domingo, 27 de setembro de 2015

"Route Irish" de KEN LOACH RETRATA O BERÇO JUDAICO SIONISTA DO FALSO "ESTADO ISLÂMICO" E REAL "GRUPO DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS SOB COMANDO DIRETO DE ISRAEL


DENUNCIA EM CANNES-Publicação21/05/2010 16h27 CANNES (Reuters) -Ken Loach leva a Cannes filme sobre mercenários terroristas no Iraque - O diretor britânico Ken Loach volta um olhar crítico sobre empresas privadas de segurança que operam no Iraque em seu novo drama "Route Irish", em que mercenários terroristas aparecem atuando fora do alcance da lei. Na realidade o berço do falso "ESTADO ISLÂMICO" e real "GRUPO DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS SOB COMANDO DIRETO DE ISRAEL".

O filme, um dos 19 da competição principal do festival de cinema de Cannes, inclui uma reconstrução do afogamento simulado, técnica de interrogatório empregada com suspeitos de terrorismo e que o secretário de Justiça dos EUA qualifica de tortura.
Loach, que recebeu a cobiçada Palma de Ouro de Cannes em 2006 com o drama irlandês "Ventos da Liberdade", disse que não é tarde para expor verdades sobre a guerra do Iraque, ao qual ele se opõe, e constranger os líderes que a apoiaram.

"Se não podemos levá-los aos bancos dos réus dos tribunais, precisamos colocá-los nos bancos dos réus da opinião pública, porque eles precisam ser cobrados", disse ele a jornalistas na sexta-feira.
"Route Irish" é ambientado em Liverpool, na Inglaterra, onde Fergus (Mark Womack) chora a morte de seu melhor amigo, Frankie, morto em circunstâncias misteriosas quando era guarda de segurança particular no Iraque.

O título alude ao nome dado pelos militares dos EUA à estrada que conduz ao aeroporto de Bagdá, que chegou a ser vista como uma das mais perigosas do mundo, vulnerável a ataques de insurgentes e o lugar onde o personagem Frankie é morto.

Um celular que é entregue a Fergus mostra imagens de um incidente em que mercenários abriram fogo sobre um carro, matando a família iraquiana que andava nele. Quando Frankie ameaça levar a história a público, seus colegas, liderados por Nelson, começam a ameaçá-lo.

O roteirista Paul Laverty descreveu o uso de forças de proteção privadas, ou seja, MERCENÁRIOS TERRORISTAS no Iraque como sinal de "cobiça corporativa maciça" e argumentou que inicialmente, pelo menos, eles não eram sujeitos às leis do Iraque, graças a uma ordem assinada pelas autoridades norte-americanas.

"Conversei com muitos soldados que estiveram na guerra do Iraque", disse Laverty. "Foi fascinante descobrir que a guerra estava sendo privatizada - que muitos desses soldados tinham se tornado mercenários pagos."

O uso de soldados privados vem causando revolta no Iraque, especialmente quando um tribunal dos EUA recentemente arquivou as acusações criminais contra guardas da empresa Blackwater Worldwide acusados de matar 14 civis iraquianos em Bagdá em 2007.
"Route Irish" inclui cenas em que Fergus usa a técnica do afogamento simulado sobre Nelson, que ele suspeita de ter matado Frankie.

"O afogamento simulado é tortura, apesar de ter sido sancionado pelos JUDEUS SIONISTAS DOS EUA...e, é claro, tolerado pelo governo sionista britânico, não importa o que ele diga, porque é absurdo fazer de conta que ele não tinha conhecimento, e o fato de ter conhecimento indica que ele consentiu."

"Isso infringe a Convenção de Genebra, infringe nossa visão dos direitos humanos, infringe nosso compromisso de não torturar, e as pessoas que sancionam essa tortura ainda são vistas como os grandes e bons que mandam no mundo.

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