segunda-feira, 10 de agosto de 2015

TRANSGÊNICOS - 125 MIL AGRICULTORES SE SUICIDARAM APÓS O USO DE SEMENTES TRANSGÊNICAS DA "MONSANTO JUDAICO SIONISTA" EM SUAS LAVOURAS



TRANSGÊNICOS - 125 MIL AGRICULTORES SE SUICIDARAM APÓS O USO DE SEMENTES TRANSGÊNICAS DA "MONSANTO JUDAICO SIONISTA" EM SUAS LAVOURAS

Índia: O governo colocou uma proibição de última hora sobre a berinjela transgênica que iria começar a ser plantada em 2010. No entanto, os agricultores foram amplamente encorajados a plantar algodão geneticamente modificado da Monsanto e isso teve resultados devastadores. O jornal britânico Daily Mail relata que cerca de 125 mil agricultores cometeram suicídio devido à quebra de safra e da enorme dívida adquirida desde o plantio de alimentos transgênicos.


Índia: Possui muitas culturas de algodão geneticamente modificado. Como mencionado acima, a enorme difusão dessas plantações causaram uma tragédia por todo o país. O governo da índia chegou a proibir o uso de sementes convencionais como tentativa de agradar a Monsanto (em troca o país recebeu um empréstimo do fundo monetário internacional) e diminuir as taxas de pobreza no país. Estima-se que 1000 agricultores cometem suicídio a cada mês por causa da quebra de safra e da dívida gerada pelo plantio de sementes transgênicas. Depois de ouvir a promessa da Monsanto de aumento de produtividade e resistência às pragas, os agricultores foram convencidos a comprar as “sementes mágicas” que possuem o custo 1000 vezes maior do que das sementes convencionais. Apesar das promessas, as colheitas foram muitas vezes destruídas por lagartas. Além disso, os agricultores não foram avisados que tais plantações exigem duas vezes mais água do que as sementes de algodão convencionais, assim muitas plantações secaram e morreram. Por fim, as sementes “terminator” precisam ser compradas de novo a cada ano, ao contrário das sementes convencionais, as quais os agricultores costumavam guardar de ano para ano. Este foi o golpe financeiro final que resultou em dívidas intransponíveis.
As variações nas leis e pontos de vistas de cada país com relação aos transgênicos levou à complicações quando se trata de exportação de alimentos. Por exemplo, a Tailândia tem trabalhado para tranquilizar os outros países a cerca da segurança de seus alimentos, mas recentemente teve seu atum enlatado rejeitado pela Grécia e pela Holanda, após teste acusarem ingredientes transgênicos no mesmo. O atum era enlatado em óleo de soja importado dos EUA, onde a maior parte da soja é geneticamente modificada.
Alguns cidadãos estadunidenses estão buscando por alimentos, como o óleo de canola e alimentos que contenham soja, que não sejam produzidos pelos EUA, pensando que esta é uma forma de evitar os transgênicos. Obviamente esta não é uma boa ideia. É importante saber que só porque um alimento não foi cultivado nos EUA não quer dizer que ele não seja transgênico.
Até que os consumidores tenham o direito de saber pelo rótulo dos alimentos se estes contém ingredientes transgênicos, é importante saber quais países estão produzindo alimentos transgênicos e quais são estes alimentos.
A legislação em relação aos transgênicos está constantemente mudando, tanto nos EUA como ao redor do mundo. O clamor público está aumentando contra esses alimentos, que muitas vezes não são testados. As reivindicações da indústria de “super produções” e fim da pobreza e da fome tem provado ser perigosamente imprecisas. Agora, mais do que nunca, é preciso que a voz da população aliada ao seu poder de boicotar a estas indústrias faça a real diferença.
Fonte – The spoon news revolution

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