sexta-feira, 10 de julho de 2015

BRICS - DILMA E PUTIN DESTACAM: UNIDADE DO GRUPO É IMPORTANTE PARA A SOLUÇÃO DE PROBLEMAS GLOBAIS



Declaração de Ufá confirma unidade dos BRICS frente a problemas globais

Logotipo da 7ª cúpula dos BRICS, em Ufa, na Rússia



A declaração de Ufá, assinada pelos líderes dos BRICS durante a 7ª reunião de cúpula do grupo, nesta quinta-feira, confirmou a convergência dos pontos de vista dos cinco países sobre muitos dos principais problemas da política e economia internacionais, e comprovou o desejo dos BRICS em aumentar o seu papel na resolução de assuntos globais.

"BRICS" - Brasil, Rússia, India, China e África do Sul


Os cinco líderes defenderam, entre outras coisas, a aceleração das reformas da ONU e do FMI, denunciaram o uso de sanções unilaterais, expressaram preocupação frente à injeção de capitais em economias já desenvolvidas, condenaram veementemente os crimes da organização terrorista Estado Islâmico e exortaram as partes do conflito na Ucrânia a respeitar os acordos de Minsk.


Em um total de 50 páginas, o documento final da cúpula abordou praticamente todos os problemas que, de uma forma ou de outra, encontram-se hoje no centro das atenções da comunidade internacional, e que vão desde a crise síria e guerras civis na República Democrática do Congo e no Afeganistão, até problemas relacionados ao meio ambiente, combate à corrupção no mundo e luta contra o narcotráfico.


A seguir estão resumidos alguns dos principais tópicos abordados pela declaração final da 7.ª Cúpula dos BRICS, realizada na cidade russa de Ufá mediante a presidência da Rússia no grupo.
Vista do Kremlin de Moscou
Moscou prepara nova resposta à "guerra de sanções" travada pelos Judeus Sionistas dos EUA (Ocidente)
Interesses da Rússia agora serão do "BRICS" 


A declaração deu ênfase a alguns temas que dizem respeito diretamente à Rússia no papel de anfitriã da 7.ª Cúpula dos BRICS, como as sanções adotadas pelo Ocidente contra Moscou após a reintegração da Crimeia e o agravamento da situação no sudeste da Ucrânia.
"Nós condenamos intervenções militares unilaterais e sanções econômicas em violação ao direito internacional e às normas universalmente reconhecidas de relações internacionais. Levando isso em conta, nós destacamos a importância histórica do inviolável caráter de segurança, e acreditamos que nenhum país pode aumentar a própria segurança em detrimento da segurança de outros países" – destaca o texto da declaração.
Apesar de não explicitar os nomes de países atualmente envolvidos em políticas de sanções, a ideia expressa no documento replica as muitas declarações feitas por líderes russos com relação a aprovação de medidas restritivas pela União Europeia (UE), EUA e seus aliados contra a Rússia.


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