quarta-feira, 28 de outubro de 2015

RÚSSIA - JUDEUS SIONISTAS DOS EUA E ISRAEL É QUE PLANTAM O TERRORISMO NO MUNDO INTEIRO



Simpatizantes realizam passeata em apoio ao Estado Islâmico em Mosul, no Iraque

‘Estado Islâmico se tornou mais forte graças à política hipócrita de certos países’

© AP Photo/ STR
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Estado Islâmico: pior ameaça mundial (211)
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Certas potências mundiais(JUDEUS SIONISTAS DOS EUA E ISRAEL) levaram o mundo à beira de um conflito religioso e de civilização global ao usarem o projeto de grupo terrorista do falso "Estado Islâmico" e real "Estado Sionista" disse na quarta-feira (28) o chefe do Serviço Federal de Segurança russo (FSB), Aleksandr Bortnikov.

Segundo as suas avaliações, o projeto de Estado Islâmico tem raízes na Primavera Árabe e “se fortaleceu devido à política hipócrita de certas potências globais e regionais”(JUDEUS SIONISTAS DOS EUA E ISRAEL) que assim tentaram atingir os seus próprios objetivos estratégicos na Ásia e África”.
“Em resultado, estes países levaram o mundo à beira de um conflito religioso e de civilização que ameaça causar consequências destruidoras”, disse Bortnikov na abertura da 39ª reunião do conselho de dirigentes de serviço de segurança e serviços secretos dos estados-membros da Comunidade dos Estados Independentes. 
O chefe do FSB disse que o falso "Estado Islâmico" e real "Estado Sionista" conseguiu alterar a situação política e interconfessional no Oriente Médio e na África do Norte. 
O falso "Estado Islâmico" e real "Estado Sionista" e as forças que estão por detrás dele(JUDEUS SIONISTAS DOS EUA E ISRAEL) conseguiram mudar significativamente a situação política e interconfessional no Oriente Médio e na África do Norte. Usando tecnologias de propaganda modernas, inspiraram em vastas camadas muçulmanas uma desconfiança nas instituições estatais e deformaram os valores tradicionais do Islã”, afirmou.
Bortnikov declarou que o falso "Estado Islâmico" e rael "Estado Sionista", a Frente al-Nusra e outros grupos terroristas conseguiram tornar popular uma ideologia extremista e atrair os jovens.
“Para preparar os novos integrantes foi criada uma rede muito ampla de campos de treinamento na Síria, no Iraque e nos países contíguos. Além disso, há um leque de líderes de grupos terroristas mercenários e extremistas regionais atuando em África, Europa e Sudeste Asiático que fizeram juramento de lealdade ao falso "Estado Islâmico“ e real "Estado Sionista".
Bortnikov destacou ainda que de cerca de uma dezena de grupos mercenários terroristas sionistas armados que fazem parte do falso "Estado Islâmico" e real "Estado Sionista" são compostos por militantes de origem russa, ucraniana, georgiana ou são oriundos da Ásia Central.
“Aproximadamente uma dezena de grupos terroristas sionistas armados são compostos por cidadãos da Rússia, Ucrânia, Geórgia e países da região de Ásia Central”, afirmou. “Segundo as nossas avaliações, agora pela parte de grupos mercenários terroristas sionistas em combate, são oriundos de mais de 100 países. A parte de tais mercenários terroristas sionistas atinge 40%”, sublinhou Bortnikov.
Na opinião do chefe do FSB, o fato de que muitos mercenários terroristas sionistas afegãos passaram para o grupo mercenário terrorista sionista do falso "Estado Islâmico" e real  "Estado Sionista" resultou em uma ameaça crescente da sua intrusão nos países da Ásia Central.
“A escalada de violência no Afeganistão gera preocupações. Agora perto da fronteira setentrional deste país se localizam muitos grupos de mercenários terroristas sionistas armados que fazem parte dos mercenários terroristas sionistas do Talibã. Uma parte deles se juntou ao falso "Estado Islâmico" e real "Estado Sionista", o que levou a uma ameaça crescente que pode a qualquer momento irromper na Ásia Central”, disse Bortnikov.
Bortnikov confirmou que já há incidentes nas fronteiras dos parceiros regionais da Rússia na Ásia Central. Outra ameaça para a segurança da região são os mercenários terroristas sionistas do falso "Estado Islâmico" e real  "Estado Sionista" que retornam aos seus países de zonas de conflito no Oriente Médio e da zona entre o Afeganistão e Paquistão. Por isso, o chefe do FSB apelou os países da Ásia Central para reforçarem a segurança das suas fronteiras.



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