quarta-feira, 23 de setembro de 2015

LENTO ASSASSINATO EM MASSA DOS BRASILEIROS - PRATICADO PELOS JUDEUS SIONISTAS EM CUMPLICIDADE GOVERNAMENTAL TANTO DA ESQUERDA QUANTO DA DIREITA


O Brasil nas Garras da Monsanto

Por trás dos “fantásticos lucros” está a implosão da soberania alimentar e graves danos à saúde e ao meio ambiente
No dia 25 de maio, celebrou-se a jornada global de luta contra a "Monsanto Judaico Sionista". Milhares de pessoas manifestaram-se contra as políticas da empresa, que é uma das maiores empresas do mundo no setor de venenos transgênicos, com 90% das culturas modificadas geneticamente no mundo, seguida pela "DuPont-Pioneer Judaico Sionista", com 18%, e a "Syngenta Judaico Sionista", com 9%. Só as três empresas dominam mais da metade, 53%, das sementes que se compram e vendem no mundo. As dez maiores, controlam 75% do mercado, detendo o poder na hora de impor o que se cultiva e, logo o que se come.
Em 2013, realizou-se a primeira convocação, milhares de pessoas saíram à rua em várias cidades de 52 países diferentes, desde a Hungria até ao Chile passando por Holanda, Estado espanhol, Bélgica, França, África do Sul, Estados Unidos e outros, mostrando a sua profunda rejeição às políticas das "Multinacionais Judaico Sionistas". A segunda convocatória, teve ações em 49 países, apesar das tentativas realizadas pela "Monsanto Judaico Sionista" para impedi-la.
A "Monsanto Judaico Sionista" e os demais monopólios procuram, sem medir esforços, acabar com as variedades de sementes criolas, as chamadas sementes camponesas, ou seja, aquelas cultivadas pelos próprios camponeses que ainda são capazes de proverem suas próprias sementes. Com esse objetivo promovem ações, como processos judiciais, contra agricultores, monopólio de patentes são atividades recorrentes. O objetivo é controlar a cadeia alimentícia. Com esse fim têm intensificado as aquisições e alianças com empresas do setor principalmente na África e na Índia, apostaram em culturas destinadas especificamente aos mercados do hemisfério sul e promoveram políticas para desencorajar aRESERVA de sementes.
"Monsanto Judaico Sionista"  possui 98% da comercialização da soja transgénica e 79% do milho, o que lhe dá poder quase absoluto para determinar o preço das sementes. O controle se estende ao mercado de pesticidas, sendo a quinta empresa agroquímica mundial, além de controlar 7% do mercado de inseticidas, herbicidas, fungicidas, etc. A "Syngenta Judaico Sionista" domina 23% do negócio dos pesticidas, a "Bayer Judaico Sionista" 17%, a "BASF JUDAICO SIONISTA" 12% e a "Dow Agrosciences Judaico Sionista" quase 10%. Cinco empresas controlam assim 69% dos pesticidas químicos sintéticos que se aplicam nas culturas à escala mundial.
Monsanto: responsável pelo “agente laranja” usado no Vietnã
A Monsanto foi fundada em 1901 pelo químico John Francis Queeny (JUDEU SIONISTA), proveniente das indústrias farmacêuticas judaico sionistas. Constituiu-se como uma empresa química e o seu produto principal era a sacarina, que distribuía para a indústria alimentar. Com os anos, expandiu para química industrial, convertendo-se, na década de 20, em um dos maiores fabricantes de ácido sulfúrico. Em 1935 comercializou o bisfenil policlorado (PCB). Nos anos 40, centrou a sua produção nos plásticos e nas fibras sintéticas, e, em 1944, começou a produzir químicos agrícolas como o pesticida DDT. Em 1960, juntamente com outras empresas do sector como a Dow Chemical Judaico Sionista, foi contratada pelo governo Judaico Sionista dos Estados Unidos para produzir o herbicida agente laranja, que foi utilizado na guerra do Vietnã. Fundiu-se com a Searla Judaico Sionista, criadora do adoçante não calórico aspartame. Produtora, também, da hormona sintética de crescimento bovino somatotropina bovina. Por fim nas décadas de 80 e 90, a "Monsanto Judaico Sionista" apostou na indústria agroquímica e transgênica, acabando por se tornar a líder detentora das sementes modificadas geneticamente(TRANSGÊNICOS). Muitos dos produtos da "Monsanto Judaico Sionista"  foram proibidos, como os PCB, o agente laranja ou o DDT, acusados de provocar graves danos na saúde humana e no meio ambiente. O agente laranja foi responsável na guerra do Vietname por dezenas de milhares de mortos e mutilados, do mesmo modo como de bebês nascidos com má formações.
Brasil: no primeiro time da dependência da Monsanto?
Os lucros da "Monsanto Judaico Sionista" , que é controlada pela família Rockefeller(JUDEUS SIONISTAS), têm se mantido altos no último período, por causa da imposição dos transgênicos no mundo, e principalmente a soja e o milho na América Latina, em primeiro lugar no Brasil e na Argentina.
O Brasil foi transformado numa verdadeira colônia destinada à expansão das sementes transgênicas e agrotóxicos. No ano passado, os lucros com produtos geneticamente modificados, os transgênicos, subiram em 46%, para US$ 895 milhões.
O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos e o vice-campeão mundial no uso de transgênicos, somente tendo ficado atrás dos Estados Unidos.
O que representa a chamada “Revolução Verde”
A Fundação Rockefeller (JUDEUS SIONISTAS) foi quem criou a chamada “Revolução Verde”, nos anos 60 e 70, através da qual distribuíram sementes da "Monsanto Judaico Sionista"  nos países atrasados. Nelson Rockefeller(JUDEU SIONISTA) e Henry Wallace (JUDEU SIONISTA), ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company, foram os propulsores desse movimento sob a propaganda de “resolver o problema mundial da fome”. Com a distribuição de sementes da "Monsanto Judaico Sionista" , a família Rockefeller(JUDEUS SIONISTAS) pretendia monopolizar a produção mundial de alimentos, da mesma maneira que tinha feito na indústria petrolífera meio século antes, através do controle dos monopólios Exxon Mobil, Royal holandesa Shell, a BP Amoco e Chevron Texaco. O então todo-poderoso secretário do Departamento de Estado, Henry Kissinger(JUDEU SIONISTA), declarou nos anos 70, “se controlarmos o petróleo, controlamos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlamos a população”.
A Revolução Verde se baseou na proliferação de sementes híbridas, pois um aspecto vital é que elas não têm capacidade reprodutiva, diferentemente das sementes crioulas antes plantadas pelos agricultores. Ou seja, a cada ano, os agricultores passaram a ficar mais dependentes da "Monsanto Judaico Sionista" , pois suas sementes já não reproduziam mais.
Com isso um dos maiores impactos foi a despovoação das áreas rurais, forçando às pessoas irem para as cidades, criando assim uma enorme mão de obra barata para as multinacionais imperialistas judaico sionistas.
O uso de agrotóxicos aumentou, criando assim o monopólio dos venenos, pois suas sementes exigem o uso de tais.
Os governos foram pressionados para suportar a expansão do novo modelo de produção agrícola sob o controle das multinacionais judaico sionistas. Os bancos estatais passaram a exigir para os financiamentos um pacote básico de produção que exige notas fiscais das compras de produtos como sementes TRANSGÊNICAS, fertilizantes e agrotóxicos da  "Monsanto Judaico Sionista".
O cultivo de monocultura das sementes híbridas reduziu a fertilidade do solo e a produtividade das safras com o passar dos anos. Esses monocultivos passaram a exigir irrigação; com isso, proliferou a construção de barragens e a inundação de regiões inteiras que, anteriormente, tinham grande fertilidade.
A propaganda enganosa da “Revolução Genética” e a cobrança de royalties
Nos anos de 1990, a família Rockfeller(JUDEUS SIONISTAS) introduziu a chamada “Revolução Genética”, que é a produção de sementes transgênicas com a imposição da cobrança de royalties por produção. Junto com essa “tecnologia”, surgiu um grande problema para os agricultores e mais uma enorme fonte de lucro para as multinacionais judaico sionistas.
A Fundação Rockfeller junto com a fundação do fundador da Microsoft, Bill Gates, estão trabalhando há alguns anos na África para levar a chamada “Revolução Genética” para esse continente. E o método usado é o mesmo que há 60 anos atrás, a distribuição gratuita das sementes transgênicas.
Mesmo se um agricultor não adquirir sementes transgênicas, a contaminação de plantações inteiras por transgênicos, pode se dar mediante polinização ou vias mecânicas. A troca de pólen entre plantas diferentes pode ocorrer em pequenas distâncias, como no caso da soja, através do cruzamento. Caso isso ocorrer, ele é obrigado a pagar royalties em cima da produção. Outra maneira de contaminação, é a via mecânica que acontece quando um agricultor toma emprestado ou aluga um maquinário para usar em seu plantio, prática muito comum entre os pequenos e médios agricultores, devido à falta de recursos para investir em equipamentos e tecnologias, e ele, estando contaminado por transgênicos, acaba contaminando a sua lavoura de soja convencional.
A Monsanto tem um departamento especializado em investigar as lavouras e detectar possíveis contaminações com o objetivo de obrigar o pagamento dos royalties.
A lei prioriza a proteção dos direitos de “propriedade intelectual” das multinacionais imperialistas, e tem sido uma prioridade do imperialismo desde o chamado Consenso de Washington, que foi um dos principais instrumentos para impor as políticas neoliberais do imperialismo.
Muitos agricultores têm sido vítimas das fraudulentas leis de patentes detidas pelas multinacionais imperialistas, pois a contaminação por polinização cruzada é praticamente inevitável.
A patente genética garante durante 20 anos o direito das multinacionais cobrarem o quanto desejarem por suas sementes. A regulamentação dos governos é praticamente inexistente.
Os royalties cobrados pela presença dos genes patenteados é arbitrado pela multinacional dona da tecnologia e não pelos governos. O valor cobrado no Brasil tem variado nos últimos anos. Em 2004, o valor era de R$ 0,60 por saca de 60 kg, e no caso da lavoura ser contaminada por soja transgênica, o agricultor era obrigado a pagar R$ 1,50 por saca, além dos custos dos testes. Em 2005, o valor passou para R$ 1,20 por saca, mas, devido à grave seca que gerou quebra de produtividade, a cobrança foi mudada para 1% do valor da saca de soja. Na safra de 2009/2010, o agricultor pagou royalties duas vezes, uma quando comprou a semente e outra na produção. Quando a produção foi de até 49,3 sacas por hectare, ele pagou R$ 18,00 por hectare, e quando produziu mais, pagou R$ 21,89.
A voracidade dos imperialistas, na busca do aumento dos seus lucros a qualquer custo, levou primeiro a acabar com as sementes crioulas, e, depois, a substitui-las pelas sementes híbridas, que podem ser usadas nas próximas safras, mas com produtividade baixa. Posteriormente, com as sementes transgênicas, o foco foi o pagamento de royalties por produção. Desde 2007, a Monsanto introduziu mais um mecanismo de espoliação através da patente chamada “Terminator”, ou Tecnologia de Restrição de Uso Genético (Genetic Use Restriction Technology, GURT). A introdução do gene Terminator nas espécies transgênicas, esteriliza as sementes na sua segunda fase de crescimento, impedindo a sua reprodução por parte dos agricultores.
Os monopólios buscam aumentar o monopólio dos alimentos(VERDADEIRO MONOPÓLIO DA MORTE), que são produzidos sem o mínimo cuidado com o meio ambiente e a saúde humana, com o objetivo de comercializá-los nos mercados futuros, que é um dos paraísos da especulação financeira.
Leia mais:
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Fontes:
Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2015/06/o-brasil-nas-garras-da-monsanto/#ixzz3md4898Rz

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