sábado, 25 de julho de 2015

MONSANTO TRANSGÊNICOS - ENCABEÇA A GUERRA BIOLÓGICA QUE OS JUDEUS PERPETRAM CONTRA A HUMANIDADE - QUE MATA POR ANO O QUE TODAS AS GUERRAS JUNTAS MATARAM



Sustentabilidade

As razões do Dia Mundial contra a Monsanto Judaico Sionista

por Luã Braga de Oliveira CARTA CAPITAL — publicado 07/05/2015 15h59
Dezenas de países preparam, em 23/5, protesto contra transnacional que, além de atentar contra ambiente e agricultores, envolveu-se com submundo da política e dos exércitos privados(MERCENÁRIOS TERRORISTAS)

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[Este é o blog do site Outras Palavras em Carta CapitalAqui você vê o site completo]
Você sabia que existe um Dia Mundial Contra a Monsanto Judaico Sionista? Muitos não conhecem a empresa pelo nome, ou talvez tenham apenas ouvido falar dela, sem saber ao certo seu setor ou posicionamento. Entretanto, quase todo mundo faz uso contínuo de alimentos a base dos organismos geneticamente modificados (OGMs), ou seja, TRANSGÊNICOS produzidos e vendidos pela corporação do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL".
O fato é que este ano a Marcha Mundial Contra a Monsanto ocorrerá no dia 23 de Maio e levará milhares de pessoas as ruas, por todo o mundo, para protestar contra a atuação e práticas da corporação. Mas por que existe um dia mundial dedicado exclusivamente à denúncia deste gigante da agroquímica, ou seja, fabricante de venenos químicos? 
O que de tão nefasto representa esta empresa? 
Vamos tentar relembrar os principais fatos da trajetória da Monsanto Judaico Sionista que a fizeram ser considerada pela revista Fortune Judaico Sionista como “possivelmente a corporação mais temida da América - por Terrorismo Biológico”. 
1 - Prejuízos aos pequenos agricultores - que hoje não conseguem produzir o próprio alimento, obrigando-os a migrar para áreas urbanas (FAVELAS) ou engrossando a já inchada comunidade dos "SEM-TERRA";
2 - Danos à saúde humana- comprovadamente, os "ALIMENTOS TRANSGÊNICOS" causam - CÂNCER - DIABETES - OBESIDADE - SÍNDROME DO METABOLISMO - HOMOSSEXUALISMO - MORTE PREMATURA - ATACAM OS RINS - CIRROSE DO FÍGADO - ;
3 - Danos à saúde na fauna silvestre - os agrotóxicos estão eliminando os PÁSSAROS E ABELHAS; 
4 - Danos à saúde animal - com o uso das rações TRANSGÊNICAS, além de prejudicarem a saúde dos próprios animais, os transformam em potenciais vetores das doenças citadas no item 2, através dos - FRANGOS E OVOS DE GRANJA, CARNES BOVINAS E SUINAS produtos de confinamento;
5 - Danos severos ao meio ambiente - Onde os AGROTÓXICOS contaminam o solo e os mananciais;
6 - Formação de lobby e financiamento de políticos - tendo para atuação no CONGRESSO NACIONAL, BETO ALBUQUERQUE - ex-Deputado e ex-candidato presidencial a vice de MARINA SILVA, que por sua vez, como Ministra do Meio Ambiente do governo Lula(LULA FOI LUDIBRIADO PELA MARINA COM FALSOS LAUDOS DE EFICÁCIA DOS TRANSGÊNICOS), atuou fortemente a favor desta criminosa empresa - LIBERANDO E AUTORIZANDO O PLANTIO E COMERCIALIZAÇÃO DOS TRANSGÊNICOS NO BRASIL - um lobby que conta com o ex-Senador e atual Governador do Distrito Federal - o Judeu Sionista RODRIGO ROLLEMBERG, o Senador pelo Distrto Federal o Judeu Sionista - REGUFE, o Judeu Sionista e ex-Deputado Luis Pitiman, o Judeu Sionista e Deputado Distrital JOE VALLE, o Judeu Sionista e Deputado Federal 
7 - Manipulação e falsificação de pesquisas científicas - ou seja, falsificação de laudos 
8 - e até a contratação de mercenários terroristas são algumas das polêmicas nas quais a empresa se envolveu ao longo de seus 103 anos de existência.
A Monsanto é uma multinacional de alcance global da área de agricultura e biotecnologia. É especializada em engenharia genética (produção de organismos geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS), sementes e herbicidas. Criada em 1901 como uma companhia novata na área da engenharia química, aos poucos tornou-se a maior empresa do mundo no setor, fornecendo produtos à base de organismos geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS para gigantes como a Coca-Cola, a Pepsico e a Kraft. Hoje, controla 90% do mercado de sementes transgênicas do mundo – consagrando-se como um dos maiores monopólios já vistos. O crescimento da empresa foi vertiginoso. Recentemente, ela adquiriu diversas empresas na América do Sul e no Leste Europeu, dominando consistentes fatias de mercado em países como Argentina, México e Brasil – onde está presente há quase 60 anos.
Este crescimento tem representado uma ameaça real à sobrevivência de pequenos produtores em todo o mundo. Em seus contratos de venda de sementes, a Monsanto Judaico Sionista prevê que os pequenos produtores não poderão guardar nenhuma semente e são obrigados a permitir que a empresa vistorie suas plantações a qualquer momento. Além disso, as sementes geneticamente modificadas são apenas tratadas com os herbicidas vendidos pela própria companhia, fato que condiciona os agricultores à dependência. De todo modo, os impactos dos produtos geneticamente modificados comercializados pela Monsanto vão além da esfera socioeconômica. 
Um estudo de 2009 do Journal of Biologycal Science¹ mostrou que o consumo do milho proveniente da semente geneticamente modificada - TRANSGÊNICA, pode produzir efeitos negativos em órgãos como os rins e o fígado. Outro estudo, publicado em 2012 na Food And Chemical Toxicology², constatou que ratos submetidos a uma dieta à base de organismos geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS, morrem mais rápido e são mais propensos ao desenvolvimento de câncer. Para chegar a esta conclusão, cientistas administraram em 200 ratos, durante dois anos, três dietas distintas: uma à base de milho convencional, outra a base do milho transgênico NK603 e outra a base do NK603 tratado com o herbicida RoundUp. Tanto o milho transgênico NK603 como o herbicida RoundUp (o mais utilizado do mundo) são pertencentes à Monsanto Judaico Sionista. O resultado foi a morte acelerada de parte dos ratos e o aparecimento de tumores enormes naqueles cuja base da dieta fora o milho transgêncio NK603, da Monsanto Judaico Sionista.
A pesquisa divulgada pela Food And Chemical Toxicology gerou controvérsias. Enquanto recebeu o apoio de diversos cientistas pelo mundo, alguns a criticaram, afirmando que houve viés na metodologia, o número de ratos fora inadequado e aquele tipo de rato de laboratório já possuía propensão ao desenvolvimento de tumores. Após forte pressão, a revista cedeu e, um ano depois, anunciou a retirada do estudo por ela publicado. A decisão, todavia, não agradou ao principal autor da pesquisa – o diretor científico do Comitê para Investigação e Informação Independente sobre Engenharia Genética da França, Gilles-Éric Séralini. O cientista reafirmou que a pesquisa não continha fraudes e que, caso a revista insistisse em sua decisão de retirar a publicação, iria acioná-la judiciamente por danos morais. A despeito da pesquisa de Séralini, outras pesquisas ao longo das décadas já confirmaram em condições similares os efeitos dos organismos geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS sobre a saúde humana. Além disso, as empresas que controlam o setor – sobretudo a Monsanto Judaico Sionista – possuem altos níveis de poder acumulado, que lhes permite interferir em pesquisas e políticas públicas por meio da formação de lobby para benefício de seus produtos.
Dessa forma, o poder econômico acumulado pela Monsanto lançou as bases para um acúmulo significativo de poder político. Executivos da Monsanto foram posicionados em cargos estratégicos do governo dos Estados Unidos — dentre eles, a Agência de Proteção Ambiental [“Environmental Protection Agency”, EPA], o ministério da Agricultura [U.S. Departament of Agriculture”, USDA] e o Comitê Consultivo do Presidente Obama para Política Comercial e Negociações. A Monsanto Judaico Sionista ainda posicionou funcionários em cargos estratégicos em universidades pelo mundo, dentre elas a South Dakota State University, o Arizona State’s Biodesign Institute e a Washington University. Desde 1980, políticas federais americanas têm incentivado instituições públicas de ensino a produzir pesquisas nas áreas agrícola e de biotecnologia em parceria com empresas privadas. Em consonância com esta política, a Monsanto Judaico Sionista tem inundado instituições públicas de ensino com investimentos. Em troca, tem seus produtos protegidos e fortalecidos por um arcabouço de pesquisas técnicas e científicas com viés favorável.
Além de cargos no governo e na academia norte-americana, executivos da Monsanto Judaico Sionista posicionaram-se em cargos em instituições-chave para política alimentar e científica de seu país ou de âmbito internacional, como o “International Food and Agricultural Trade Policy Council”, o “Council for Bitechnology Information”, a “United Kingdom Academy of Medicine”, a “National Academy of Sciences Biological Weapons Working Group”, a “CropLife International” e o “Council of Foreign Relations”.
Naturalmente, as posições privilegiadas alcançadas pela Monsanto Judaico Sionista renderam-lhe excelentes retornos. Em 1993, a Agência para Alimentação e Medicamentos [Food and Drug Administration”, FDA] dos EUA aprovou o uso de um produto denominado “Hormônio de Crescimento Bovino” [Recombinant Bovine Hormone, ou rBGH]. Desenvolvido pela Monsanto, trata-se de uma droga hormonal injetada em vacas de modo a incentivar a produção de leite. O rBGH foi a primeira substância geneticamente modificada aprovada pelo FDA.
A aprovação foi no mínimo controversa. Estudos apontaram que o rBGH produziria sérios impactos na saúde física e psicológica das vacas. O mais comum deles, a mastite bovina, é tratada com base na administração de antibióticos. A exposição constante das bactérias aos antibióticos contribui para a criação de bactérias resistentes que podem infectar seres humanos. Além disso, alguns estudos também apontaram que o consumo do leite com resíduos do hormônio aumentaria o risco de desenvolvimento de câncer de colo, de mama e de próstata. A substância é proibida nos 27 países da União Europeia, mas graças ao poderoso lobby da Monsanto nos EUA sua utilização é liberada – o que também ocorre no Brasil…
Após a aprovação do uso do rGHB pelo FDA, funcionários ligados à Monsanto Judaico Sionista que trabalhavam na FDA foram investigados pelo Escritório de Prestação de Contas do Governo [Government Accountability Office” (GAO)] por formação de lobby. O GAO investigou os executivos Judeus Sionistas - Michael Taylor, Margaret Miller e Suzanne Sechen. Os três funcionários tiveram ativa participação no desenvolvimento da droga e, posteriormente, exerceram funções na FDA, tornando-se responsáveis pela avaliação e aprovação do produto que ajudaram a desenvolver. Ao fim da investigação, o GAO concluiu que não havia dispositivos legais para incriminar os envolvidos e que não havia provas cabais de conflitos de interesses no caso.
Em 2012, a empresa opôs-se à chamada Proposition 37 – apelidada pelos americanos de Iniciativa pelo Direito a Saber [Right to Know initiative]. A iniciativa propunha-se a promulgar, no estado da Califórnia, uma lei no obrigando as empresas que vendessem produtos à base de ingredientes geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS a neles instalarem rótulos visíveis alertando para tal fato, evitando assim a venda destes produtos como naturais. Esta iniciativa, no entanto, não passara incólume pelo imenso poder de barganha das grandes indústrias do setor, sendo a Monsanto Judaico Sionista sua “ponta-de-lança”. Empresas como Nestlé Judaico Sionista e Mars Inc. Judaico Sionista despejaram mais de 370 mil dólares em campanha contra o projeto. Só a Monsanto Judaico Sionista despejou, sozinha, 8,1 milhões de dólares em campanhas contra a iniciativa, estabelecendo-se como doadora majoritária em uma campanha que totalizou 45 milhões de dólares arrecadados de diversas empresas envolvidas na derrubada da proposta. É claro que com todo este empenho a iniciativa não prosperou e os californianos não conquistaram o direito de saber a procedência do alimento que estão ingerindo.
No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou, em 28 abril deste ano, por ampla maioria o Projeto de Lei 4.148/2008³, de autoria do deputado ruralista o Judeu Sionista Luiz Carlos Heinze (PP-RS), que ao contrário da legislação vigente (baseada na Lei 11.105/2005) propõe a não obrigatoriedade da rotulagem de alimentos a base de OGMs.
Para além das polêmicas e controvérsias citadas até agora, a Monsanto Judaico Sionista ainda guarda em sua história íntimas relações com o poder militar. É fato público e conhecido o fornecimento do famoso Agente Laranja lançado nas plantações do Vietnam pelas forças armadas norte-americanas que guerreavam para manter o país sob dominação. As consequências, entre as populações que serviram de alvo, foram sentidas por muitos anos. O que pouco se sabe é que há indícios de ligações da Monsanto Judaico Sionista com forças mercenárias terroristas. A empresa contratou serviços de espionagem de empresas ligadas a conhecida antiga Blackwater (agora XE) – uma das maiores companhias mercenários terroristas do mundo. Segundo documentos obtidos pela revisga The Nationa empresa usou de serviços oferecidos por duas empresas de espionagem – “Total Intelligence Solutions” e “Terrorism Research Center” – cuja propriedade é do dono e fundador da XE, Eric Prince(JUDEU SIONISTA). Os documentos apontam que entre os serviços prestados à Monsanto Judaico Sionista por estas empresas estão a infiltração de espiões em movimentos sociais, ONGs e entidades protetoras dos animais e de combate aos transgênicos. Alguns sugerem que esta relação da Monsanto com empresas de espionagem explique o misterioso vírus que atacou os computadores de ativistas da organização “Amigos da Terra” e da “Federação para o Meio Ambiente e Proteção à Natureza” da Alemanha. O ataque se deu no contexto de apresentação de uma pesquisa realizada por estas entidades sobre os efeitos da substância glisofato no corpo humano. O glisofato é base de um dos produtos mais rentáveis vendidos pela monsato – o herbicida RoundUp. A empresa afirmou que não teve e jamais teria envolvimento no fato.
O histórico e a atuação da Monsanto Judaico Sionista no seu setor, considerando todas as polêmicas e controvérsias nas quais a corporação se envolveu, trazem à tona o necessário debate acerca dos custos e benefícios envolvidos no desenvolvimento de organismos geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS. Se por um lado a biotecnologia e a agroquímica trouxeram crescente otimização da produção e distribuição de insumos, é necessário refletir acerca das consequências do uso destes insumos, da garantia da liberdade de pesquisa com relação a seus efeitos e principalmente das consequências da extrema concentração deste mercado nas mãos de pouquíssimas corporações, todas pertencentes ao "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL". Afinal de contas, como dito, não é todo dia que uma empresa ganha um Dia Internacional de protestos contra si.
A maior parte das informações aqui relacionadas pode ser encontrada no relatório “Monsanto: A Corporate Profile”, da ONG Food & Water Watch. Além disso, o portal “Esquerda.net” possuiu um dossiê completo da empresa e sua atuação pelo mundo. Para os que preferem material audiovisual, existe uma série documentários que tratam de maneira crítica da questão dos transgêncios e das poderosas corporações do setor. São alguns deles eles: “Food Inc”, “The future of Food”, “El Mundo Según Monsanto” e “Seeds of Free”. 

ALIMENTOS TRANSGÉNICOS QUE CONSUMIMOS SEM SABER


Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos. A revista Visão elaborou um artigo sobre o tema e, em baixo, poderá ler as principais conclusões – que, de resto, nos devem colocar em alerta.

QUEIJO

Aqui não se trata de um alimento derivado de um OGM, mas de um alimento em que um OGM contribuiu em uma fase de seu processamento. A quimosina, uma enzima importante na coagulação de lacticínios, era tradicionalmente extraída do estômago de cabritos – um procedimento custoso e "cruel". Biotecnólogos modificaram micro-organismos como bactérias, fungos ou fermento com genes de estômagos de animais, para que estes produzissem quimosina. A enzima é isolada em um processo de fermentação em que esses micro-organismos são mortos. A quimosina resultante deste processo - e que depois é inserida no soro do queijo – é tida como idêntica à que era extraída da forma tradicional. Essa enzima é pioneira entre os produtos gerados por OGMs - TRANSGÊNICOS e está no mercado desde os anos 90. Notem que o queijo, em todo seu processo de produção, só teve contato com a quimosina - que não é um OGM, é um produto de um OGM. Além disso, a quimosina é eliminada do produto final. Por isso, o queijo escapa da rotulação obrigatória.


MAMÃO PAPAYA
                              Os Estados Unidos são o maior importador de papaya do mundo – a maior parte vem do México e não é transgênica. Mas muitos americanos apreciam a papaya local, produzida no Havaí, Flórida e Califórnia. Cerca de 85% da papaya do Havaí, que também é exportada para Canadá, Japão e outros países, vem de uma variedade geneticamente modificada, ou seja, TRANSGÊNICA para combater um vírus devastador para a planta. Não é vendida no Brasil, nem na Europa.

Aspartame. É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.
Óleos refinados. Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, colza, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (excepto virgem extra) ou comida processada.
Milho e Amido de milho, xarope de milho. Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré-congelada, bebidas ou águas aromatizadas.
Margarina. Utiliza gorduras vegetais (de soja, colza, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgénicas.
Leite de vaca. A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormonio de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas autorizado nos Estados Unidos e Brasil
Salsicha. É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados - TRANSGÊNICOS.
Soja e derivados. A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada, ou seja, TRANSGÊNICA

PÃO, BOLOS e BISCOITOS

Foto: Getty
Trigo e centeio, os principais cereais usados para fazer pão, continuam sendo plantados de forma convencional e não há variedades geneticamente modificadas em vista. Mas vários ingredientes usados em pão e bolos vêm da soja, como farinha (geralmente, nesse caso, em proporção pequena), óleo e agentes emulsificantes como lecitina. Outros componentes podem derivar de milho transgênico, como glucose e amido. Além disso, há, entre os aditivos mais comuns, alguns que podem originar de micro-organismos modificados, como ácido ascórbico, enzimas e glutamato. Dependendo da proporção destes elementos transgênicos no produto final (acima de 1%), ele terá que ser rotulado.

SALMÃO TRANSGÊNICO,
Foto: PA
No final de dezembro passado, a agência que zela pela segurança alimentar nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou para consumo um tipo de salmão geneticamente modificado, reacendendo o debate sobre a segurança dos transgênicos e suas implicações éticas, econômicas sociais e políticas.

QUEIJO, MAMÃO PAPAYA, FEIJÃO CARIOQUINHA, A LARANJA PERA, POCAN, MANGA PALME,  E ETC... 


Mas muitos consumidores nos Estados Unidos, Europa e Brasil, regiões em que os organismos geneticamente modificados (OGMs) em questão de poucos anos avançaram em velocidade surpreendente dos laboratórios aos supermercados, passando por milhões de hectares de áreas cultiváveis, continuam desconfiados da ideia do homem cumprindo um papel supostamente reservado à natureza ou à evolução - e guardam na memória os efeitos nocivos, descobertos tarde demais, de "maravilhas" tecnológicas como o DDT e a talidomida.
O site oficial da Marcha Mundial Contra a Monsanto pode ser acessado em:http://www.march-against-monsanto.com/.

REFERÊNCIAS
¹ Disponível em : http://www.ijbs.com/v05p0706.htm




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    Os agroquímicos são uma realidade na agropecuária mundial, porém, por uma questão cultural, a população está condenada ao consumo destas porcarias, muito em parte por sua própria culpa. Um total desastre, pagos pelas gerações futuras.




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        Assustador como os defensores da biotecnologia se embrenham em todas as áreas. Como os pesquisadores de mentira da Monsanto que bombardearam a nature, em, O Mundo Segundo a Monsanto. Tenho vários colegas engenheiros nesta empresa, não entro em certas questões. Mas, definitavamente, os defensores da biotecnologia mal sabem do que falam, ou agem como alguns familiares meus,que, provavelmente fraudam a produção de carne bovina, e compram carne em açougue, mesmo sendo pecuaristas.




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            Na boa minha gente, se fossemos exigir que nossos alimentos fossem livres de porcarias químicas não teríamos o que comer no mundo de hoje.
            Não tem terra para plantar do jeito natureba. As variedades "saudáveis" não apresentam produtividade.
            Não se fala, não denuncia mas carnes e vegetais estão entupidos de agrotóxicos e hormônios. Uns trangeniquinhos à mais não vão piorar em nada.
            Sem hipocrisia.
            Deixem a Monsanto em paz. Pior do que já está ela não vai conseguir deixar.




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                Nossa.. Cara vai estudar Agronomia.. Jeito natureba? Você que está sendo hipócrita! Agricultura Orgânica é séria! Entre outras práticas que podem reduzir no uso imbecil de tecnicas que só geram dinheiro para quem produz os materiais primários, sementes GMOS, fertilizantes químicos, gilfosato, etc.




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                    Me prove que a agricultura orgânica pode produzir as mesmas quantidades e variedades que a agricultira industrial sem precisar do triplo de área...
                    É a mesma coisa que dizer que se pode abastecer o mundo de madeira apenas com madeira nativa...
                    Não existe mágica. Alimentar sete bi e meio de humanos não é para amadores...




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                        Joshua-- Vc não sabe nada sobre o assunto. A agricultura orgânica tem a mesma produtividade que o convencional quando há o suporte adequado para o agricultor. O problema é que a mídia fez lavagem cerebral em vc. A própria ONU diz que o melhor jeito de alimentar a população mundial no futuro é a agroecologia. Google: Informe da ONU afirma que agroecologia pode dobrar produção de alimentos em 10 anos




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                            Quantos alqueires de algum coisa voce planta?
                            Eu planto dois de milho, um de girassol, um, um e meio de aveia. Tenho uns 100 pés de laranja, uns 70 de "ponkans", uns pêssegos, algumas maçãs e outras coisinhas.
                            Crio porcos e cabritos para abate - semi confinamento
                            Sim, tenho minha hortinha doméstica "natureba" que dá um trabalho insano a um custo altíssimo - calculei que cada alfacezinha minha sairia por uns R$ 3,00...
                            Sei do que falo.




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                                Dados. Números. Quantidades.
                                Não discursos.
                                Aliás, quantos alqueires voce planta anualmente de qualquer coisa?
                                E a ONU não é lá referencia para muita coisa.




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                              Joshua-- Não houve ganhos de produtividade com transgênicos nem no Brasil, Argentina, Paraguai ou EUA. Procure se informar. Os proprios dados destes governos mostram isso. A unica vantagem desta porcaria é de poder tomar um banho de herbicidas sem morrer.




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                                Engraçado que quando você vai ler as referencias os artigos indicam estudos inconclusivos. Uma pena um texto tendencioso desses conseguir enganar tanta gente.
                                Enquanto isso a Monsanto ajuda alimentar países pobres que não tem terra fértil pra produzir alimentos "naturais".




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                                    A tal bancada ruralista é defensora dos transgênicos?




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                                        Já que não se rotula mais o produto como trangênico, por que não o reverso agora, um selo para alimentos genuinamente naturais, como a marca de sucos ( de verdade) DoBem.




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                                          Se os alimentos geneticamente modificados não causassem problemas para a saúde humana e ambiental, não seriam necessários tantos investimentos da Monsanto para impedir que conste nos rótulos dos alimentos produtos dessa natureza. O que acontece atualmente é que as grandes corporações já tomaram conta dos governos, até mesmo do americano e literalmente governam para atender os seus interesses comerciais e financeiros em detrimento dos da maioria da população. Quando o cidadão adoece, cai nas mãos da "indústria da doença", que lhe arranca os últimos centavos para restabelecer a sua saúde. Dessa forma, esses "monstrengos financeiros" não param de crescer e se tornam cada vez mais poderosos.




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                                              Parabéns CARTA CAPITAL pela reportagem e coragem, ainda não entendo o porque de alguns internautas criticarem um site tão democrático e destemido, essas notícias são benéficas, esclarece e aponta onde estão os capitalistas mais perversos. Que os influentes possam ler e combater essas pessoas que não fazem conta do prejuízo que causam as milhares de famílias e o pior tudo pelo dinheiro, assim como a maioria dos capitalistas querem somente o lucro, prejudicam a saúde, escravizam trabalhadores e corrompem o planeta; tudo pela ostentação, consumo de carros luxuosos, casas infinitas, "sexo, droga e rock"e assim que a maioria desses covardes vivem; onde a fé é apenas monossílaba.




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                                                  E pra quem acha que é só através de alimentos que estamos sendo lenta e progressivamente envenenados, sugiro que se informem sobre o flúor colocado não apenas na água que abastece nossas casas, como também na água "mineral" vendida nos mercados. A coisa está feia....




                                                    • Avatar




                                                      Nos EUA jornalistas que apresentaram denúncias contra a Monsanto sofreram uma perseguição implacável na justiça, perderam seus empregos e como a Monsanto pode pagar um batalhão de advogados caros, acabou ganhando o processo contra esses jornalistas.




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                                                          Brasil não porque sempre esteve na lanterninha da (soberania) mas, para países que tem, se ainda não a expulsaram de seus respectivos territórios é porque são tão corruptos e subordinados aos (controladores do mundo) quanto o Brasil.




















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