sexta-feira, 23 de outubro de 2015

BRASIL DE LULA E DILMA - EXPORTAÇÃO DE CARNE LEVA O BRASIL A SE JUNTAR AOS CINCO MAIORES PRODUTORES MUNDIAIS - LÁ FORA O BRASIL É UMA ESTÓRIA DE SUCESSO

LÁ FORA O BRASIL É UMA ESTÓRIA DE SUCESSO, A CRISE NO BRASIL É FABRICADA PELA MÍDIA JUDAICO SIONISTA - GLOBO, VEJA, ISTO É, BAND, SBT, CBN, ÉPOCA E CORREIO BRASILIENSE E SEUS "CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS" - AÉCIO NEVE(TRAFICANTE DE DROGAS, ÓRGÃOS E BENEFICIÁRIO MAIOR DA "LAVA JATO"), MARINA SILVA(A VIUVA NEGRA QUE TEM AS MÃOS SUJAS DO SANGUE DE EDUARDO CAMPOS), ROLLEMBERG(JUDEU SIONISTA QUE ESTÁ FLAGELANDO OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO DF COM FALSA CRISE FINANCEIRA), SERRA(PRINCIPAL BENEFICIÁRIO DO TREMSALÃO PAULISTA), FHC(CHEFE DO QUE SE CHAMOU DE "CPI DA PRIVATARIA" O MAIOR GOLPE DO MUNDO, QUE FEZ O BRASIL PERDER O "SISTEMA DE TELEFONIA" E A "VALE DO RIO DOCE"), ALKIMIN(SÓCIO DE SERRA E FHC NO GOLPE DO "TRESALÃO" APLICADO COBTRA OS PAULISTAS) COM BJETIVOS ESCUSOS E GOLPISTAS, POIS A CRISE É FALSA, O BRASIL ARRECADA MAIS DO QUE GASTA, TEM RESERVAS DE 400 BILHÕES DE DÓLARES, É CREDOR DO "FMI" E É FUNDADOR DO "BRICS" JUNTO COM A RÚSSIA, ÍNDIA, CHINA E ÁFRICA DO SUL.

Carne

Brasil se junta aos cinco maiores produtores de carne do mundo

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Brasil
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Arnaldo Risemberg
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A FNBA – Five Nations Beef Alliance, entidade que reúne os cinco maiores produtores de carne no mundo (Canadá, Estados Unidos, México, Austrália e Nova Zelândia), anunciou na quinta-feira, 22, a inclusão de mais dois países: Brasil e Paraguai.

A Aliança, agora, passa a representar 50% da produção e 75% das exportações mundiais de carne bovina.
O anúncio da inclusão de Brasil e Paraguai foi feito na reunião da entidade na cidade de Mazatlán, no México. Pelo Brasil, estiveram presentes executivos de duas entidades de pecuaristas: a Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso e a Assocon – Associação Nacional dos Confinadores.



Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, ainda em Mazatlán, o diretor-secretário da Acrimat, Francisco de Sales Manzi, diz que a entrada do Brasil na entidade é uma conquista, pois “o país terá uma posição mais forte ante o mercado internacional”.
Francisco Manzi, pecuarista e médico veterinário, destaca ainda que o Brasil merece integrar a entidade dos maiores produtores mundiais de carne porque possui “um rebanho de 209 milhões de cabeças de gado, uma produção de 9,9 milhões de toneladas de carne e exportações de 1,9 milhão de toneladas.”
A seguir, a entrevista com o diretor-secretário da Acrimat.

Sputnik: É uma aspiração antiga do Brasil, e também do Paraguai, juntar-se à Five Nations Beef Alliance? Qual a importância desta entidade e por que este desejo do Brasil em fazer parte dela?
Francisco de Sales Manzi: O importante é que esta é uma aliança de produtores. Quando chegamos aqui, nos apresentamos e ouvimos palestras sobre o modo de criação de gado, o controle sanitário, as exigências dos governos e as dificuldades de cada país – também apresentamos as nossas –, e notamos que o que nos une é muito mais do que o que nos separa. Compartilhamos os mesmos sentimentos, os mesmos problemas, as mesmas dores, e temos certeza de que juntos somos muito mais fortes. Unidos nós conseguimos resolver os problemas, principalmente os que são comuns a todos os países-membros.

S: Há quanto tempo o Brasil aspira a fazer parte desta Aliança de Nações?
FSM: Este é um sonho antigo nosso, e na última reunião da Five Nations Beef Alliance, no ano passado, o Brasil foi admitido como membro-observador. Com isso nós levamos uma “lição de casa”, uma tarefa para o Brasil, de nos preparar em alguns quesitos para fazer parte do grupo. Este ano viemos para cá com a nossa “lição de casa” feita, e, por unanimidade, o Brasil foi admitido na Five Nations, que agora conosco e com o Paraguai vai mudar de nome.




S: O Governo brasileiro tem apoiado as reivindicações dos produtores rurais para integrar esta Aliança?
FSM: Sim, nós temos apoio do Governo. Nós falamos a mesma língua – Governo e produtores –, que é a busca pelo livre comércio. Gostaríamos que as barreiras que possam impedir o livre comércio fossem apenas de origem científica e não de caráter político.

S: O senhor se refere a termos protecionistas?
FSM: Ou termos protecionistas ou algum outro motivo, que não seja exclusivamente o problema sanitário, que possa interferir nesta relação de pecuária.

S: O Governo Federal, no âmbito do Ministério da Agricultura, também tem apoiado as reivindicações dos pecuaristas?
FSM: O Governo Federal tem nos apoiado, na medida do possível. Temos hoje uma ministra que é da área rural, a Ministra Kátia Abreu, que já foi da Confederação Nacional da Agricultura, também é produtora rural e tem não só apoiado como também estimulado que nós nos alinhemos cada vez mais com o mercado internacional.

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