineses denominados em dólar, mas não pode imprimir moeda estrangeira para comprar os dólares lançados ao mercado.

Não haveria compradores para as quantidades massivas de dólares despejados no mercado pelos chineses. De forma lógica, o dólar rapidamente perderia valor de compra. Washington Judaico Sionista não mais poderia pagar suas contas com a singela impressão de dinheiro. Os americanos judaico sionistas, que vivem em um país dependente de importações, graças aos empregos que foram deslocados para outros países, se veriam em face de altos preços que afetariam de forma severa seu modo de vida, que seria corroído. No final, os Estados Unidos Judaico Sionista se veriam em situação de instabilidade econômica, social e política.

Deixando de lado suas lavagens cerebrais, seus apoios defensivos e patrióticos ao regime em Washington Judaico Sionista, os norte americanos precisam perguntar a si mesmos: como pode o governo dos Estados Unidos Judaico Sionista, autointitulada uma superpotência ser tão inconsciente de suas próprias vulnerabilidades a ponto de ficar cutucando com vara curta dois poderes reais até que percam a paciência e joguem suas cartas?

Os norte americanos precisam entender que a única coisa realmente excepcional sobre os Estado Unidos Judaico Sionista é a ignorância da população e a estupidez de seus governantes judaico sionistas.
A única coisa excepcional dos Estado Unidos é a ignorância do povo e a estupidez do Governo
Qual outro país no mundo deixa para um bando de vigaristas e crápulas de Wall Street(JUDEUS SIONISTAS) o controle de sua economia e de sua política externa, o domínio total de seu Banco Central e de seu tesouro, subordinando o interesse de seus cidadãos aos interesses gananciosos do bolso de um por cento?
Despreocupadamente, a população está à mercê de Rússia e China. Totalmente.

Ontem houve um novo evento tipo black swan, o qual poderia desencadear outros eventos similares: o Banco Central da Suíça anunciou o fim da indexação do franco suíço ao euro e ao dólar.

Três anos atrás a fuga de dólares e euros para o franco suíço elevou tanto o valor de troca do franco que este passou a ameaçar a própria existência da indústria suíça de exportação. O país então anunciou que qualquer afluxo de moedas estrangeiras para o franco seria possível apenas com a criação de novos francos que pudesse absorver os fluxos de moeda estrangeira de maneira que não elevasse ainda mais a taxa de câmbio futura. Em outras palavras, a Suíça indexou o franco.

Ontem o Banco Central suíço anunciou que a indexação acabou. O franco no mesmo instante teve forte alta. Ações de companhias suíças tiveram queda significativa, e fundos de hedge erradamente posicionados sofreram grande golpe para sua solvência.

Por que a Suíça desindexou o franco? Não se trata de uma ação sem custos. Para seu Banco Central e sua indústria de exportação, o custo será substancial.

Encontraremos a resposta na União Europeia. O Procurador-Geral da UE julga que é permissível para o Banco Central da União Europeia iniciar uma ação de Quantitative Easing (flexibilização monetária, facilitação monetária, facilitação quantitativa, etc. No fundo, trata-se de imprimir dinheiro sem lastro, do nada. Usa-se quando um país está na iminência de deflação, para estimular alguma inflação. Inunda-se o mercado de dinheiro, através dos bancos, na esperança de que isso estimule a produção, através do aumento do crédito. O que acaba acontecendo é a crescente capitalização dos bancos, sem que o dinheiro chegue ao mercado. Uma quimera. – NT), ou seja, a impressão de novos euros – na intenção de consertar as burradas de banqueiros privados(JUDEUS SIONISTAS). Isso significa que a comunidade financeira da Suíça ficaria na expectativa de uma fuga maciça do euro e o Banco Central suíço acredita que teria que imprimir francos em quantidades tão grandes que a base de oferta da moeda suíça explodiria, superando em muito o PIB suíço.